sábado, 1 de agosto de 2026

Sangue Frio – Forte Nevasca & Perseguição Tout Court na Estrada.

                   A cultura nasce - e isso é simplesmente essencial para sua compreensão”. Georg Simmel                           

         

        O conceito de figuração distingue-se de outros conceitos teóricos da sociologia por incluir expressamente os seres humanos em sua formação social. Contrasta, portanto, decididamente com um tipo amplamente dominante de formação de conceitos que se desenvolve sobretudo na investigação de objetos sem vida, portanto no campo da física e da filosofia para ela orientada. Há figurações de estrelas, assim como de plantas e de animais. Mas apenas os seres humanos formam figurações uns com os outros. O modo de sua vida conjunta em grupos grandes e pequenos é, de certa maneira, singular e sempre co-determinado pela transmissão de conhecimento de uma geração a outra, por tanto por meio do ingresso singular do mundo simbólico específico de uma figuração já existente de seres humanos. Às quatro dimensões espaço-temporais indissoluvelmente ligadas se soma, no caso dos seres humanos, uma quinta, a dos símbolos socialmente apreendidos. Sem sua apropriação, sem, por exemplo, o aprendizado de uma determinada língua especificamente social, os seres humanos não seriam capazes de se orientar no seu mundo nem de se comunicar uns com os outros. Um ser humano adulto, que não teve acesso aos símbolos da língua e do conhecimento de determinado grupo permanece fora de todas as figurações humanas, pois não é um ser humano. As definições de controle social são demasiado amplas e vagas, e, portanto, seria legítimo indagar, escolhendo-as mais ou menos ao acaso, para inferir que resultam em termos de um controle, isto é, qualquer estímulo ou complexo de estímulos que provoca uma determinada reação.

Assim, pois, todos os estímulos são controles, pois representam a direção do comportamento por influências grupais, estimulando ou inibindo a ação individual ou grupal. O controle social pode ser definido como a soma total ou, antes, o conjunto de padrões culturais, símbolos sociais, signos coletivos, valores culturais, ideias e idealidades, tanto como atos quanto como processos diretamente ligados a eles, pelo qual a sociedade inclusiva, cada grupo particular, e cada membro individual participante superam as tensões e os conflitos entre si, através do equilíbrio temporário, e se dispõem a novos esforços criativos. Ipso facto, em toda a dimensão da vida associativa deverá haver algum ajustamento de relações sociais tendentes a prevenir a interferência de direitos e privilégios entre os indivíduos. De maneira mais específica, são três as funções do estabelecidas pelo controle social: a obtenção e a manutenção da ordem social, da proteção social e da eficiência social. O seu emprego hic et nunc na investigação sociológica contribuiu consideravelmente para produzir uma simplificação ou redução na análise dos problemas sociais, conseguida proporcionalmente, graças à compreensão positiva da integração das contradições correspondentes no sistema de organização das sociedades e da importância relativa de cada um deles, como e enquanto expressão do jogo social. Embora obscuro e equívoco, em seu significado, o conceito de controle social é necessário à investigação sociológica na modernidade, encontraram um sistema de referências propício à sua crítica científica, seleção lógica e coordenação metódica.

O crescimento de um jovem convivendo e habitando comum em figurações humanas, como processo social e experiência, assim como o aprendizado de um determinado esquema de autorregulação na relação com os seres humanos, é condição indispensável ao desenvolvimento rumo à humanidade. Socialização e individualização de um ser humano, são nomes diferentes para o processo. Cada ser humano assemelha-se aos outros, e é, ao mesmo tempo, diferente de todos os outros. O mais das vezes, as teorias sociológicas deixam sem resolver o problema da relação entre indivíduo e sociedade. Quando se fala que uma criança se torna um indivíduo humano por meio da integração em determinadas figurações, como, por exemplo, em famílias, em classes escolares, em comunidades aldeãs ou em Estados, assim como mediante a apropriação e reelaboração de um patrimônio simbólico social, conduz-se o pensamento por entre dois grandes perigos da teoria e das ciências humanas: o perigo de partir de um indivíduo a-social, portanto como que de um agente que existe por si mesmo; e o perigo de postular um “sistema”, um “todo”, em suma, uma sociedade humana que existiria para além do ser humano singular, para além dos indivíduos. Embora não possuam um começo absoluto, não tendo nenhuma outra substância a não ser seres humanos gerados familiarmente por pais e mães, as sociedades humanas não são simplesmente um aglomerado cumulativo dessas pessoas. O convívio dos seres humanos em sociedades tem sempre, mesmo no caos, na desintegração, na maior desordem social, uma forma absolutamente determinada. É isso que o conceito de figuração exprime. O processo de concentração física de força pública se acompanhada de uma desmobilização da violência ordinária.

