Paulinho da Viola nasceu no tradicional bairro de Botafogo em 1942. Desde pequeno gostava de ouvir choros e sambas. De conviver com grandes chorões como Pixinguinha, Jacob do Bandolim e Dilermando Reis, observando a maneira de tocar dos músicos. Isto é decisivo porque comparativamente na “observação participante”, enquanto técnica utilizada em investigação há que realçar seus objetivos muito além da pormenorizada visão, através da interpretação e descrição dos componentes de uma determinada situação, permitindo a identificação do sentido, a orientação e a dinâmica do momento apropriado. Requer a necessidade de eliminar perdas subjetivas para que possa haver a compreensão prática e interações entre sujeitos. Aquele que investiga irá adquir treino nas suas habilidades instrumentais e capacidades para utilizar a técnica. No início da carreira como compositor e instrumentista Paulinho da Viola foi parceiro de nomes ilustres do samba carioca, como Cartola, Elton Medeiros e Candeia, mas também compõe choros, representando um dos mais talentosos músicos que deu origem à música popular brasileira (MPB). Filho de Benedicto Cesar Ramos de Faria (1919-2007), integrante da primeira formação do grupo de choro “Época de Ouro”, fundado por Jacob do Bandolim, por volta de 1960-1964.
Contava com Jacob do Bandolim (bandolim), Dino 7 Cordas (Dino Sete Cordas), César Faria, Carlinhos Leite, Jonas Pereira da Silva, Gilberto D`Ávila e Jorginho do Pandeiro (pandeiro), sendo considerada uma das formações mais icônicas e influentes do choro, gravando discos como “Chorinhos e Chorões” (1961) e “Vibrações” (1967). O disco fonográfico, o pensamento musical, a notação musical, as ondas sonoras, lembrava Ludwig Wittgenstein, todos estão uns para os outros naquela relação interna de representação que é a que existe entre a linguagem e o mundo comum a todos eles. No fato de haver uma regra geral, pela qual o músico pode extrair a sinfonia da partitura, através da qual se pode deduzir a sinfonia das estrias do disco fonográfico, e segundo a primeira regra de novo a partitura, nisso justamente consiste a semelhança interna destas estruturas aparentemente tão diferentes. E essa regra é a lei da projeção. É a regra da tradução da notação musical para a linguagem do disco fonográfico. O Grêmio Recreativo Escola de Samba Portela é uma das mais tradicionais e reconhecidas escolas de samba da cidade do Rio de Janeiro. Adotando como símbolo a águia e as cores azul e branco, a Portela detém o posto de maior campeã do carnaval do Rio de Janeiro, com 22 títulos entre 1935 e 2017. Essa marca inclui um heptacampeonato e um tetracampeonato em 1941-1947 e 1957-1960. É carinhosamente chamada de “A Majestade do Samba” e forma, com a Deixa Falar e a Mangueira, a tríade das fundadoras do carnaval carioca.
A
escola foi fundada como um bloco carnavalesco, chamado Conjunto
Oswaldo Cruz, em 11 de abril de 1923, no bairro de Oswaldo Cruz. Embora haja
estudiosos que acreditam que a escola tenha sido fundada em 1926, o ano oficial
de fundação é 1923, mesmo ano de criação do bloco “Baianinhas de Oswaldo Cruz”,
que já continha o embrião da primeira diretoria portelense, com Paulo da
Portela, Alcides Dias Lopes (mais conhecido como “Malandro Histórico”), Heitor
dos Prazeres, Antônio Caetano, Antônio Rufino, Manuel Bam Bam Bam, Natalino
José do Nascimento (o “seu Natal”), Candinho e Cláudio Manuel. Mudou de nome
por duas vezes – “Quem Nos Faz É O Capricho” e “Vai Como Pode” -, até assumir
definitivamente a denominação Portela, em meados da década de 1930. É chamada de “A Majestade do Samba” e forma,
juntamente com a “Deixa Falar” e a “Mangueira”, a tríade das escolas fundadoras
do carnaval carioca. Foi fundado como bloco carnavalesco “Conjunto Oswaldo
Cruz”, em 11 de abril de 1923, no bairro de Oswaldo Cruz, no subúrbio carioca.
Embora haja estudiosos que acreditam que a escola tenha sido fundada em 1926, o
ano oficial de fundação é 1923, mesmo ano de criação do bloco “Baianinhas de
Oswaldo Cruz”, que já continha o embrião da primeira diretoria portelense,
tendo como próceres Paulo da Portela, Alcides Dias Lopes, mais conhecido como
“Malandro Histórico”, Heitor dos Prazeres, Antônio Caetano, Antônio Rufino,
Manuel Bam Bam Bam, Natalino José do Nascimento, o “seu Natal”, Candinho e
Cláudio Manuel. Mudou para “Quem Nos Faz É O Capricho” e “Vai Como Pode” e
Escola de Samba Portela, na década de 1930.
