“Os homens efetivamente precisam de mitos, mas não para comandar sua vida social”. Norbert Elias
Norbert Elias, nascido em 22 de
junho de 1897 em Breslau e morto em 1º de agosto de 1990 em Amsterdã, é um
escritor e sociólogo alemão. Ele é o autor de importante obra de sociologia
histórica, intitulada: Sobre o Processo Civilizador, publicada na
França em dois volumes: A Civilização dos Costumes e A Dinâmica do
Ocidente. Nascido em uma família de ricos comerciantes judeus, Norbert
Elias era o único filho de Hermann e Sophie Elias. Ele nasceu em Breslau (Silésia),
então parte do Império Alemão (atual Polônia). De 1907 a 1915, ele foi aluno do
Johannes-Gymnasium em Breslau. Mobilizado durante a 1ª guerra mundial em 1915,
passou seis meses na Frente Oriental, onde foi designado para o corpo de
comunicações. Foi então transferido para a Frente Ocidental, “provavelmente
em setembro de 1916, durante o que foi chamado de Segunda Batalha do Somme”.
Após quase um ano de experiência traumática na frente, a ponto de reprimir a
memória dela até sua morte, retornou à sua cidade natal e trabalhou como
auxiliar médico para soldados feridos, enquanto iniciava seus estudos de
medicina na Universidade de Breslau em 1918. Simultaneamente, cursou filosofia nas
universidades de Breslau, Heidelberg, onde estudou sociologia alemã, e Freiburg.
A psicanálise freudiana estava então em pleno florescimento. Embora mais tarde
tenha se distanciado do movimento psicanalítico, reconheceu sua dívida com
Freud, que havia proposto “o modelo mais claro e avançado da pessoa humana”.
Ele abandonou seus estudos de medicina depois de alguns anos, embora tenha considerado que essa disciplina havia sido muito importante para o seu
desenvolvimento.
Em 1924, Norbert Elias
recebeu seu doutorado em filosofia com uma dissertação, supervisionada pelo neokantiano
Richard Hönigswald (1875-1947), intitulada: Idee und Individuum. Eine
kritische Untersuchung zum Begriff der Geschichte (Ideia e Indivíduo: Um
Estudo Crítico sobre a Noção de História), apesar de discordar das posições
neokantianas de seu orientador. Em 1929, participou como ouvinte do segundo
Curso Universitário de Davos, juntamente com vários outros intelectuais
franceses e alemães. Após cancelar seus planos de habilitação na Universidade
de Heidelberg sob a orientação de Alfred Weber, irmão de Max Weber, foi para a
Universidade de Frankfurt em 1930 para preparar uma habilitação no Instituto de
Pesquisa Social sob a orientação de Karl Mannheim, de quem se tornou Assistente.
Submeteu sua habilitação em 1933, mas nunca a defendeu. De fato, a ascensão ao
poder em 1933 levou à proibição da publicação de sua tese de habilitação. Ela
só foi publicada em 1969, sob o título: La Société de Cour (de). Fugindo da
Alemanha nazista, exilou-se em 1933 na Suíça e depois em Paris, onde tentou
em vão encontrar um emprego. Ele acabou se estabelecendo em Londres em 1935,
onde se dedicou a escrever seu livro Sobre o Processo Civilizador, graças ao
apoio de um comitê de assistência a refugiados judeus. Esta obra foi finalmente
publicada em Basileia em 1939, graças a seu pai. Sua mãe foi presa e deportada
para Auschwitz, onde morreu, provavelmente em 1941. Uma longa e precária
carreira docente na Inglaterra teve início.
Após ser internado por oito meses na Ilha de Man como refugiado alemão, ele obteve uma bolsa de pesquisa na London School of Economics. Depois da guerra, sustentou-se ministrando cursos de educação para adultos e participando de um grupo de trabalho sobre terapias de grupo liderado por Siegmund Heinrich Foulkes (1898-1976). Aos 57 anos, em 1954, ele finalmente obteve um cargo de Ensino e Pesquisa como professor e depois, Leitor na Universidade de Leicester e se aposentou em 1962. Ele então passou a chefiar o departamento de sociologia da Universidade de Legon, em Gana, por dois anos. Ele gradualmente se tornou famoso graças à reedição alemã de 1969 de sua obra Sobre o Processo Civilizador. Foi o primeiro a receber o Prêmio Theodor W. Adorno em 1977 e o Prêmio Europeu Amalfi de Sociologia e Ciências Sociais em 1987. No mesmo ano, recebeu um doutorado honoris causa da Universidade de Artes e Humanidades de Estrasburgo. De 1979 a 1984, trabalhou no Centro de Pesquisa Interdisciplinar da Universidade de Bielefeld. Mudou-se para Amsterdã em 1985. Após publicar outras pesquisas, como seus extraordinários Estudos sobre os Alemães, faleceu em 1º de agosto de 1990 em Amsterdã. Não se sabe ao certo que ele tenha tido algum relacionamento romântico, embora tenha sido mencionado um longo relacionamento com a psicóloga Ilse Seglow (1900-1984). A Fundação Norbert Elias, que ele criou em 1984, concede o Prêmio Norbert Elias formalmente a cada dois anos desde 1999 a jovens pesquisadores em sociologia. Numerosas cátedras universitárias e centros de pesquisa foram nomeados em sua homenagem. Seu trabalho foi muito bem recebido e suas análises têm sido objeto de debates acalorados desde a segunda metade do século XX.