                                        


A violência física só pode ser aplicada por um agrupamento especializado, especialmente mandatado para esse fim, claramente identificado no seio da sociedade pelo uniforme, portanto um agrupamento simbólico, centralizado e disciplinado. A noção de disciplina, sobre a qual Max Weber escreveu páginas magníficas, lembra-nos Norbert Elias, é capital: não se pode concentrar a força física sem, ao mesmo tempo, controla-la, do contrário é o desvio da violência física, e o desvio da violência física está para a violência física assim como o desvio de capitais está para a dimensão econômica: é o equivalente da concussão. A violência física pode ser concentrada num corpo formado para esse fim, claramente identificado em nome da sociedade pelo uniforme simbólico, especializado e disciplinado, isto é, capaz de obedecer como um só homem a uma ordem central que, em si mesma, não é geradora de nenhuma ordem. O conjunto das instituições mandatadas para garantir a ordem, a saber, as forças públicas e de justiça, são, portanto, separadas pouco a pouco do mundo social corrente. Essa concentração do capital físico se realiza em um duplo contexto. Para uns, o desenvolvimento do exército profissional está ligado à guerra, assim como o imposto; mas há também a guerra interior, a guerra civil, a arrecadação do imposto como uma espécie de guerra civil.

A estratégia do passado que visava organizar novos espaços urbanos transformou-se meramente em artifícios políticos e muito pouco em torno de reabilitação de patrimônios. Depois de haver inconscientemente projetado a cidade futura, torna-se uma cidade frequentada por sua estranheza, muito mais elevada aos excessos que reduzem o presente, a nada mais que simples escombros como caixas d`água que deixam escapar seu domínio do tempo. Mas os técnicos sociais se denunciam já no quadriculamento que atrapalhavam os planejadores funcionalistas que deviam fazer tábula rasa das opacidades contidas nos projetos de cidades transparentes. Afinal qual o urbanismo que não descontroem mais do que uma guerra a questão da memória e da história aldeã, operária, com casas desfiguradas, fábricas desativadas, universidades sem vida, cacos de histórias naufragadas que formam as ruínas de uma cidade fantasma ou fantasmas da cidade, antes modernista, cidade de massa, homogênea, como os lapsos de uma linguagem que se desconhece, quem sabe inconsciente. Mas elas surpreendem. O imaginário individual (sonho) e coletivo (mitos, ritos, símbolos), em primeiro, são as coisas que o soletram.

Eles têm uma função social que consiste em abrir uma profundidade no presente, mas não têm mais o conteúdo que provê de sentido a estranheza do passado. Suas histórias políticas deixam de ser pedagógicas para inferir um final claramente trágico.  O Estado se constitui, portanto, em relação à forma de governo um duplo contexto: de um lado, efeitos de poder político em relação a outros Estados, atuais ou potenciais, isto é, os princípios concorrentes – portanto, precisa concentrar “capital de força física” para travar a guerra pela terra, pelos territórios; de outro lado, em relação a um contexto interno, a contrapoderes, isto é, príncipes concorrentes ou classes dominadas que resistem à arrecadação do imposto ou ao recrutamento de soldados. Esses dois fatores favorecem a criação de exércitos poderosos dentro dos quais se distinguem progressivamente forças propriamente militares e forças propriamente policiais destinadas à manutenção da ordem interna. Essa distinção exército/polícia, evidente hoje, tem uma genealogia extremamente lenta, as duas forças têm sido por muito tempo confundido. O desenvolvimento do imposto está ligado às despesas de guerra. O nascimento do imposto é simultâneo a uma acumulação extraordinária de capital detido pelos profissionais da gestão burocrática e à cumulação de um imenso capital informacional. É o vínculo institucional entre Estado e estatística: o Estado está associado a um conhecimento racional do mundo social e governamental. A estatística em como representação o campo da matemática que relaciona fatos sociais e números em que há um conjunto de métodos que nos possibilita coletar dados e analisá-los, assim sendo possível realizar alguma interpretação deles.

Antropologicamente falando, segundo Georg Simmel, a humanidade sempre atravessa estágios em que: a) opressão da individualidade é o ponto de passagem obrigatório de seu livre desabrochar superior, em que a pura exterioridade das condições de vida se torna a escola da interioridade, b) em que a violência da modelagem produz uma acumulação de energia, destinada, em seguida, a gerar toda a especificidade pessoal. Do alto desse ideal é que, c) a individualidade plenamente desenvolvida, tais períodos parecerão, é claro, grosseiros e indignos. Mas, para dizer a verdade, além de semear os germes positivos do progresso vindouro, já é em si uma manifestação do espírito exercendo uma dominação organizadora sobre a matéria-prima das impressões flutuantes, uma aplicação das personalidades especificamente humanas, procurando-as fixar suas normas de vida - do modo mais brutal, exterior ou, mesmo, estúpido que seja -, em vez de recebê-las das simples forças da natureza.  A horda, uma estrutura social e militar histórica encontrada na estepe eurasiática “não protege mais a moça e rompe suas relações com ela, porque nenhuma contrapartida foi obtida por sua pessoa”.