RCA Records fundada como Victor Talking Machine Company - companhia independente até 1929; e reconhecida como RCA Victor - de 1929 até 1968 é uma gravadora dos Estados Unidos da América, controlada pela Sony Music. A RCA Victor passou por grandes dificuldades com a Crise da Bolsa de Valores de Nova Iorque de 1929 e a solução encontrada pelas empresas controladoras foi vender a operação para a Radio Corporation of America que rebatizou a empresa como RCA Victor. Assim, a Radio Corporation of America seria a controladora da gravadora de 1929 até 1986. A Victor havia recebido autorização para atuar no Brasil em agosto de 1928 - embora tenha começado suas atividades apenas em novembro de 1929 - e, assim, quando a matriz americana foi adquirida pela RCA e trocou de nome, o mesmo ocorreu com a filial brasileira que, em agosto de 1931, passou a chamar-se RCA Victor Brasileira, Inc. Nos anos seguintes, a gravadora logrou espaço no mercado que era dominado pela Odeon Records e, em 1934, a gravadora já equilibrava forças com a sua concorrente. Na démarche das primeiras décadas do carnaval carioca, a Portela tornou-se uma das principais escolas de samba do Rio de Janeiro, compondo ao lado das escolas de Mangueira e Beija-Flor, as três maiores campeãs do carnaval carioca.
A agremiação é responsável por inovações nos desfiles de carnaval. Por exemplo, em 1935, foi a primeira escola a introduzir uma alegoria – “um globo terrestre” idealizado por Antônio Caetano. No carnaval de 1939 apresentou aquele que é considerado o primeiro samba de enredo, além de levar ao desfile fantasias totalmente enquadradas ao enredo. Também introduziu a comissão de frente e, mais tarde, a primeira escola a uniformizá-la. Além da relevância para o carnaval carioca, a Portela firmou-se como um dos grandes celeiros de grandes compositores do samba, comprovado por sua ativa e tradicional Velha Guarda. Entre bambas portelenses ao longo de sua história, destacam-se além dos fundadores Paulo da Portela e Antônio Rufino, os sambistas Aniceto da Portela, Mijinha, Manacéa, Argemiro, Alberto Lonato, Chico Santana, Clara Nunes, Casquinha, Alcides Dias Lopes, Alvaiade, Colombo, Picolino, Candeia, Waldir 59, Zé Ketti, Wilson Moreira, Monarco, Noca da Portela, Paulinho da Viola, Marisa Monte entre outros - sem deixar de mencionar de importantes instrumentistas, como Jair do Cavaquinho e Jorge do Violão, a Portela tem uma participação importante na vida cultural do Rio de Janeiro. Prova desse reconhecimento foi a escola ser agraciada, em 2001, com a Ordem do Mérito Cultural.
No final da década, a gravadora estava completamente consolidada no território nacional com artistas como Almirante, Mário Reis, Carmen Miranda, Aracy de Almeida e Ciro Monteiro. No início dos anos 1940, a gravadora contrataria dois artistas que ficariam muito identificados com a empresa por terem realizado praticamente suas carreiras inteiras gravando pelo selo: Nélson Gonçalves e Luiz Gonzaga. Ambos se tornariam recordistas de vendas de discos pela gravadora após passarem dificuldades para se estabelecerem no início da carreira. No final de 1968, a controladora resolve remodelar completamente suas marcas: muda o seu logotipo e, também, o da sua gravadora. Assim, a gravadora passa a se chamar RCA Records. Em 2011, a RCA Records foi reestruturada e absorveu todos os artistas da companhia Arista e Jive Records e vários outros artistas disponíveis da Jive Records, já que estes selos foram em tempo desativados. Nos anos seguintes, a gravadora revelaria outros artistas de renome popular, como Maria Bethânia, Martinho da Vila, João Bosco e o roqueiro Lobão. Vale lembrar que o carnaval de 1939 apresentou aquele que é considerado, sociologicamente, o primeiro samba de enredo, além de levar ao desfile fantasias totalmente enquadrada ao enredo. Também introduziu: a) comissão de frente e, mais tarde, b) primeira escola a uniformizá-la. Além da relevância para o carnaval carioca, a Escola de Samba Portela, c) firmou-se como um dos grandes “celeiros de grandes compositores do samba, comprovado por sua ativa e tradicional Velha Guarda”.
