sábado, 8 de agosto de 2026

Uma Canção de Gratidão – Família Musical & Vocação do Protestante Cristão.

                                                                   “Neutro é quem já se decidiu pelo mais forte”. Max Weber      

     

            A voz é uma característica especificamente humana intimamente relacionada com a necessidade de se agrupar e se comunicar. Ela é produto da sua evolução histórica e cultural, um trabalho em conjunto do sistema nervoso, respiratório e digestivo, e de músculos, ligamentos e ossos, atuando harmoniosamente para que se possa obter uma emissão eficiente em termos de qualidade vocal. As cordas vocais, primordialmente, não foram feitas para utilidade de uso da voz. Esta foi uma função na qual a laringe, onde se encontram as cordas vocais, se especializou, mas estes músculos foram desenvolvidos, em primeiro lugar, para as funções corpóreas de respiração, alimentação e esfincteriana. Consideradas do ponto de vista de suas estruturas, as cordas vocais superiores são pregas da mucosa da laringe, compreendendo em sua contextura uma lâmina fibro-elástica. As cordas vocais inferiores se compõem, essencialmente, de uma lâmina elástica, revestida por uma prega da mucosa da laringe, contendo em sua espessura um volumoso fascículo muscular, que a caracteriza. A voz está associada a reprodução no contexto social da fala, na realização da comunicação verbal, e pode variar quanto à questão da intensidade, altura, inflexão, ressonância, articulação e muitas outras características sociais. 

       A perfeição caracteriza um conceito ideal típico que reúne todas as qualidades humanas e não apresenta nenhum defeito, e circunstância que não possa ser melhorada. Na história das ideias o termo perpassa pelo conceito de entelecheia desenvolvido por Aristóteles, configurando um trabalho ativo para a realização pessoal, intrínseca à mesma coisa. Mas é também esse alvo, esse estágio social em que a organização alcançou todas suas potencialidades, e consequentemente, alcançou em sua démarche a perfeição. O conceito moderno de perfeição se origina do movimento idealista do século XVIII, e está estreitamente ligado à noção de progresso. Em Immanuel Kant (1724-1804) e seus antecessores, Christian Wolff (1679-1754) e Gottlieb Baumgarten (1714-1762) perfeição é uma noção ontológica em torno de completude como sendo “uma reunião de todas as disposições sujeitas a uma unidade harmoniosa”. O perfeito é completo, um manancial de ações potenciais. A perfeição é uma ideia, uma condição que pode ser alcançada, mas não deve necessariamente ser almejada se é a ética do homem. Na linguagem profissional, perfeição pode ser definida não como assunção dialética. Mas como alguém que apresenta limites, mas que esses seus limites são ofuscados pelas suas qualidades, fazendo com que eles se tornem invisíveis aos olhos das outras pessoas. O ato humano per se individual perturba a calma organização do mundo ético, e seu tranquilo desenvolvimento social.

            Uma Canção de Gratidão (Unsung Hero) tem como representação social um filme dramático cristão norte-americano de 2024, escrito e dirigido por Richard Ramsey e Joel Smallbone. O filme Unsung Hero foi lançado na América do Norte em 26 de abril de 2024. Recebeu críticas mistas e arrecadou US$ 21,1 milhões nas bilheterias. A trama dramatúrgica acompanha Rebecca, Joel e Luke Smallbone, da banda For King & Country, em processo de desenvolvimento e formação em sua jornada para se tornarem artistas cristãos. Anteriormente reconhecido como Joel & Luke e Austoville, é uma dupla de pop cristão composta pelos irmãos Joel, nascido em 5 de junho de 1984 e Luke Smallbone, nascido em 22 de outubro de 1986. Os irmãos são naturais da Austrália e imigraram para os Estados Unidos da América quando crianças, estabelecendo-se na área de Nashville. Após lançar um EP curto como Joel and Luke, eles lançaram seu álbum de música de estreia: Crave, em 2012. A banda foi declarada pela Billboard como um dos “Novos Artistas para Ficar de Olho” de 2012. A American Songwriter os descreveu como “a resposta australiana ao Coldplay”. Em 2014, eles lançaram seu segundo álbum de estúdio, Run Wild. Live Free. Love Strong, que ganhou um prêmio Grammy. Em 2018, lançaram Burn the Ships, que alcançou o status de ouro pela Associação Americana da Indústria de Gravação (em inglês: Recording Industry Association of America) – RIAA, uma organização comercial, sediada em Washington, D.C., que representa as gravadoras e distribuidores estadunidenses.                                             