Para o filósofo Simmel diante do “conflito” (“Kampf”), mutatis mutandis, os indivíduos vivem em relações sociais de cooperação, mas também de oposição, portanto, os conflitos são parte mesma da constituição da sociedade. É neste sentido que formam momentos de crise, um intervalo entre dois momentos de harmonia, vistos numa função positiva de superação das divergências. Fundamenta uma episteme em torno da ideia de movimento, da relação, da pluralidade, da inexorabilidade do conhecimento, de seu caráter construtivista, cuja dimensão central realça o fugidio, o fragmento e o imprevisto. Por isso, seu panteísmo estético, ancorado sob forma paradoxais de interpretação real, como episteme, no qual se entende que cada ponto, cada fragmento superficial e, portanto, fugaz é passível de significado estético absoluto, de compreender o sentido total, os traços significativos, do fragmento à totalidade. O significado sociológico do “conflito”, em princípio, nunca foi contestado. Conflito é admitido por causar ou modificar grupos de interesse, unificações, organizações. Por outro lado, pode parecer paradoxal na visão do senso comum se alguém pergunta se independentemente de quaisquer fenômenos que resultam de condenar ou que a acompanha, o conflito é uma forma de “sociação”.

À primeira vista, isso soa como uma pergunta retórica. Se todas as interações entre os homens é uma sociação, o conflito, - afinal uma das interações mais vivas, que, além disso, não pode ser exercida por um indivíduo sozinho, - deve certamente ser considerado como “sociação”. E, de fato, os fatores sociais de dissociação, tais como ódio, inveja, necessidade, desejo, são as causas da condenação, que irrompe em função deles. Conflito é, portanto, destinado a resolver dualismos divergentes, é a maneira de conseguir algum tipo de unidade, que seja através da aniquilação de uma das partes em litígio. A imagem está associada a conhecimentos pretéritos adquiridos e concernentes ao objeto que ela de fato representa. Ela não apreende nada além daquilo que nós podemos extrair da realidade durante o trabalho de percepção. A imagem não se relaciona com o mundo em si, ela só depende do processo de como podemos descobrir algo sobre ela. Portanto, se existe uma possibilidade de se observar o objeto real através da imaginação, mesmo assim essa possibilidade ainda não nos permite apreender nada de novo em relação ao objeto. A imagem, ato da consciência imaginante, tem como representação social um elemento, identificado como o primeiro e incomunicável, como produto de uma atividade consciente atravessada de um extremo ao outro por uma corrente de “vontade criadora”. 

Trata-se, de dar-lhe à sua própria consciência um conteúdo de sentido imaginante, próximo da analogia weberiana da interpretação da ciência que recria para si os objetos afetivos espontaneamente ao seu redor: ela é criativa. Daí a importância de se compreender no campo da imagem, de sua produção, recepção, influência, de sua relação com o sonho, o devaneio, a criação e a ficção, a substituição das mediações pelos meios de comunicação, posto que contenha em si uma possibilidade de violência, a partir da constituição do novo regime de ficção que hoje afeta, contamina e penetra a vida social. Ipso facto temos a sensação de sermos colonizados, mas sem saber precisamente por quem. Não é facilmente identificável e, a partir daí é normal questionar-se sobre o papel da cultura ou da ideia que fazemos dela. O etnólogo Marc Augé reitera que as “etnociências” se atribuem sempre dois objetivos, proposto por ele ao final em seu opúsculo La Guerre des Rêves (1997). Usado como prefixo, “etno” relativiza o termo que o segue e o faz depender da “etnia” ou da “cultura” que supõe ter práticas análogas às que sociologicamente chamamos “ciências”: medicina, botânica, zoologia etc. Desse ponto de vista, a etnociência tenta reconstituir o que serve de ciência aos outros, suas práticas sanitárias e do corpo, seus conhecimentos botânicos, mas também suas modalidades de classificação, de relacionamento etc. É claro que, a partir do momento em que se generaliza a etnociência muda de ponto de vista.

Ela tenta emitir uma apreciação sobre os modelos locais, indígenas, e compará-los a outros e, além disso, propor uma análise dos procedimentos cognitivos em ação num certo número de experiências. Ela leva então às vezes o nome de antropologia: fala-se assim em antropologia médica ou cognitiva. Em verdade, quando Augé recoloca a questão: “que é nosso imaginário, hoje?”, por outro lado, ele se indaga se nestes dias não estamos assistindo a uma generalização do fenômeno de fascínio da consciência que nos pareceu característico da situação colonial e de seus diferentes avatares? Trata-se de “exercícios de Etnoficção”, em analisar o estatuto da ficção ou as condições etnológicas de seu surgimento numa sociedade, e ipso facto num momento histórico particular, em analisar os diferentes gêneros que se irradiam sob formas ficcionais, sua relação com o imaginário individual e coletivo, as representações da morte etc., em diferentes sociedades ou conjunturas. Temos o que fica reservado como lugar de representação, posto que bem entendido o nível ao qual se aplica a pesquisa antropológica, ela tem por objeto interpretar a interpretação que os outros fazem da categoria do outro, nos diferentes níveis que situam o lugar dele e impõem sua necessidade.