Dead
of Winter tem como representação social um filme de ação e suspense de 2025
dirigido por Brian Kirk e escrito por Nicholas Jacobson-Larson e Dalton Leeb. É
um diretor de cinema e televisão da Irlanda do Norte que dirigiu episódios de
Game of Thrones, The Riches (FX), Brotherhood (Showtime) e The Tudors. Ele
também dirigiu o telefilme My Boy Jack, estrelado por David Haig e Daniel
Radcliffe, baseado na peça de mesmo nome. É estrelado por Emma Thompson, Judy
Greer, Marc Menchaca e Laurel Marsden. O filme Dead of Winter (O Frio
da Morte) teve sua estreia mundial na Piazza Grande, seção do 78º Festival
de Cinema de Locarno, em 8 de agosto de 2025, antes de seu lançamento nos
cinemas em 26 de setembro de 2025. Sinopse: Uma pescadora viúva que se vê presa
em uma tempestade de neve em Minnesota, interrompe o sequestro de uma
adolescente, ela logo percebe que é a única esperança de salvação da jovem
vítima. Após a morte do marido, Karl, a
viúva Barb decide cumprir seu último desejo: que suas cinzas sejam espalhadas
no remoto Lago Hilda, no Norte de Minnesota, onde os dois tiveram seu primeiro
encontro. Durante uma nevasca, enquanto dirige até lá, ela faz um desvio
inesperado para uma cabana próxima e pede informações a um homem de aparência
suspeita, Camo Jacket. Ela percebe sangue na neve, que ele diz ser de um cervo.
Barb
(Emma Thompson), viúva e dona de uma pequena loja de artigos de pesca, parte
numa peregrinação ao Lago Hilda, no remoto extremo Norte do Minnesota. Foi aí
que passou as primeiras férias com o marido recentemente falecido e foi aí que
prometeu espalhar as suas cinzas. Apanhada por um nevão, perde-se nas estradas
secundárias perto do lago e pede ajuda numa cabana isolada na floresta. Aí,
descobre que uma jovem está a ser mantida em cativeiro por um casal desesperado
e armado. Impelida pela memória do marido, mas a horas de distância da vila
mais próxima e sem rede móvel, Barb percebe que é a única esperança de
sobrevivência da jovem. Segue-se um thriller implacável que decorre numa
paisagem selvagem e grandiosa, com uma bela história de amor no centro. O Lago
Hilda é um lago arenoso localizado no Condado de Otter Tail, Minnesota, Estados
Unidos. O município de Hilda recebeu o nome em homenagem ao lago e está situado
diretamente sobre ele. O lago tem aproximadamente 9,7 km de comprimento de
norte a sul e uma largura máxima de 6 km de Leste a Oeste, em seu ponto mais
largo. O “Lago Hilda Sul” está localizado diretamente ao sul do lago principal,
separado apenas por uma faixa de terra. Quase adjacentes ao Norte do Lago Lida
estão o Lago Lizzie, de tamanho comparável, e o Lago Crystal, menor. Ao chegar ao lago, Barb vê Leah, uma jovem
com as mãos amarradas, tentando escapar de Camo Jacket, mas ele a captura.
Barb retorna à cabana
para investigar, encontra a jovem acorrentada no porão e ouve o homem
conversando com sua esposa, a Mulher Roxa.
A Mulher Roxa encontra a luva de Barb jogada ao chão do lado de fora da
casa, junto com evidências de que ela praticamente estava se comunicando com a
garota sequestrada. Elas partem em busca dela. Barb arma uma armadilha com a
cabana de pesca no gelo do marido, construída sobre o lago congelado. O casal
se aproxima armado, e Camo Jacket cai por um buraco escondido no gelo. Enquanto
isso, Barb entra na cabana e, sem conseguir libertar Leah, apaga o fogo e molha
todas as roupas, cobertores e cortinas. O casal retorna, e Purple Lady atira em
Barb no braço antes que ela ferida consiga escapar. Barb volta para sua
caminhonete, que teve a fiação arrancada. Camo Jacket está com hipotermia após
cair na água, então a Mulher Roxa procura por Barb sozinha. Barb volta
sorrateiramente para a cabana e invade o carro de Camo Jacket para usar o rádio
CB é uma faixa de frequência HF com quarenta canais genéricos, aberta a todos e
ipso facto, pedir ajuda, antes que ele a interrompa. Eles brigam e Barb o
esfaqueia no pé. É revelado que a Mulher Roxa é uma funcionária do hospital com
uma doença terminal. Leah, que havia sido internada no hospital após uma
tentativa de suicídio, é o alvo para que seu fígado seja retirado para salvar a
vida da Mulher Roxa, mas o tempo está se esgotando. Barb convence Camo Jacket a
dirigir até a cidade mais próxima e chamar a polícia antes de ir ao hospital.