Possui o objetivo merceológico de promover a vitalidade financeira dos negócios dos associados. Seus membros consistem em gravadoras e distribuidores, responsáveis em média por 85% das músicas gravadas legalmente nos Estados Unidos. A associação é conhecida popularmente por sua tradicional certificação de álbuns e canções ouro e platina nos Estados Unidos e também participa do gerenciamento de direitos coletivos de gravações. O álbum contou com três singles, incluindo “God Only Knows”, que alcançou o status de platina, e “Joy” e “Burn the Ships”, que alcançaram o status de ouro. Em 2020, lançaram um álbum natalino completo, A Drummer Boy Christmas. Em 2022, lançaram seu quinto álbum de estúdio, What Are We Waiting For? A banda demonstrou um apelo considerável na mídia mainstream, com mais de 2 bilhões de streams de sua música em 2024, e apresentações em eventos de concertos seculares como o CMA Country Christmas e o Houston Rodeo. Eles colaboraram com outros artistas em seu trabalho, incluindo Dolly Parton, Timbaland, Tori Kelly, Lecrae, CeCe Winans e Needtobreathe. Além da música, a banda esteve no centro de vários filmes (cf. Bourdieu, 1974), incluindo Priceless, Unsung Hero e o recente documentário No Turning Back, que compartilham títulos e temas com três de suas canções, bem como o filme musical Journey to Bethlehem. Um filme produzido por eles, chamado Drummer Boy, tem previsão de lançamento para 2026.

Em 1991, a família Smallbone mudou-se de Sydney, Austrália, para Nashville, Tennessee, em busca de um novo começo. Nashville é a capital e também a cidade mais populosa do estado norte-americano do Tennessee. É a sede do condado de Davidson, e localiza-se no centro do estado, nas margens do rio Cumberland. Com quase 690 mil habitantes, de acordo com o censo nacional de 2020, é a 21ª cidade mais populosa dos Estados Unidos e uma das cidades mais importantes na região sul do país. Quase 10% da população total do Tennessee vive em Nashville. Apelidada de Music City, U.S.A. (Cidade da Música), é um centro importante da indústria discográfica. Também é chamada a Atenas do Sul, por causa das suas várias instituições de ensino e da arquitetura clássica. Embora Nashville seja conhecida como um importante centro da indústria discográfica, as suas maiores indústrias são na realidade a assistência médica, a publicação, a financeira e o transporte. Foi fundada no dia de Natal de 1779, tendo como nome Fort Nashborough e tornou-se capital em 1843. Foi nomeada em homenagem a Francis Nash (1742-1777), um soldado da Revolução Americana. Em 1784 passou a chamar-se, Nashville. É cruzada por três rodovias: 40, 24 e 65. A Metropolitan Transit Authority é a responsável pelo serviço de mobilidade de autocarros dentro da própria cidade. Além disso, a cidade é servida pelo Aeroporto Internacional de Nashville.

            Na música a própria diferença entre cordas vocais ainda se faz mais saliente. Para certo número de autores especialistas, a função humana esfincteriana da laringe situa e igualmente categoriza o sentido da função respiratória. Ambas são, biologicamente, as mais importantes da laringe na escala filogenética as mais antigas, em relação àquela da fonação. A laringe é um órgão em forma de cone que se localiza na região anterior do pescoço. Ela permite a passagem do ar quando respiramos e também impede que corpos estranhos adentrem as vias respiratórias inferiores, causando infecções nos pulmões. A função esfincteriana na laringe é ser protetora das vias aéreas inferiores pela ação de dois conjuntos de esfíncteres: o superior, constituído pela epiglote, pregas ariteno-epiglóticas e aritenóides; e o inferior, formado pelas bandas ventriculares ou cordas vocais verdadeiras. Ambas, em conjunto, atuam e desempenham pontos de apoio aos músculos abdominais, intercostais e diafragma, correlacionando com os esforços da defecação, do trabalho de parto, tosse, espirro e suporte para os membros em torno da bacia escápulo-umeral, segundo suas ações primárias em abdutores, adutores, flexores, extensores e rotadores. As características de dinâmica da laringe são as de impedir a entrada de alimentos ou corpos estranhos nas vias aéreas inferiores e franquear sua passagem.