Melhor dizendo, tendo como representação social etnia, tribo, aldeia, linhagem ou outro modo de agrupamento até o átomo elementar de parentesco, do qual se sabe que submete a identidade da filiação à necessidade da aliança, o individualismo, enfim; que todos os sistemas rituais definem como compósito e pleno de alteridade, figura literalmente impensável, como o são, em modalidades opostas, a do rei e a do feiticeiro. O fato social é que deste ângulo de análise há um princípio abrangente e primordial, porque norteador, pois “toda antropologia é antropologia da antropologia dos outros, além disso, que neste âmbito, o lugar antropológico, é simultaneamente princípio de sentido para aqueles que o habitam e princípio de inteligibilidade para quem o observa”. Essa inteligibilidade, ao que nos parece, fornece e propõe no âmbito de apropriação dos saberes que as condições de uma antropologia da contemporaneidade devem ser deslocadas do método para o objeto. E que se deve estar atento às mudanças que afetaram as grandes categorias por meio das quais os homens pensam sua identidade e suas relações recíprocas em termos espaciais.

Assim, se um lugar pode se definir como identitário, relacional e histórico, um espaço que não pode se definir nem como identitário, nem como relacional, nem como histórico definirá um na etnologia da solidão de Augé o que ele denominou analiticamente de “não-lugar”. A hipótese adjudicada na teoria, e, portanto, no pensamento, é o que o autor chama de surmodernité conquanto produtora de não-lugares, de espaços que não são em si lugares (tradicionais) antropológicos. Isto é importante. Estas características comuns podem ser aplicadas a dispositivos institucionais diferentes e que constituem, de certo modo, as formas elementares de compreensão do espaço social. Trata-se de aspectos gerais e que se identificam enquanto itinerários ou eixos ou caminhos que, do ponto de vista etnológico conduzem de um lugar a outro. Mas também em cruzamentos e praças, que satisfazem por assim dizer esferas de ação social, que nos mercados definem necessidades do intercâmbio econômico e, nesta progressão, centros mais ou menos monumentais. Sejam eles religiosos ou políticos construídos por certos homens e mulheres e que definem como outros, em relação a outros centros e outros espaços sociais. Uma nevasca tem como representação uma tempestade de neve severa caracterizada por ventos fortes e baixa visibilidade, que dura um período prolongado, normalmente pelo menos três ou quatro horas. Uma nevasca terrestre é uma condição climática em que a neve já acumulada é levada pelo vento.

As nevascas podem atingir dimensões imensas e geralmente se estendem por centenas ou milhares de quilômetros. Nos Estados Unidos da América, o Serviço Nacional de Meteorologia define uma nevasca como uma tempestade de neve severa caracterizada por ventos fortes que causam neve soprando e resultam em baixa visibilidade. A diferença entre uma nevasca e uma tempestade de neve é ​​a intensidade do vento, não a quantidade de neve. Para ser considerada uma nevasca, uma tempestade de neve deve ter ventos constantes ou rajadas frequentes iguais ou superiores a 56 km/h (35 mph) com neve soprando ou acumulando-se, reduzindo a visibilidade para 400 m ou 0,25 mi ou menos, e deve durar por um período prolongado três horas ou mais. O Environment Canada define uma nevasca como uma tempestade com velocidades de vento superiores a 40 km/h (25 mph) acompanhadas de visibilidade de 400 metros (0,25 mi) ou menos, resultante de queda de neve, neve soprando ou uma combinação dos dois. Essas condições devem persistir por pelo menos quatro horas para que a tempestade seja classificada como uma nevasca, exceto ao Norte da linha das árvores árticas, onde esse limite é elevado para seis horas.  O Departamento de Meteorologia da Austrália descreve nevasca como “vento violento e muito frio carregado de neve, parte da qual, pelo menos, foi levantada do solo coberto de neve”. 

Embora o frio intenso e a grande quantidade de neve acumulada possam acompanhar as tempestades de neve, não são imprescindíveis. As tempestades de neve podem causar condições de visibilidade zero e paralisar regiões por vários dias, principalmente onde a queda de neve é ​​incomum ou rara. Uma nevasca severa tem ventos acima de 72 km/h (45 mph), visibilidade próxima de zero e temperaturas de −12 °C (10 °F) ou inferiores. Na Antártida, as nevascas estão associadas a ventos que ultrapassam a borda do planalto de gelo a uma velocidade média de 160 km/h (99 mph). Uma tempestade de neve terrestre refere-se a uma condição climática de extraordinária beleza em que a neve ou o gelo solto são levantados e soprados por ventos fortes. A principal diferença comparativamente entre uma tempestade de neve terrestre e uma nevasca comum é que, na primeira, não há precipitação no momento, pois toda a precipitação já está presente na forma de neve ou gelo na superfície. O Dicionário Oxford de Inglês conclui que o termo blizzard provavelmente é onomatopaico, derivado do mesmo sentido que blow, blast, blister e bluster; o primeiro uso registrado para descrever o clima data de 1829, quando foi definido como um “golpe violento”. Atingiu sua definição moderna por volta de 1859, quando era usado no Oeste dos Estados Unidos da América.