Barb incendeia sua caminhonete como
sinal de socorro. Dois caçadores a encontram na estrada e todos voltam para
investigar a cabana, mas a Mulher Roxa atira e mata os caçadores. Barb encontra
Camo Jacket morto em seu carro, que serviu de isca. Barb consegue atirar na
perna da Mulher Roxa, mas, ela a nocauteia e Barb acorda acorrentada no porão
com Leah. Barb consegue se libertar, mas a Mulher Roxa a pega antes que possam
escapar. A Mulher Roxa obriga Barb e Leah a acompanhá-la de volta ao lago sob a
mira de uma arma. Ao chegar a uma tenda médica improvisada no meio do lago, a
Mulher Roxa obriga Barb a “amarrar Leah com fita adesiva a uma maca cirúrgica e
rapidamente marca o torso de Leah para a remoção do fígado”. A Mulher Roxa e
Barb lutam, iniciando um incêndio na tenda, enquanto Leah consegue se libertar.
As três escapam da tenda em chamas e vão para o gelo. Barb algema a Mulher Roxa
a si mesma e as arrasta para a água gelada. Enquanto as duas mulheres feridas
afundam até a morte, Barb solta uma urna de metal com as cinzas do marido.
Leah, agora a salvo, olha para uma foto de Barb e do marido tirada em seu
primeiro encontro e começa a caminhar sobre o gelo. Em fevereiro de 2024, foi
anunciado que um filme de ação e suspense intitulado The Fisherwoman
estava em desenvolvimento, com Brian Kirk na direção e Nicholas
Jacobson-Larson e Dalton Leeb escrevendo o roteiro. O filme foi produzido por
Jon Berg e Greg Silverman da Stampede Ventures, Jonas Katzenstein e Maximilian
Leo da Augenschein Filmproduktion.
Laurel Marsden, Emma
Thompson e Judy Greer foram escaladas para os papéis principais, ao lado de
Gaia Wise e Marc Menchaca. As filmagens principais começaram em 26 de
fevereiro, em Koli, Finlândia, e na Renânia do Norte-Vestefália, Alemanha. Na
Finlândia, Thompson elogiou as habilidades da equipe de trabalho local,
chegando a escrever uma carta elogiosa dedicada aos finlandeses, publicada pelo
Helsingin Sanomat. Por causa disso, o presidente finlandês Alexander Stubb
telefonou pessoalmente para Thompson e agradeceu à atriz “por suas belas
palavras, pela confiança nos finlandeses e a recebeu de volta à Finlândia”. As
filmagens terminaram em junho de 2024. O filme foi originalmente anunciado em
fevereiro de 2024 sob o título The Fisherwoman. Em março de 2025, o filme foi
renomeado para The Dead of Winter, com a Vertical adquirindo os direitos
norte-americanos, antes de ser encurtado para o título oficial Dead of Winter
em agosto de 2025 e estreou em 8 de agosto de 2025, no 78º Festival
Internacional de Cinema de Locarno, em Locarno, Suíça. O filme foi então
lançado comercialmente nos cinemas dos Estados Unidos da América em 26 de
setembro de 2025, pela distribuidora Vertical. No site agregador de críticas
Rotten Tomatoes, estatisticamente o indicador de 76% das 88 críticas são
positivas, com uma classificação média em torno de 6,4/10. O consenso do site
diz: “Emma Thompson mergulha de cabeça no território da ação com Dead of
Winter, um thriller gélido que apresenta camadas excessivas de história
pregressa, mas ainda assim satisfaz como uma vitrine tensa para sua estimada
estrela”. O Metacritic, que usa uma média ponderada, atribuiu ao filme uma
pontuação de 69 em 100, com base em 14 críticas, indicando críticas “geralmente
favoráveis”.