            A música se relaciona com vários aspectos sociais e culturais dos Estados Unidos, em termos da estrutura social e seus significados nos aspectos étnicos e raciais, religiosos, linguísticos, de gênero, assim como aspectos sexuais. Este relativismo permitiu ao antropólogo Claude Lévi-Strauss (1908-2009) criticar não só o pensamento evolutivo mal elaborado do século XIX, mas também versões mais sofisticadas de neoevolucionistas como ocorre nestes com o reconhecido antropólogo norte-americano Leslie White (1900-1975). Foi um antropólogo dos Estados Unidos, reconhecido por suas teorias quanto à evolução cultural (2009). Mas trata-se de um evolucionista recente que preconiza o regresso à chamada “culturologia”, isto é, elabora generalizações relativas à compreensão da evolução cultural. No entanto, a sua obra neoevolucionista teve poucos seguidores na antropologia atual. Renovou o interesse extraordinário da antropologia de Edward Tylor (1832-1917). Este havia tentado restabelecer o evolucionismo isento de juízos de valor “estabelecendo uma linha de progresso a partir de critérios objetivos, como a capacidade de utilizar e armazenar energia”. Claude Lévi-Strauss aceita a possibilidade em tese de situarmos as sociedades em uma sequência deste tipo social, mas adverte que ainda está se usando uma das obsessões da nossa civilização ocidental - a energia - para julgar analogamente outras sociedades, comparativamente, para as quais nem sempre ou de fato, este não é um valor condicionalmente importante. No século XIX, um  avivamento de fervor religioso ecoou entre pessoas nos Estados Unidos, especialmente na região Sul.

Hinos protestantes escritos na maior parte por pregadores religiosos da Nova Inglaterra, uma região geográfica extraoficial de grande valor histórico dos Estados Unidos, localizada na ponta Nordeste do país e que compreende seis estados: Connecticut, Maine, Massachusetts, New Hampshire, Rhode Island e Vermont. Boston é seu centro cultural e econômico, bem como sua cidade mais populosa que se tornara na prática, parte dos encontros campestres entre cristãos devotos do Sul. Ipso facto comparativamente o desenvolvimento da música negra nos Estados Unidos da América, independentemente da África e da Europa, tem sido um tema constante no estudo da história da música americana. Existem poucos registros da era colonial, quando estilos, canções e instrumentos da África ocidental se mesclaram no caldeirão da escravidão. Os Estados Unidos da América são bem reconhecidos por ser um “caldeirão” de músicas, com influência de várias partes do mundo e criando novos estilos culturais distintos dos outros. Embora os aspectos da música americana terem uma origem específicas, a origem de culturas particulares de músicas é problemática, devido à constante evolução da música americana de transplantar técnicas, instrumentos e gêneros. Elementos da música estrangeira entraram tanto pelos canais formais de patrocínio de eventos educacionais e de evangelismo por indivíduos e grupos musicais, por processos formais, como no transplante da música africana através do trabalho compulsório da escravidão, e da música irlandesa de homens brancos, admitida pela imigração específica de trabalho. As músicas norte-americanas mais distintas são resultado das misturas culturais espetaculares de contatos sociais. A escravidão aculturou inúmeras tribos resultando em uma tradição musical compartilhada que foi enriquecida com elementos étnicos e sociais de músicas e técnicas ancestrais indígenas, latinas e europeias em seu conjunto de práticas e saberes.     

A ética disciplinar, a religião e etnias diversificadas produziram vários gêneros de francês-africano, como na Louisiana creoles; nativas, como as músicas europeias e mexicanas unidas, e outros estilos como as músicas havaianas. Os ancestrais da população afro-americana foram traficados aos Estados Unidos da América como escravos, trabalhando primariamente nas plantações do Sul. Eles pertenceram às centenas de tribos através do Oeste da África, e trouxeram certos traços da música diversificada africana incluindo vocais chamadas e resposta e música rítmica complexa, como também as batidas síncope e acentos variáveis. A música da África tem como escopo canto e danças rítmicos trazidos para o chamado Novo Mundo, e aonde se tornou parte de uma cultura “folk” distinta que ajudou os africanos a “reter a continuidade com seu passado através da música”. Os primeiros escravos afro-americanos ou afrodescendentes cantavam músicas de trabalho, “gritos de campo” em louvor ao senhor, seguindo os rituais da cristianização, hinos. Quando negros começaram a cantar adaptações destes hinos, foram chamados exatamente de “espirituais negros”. E desta raiz, de mimetismo sociológico originam-se um processo comunicativo em que músicas espirituais, de trabalho e cantos de campo, onde o blues, jazz e o gospel se desenvolveram. No dia 13 de junho é celebrado do Dia Mundial do Rock, e  nos surge à mente abstrata ícones pop do ritmo. Mas a data marca a apresentação global do Live Aid, em 1985, um megaevento mundial, realizado no Wembley Stadium, em Londres; e no John F. Kennedy Stadium, na Filadélfia, que teve o objetivo de chamar a atenção para o problema da fome na Etiópia.