O Engenho do Valqueire teve como ocupante, Francisco Teles, avô de Geremário Dantas (nascido no local) e os herdeiros de Francisco em 1927, o lotearam abrindo as ruas, por intermédio da Companhia Predial, dando o nome de Vila Valqueire ao novo bairro, em homenagem tanto ao ancestral Antonio Fernandes quanto ao próprio Engenho Valqueire. A Estrada Intendente Magalhães, que é a sua principal “artéria”, apenas para usar a ligação metafórica da medicina ou propriamente biologia, e que marcam seus limites com os bairros de Osvaldo Cruz, Bento Ribeiro e Marechal Hermes, já foram chamados de Real de Santa Cruz, porque fazia a ligação do palácio de São Cristóvão - no tempo histórico do II Reinado (1840-1889) - à Fazenda Real de Santa Cruz. Também denominada, durante longo período de tempo, de Rio-São Paulo. Por sua demarcação muitas vezes, passou Tiradentes quando vinha de Minas Gerais ao Rio de Janeiro. Em “As sesmarias de Jacarepaguá”, de Raul Telles Rudge, encontramos uma possível explicação para seu nome: O dono das terras, chamada de Vila Valqueire, nos meados do século XVIII, era Antônio Fernandes Valqueire.
Além da sede do engenho ainda existente - totalmente arruinada - a mais antiga construção é a Igreja de São Roque, próxima à Rua Quiririm que era denominada Estrada do Macaco. Atravessando as terras do engenho do mesmo nome, o caminhante encurtava o caminho para o do Valqueire. Pouco antes, logo após ter completado 19 anos, Paulinho da Viola conseguiu seu primeiro emprego como contador em uma agência bancária do centro do Rio de Janeiro e estudava economia. Em um dia de trabalho, viu Hermínio Bello de Carvalho, a quem conhecia de vista dos saraus musicais na casa de Jacob do Bandolim, entrar no banco para pagar uma conta e - depois de uma rápida conversa - lhe aconselhou a abandonar a carreira enquanto era jovem. Paulinho atendeu um convite para visitar o apartamento do poeta no bairro do Catete, que já era bastante frequentado por músicos, intelectuais e artistas diversos. Lá, pôde ouvir pela primeira vez gravações de compositores como Anescar do Salgueiro, Carlos Cachaça, Cartola, Elton Medeiros, Nelson Cavaquinho e Zé Ketti e também a ensaiar composições originais com Hermínio, um de seus primeiros parceiros musicais e grande incentivador de sua carreira. Ora, a linguagem está sempre em relação social ao mundo e a validade deste só ocorre quando fundamentado nos fatos empíricos, os quais têm como correspondentes às proposições.
O
conceito de figuração distingue-se de outros conceitos teóricos da
sociologia por ser inclusivo e inserir expressamente os seres humanos em sua formação social.
Contrasta, portanto, decididamente com um tipo amplamente dominante de formação
de conceitos que se desenvolve sobretudo na investigação de objetos sem vida,
portanto no campo da física e da filosofia para ela orientada. Há figurações de
estrelas, assim como comparativamente de plantas e animais. Mas apenas os seres
humanos formam figurações uns com os outros. O modo de sua vida conjunta em
grupos grandes e pequenos é, de certa maneira, singular e sempre co-determinado
pela transmissão de conhecimento de uma geração a outra, por tanto por meio do
ingresso singular do mundo simbólico específico de uma figuração já existente
de seres humanos. Às quatro dimensões espaço-temporais indissoluvelmente
ligadas se soma, no caso dos seres humanos, uma quinta, constituída dos
símbolos socialmente apreendidos. Sem sua apropriação, sem, por exemplo, o
aprendizado de uma determinada língua especificamente social, os seres humanos
não seriam capazes de se orientar no seu mundo nem de se comunicar uns com os
outros. Um ser humano adulto, que não teve acesso aos símbolos da língua, da cultura e do
conhecimento de determinado grupo permanece fora de todas as figurações
humanas, pois não é um ser humano.