O fator social de que processos de civilização não seriam possíveis sem um potencial de civilização biológico que os antecedesse é facilmente esquecido. Dado que os seres humanos, diferentemente de muitos outros seres vivos sociais, não possuem uma regulação nativa dos afetos e pulsões, eles não podem prescindir da mobilização de sua disposição natural rumo à autorregularão mediante o aprendizado pessoal dos controles dosa fetos e pulsões, no sentido de um modelo de civilização específico da sociedade, a fim de que possam conviver consigo mesmos e com os outros seres humanos. O processo universal de civilização individual pertence tanto às condições da individualização do ser humano singular como às condições da vida social em comum dos seres humanos. No uso cotidiano da linguagem, o conceito de civilização é, muitas vezes, despido de seu caráter originalmente processual como derivação do francês “civilizer”. O conceito alemão Kultur alude basicamente a fatos intelectuais, artísticos e religiosos e apresenta a tendência de traçar uma nítida linha divisória entre fatos deste tipo, por um lado, e fatos políticos, econômicos e sociais, por outro. O conceito francês e inglês de civilização analogamente pode ser referir a realizações, mas também a atitudes ou “comportamentos” de pessoas, pouco importando se realizaram ou não alguma coisa. No conceito alemão de Kultur, em contraste, a referência a “comportamento”, o valor que a pessoa tem em virtude de sua mera existência e conduta, sem absolutamente qualquer realização.
É provavelmente muito
secundário. O sentido especificamente alemão do conceito Kultur encontra
sua expressão mais clara em seu derivado, o adjetivo Kuluturell, que
descreve o caráter e o valor de determinados produtos humanos, e não o valor
intrínseco da pessoa. Esta palavra, o conceito inerente a kulturell,
porém, não pode ser traduzido exatamente para o francês e o inglês. A palavra Kultiviert
(cultivado) aproxima-se muito do conceito ocidental de civilização. Até certo
ponto, representa a forma mais alta de ser civilizado: até mesmo pessoas e
famílias que nada realizaram de kulturell podem ser kultiviert. Tal como
a palavra “civilizado”, kultiviert refere-se à forma da conduta ou
comportamento da pessoa. Descreve a questão da qualidade de vida social das
pessoas, suas habitações, suas maneiras, sua fala, suas roupas, ao contrário de
kulturell, que não alude às pessoas, mas exclusivamente a realizações humanas
peculiares. Embora os seres humanos não sejam civilizados por natureza, na
esteira do pensamento de Norbert Elias, possuem por natureza uma disposição que
torna possível, sob determinadas condições, uma civilização, que é, uma
autorregularão individual de impulsos do comportamento momentâneo, condicionado
por afetos e pulsões, ou o desvio desses impulsos de seus fins primários para
alguns fins secundários, eventualmente também sua reconfiguração sublimada. É
decerto desnecessário, mas talvez útil, dizer que Sigmund e Anna Freud são de
fato os pais do conceito de “impulsos pulsionais humanos moldáveis”, capazes de
sublimação. O fato social de que processos de civilização não seriam possíveis
sem um potencial de civilização biológico que os antecedesse é facilmente
esquecido.
Dado que os seres
humanos, diferentemente de muitos outros seres vivos sociais, não possuem uma
regulação nativa dos afetos e pulsões, eles não podem prescindir da mobilização
da disposição natural rumo à autorregulação mediante o aprendizado pessoal dos
controles dos afetos e pulsões, de um modelo de civilização específico, a fim
de que possam conviver consigo mesmos e com os outros. O processo universal de
civilização pertence tanto às condições da individualização do ser humano
singular como às condições da vida social em comum dos seres humanos. No uso
cotidiano da linguagem, o conceito de civilização é, muitas vezes, despido de
seu caráter originalmente processual como derivação do francês “civilizer”. O
conceito alemão Kultur alude basicamente a fatos intelectuais,
artísticos e religiosos e apresenta a tendência de traçar uma nítida linha
divisória entre fatos deste tipo, por um lado, e fatos políticos, econômicos e
sociais, por outro. O conceito francês e inglês de civilização pode ser referir
sempre a realizações, mas também a atitudes ou “comportamentos” de pessoas,
pouco importando se realizaram ou não alguma coisa. No conceito alemão de Kultur,
em contraste, a referência a “comportamento”, o valor que a pessoa tem em
virtude de sua mera existência e conduta, sem absolutamente qualquer
realização, é provavelmente muito secundário.
O sentido
especificamente alemão do conceito Kultur encontra sua expressão mais clara em
seu derivado, o adjetivo Kuluturell, que descreve o caráter e o valor de
determinados produtos humanos, e não o valor intrínseco da pessoa. Esta
palavra, o conceito inerente a kulturell, porém, não pode ser traduzido
exatamente para o francês e o inglês. A palavra Kultiviert (cultivado)
aproxima-se muito do conceito ocidental de civilização. Até certo ponto,
representa a forma mais alta de ser civilizado: até mesmo pessoas e famílias
que nada realizaram de kulturell podem ser kultiviert. Tal como a
palavra “civilizado”, entende-se que kultiviert refere-se primariamente
à forma da conduta humana ou comportamento da pessoa. Descreve etnograficamente
a questão da qualidade de vida social das pessoas, suas habitações, suas
maneiras, sua fala, suas roupas, ao contrário de kulturell, que não
alude diretamente às próprias pessoas, mas exclusivamente a realizações humanas
peculiares. Como um apanhado algo sumário do que se apurou até aqui na
investigação empírico-teórica das transformações civilizatória acerca de seu
próprio direcionamento, pode-se dizer que dentre os principais critérios para
um processo de civilização estão as transformações do habitus social dos
seres humanos na direção de um modelo de autocontrole mais bem proporcionado,
universal, estável. Mas o que é decisivo é que estes conceitos sociologicamente
portam o selo não de seitas ou famílias, mas de povos inteiros, ou talvez
apenas de certas classes.