Não é muito certo quão antiga é a palavra Etiópia, cujo uso mais velho aparece na Bíblia em Gênesis, capítulo 2. E também na Ilíada, onde o nome aparece duas vezes, e na Odisseia, onde aparece três vezes. O uso mais antigo atestado na região é um nome cristianizado do Reino de Axum no século IV, em escrituras de pedra do Rei Ezana. O nome ge`ez ʾĪtyōṗṗyā e seu cognato português são considerados por estudiosos derivados da palavra grega Αἰθιοπία, Aithiopia, de Αἰθίοψ, Aithiops “um etíope”, derivado, por sua vez, de palavras gregas que significam “de rosto queimado”. No entanto, O Livro de Axum, uma crônica em ge`ez compilada no século XV, alega que o nome é derivado de “Ityopp`is” — um filho (não mencionado na Bíblia) de Cuxe, filho de Cam, quem, de acordo com a lenda, fundou a cidade de Axum. Plínio, o Velho alega, igualmente, que o nome da nação deriva de alguém cujo nome foi Aethiops. Uma terceira etimologia, sugerida por pesquisadores etíopes recentes e o poeta laureado Tsegaye Gabre-Medhin, condiciona o nome às palavras “egípcias, velhas e negras”: Et (Verdade ou Paz), Op (Alto ou Superior) e Bia (Terra ou País), sendo Etiópia a “terra de paz superior”. No português e fora da Etiópia, o país também foi historicamente chamado de Abissínia, derivado de Habesh, uma forma árabe do nome etíope-semítico Ḥabaśāt, atualmente Habesha, o nome nativo para os habitantes do país enquanto o país era chamado de Ityopp`ya. Em poucas línguas, Etiópia ainda é referido por nomes cognatos com Abissínia, por exemplo, à palavra árabe Al-Ḥabashah, que significa terra do povo Habasha.

Ipso facto, o termo Habesha, a rigor, se refere somente aos povos Amhara e Tigré-Tigrínio, que em seu devir dominaram o país politicamente, os quais juntos representam cerca de 36% da população humana da Etiópia. Algumas vezes, o termo é usado para designar os quase 45% da população etíope que usaram línguas semíticas desde tempos antigos, como os amáricos (30,1% da população), os tigrés (6,2%), os gurage (4,3%) e outras comunidades menores que falam línguas semíticas, como o povo Harari no sudeste da Etiópia. Desde que a língua amárica tornou-se o idioma oficial do país, muitos da população da Região das Nações, Nacionalidades e Povos do Sul (RNNPS) e uma porção significante das regiões Oromia e Benishangul-Gumuz usaram-na como segunda língua. Em contraste, na Etiópia contemporânea, a palavra Habesha é frequentemente utilizada para descrever todos os etíopes e eritreus. Abissínia pode estritamente se referir à apenas as províncias do Noroeste da Etiópia de Amhara e Tigré, bem como a Eritreia central, enquanto ela historicamente foi utilizada como um outro nome para a Etiópia. A Etiópia também foi conhecida por ser considerada a terra dos cuxitas. O nome foi originalmente derivado do hebreu, para referir-se às nações da costa leste do Mar Vermelho. No entanto, a Bíblia é clara ao alegar que os povos cuxitas são atualmente etíopes. Quando Moisés referiu-se ao povo de Cuxe, ele se referia a uma nação parente dos egípcios. Por causa das relações políticas próximas do Egito e a Etiópia, ambas as nações, em um ponto da história sob o termo Cuxe, concordaram com os historiadores hebreus.

Embora as intenções originais da palavra eram em referência a ambos os lados do Mar Vermelho, ficou demonstrado que partes da costa Leste não são pertencem aos etíopes. A consciência ética está realmente decidida por uma dessas potências, é essencialmente caráter. Como vê o direito somente de seu lado, e do outro, o agravo, a consciência que pertence à lei divina enxerga, do outro lado, a violência humana contingente. Mas a consciência, que pertence à lei humana, vê no lado oposto à obstinação e a desobediência do ser-para-si interior. Os mandamentos do governo são, com efeito, o sentido público universal, exposto à luz do dia; mas a vontade da outra lei é o sentido subterrâneo, enclausurado no interior, que em seu ser-aí se manifesta como vontade da singularidade, e que, em contradição com a primeira, comparativamente, lei é o delito. Assim, surge na consciência a oposição entre o sabido e o não-sabido, como também na substância a oposição entre o consciente e o carente de consciência – o direito absoluto da consciência-de-si ética entra em conflito tout court com o direito divino da essência. A efetividade objetiva, tem essência para a consciência-de-si como consciência; mas segundo sua substância essa consciência-de-si é a unidade de si e desse oposto, e a consciência-de-si ética é a consciência da substância. O objeto abstrato, oposto à consciência-de-si, perdeu por isso sua significação de ter essência para si. Como desvaneceram as esferas em que o objeto é apenas uma coisa, assim também as esferas em que a consciência solidifica algo de si, e faz, singular, a essência.