O termo tornou-se comum na imprensa durante o rigoroso inverno de 1880-81. Nos sistemas de tempestades suficientemente poderosos para causar nevascas geralmente se formam quando a corrente de jato desce muito para o Sul, permitindo que o ar polar frio e seco do Norte colida com o ar quente e úmido que sobe do Sul. Quando o ar frio e úmido do Oceano Pacífico se desloca para Leste em direção às Montanhas Rochosas e às Grandes Planícies e o ar mais quente e úmido se desloca para o norte a partir do Golfo do México, basta um movimento de ar polar frio para o sul para formar condições propícias a nevascas que podem se estender do Panhandle do Texas até os Grandes Lagos e o Meio-Oeste. Uma nevasca também pode se formar quando uma frente fria e uma frente quente se encontram, formando uma nevasca na linha divisória entre elas. Outro sistema de tempestades ocorre quando uma baixa pressão com núcleo frio sobre a área da Baía de Hudson, no Canadá, é deslocada para o Sul sobre o Sudeste do Canadá, os Grandes Lagos e a Nova Inglaterra. Quando a frente fria, que se move rapidamente, colide com o ar mais quente vindo do norte do Golfo do México, ocorrem ventos fortes na superfície, advecção significativa de ar frio e precipitação invernal extensa. Sistemas de baixa pressão que se deslocam das Montanhas Rochosas para as Grandes Planícies, uma vasta extensão de terra plana, grande parte coberta por pradarias, estepes e campos, podem causar tempestades e chuvas ao sul e fortes nevascas e ventos intensos ao norte. Com poucas árvores ou outras obstruções para reduzir a intensidade do vento, esta parte do país é particularmente vulnerável a nevascas com temperaturas muito baixas e condições de visibilidade zero. Em uma nevasca intensa, não há horizonte visível.

As pessoas podem se perder em seus próprios quintais, quando a porta está a apenas 3 metros de distância, e teriam que tatear o caminho de volta. Os motoristas precisam parar seus carros onde estão, pois, a estrada fica completamente invisível. Uma tempestade do tipo “nor`easter” é uma tempestade de grande escala que ocorre ao largo da costa da Nova Inglaterra e do Canadá Atlântico. Recebe esse nome devido à direção de onde o vento sopra. O uso do termo na América do Norte deriva do vento associado a muitos tipos diferentes de tempestades, algumas das quais podem se formar no Oceano Atlântico Norte e outras tão ao Sul quanto de análise comparativamente ao Golfo do México. O termo é mais frequentemente utilizado nas áreas geográficas costeiras da Nova Inglaterra e do Canadá Atlântico. Esse tipo de tempestade tem características semelhantes às de um furacão. Mais especificamente, descreve uma área de baixa pressão cujo centro de rotação está próximo à costa e cujos ventos predominantes no quadrante esquerdo giram em direção à terra vindos do Nordeste. Ondas altas de tempestade podem afundar navios e causar inundações costeiras e erosão das praias. Entre as tempestades do tipo “nor`easter” notáveis ​​está a Grande Nevasca de 1888, uma das piores nevascas da história dos EUA. A tempestade deixou entre 100 e 130 cm de neve e teve ventos de mais de 72 km/h, que produziram montes de neve com mais de 15 metros de altura. As ferrovias foram fechadas e as pessoas ficaram confinadas em suas casas por uma semana. A tempestade matou 400 pessoas, a maioria em Nova York.  

Sangue Frio (Cold Meat) tem como representação social um filme de suspense de 2024 dirigido por Sébastien Drouin. É roteirista e diretor francês de Cold Meat (2023), estrelado por Allen Leech, Nina Bergman e Yan Tual. O filme estreou no Frightfest Festival London e foi indicado a 4 prêmios totais de cinema: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator e Melhor Susto. Ele também é cocriador da minissérie de TV VTC, também reconhecida empresa Surge para o Canal +. Ele é reconhecido pela primeira vez por seus curtas-metragens multipremiados: Dust City (1997) vencedor do Imagina-Monaco, La Place du Mort (2000), Vencedor do Cognac Film Festival 2000 e 9 outros prêmios, e Pièces Détachées (2006), vencedor de 9 prêmios, incluindo o prêmio de Melhor Vídeo Digital no Arquipélago de Roma 2007 e o Prêmio Especial do Júri em Valenciennes, 2007. Sébastien Drouin começou sua carreira como supervisor de efeitos visuais para a empresa francesa de efeitos visuais BUF, especializada em computação gráfica para longas-metragens, comerciais e videoclipes. Foi fundada por Pierre Buffin em 1984. A empresa tem origem em Paris, França, e desde então expandiu-se para Montreal, Canadá e Los Angeles, Califórnia. Ele se tornou um renomado supervisor de efeitos visuais e trabalhou para diretores internacionais como Wong Kar Wai, 2046: Os Segredos do Amor (2004), Oliver Stone (Alexandre (2004), Tom Tyker (Paraíso (2002), Mathieu Kassovitz, Missão Babilônia (2008), Abel Ferrara (Pasolini (2014), Cedric Jimenez, Michel Gondry, Thierry Poiraud, Gelo Babluani e muitos mais. 