Mas, em muitos
aspectos, o que se aplica a palavras específicas de grupos menores estende-se
também a eles: são usados basicamente por e para povos que compartilham uma
tradição e situação particulares, polindo-os na fala e na escrita. É neste
sentido comparativo que o conceito de civilização minimiza as diferenças
nacionais entre os povos. Manifesta a autoconfiança de povos cujas fronteiras
nacionais e identidade nacional forma plenamente estabelecidas, desde séculos,
que deixaram de ser tema de qualquer discussão, povos que há mito se expandiram
fora de suas fronteiras e colonizaram terras além delas. Em contraste, o
conceito alemão Kultur dá ênfase especial a diferenças nacionais e à identidade
particular de grupos. Em virtude disto, o conceito adquiriu em campos como a
pesquisa etnológica e antropológica uma significação mito além da área
linguística alemã e da situação em que se originou o conceito. Enquanto o
conceito de civilização inclui a função social de dar expressão a uma tendência
continuamente expansionista de grupos colonizadores, o conceito de Kultur
reflete a consciência de si mesma de uma nação que teve de buscar e constituir
incessante e novamente suas fronteiras, tanto no sentido político como no
espiritual.
A orientação do
conceito alemão de cultura, para Norbert Elias, com sua tendência à demarcação
e ênfase em diferenças, e no seu detalhamento, entre grupos, corresponde a este
processo histórico. A história coletiva neles
se cristalizou e ressoa. O indivíduo encontra essa cristalização já em suas
possibilidades de uso. Não sabe bem por que este significado e delimitação
estão implicadas nas palavras, por que, exatamente, esta nuance e aquela
possibilidade delas podem ser derivadas. Usa-as porque lhe parece uma coisa
natural, porque desde a infância aprende a ver o mundo através da lente dos
conceitos. A sobrevivência do sistema de crenças no chamado Novo Mundo é
notável, embora as tradições tenham se modificado com o tempo. Uma das maiores
diferenças entre o vodu da África Ocidental e o haitiano é que os africanos
“transplantados” ao Haiti, conforme a tipologia clássica de Darcy Ribeiro
(1922-1997), correspondentes às nações modernas criadas pela migração europeia
para espaços mundiais, procuram reconstituir formas de vida idênticas de
origem. O conceito de figuração distingue-se de muitos outros conceitos
teóricos da sociologia de Norbert Elias (1989) por incluir expressamente os
seres humanos em sua formação. Contrasta, portanto, decididamente com um tipo
amplamente dominante de formação de conceitos que se desenvolve sobretudo na
investigação de objetos sem vida, portanto no campo da física e da filosofia
para ela orientada.
Há figurações de
estrelas, assim como de plantas e de animais. Mas apenas os seres humanos
formam figurações uns com os outros. O modo de sua vida conjunta em grupos
grandes e pequenos é, de certa maneira, singular e sempre co-determinado pela
transmissão de conhecimento de uma geração a outra, portanto por meio do
ingresso do singular no mundo simbólico específico de uma figuração já
existente dos seres humanos. Às quatro dimensões espaço-temporais
indissoluvelmente ligadas se soma, no caso dos seres humanos, uma quinta, a dos
símbolos socialmente aprendidos. Sem sua apropriação, sem, por exemplo, o
aprendizado de uma determinada língua especificamente social, os seres humanos
não seriam capazes de se orientar no seu mundo nem de se comunicar uns com os outros.
Um ser humano adulto, que não teve acesso aos símbolos da língua e do
conhecimento de determinado grupo permanece fora de todas as figurações humanas
e, portanto, não é propriamente um ser humano. O crescimento de um jovem em
figurações humanas, como processo e experiência, assim como o aprendizado de um
determinado esquema de autorregularão na relação com os seres humanos, é
condição indispensável do desenvolvimento rumo à humanidade. Socialização
e individualização de um ser humano são, portanto, nomes diferentes para
o mesmo processo de globalização.