As definições de controle social são demasiado amplas e vagas, e, portanto, seria legítimo indagar, escolhendo-as mais ou menos ao acaso, para inferir que resultam em termos de um controle, isto é, qualquer estímulo ou complexo de estímulos que provoca uma determinada reação. Assim, pois, todos os estímulos são controles, pois representam a direção do comportamento por influências grupais, estimulando ou inibindo a ação individual ou grupal. O controle social pode ser definido como a soma total ou, antes, o conjunto de padrões culturais, símbolos sociais, signos coletivos, valores culturais, ideias e idealidades, tanto como atos quanto como processos diretamente ligados a eles, pelo qual a sociedade inclusiva, cada grupo particular, e cada membro individual participante superam as tensões e os conflitos entre si, através do equilíbrio temporário, e se dispõem a novos esforços criativos. Ipso facto, em toda a dimensão da vida associativa deverá haver algum ajustamento de relações sociais tendentes a prevenir a interferência de direitos e privilégios entre os indivíduos. De maneira mais específica, são três as funções do estabelecidas pelo controle social: a obtenção e a manutenção da ordem social, da proteção social e da eficiência social. O seu emprego hic et nunc na investigação sociológica contribuiu consideravelmente para produzir uma simplificação ou redução na análise dos problemas sociais, conseguida proporcionalmente, graças à compreensão positiva da integração das contradições no sistema de organização das sociedades e da importância relativa de cada um deles, como e enquanto expressão do jogo social.
Embora
obscuro e equívoco, em seu significado corrente, o conceito de controle social
é necessário à investigação sociológica na modernidade, encontraram um sistema
de referências propício à sua crítica científica, seleção lógica e coordenação
metódica. O crescimento de um jovem
convivendo e habitando comum em figurações humanas, como processo social e
experiência, assim como o aprendizado de um determinado esquema de
autorregulação com os seres humanos, é condição indispensável ao
desenvolvimento rumo à humanidade. Socialização e individualização de um ser
humano, são nomes diferentes para o processo. Cada ser humano assemelha-se aos
outros, e é, ao mesmo tempo, diferente de todos os outros. O mais das vezes, as
teorias sociológicas deixam sem resolver o problema da relação entre indivíduo
e sociedade. Quando se fala que uma criança se torna um indivíduo por meio da
integração em determinadas figurações, como, por exemplo, em famílias,
em classes escolares, em comunidades aldeãs ou em Estados, assim como mediante
a apropriação e reelaboração de um patrimônio simbólico social, conduz-se o
pensamento por entre dois grandes perigos da teoria e das ciências humanas: o
perigo de partir de um indivíduo a-social, portanto como que de um agente que
existe por si mesmo; e o perigo de postular um “sistema”, um “todo”, em suma,
uma sociedade humana que existiria para além do ser humano singular, para além
dos indivíduos. Embora não possuam um começo absoluto, não tendo nenhuma outra
substância a não ser seres humanos gerados familiarmente por pais e mães, as
sociedades humanas não são simplesmente um aglomerado cumulativo dessas
pessoas. O convívio dos seres humanos em sociedades tem sempre, mesmo no caos,
na desintegração, na maior desordem social, uma forma absolutamente
determinada. É isso que o conceito de figuração exprime.
Com o falecimento de Jacob em 13 de
agosto de 1969, alguns compromissos foram adiados e desde esta data até 1972 o
conjunto não se apresentou, retomando suas atividades somente em 1973 a convite
de Paulinho da Viola (filho de César), para participar do espetáculo SARAU, no
Teatro da Lagoa, com uma nova formação, sob o comando de César Faria, contando
com Damásio no lugar de Carlinhos e Deo Rian substituindo Jacob.[2] Daí então
foi que surgiu o Clube do Choro, idealizado por Paulinho da Viola e Sérgio Cabral
e todo um movimento no país em busca de dar maior amplitude ao choro. Ao
retornar de apresentações na Feira do Livro de Frankfurt, em 1996, o conjunto
foi convidado por Marisa Monte, Elba Ramalho, Ivan Lins e Paulinho da Viola
para participar das gravações dos seus CDs. Em 1997, a formação era César
Faria, Dino Sete Cordas, Toni (violão sete cordas), Jorginho, Jorge
(cavaquinho) e Ronaldo (bandolim). Retribuindo os convites, o Conjunto lança o
CD Café Brasil, em 2001, compondo uma mistura aromática do Conjunto Época de
Ouro com grandes intérpretes como estes artistas, além de João Bosco, Martinho
da Vila e Leila Pinheiro, que vendeu mais de 25 mil cópias no Japão. Logo
surgiu a oportunidade de lançar o Café Brasil 2, com as participações de
Beth Carvalho, Zeca Pagodinho, Ney Matogrosso, Ivan Lins, Paulinho Moska,
Arlindo Cruz e Sombrinha, Elba Ramalho, Nó em Pingo D'Água e Lobão. Este CD
rendeu ainda a oportunidade de uma outra turnê pelo Japão, onde o disco também
fez muito sucesso. Até os dias atuais o Época de Ouro junto com Jacob do
Bandolim chegam a marca de mais de 40 discos gravados.
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