Recentemente, ele foi supervisor geral de efeitos visuais no programa Notre Dame: La Part du Feu, uma minissérie de 6 episódios escrita e dirigida por Hervé Hadmar para a Netflix. Em 2017, ele dirigiu todos os episódios de Fearless (2017), uma série de TV de suspense para Blackpills. Ele é membro ativo de dois coletivos: La Squadra (roteiristas e diretores) e La liga de l`imaginaire, ao lado de renomados escritores franceses como Bernard Werber, Maxime Chattam, Bernard Minier, Franck Thilliez, Henri Loevenbruck. O filme Sangie Frio foi lançado exclusivamente na Netflix em 26 de fevereiro de 2024. Escólio: David Petersen (Allen Leech) está atravessando as Montanhas Rochosas do Colorado durante uma forte nevasca. Ele para em uma lanchonete, onde a garçonete Ana (Nina Bergman) é abordada por seu ex-marido violento, Vincent (Yan Tual). David, com calma e charme, resolve a situação e Vincent vai embora. Mais tarde, quando David para em um posto de gasolina, um policial local o avisa para consertar o retrovisor o mais rápido possível, pois está preso com fita adesiva. Ao sair do posto, Vincent o segue em sua caminhonete. Uma perseguição se inicia e David consegue escapar dirigindo por uma estrada de terra em direção a uma área isolada. Com o carro atolado na neve, David caminha pela mata em busca de saída. É revelado que havia drogado e sequestrado Ana naquela noite, mantendo-a presa no porta-malas com as mãos amarradas com fita adesiva. Ela consegue escapar, mas as condições são muito perigosas para que ela caminhe, então se esconde no banco de trás do carro. No caminho de volta para o carro, David cai na neve e quebra a perna. Assim que retorna ao veículo, Ana o droga com clorofórmio, e ele acorda com as mãos amarradas ao volante com fita adesiva. 

Apesar de estar sob a mira de uma faca na jugular, David se vangloria dos crimes que cometeu e a provoca sobre seu passado. Jugular é uma das principais veias que se cortam ao degolar alguém; por essa razão, os clássicos latinos usavam o verbo jugulo, -are para referir-se ao ato de degolar, e jugulator, -oris significava degolador e, por extensão, matador, assassino. Ele revela que usou o celular de Ana para mandar uma mensagem para sua filha, Ella, dizendo que ela estava segura e, portanto, para não se preocupar. Ana o nocauteia, e David sonha que está perdido na floresta, coberto de sangue e sendo perseguido por uma besta gigante semelhante a um alce. A cada sonho, ele acorda assustado. Quando David acorda horas depois, Ana sai para urinar e ele consegue trancar as portas do carro enquanto tenta se libertar. Ana quebra o vidro do carro e quase estrangula David com o cinto de segurança. Depois de usar fita adesiva para remendar o vidro quebrado, Ana vasculha o celular de David, encontrando dezenas de fotos e vídeos dela com Ella. Ela também encontra as carteiras de habilitação das outras vítimas de David. Em um flashback, David relembra sua primeira vítima, uma caroneira chamada Cassie, a quem ele esfaqueou até a morte em um acesso de fúria após lhe dar carona. Ele conta a Ana que Cassie era filha de um juiz e que precisou se esconder por semanas depois que o corpo dela foi encontrado. A partir de então, ele passou a se certificar de que suas vítimas fossem de origem humilde ou imigrantes, pois as consequências são muito mais fáceis de lidar.