Vale lembrar que o interesse especial da paixão é, portanto, inseparável da realização do universal, pois o universal resulta do particular e definido e de sua negação. É o particular que se esgota na luta, onde parte dele é destruída. Não é a ideia geral que se envolve em oposição e luta expondo-se ao perigo, ela permanece no segundo plano, intocada e incólume. Isto pode ser chamado astúcia da razão, porque deixa as paixões trabalharem por si, enquanto aquilo através do qual ela se desenvolve paga o preço e sofre a perda. O fenomenal é que dialeticametne em parte é negativo e em parte, positivo. Em geral o particular é muito insignificante em relação ao universal, os indivíduos são sacrificados e abandonados. A ideia “paga” o tributo e o preço da existência humana e da transitoriedade sociologicamente, não de si mesmo, mas das paixões individuais (os sonhos) e coletivas. Podemos achar tolerável a ideia de que os indivíduos, seus objetivos e suas satisfações sociais sejam assim sacrificados e sua felicidade entregue ao domínio do acaso, a que ela pertence – e que em geral os indivíduos sejam vistos sob a categoria de seus recursos. Este é um aspecto dinâmico de representação da individualidade que devemos recusar a tomar exclusivamente a esta luz, mesmo em relação ao mais elevado, um elemento que absoluto não está subordinado, mas que existe nos indivíduos como essencialmente eterno e divino. Estamos falando da moral, da ética e da religião. 

Por prosperidade pode-se entender muitas coisas – a riqueza, a honra aparente e afins, mas ao falar-se de objetivo em si e por si, o que chamamos de prosperidade ou infelicidade deste ou daquele indivíduo isolado não pode ser visto como elemento essencial na ordem racional do universo. Com mais razão do que a simples felicidade ou as circunstâncias afortunadas dos indivíduos, requer-se do objetivo do mundo que os objetivos bons, morais e corretos encontrem aí sua satisfação e segurança realizadas de forma plena. O que faz os homens insatisfeitos moralmente – uma insatisfação de que eles se orgulham – é que não acham o presente adequado à realização de objetivos que em sua opinião são corretos e bons, especialmente os ideais das instituições políticas de nosso tempo. Comparam as coisas como elas são, com seu ideal de como deveriam ser. Neste caso, não é o interesse privado ou a paixão que deseja a satisfação, mas a razão, a justiça, a liberdade. Em seu nome as pessoas pedem o que lhes é devido e geralmente não estão apenas insatisfeitas, mas abertamente revoltadas contra a condição de mundo. Para julgar esses pontos de vista e esses sentimentos, ter-se-ia de examinar as exigências persistentes e as opiniões dogmáticas em questão. Em nenhuma época tanto como na nossa vida privada esse tipo de princípios e ideias gerais se apresentou com tamanha pretensão. Embora as paixões não faltem, a história demonstra uma luta de ideias justificáveis e, em parte, uma luta de paixões e interesses subjetivos sob as pretensões mais elevadas como possíveis. Isto é que tais pretensões são encaradas como legítimas em nome do suposto destino humano praticamente da Razão, têm assim validade como fins absolutos – da mesma maneira que a religião, a moral, a ética, o trabalho.

No amor, nunca é demais repetir, um indivíduo tema consciência de si na consciência do outro, ele vive de maneira altruísta. Nesta renúncia cada um ganha a vida do outro e também a sua, que é uma só com o outro. Contra tal unilateralidade tem a efetividade uma força própria: alia-se à verdade contra à consciência, e lhe mostra enfim o que é a verdade. Mas a consciência ética bebeu, da taça da substância absoluta, o olvido de toda a unilateralidade do ser-para-si, de seus fins e conceitos peculiares; e por isso afogou, ao mesmo tempo, nessa água do Estige toda essencialidade própria e significação independente da efetividade objetiva. É, portanto, seu direito absoluto que, agindo conforme à lei ética, não encontre outra coisa nessa efetivação que o cumprimento dessa lei mesma, e o ato não mostre outra coisa senão o agir ético. O ético, enquanto essência absoluta e ao mesmo tempo potência absoluta, não pode sofrer perversão de seu conteúdo. Fosse apenas a essência absoluta sem a potência, poderia experimentar uma perversão por parte da individualidade, mas essa, como consciência ética, com o abandonar de seu ser-para-si unilateral, renunciou ao perverter. Inversamente, a simples potência seria pervertida pela essência, caso fosse ainda um tal ser-para-si. A individualidade é pura forma da substância, que é o conteúdo; e o agir do pensamento à efetividade, o movimento de uma oposição carente-de-essência, cujos momentos não possuem conteúdo e essencialidade distintos entre si. O direito absoluto da consciência ética é o ato, a figura da efetividade, não seja outro, só o que ela sabe.     