Cada ser humano assemelha-se aos outros e é, ao mesmo tempo, diferente de toso os outros. O mais das vezes, as teorias sociológicas deixam sem resolver o problema da relação entre indivíduo e sociedade. Em seu ersatz o convívio dos seres humanos em sociedades tem sempre, mesmo no caos, na desintegração, na maior desordem social, uma forma absolutamente determinada. É isso o que o conceito de figuração exprime. Uma geração os transmite a outra sem estar consciente do processo como um todo, e os conceitos sobrevivem enquanto esta cristalização de experiências passadas e situações retiver um valor existencial, uma função na existência concreta da sociedade – isto é, enquanto gerações sucessivas puderem identificar suas próprias experiências no significado das palavras. Em outras ocasiões, eles apenas adormecem, ou o fazem em certos aspectos, e adquirem um novo valor existencial com uma nova situação. São relembrados porque alguma coisa encontra expressão na cristalização do passado corporificada historicamente no âmbito da estrutura das palavras. As novas relações econômicas e a necessidade de desenvolvimento motivaram entes subnacionais a se relacionar e cooperar com o mundo civilizado exterior. As novas tecnologias da informação social, os avanços nas telecomunicações, a diminuição nos custos de transporte de cargas e pessoas também contribuíram para essa mudança, afinal tornaram o plano internacional mais acessível.
Ipso facto, a dimensão metodológica do conceito de processo social refere-se às transformações amplas, contínuas, de longa duração – ou seja, em geral não aquém de três gerações - de figurações formadas por seres humanos, ou de seus aspectos, em uma de duas direções opostas. Uma delas tem, geralmente, o caráter de uma ascensão, a outra o caráter decorrente de um declínio. Em ambos os casos, os critérios são puramente objetivos. Eles independem do fato de o respectivo observador os considerar bons ou ruins. Exemplos disso são a diferenciação crescente e decrescente de funções sociais, o aumento ou a diminuição do “capital social”, ou melhor, do patrimônio social do saber, do nível de controle humano sobre a natureza não-humana ou da compaixão por outros homens, pertençam eles ao grupo estabelecido que for. Um deles pode tornar-se dominante, ou caber ao outro manter o equilíbrio. Assim um processo dominante, direcionado a uma maior integração, pode, sucessivamente, andar de par com uma desintegração parcial. Mas, inversamente, um processo dominante de desintegração social, como por exemplo, o processo de feudalização pode conduzir sob certas condições históricas e sociais a uma reintegração sob novas bases, a princípio parcial e a seguir dominante; portanto, a um novo processo de formação do Estado.
Como um apanhado algo sumário do que se apurou até aqui na investigação empírico-teórica das transformações civilizatória acerca de seu próprio direcionamento, pode-se dizer que dentre os principais critérios para um processo de civilização estão as transformações do habitus social dos seres humanos na direção de um modelo de autocontrole mais bem proporcionado, universal, estável. Mas o que é decisivo é que estes conceitos portam o selo não de seitas ou famílias, mas de povos inteiros, ou talvez apenas de certas classes. Mas, em muitos aspectos, o que se aplica a palavras específicas de grupos menores estende-se também a eles: são usados basicamente por e para povos que compartilham uma tradição e situação particulares, polindo-os na fala e na escrita. É neste sentido que o conceito de civilização minimiza as diferenças nacionais entre os povos. Manifesta a autoconfiança de povos cujas fronteiras nacionais e identidade nacional forma plenamente estabelecidas, desde séculos, que deixaram de ser tema de qualquer discussão, povos que há mito se expandiram fora de suas fronteiras e colonizaram terras além delas. Em contraste, o conceito alemão Kultur dá ênfase especial a diferenças nacionais e à identidade particular de grupos. Em virtude disto, o conceito adquiriu em campos como a pesquisa etnológica e antropológica uma significação mito além da área linguística alemã e da situação em que se originou o conceito. Enquanto o conceito de civilização inclui a função de dar expressão a uma tendência continuamente expansionista de grupos colonizadores, o conceito de Kultur reflete a consciência de si mesma de uma nação que teve de buscar e constituir incessante e novamente suas fronteiras, tanto no sentido político como no espiritual.
A orientação do conceito alemão de cultura, para Norbert Elias, com sua tendência à demarcação e ênfase em diferenças, e no seu detalhamento, entre grupos, corresponde a este processo histórico. A história coletiva neles se cristalizou e ressoa. O indivíduo encontra essa cristalização em suas possibilidades de uso. Não sabe bem por que este significado e delimitação nunca é demais repetir estão implicadas nas palavras, por que esta nuance e aquela possibilidade delas podem ser derivadas. Usa-as porque lhe parece uma coisa natural, porque desde a infância aprende a ver o mundo através da lente dos conceitos. A sobrevivência do sistema de crenças no Novo Mundo é notável, embora as tradições tenham se modificado com o tempo. O conceito de figuração distingue-se de outros conceitos abstratos da sociologia por incluir expressamente o papel social dos seres humanos em sua formação social. Contrasta, portanto, decididamente com um tipo amplamente dominante de formação de conceitos que se desenvolve sobretudo na investigação de objetos sem vida, portanto no campo da física e da filosofia para ela orientada. Há figurações de estrelas, comparativamente, assim como de plantas e de animais. Mas apenas os seres humanos formam figurações uns com os outros.