O momento histórico das disciplinas é o momento em que nasce uma arte do corpo humano, que visa não unicamente o aumento técnico de suas habilidades, nem tampouco aprofundar a sua sujeição, mas a formação de uma relação social que no mesmo  mecanismo o torna tanto uma prática política das coerções que são um trabalho sobre o corpo, uma manipulação calculada em torno de seus elementos, assim como de seus gestos, e sobretudo de vigilância de seus comportamentos. O corpo humano entra numa maquinaria de poder que o esquadrinha, o desarticula e o recompõe. Uma “anatomia política”, que é também igualmente uma “mecânica do poder”, está nascendo; ela define como se pode ter o domínio sobre o corpo dos outros, não simplesmente para que façam o que se quer, mas ara que operem como se quer, com as técnicas segundo a rapidez e a eficácia que se determina. A disciplina fabrica corpos submissos e exercitados, corpos dóceis. Aumenta as forças do corpo (em termos econômicos de utilidade) e diminui essas forças (em termos políticos de obediência). Em uma palavra: ela associa intermitentemente o poder do corpo; faz dele uma “aptidão”, uma “capacidade” que ela procura aumentar; e inverte, por outro lado a energia, a potencialidade que poderia resultar disso, e dela a relação de sujeição estrita. Se a exploração econômica separa a força bruta e o produto social do trabalho, a coerção disciplinar estabelece no corpo o elo coercitivo definitivamente entre uma aptidão aumentada e uma dominação acentuada.

Entendida como consumo cultural, a prática do culto ao corpo situa-se como preocupação geral de mobilidade social, que perpassa a estratificação de classes sociais e faixas etárias, apoiada num discurso clínico difuso que se refere tanto a questão estética, quanto a preocupação alimentar com a saúde. Nas sociedades contemporâneas há uma crescente apropriação do corpo, com a dieta alimentar e o consumo excessivo de cosméticos, impulsionados pelo processo de massificação da propaganda/consumo na esfera econômica da globalização, desde o desenvolvimento econômico dos anos 1980, onde o corpo ganha mais espaço, principalmente nos meios midiáticos. As fábricas de imagens estéticas do vencedor no cinema, televisão, publicidade, revistas etc., têm contribuído para isso. Ipso facto, nos leva a pensar que a imagem da eterna “fonte de juventude”, associada ao corpo perfeito idealmente, ao sucesso na educação, no trabalho e na vida amorosa atravessa as etnias e classes sociais de maneiras diferentes em diversos estilos de vida. “Live and let die” uma expressão inglesa que significa “viva e deixe morrer”. É o título original de uma música escrita por Linda Louise Eastman e Paul McCartney, que foi eternizada por eles e Guns N` Roses. A letra da música fala sobre a mudança social de perspectiva diante da vida em comunidades e das suas adversidades.

   Para compreendermos a relação entre mito e música, em que Claude Lévi-Strauss (1908-2009) desenvolve na parte inicial de Le Cru et le Cuit (1964) e também na parte final de L’Homme Nu (1971), na verdade, só ocorre quando o pensamento mitológico passou para segundo plano no pensamento ocidental da Renascença e do século XVIII, em que começaram a aparecer as primeiras novelas, em vez de histórias ainda elaboradas segundo o modelo da mitologia. Foi precisamente por essa conjuntura que testemunhamos o aparecimento dos grandes estilos musicais, característicos do século XVII e dos séculos XVIII e XIX. O tema que deu origem à maior parte dos mal-entendidos, seja no mundo do trabalho de língua inglesa, mas também no mundo da política em França, comparada, representado na ideia de que não havia uma única relação, mas dois tipos de relação – uma de similaridade e outra de contiguidade, possível para compreender um mito como uma sequência contínua. Fundamento da verdade não é, então, o mundo “material empírico”, mas o “mundo do pensamento”, que apreende a estrutura inteligível do real de análise.

Quando os grupos estão livres do poder da opressão; quando os cargos são independentes do berço e baseados na competência e no sorteio; quando todo cidadão tem direitos civis e deveres iguais ao participar das assembleias citadinas; quando o tempo dedicado à gestão da coisa pública é retribuído como qualquer outro emprego responsável; quando o welfare State garante a redistribuição do excedente aos pobres; quando o Estado garante aos seus cidadãos teatros, templos, escolas, praças, chafarizes e obras de arte; quando a agricultura, a indústria e o comércio são colocados no mesmo plano e potencializam-se reciprocamente; quando os melhores talentos e os maiores investimentos são dedicados à beleza e à verdade, aí então pode-se concluir, justamente, que a democracia é completa e funcional. Atenas fez mais, seus frutos continuam como matriz ocidental sendo surpreendentes. A filosofia, a matemática, a teoria musical, as ciências naturais e a medicina – é desvinculada da questão antropocêntrica da religião e da magia – a ética, a política, a história, a geografia, a psicologia, a anatomia, a botânica, a zoologia, a física e a biologia fizeram mais progressos abstratos, nesses 100 anos que nos milhares de séculos precedentes. E às artes, da arquitetura, à música, da escultura à pintura e à poesia, o tamanho da dívida que a humanidade conserva em relação à Grécia. Conforme a noite avança, o carro fica cada vez mais submerso na neve; os dois ficam cada vez mais assados ​​e com queimaduras de frio, e a perna de David escurece. Eles tentam dormir, mas são despertados pelo som de algo rondando do lado de fora do carro.