Dois importantes jornais diário de Nashville são o Tennessean e o Nashville City Paper. David e sua esposa, Helen, deixaram para trás suas vidas e seus seis filhos – Rebecca, Daniel, Ben, Joel, Luke e Joshua – buscando refúgio em Nashville após o colapso da empresa musical de David na Austrália, na sequência de um prejuízo de 500 mil dólares com uma turnê de shows que não conseguiu vender ingressos suficientes em meio à crise econômica. À medida que a família se instala na nova casa, enfrenta inúmeros desafios, incluindo dificuldades financeiras e a árdua tarefa de recomeçar a vida em um país estrangeiro. Apesar da incerteza, a fé inabalável de Helen e a determinação de David os impulsionam, incutindo esperança e resiliência nos filhos. Após relutar devido às suas decepções na indústria musical, David ouve a esposa e tenta conseguir um contrato com uma gravadora para sua filha Rebecca, cujo talento vocal é reconhecido pelos amigos. Joel e Luke acabam formando a dupla For King & Country, como vimos, enquanto Rebecca embarca em uma carreira de bastante sucesso como cantora cristã. Música gospel, em português, evangelho ou música cristã ou evangélica, tem como representação um tipo de música composto para expressar a crença, individual ou comunitária, predominantemente cristã, e é considerada também oposição à música profana.

A música gospel é escrita e executada por muitos motivos com motivo religioso ou até cerimonial, ou como um produto de entretenimento para o mercado comercial. No entanto, o tema obrigatoriamente abordado na música gospel é o louvor, adoração ou graças a Deus. Em inglês, “gospel”, derivada do anglo-saxónico “god-spell” faz alusão como ao Evangelho bíblico que narra as “boas novas ao mundo”, a vinda de Cristo ao Mundo, pelos livros dos Evangelhos Canônicos de Mateus, Marcos, Lucas e João. Uma tradução literal da palavra grega, euangelion, ou seu derivado latino evangelium para o inglês antigo eu- “good”, -angelion “spell”, que significaria “message”, formando assim “god-spell” e depois “gospel”. Traduzindo para Português, “boa mensagem”. Originalmente, no grego Clássico, angelion referia-se a gorjeta que se dava ao mensageiro que entregava uma (eu = boa) mensagem ("o antigo correio"), e assim já dos anos de Cristo a palavra se cunhou no significado de "mensagem". A palavra grega, euangelion é também a fonte do termo "evangelista". Os autores dos Evangelhos Canônicos Cristão são conhecidos como os evangelistas, nos Estados Unidos, o termo gospel é uma referência a trabalhos do gênero de literatura cristã antiga.

Escólio: Antes do primeiro evangelho ser escrito (Marcos, ca. 65-70 DC), Paulo, o Apóstolo, usou o termo euangelion quando ele lembrou ao povo da Igreja de Corrinto: …o evangelho que vos anunciei … (I Coríntios 15:1).[4] Paulo asseverou que eles estavam sendo salvos pelo Evangelho, e ele caracterizou nos termos mais simples, enfatizando a aparição de Cristo após a Sua Ressurreição (15:3-8). O uso extensivo mais cedo de “euangelion” (gospel) para indicar um gênero específico de escrever datas ao Século II: o bispo Justino Mártir, por volta do ano 155, em “1 Apologia LXVI”, escreveu: “… os Apóstolos, nas suas memórias escritas por eles, a qual são chamadas de Evangelhos”. Na Introdução ao Antigo Testamento de Henry Barclay Swete (1835-1917), páginas 456-457, diz: “Euangelion no LXX ocorre somente no plural, e talvez somente no sentido clássico de uma recompensa pelas boas notícias” (II Sam. 4:10; 18:20; 18:22; 18:25-27[8] e II Reis 7:9. No Novo Testamento o termo aparece apropriadamente as circunstâncias das boas novas Messiânica (Marcos 1:1; 1:14), provavelmente derivando este novo significado do uso Euangelion em Isa. 40:9; 52:7; 60:6 e 61:1. No Novo Testamento, o “evangelho” significava a proclamação do poder da salvação de Deus através de Jesus de Nazareth, ou da mensagem do Ágape proclamada por Jesus de Nazaré. Este é o uso no Novo Testamento original por exemplo: Marcos 1:14-15 ou I Coríntios 15:1-9; veja também “G2098 de Strong”. A palavra ainda é usada neste sentido. O gospel representa a música cristã negra nos Estados Unidos da América. Talvez um dos mais velhos estilos da música negra que realmente se aproximou do gospel, foi o negro spiritual, em português, as canções harmoniosas dos “Espirituais dos Negros”.