O modo de sua vida conjunta em grupos grandes e pequenos é, de certa maneira, singular e sempre co-determinado pela transmissão de conhecimento de uma geração a outra, por tanto por meio do ingresso singular do mundo simbólico específico de uma figuração já existente de seres humanos. Às quatro dimensões espaço-temporais indissoluvelmente ligadas se soma, no caso dos seres humanos, uma quinta, a dos símbolos apreendidos. Sem sua apropriação, sem, por exemplo, o aprendizado de determinada língua especificamente social, os seres humanos não seriam capazes de se orientar no seu mundo concretamente nem de se comunicar uns com os outros. Um ser adulto, que não teve acesso aos símbolos da língua e do conhecimento de determinado grupo social permanece fora de todas as figurações humanas, pois não é um ser humano. As definições são amplas e vagas, e seria legítimo indagar, escolhendo-as mais ou menos ao acaso, para inferir que resultam em termos de um controle tipológico racional legal, de qualquer estímulo ou complexo de estímulos que provoca uma reação em sociedade.
Assim, pois, compreendemos que todos os estímulos são controles, pois representam a direção do comportamento por influências grupais, estimulando ou inibindo a ação individual (os sonhos) ou coletivamente a reprodução de mitos, ritos, símbolos. O controle social pode ser definido do ponto de vista científico como a soma total ou, antes, o conjunto de práticas e sabres sociais com padrões culturais, símbolos sociais, signos coletivos, valores culturais, ideias e idealidades, tanto como atos quanto como processos diretamente ligados a eles, pelo qual a sociedade de forma inclusiva, opera em cada grupo particular, e cada membro individual participante superam as tensões e os conflitos entre si, através do equilíbrio temporário, e se dispõem a novos esforços criativos. Ipso facto, em toda a dimensão da vida associativa deverá haver algum ajustamento de relações sociais tendentes a prevenir a interferência de direitos e privilégios entre os indivíduos. De maneira mais específica, são três as funções do estabelecidas pelo controle social: a obtenção e a manutenção da ordem social, da proteção social e da eficiência social. O seu emprego na investigação sociológica contribuiu para produzir uma simplificação ou redução na análise dos problemas sociais, conseguida proporcionalmente, graças à compreensão positiva da integração das contradições correspondentes no sistema de organização das sociedades e da importância relativa de cada um deles, como e enquanto expressão do jogo social.
Embora obscuro e equívoco, em seu significado, o conceito de controle social é necessário à investigação sociológica na modernidade, encontraram um sistema de referências propício à sua crítica científica, seleção lógica e coordenação metódica. O crescimento de um jovem convivendo e habitando comum em figurações humanas, como processo social e experiência, assim como o aprendizado de um determinado esquema de autorregulação na relação com os seres humanos, é condição indispensável ao desenvolvimento rumo à humanidade. Socialização e individualização de um ser humano, são nomes diferentes para o processo. Cada ser humano assemelha-se aos outros, e é, ao mesmo tempo, diferente de todos os outros. O mais das vezes, as teorias sociológicas deixam sem resolver o problema da relação entre indivíduo e sociedade. Quando se fala que uma criança se torna um indivíduo humano por meio da integração em determinadas figurações, como, por exemplo, em famílias, em classes escolares, em comunidades aldeãs ou em Estados, assim como mediante a apropriação e reelaboração de um patrimônio simbólico social, conduz-se o pensamento por entre dois grandes perigos da teoria e das ciências humanas: o perigo de partir de um indivíduo a-social, portanto como que de um agente que existe por si mesmo; e o perigo de postular um “sistema”, um “todo”, em suma, uma sociedade humana que existiria para além do ser humano singular, para além dos indivíduos. Embora não possuam um começo absoluto, não tendo nenhuma outra substância a não ser seres humanos gerados familiarmente por pais e mães, as sociedades não são simplesmente um aglomerado cumulativo dessas pessoas.
O convívio dos seres humanos em sociedades tem sempre, mesmo no caos, na desintegração social, na maior desordem social, uma forma absolutamente determinada. É isso que o conceito de figuração exprime na vida humanamente. O processo de concentração física de força pública se acompanhada de uma desmobilização da violência ordinária. A violência física só pode ser aplicada por um agrupamento especializado, especialmente mandatado para esse fim, claramente identificado no seio da sociedade pelo uniforme, portanto um agrupamento simbólico, centralizado e disciplinado. A noção de disciplina, sobre a qual o sociólogo Max Weber (1864-1920) escreveu páginas magníficas, é uma evidência capital: não se pode concentrar a força física sem, ao mesmo tempo, controla-la, do contrário é o desvio da violência física, e o desvio da violência física está para a violência física assim como o desvio de capitais está para a dimensão econômica: é o equivalente da concussão. A violência física pode ser concentrada num corpo formado para esse fim, claramente identificado em nome da sociedade pelo uniforme simbólico criado, especializado e disciplinado, isto é, capaz de obedecer como um só homem a uma ordem central que, em si mesma, não é geradora de nenhuma ordem. O conjunto das instituições mandatadas para garantir a ordem, a saber, as forças públicas e de justiça social, são, portanto, separadas pouco a pouco do mundo social corrente.