Uma criatura invisível pula no teto do carro e começa a quebrar o para-brisa antes de desaparecer ao som da buzina. Ana conta a David que eles estão em uma reserva indígena e que os nativos locais contam a história de uma besta ancestral que vaga pela floresta, caçando as piores almas para capturar e aprisionar na mata para sempre, e que a besta aparece primeiro em sonhos. A bateria do carro acaba e eles ficam completamente soterrados na neve. Ana se aconchega em David para compartilhar o calor do corpo. David admite que sofreu abusos na infância, e Ana conta que também passou por isso, mas, ao contrário dele, não reprimiu sua raiva e amargura, canalizando-as em amor e carinho pela filha. De repente, David se liberta das amarras e ataca Ana, ameaçando encontrar e matar Ella, mas a criatura retorna e arrasta David para fora do carro, na escuridão. Ana se tranca no porta-malas e se esforça para permanecer acordada. Algum tempo depois, um homem em um limpa-neves se depara com o carro. Ele encontra um rastro de sangue que leva às roupas de David e a uma pilha de vísceras humanas na neve. Quando ele abre o porta-malas, Ana acorda assustada. A produção do filme começou no início de 2023. É a estreia de Drouin na direção. Foi filmado em apenas treze dias, em Prince George, Colúmbia Britânica. É a segunda colaboração da WTFilms, com sede em Paris, com a produtora britânica Featuristic Films, depois de trabalharem juntos no thriller de ação Knuckledust, de James Kermack, em 2020. O filme foi exibido em pré-estreia no FrightFest Film Festival, no Reino Unido, em 27 de agosto de 2023.

O filme Cold Meat obteve uma classificação de 92% no Rotten Tomatoes e tornou-se um sucesso mundial. Em particular, foi elogiado pela tensão entre os dois personagens principais, pela atuação e pelo “elemento inquietante em tudo o que (David) diz, que faz o filme funcionar”. No festival de cinema português Fantasporto, em 2024, Sébastien Drouin ganhou o prêmio de melhor roteiro por seu trabalho no filme. Na Netflix América Latina, Cold Meat entrou no top 10 em 21 países, impulsionando o filme para o nono lugar no top 10 global. No Paramount+ UK, permaneceu no top 10 por 44 dias. Foi número um no dia do seu lançamento. Reino Unido (em inglês: United Kingdom, UK), oficialmente Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte (em inglês: United Kingdom of Great Britain and Northern Ireland), é um país insular localizado em frente à costa noroeste do continente europeu. O atual Reino Unido foi formado após o surgimento do Estado Livre Irlandês em 1922, que conquistou Independência da coroa britânica. O Estado soberano localiza-se na ilha da Grã-Bretanha, e na parte nordeste da ilha da Irlanda, além de muitas outras ilhas menores. A Irlanda do Norte é a única parte do Reino Unido com uma fronteira terrestre com a República da Irlanda. Fora essa fronteira, o país é cercado pelo oceano Atlântico, o mar do Norte, o canal da Mancha e o mar da Irlanda. A maior ilha, a Grã-Bretanha, é conectada com a França pelo Eurotúnel. O Reino Unido é uma união política de quatro extraordinários países constituintes: Escócia, Inglaterra, Irlanda do Norte e País de Gales. O governo é regido por um sistema parlamentar, cuja sede está localizada na cidade de Londres, a capital, e por uma monarquia constitucional que tem o rei Carlos III como chefe de Estado.

As dependências da Coroa das Ilhas do Canal ou Ilhas Anglo-Normandas e a Ilha de Man formalmente possessões da Coroa, não fazem parte do Reino, mas formam uma confederação com ele. O país tem quatorze territórios ultramarinos, todos remanescentes do Império Britânico, que no seu auge possuía quase um quarto da superfície da Terra, fazendo desse o maior império da história. Como resultado da era imperial, a influência britânica no mundo pode ser vista no idioma, na cultura e nos sistemas judiciários de muitas de suas antigas colônias, como o Canadá, a Austrália, a Índia e os Estados Unidos. O rei Carlos III permanece como o chefe da Comunidade das Nações (Commonwealth) e chefe de Estado de cada uma das monarquias na Commonwealth. O Reino Unido é um país desenvolvido, com a quinta (PIB nominal) ou sétima (PPC) maior economia do mundo. Foi o primeiro país industrializado do mundo e a principal potência mundial durante o século XIX e o começo do século XX, mas o custo econômico de duas guerras mundiais e o declínio de seu império na segunda metade do século XX reduziram o seu papel de líder nos temas mundiais, no entanto, permaneceu sendo uma potência importante de influência econômica, cultural, militar e política, uma potência nuclear, com o terceiro ou quarto (dependendo do cálculo) maior gasto militar do mundo. Tem um assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas e é membro do G7, da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), da Organização Mundial do Comércio (OMC) e da Comunidade das Nações. Foi um membro da União Europeia até 31 de janeiro de 2020.

Bibliografia Geral Consultada.

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