O que é central desta breve história é a música que fluiu da igreja Afro-americana deu origem a vários estilos musicais como blues que influenciou a música country que constituem o folk contemporâneo, rhythm and blues conhecido como R&B, jazz, soul music , que deram origem ao rock and roll ao hip hop, que deram origem a música pop, e inspirou uma cornucópia de corais modernos, artistas do mercado R&B contemporâneo e o atual gospel contemporâneo (música cristã contemporânea), além de outros estilos musicais do gênero. Alimentado pela gigantesca indústria multibilionária de gravação musical nos Estados Unidos, o “pequeno infante” da música gospel pulou do seu berço humilde e cristão e atravessou as muralhas da igreja para um mercado bem diferente do mundo atual. E, o gospel continua a crescer. De acordo com a revista Norte-americana, gospel Today (2003-2008), sete gravadoras criaram divisões especiais para lidar com artistas gospel; as estatísticas da mesma publicação indicaram que os selos independentes cresceram 50%, e o rendimento das vendas só de música gospel chegou a triplicar nas últimas décadas, de US$180 milhões de dólares em 1980 a US$500 milhões em 1990.

Thomas A. Dorsey (1899-1993), compositor de sucesso tipo There Will Be Peace in the Valley, é considerado por muitos, O Pai da Música gospel. No início de sua carreira ele era um importante pianista de blues, conhecido aliás por Geórgia Tom. Ele começou a escrever gospel depois que ouviu Charles A. Tindley (1851-1933) numa convenção de músicos na Filadélfia, e depois, abandonando as letras mais agressivas de outras canções, não abandonou, contudo, o ritmo de jazz tão parecido com o de Tindley. A Igreja inicialmente não gostou do estilo de Dorsey e não achou apropriado para o santuário, na época. Em 1994, após o seu falecimento, a revista Norte-americana, Score, publicou um artigo com o título: The Father of Gospel Music (“O Pai da Música Gospel”); neste artigo a revista declara que quando Dorsey percebeu, no início de sua carreira com o gospel, que muita gente estava brigando contra a música gospel, ele estava “determinado para carregar a bandeira” a favor do gospel, bem entendido. Assim ele fez. Ele investiu em 500 cópias da canção dele, If you See My Saviour (“Se Você Ver o meu Salvador”) e enviou para diversas igrejas do país. Levou quase três anos para ele conseguir mais pedidos da música e ele quase retornou a tocar o Blues. Mas Dorsey não desistiu e com ajudas de outros bons músicos ele foi em frente. Trabalhou com as cantoras, Sallie Martin (1895-1988) e Willie Mae Ford Smith (1904-1994), escreveu centenas de músicas gospel e testemunhou a sua música subir no púlpito das igrejas - aonde, uma vez, recusaram ela de subir! 

Dorsey fundou a Convenção Nacional de Corais gospel nos Estados Unidos, em 1932, uma organização que ainda existe até hoje na origem da música gospel. Muitos outros novos nomes apareceram. Talvez fossem “prisioneiros de uma velha corrente, mas agora estavam salvos” prontos para alimentar a nova corrente do gospel, como Mahalia Jackson, Clara Ward e James Cleveland. Mahalia Jackson (1911-1972) foi convidada para cantar no televisionado Ed Sullivan Show, minutos antes do eternizado discurso pró-liberdade negra de Martin Luther King (1929-1968), que ele disse as palavras certas na hora certa: I have a dream (“Eu tenho um sonho”). Mahalia acabou sendo a convidada para cantar durante a cerimônia do funeral do Rev. King; talvez, como num toque de mágica, ela escolheu uma canção de Dorsey: Take My Hand, Precious Lord (“Precioso Senhor, Pegue Minha Mão”). Clara Ward (1924-1973) junto ao The Ward Singers, foi uma artista com presença e substância. Sua canção Surely God is Able foi comentada como o primeiro disco de platina após a 2ª guerra mundial (1939-1945). Mas esta informação não pode ser confirmada pois a RIAA mantém que Edwin Hawkins Singers foi o primeiro vencedor do disco de ouro com um gospel, em 1968, com o famoso sucesso, Oh, Happy Day, desde que a RIAA começou a manter as estatísticas sociais nas vendas dos discos, mas Ward influenciou muitos artistas com seu estilo, incluindo nomes como Little Richard e Aretha Franklin, que mantém que Ward era seu ídolo.