Essa concentração do capital físico se realiza em um duplo contexto político e econômico. O desenvolvimento do exército profissional está ligado à guerra, assim como o imposto; mas há a guerra civil, a arrecadação do imposto como uma espécie de guerra civil. A estratégia do passado que visava organizar novos espaços urbanos transformou-se meramente em artifícios políticos e muito pouco em torno de reabilitação de patrimônios. Depois de haver inconscientemente projetado a cidade futura, torna-se uma cidade frequentada por sua estranheza, muito mais elevada aos excessos que reduzem o presente, a nada mais que simples escombros como caixas d`água que deixam escapar seu domínio do tempo. Mas os técnicos sociais se denunciam já no quadriculamento que atrapalhavam os planejadores funcionalistas que deviam fazer tábula rasa das opacidades contidas nos projetos de cidades transparentes. Afinal qual o urbanismo que não descontroem mais do que uma guerra a questão da memória e da história aldeã, operária, com casas desfiguradas, fábricas desativadas, universidades sem vida, cacos de histórias naufragadas que hoje formam as ruínas de uma cidade fantasma ou fantasmas da cidade, antes modernista, cidade de massa, homogênea, como os lapsos de uma linguagem que se desconhece, quem sabe inconsciente. Mas elas surpreendem. O imaginário individual (sonho) e coletivo (mitos, ritos, símbolos), em primeiro lugar, são as coisas que o soletram. Eles têm uma função social que consiste em abrir uma profundidade no presente, mas não têm o conteúdo que provê de sentido a estranheza do passado. Suas histórias políticas deixam de ser pedagógicas para inferir um final trágico.
Bibliografia
Geral Consultada.
FROMM, Erich, El Miedo a la
Libertad. 3ª edición. Buenos Aires: Ediciones Paidós, 1957; Idem, Anatomia
da Destrutividade Humana. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1975; BERMAN,
Marshall, All That Is Solid Melts into Air: The Experience of Modernity.
London: Penguin Books,
1981; LAPLANCHE, Jean; PONTALIS, Jean-Bertrand, Vocabulário da Psicanálise.
9ª edição. São Paulo: Editora Martins Fontes, 1986; FREUD, Sigmund, “Os
Instintos e suas Vicissitudes”. In: Obras Completas. Volume XIV. Rio de
Janeiro: Editora Imago, 1996; ELIAS, Norbert; SCOTSON, John, Os
Estabelecidos e os Outsiders. Sociologia das Relações de Poder a partir de uma
Pequena Comunidade. Rio de Janeiro: Zahar Editor, 2000; SANTOS, Carolina
Junqueira dos, A Ordem Secreta das Coisas: René Magritte e o Jogo do Visível.
Dissertação de Mestrado. Programa de Mestrado em Artes. Escola de Belas Artes.
Belo Horizonte: Universidade de Minas Gerais, 2006; MORETTI, Franco, Signos
e Estilos da Modernidade: Ensaio sobre a Sociologia das Formas Literárias.
Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, 2007; BECKER, Howard Saul, Outsiders.
Estudos de Sociologia do Desvio. 1ª edição. Rio de Janeiro: Zahar Editores,
2008; GUENDELMAN, Constanza Kaliks, O Conceito de Douta Ignorância de
Nicolau de Cusa em Perspectiva Pedagógica. Dissertação de Mestrado.
Faculdade de Educação. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2009; DIDI-HUBERMAN,
Georges, Ante el Tiempo. Buenos Aires: Editora Adriana Hidalgo, 2014; DURKHEIM,
Émile, Da Divisão do Trabalho Social. 4ª edição. São Paulo: Editora
Martins Fontes, 2010; ECO, Umberto, Apocalípticos e Integrados. Coleção
Debate, Volume 19. 7ª edição. São Paulo: Editora Perspectiva, 2015; BARBIERI,
André, “Friedrich Nietzsche: Perspectivismo e Dialética”. In: Revista Casa
Marx. Edição 3 de novembro de 2024; BALAGA, Marta, “Emma Thompson elogia a
equipe finlandesa de The Fisherwoman: - Eles cuidaram de nós e nos
mostraram onde ficavam os melhores bares”. In: Variety, 30 de março de
2024; MACHADO, Fernando, “Emma Thompson Vive Momentos de Terror em Novo
suspense no Prime Vídeo”. Disponível em: https://www.revistabula.com/20/06/2026; entre outros.
Nenhum comentário:
Postar um comentário