James Cleveland (1932-1991): se Dorsey foi aclamado, por muitos das indústrias e seus seguidores, como o pai da música gospel, o cantor Cleveland foi coroado, pelos seus admiradores, “The King of gospel” (“O Rei do gospel”). Ele recebeu nada menos do que quatro Grammys, incluindo um póstumo pelo seu álbum Having Church. Assim como Clara Ward, James Cleveland tinha muita presença com sua audiência. Ele não teve uma reputação de ter uma boa voz, mas ele conseguia agradar a todos que o ouvia. O seu grande feito foi fundar sua organização, em 1967, Gospel Music Workshop of America, considerada a maior convenção de gospel do mundo, com mais de 185 escritórios de representações distribuídos pelos Estados Unidos. O gospel Moderno em sua forma original era geralmente interpretado por um solista, acompanhado de um coro e um pequeno conjunto instrumental. Grandes intérpretes da música norte-americana começaram assim, como cantores de gospel nas igrejas. É o caso de Mahalia Jackson, Bessie Smith e Aretha Franklin, além de Ray Charles e Solomon Burke, entre outros. O gospel foi também se influenciando, assumindo formas às vezes surpreendentes em se tratando de música religiosa. É o caso dos quartetos gospel, surgidos após a Segunda Guerra Mundial, com suas músicas gritadas, com danças e roupas extravagantes. Deste estilo foram influenciados grupos e cantores rock dos anos 1950, desde o extraordinário “Bill Haley & His Comets”, passando por Jerry Lee Lewis, até Elvis Presley nos anos da década de 1960 e Michael Jackson com a música “Will You Be There” na década de 1990.

Desde as décadas de 1980 e 1990 tiveram grande importância os corais e solistas, com destaque para Kirk Franklin e Fred Hammond. Elvis Presley foi um dos maiores divulgadores desse gênero musical durante os meados do século XX. Elvis adorava esse tipo de música, inclusive, tanto quanto rock, blues, R&B, country e música erudita. Desde a década de 1950 ele já incorporava em seus álbuns e canções algumas influências desse gênero tipicamente americano. Como exemplo podemos citar, o acompanhamento vocal do grupo gospel “The Jordanaires”, logo depois, no final da década de 1960 até o começo da década de 1970, vieram os “The Imperials” e durante a mesma década os “The Stamps”, com a participação de J. D. Sumner e até mesmo um grupo vocal feminino de nome “Sweet Inspirations” e de outra cantora chamada “Kathy Westmoreland”. Elvis lançou quatro álbuns gospel: Peace In The Valley em 1957, His Hand in Mine em 1960, How Great Thou Art em 1967, considerado um dos “divisores de águas” em sua carreira e He Touched Me em 1972. Para se ter a real noção do que Elvis representou para o gospel americano, ele ganhou três Grammys por suas interpretações gospel, em 1967, 1972 e 1974. Em 2001 ele entrou para o Hall da fama do gospel, deixando para sempre marcado o seu nome nesse gênero musical americano tão importante e influente. 

Entre os seus sucessos gospel estão, “Peace in the Valley”, “Crying in the Chapel”, sucesso mundial em 1965, a para sermos breves, “How Great Thou Art” entre outras. Muitos o consideram um dos maiores intérpretes desse gênero tipicamente sulista nos Estados Unidos. Escólio: O elenco de Unsung Hero (2024) é formado por Daisy Betts como Helen Smallbone; Joel Smallbone interpreta David Smallbone, marido de Helen; Kirrilee Berger como Rebecca Smallbone, filha de Helen e David; Jonathan Jackson como Eddie DeGarmo; Lucas Black como Jed Albright; Hillary Scott como Luanne Meece; Candace Cameron Bure interpreta Kay Albright, esposa de Jed; Terry O`Quinn como Vovô James, pai de David; Diesel Cash La Torraca como Joel Smallbone, o terceiro filho de Helen e David; JJ Pantano como Luke Smallbone, o quarto filho de Helen e David; Paul Luke Bonenfant como Daniel Smallbone, o primeiro filho de Helen e David; Tenz McCall interpreta Ben Smallbone, o segundo filho de Helen e David; Angus K. Caldwell como Joshua Smallbone, o quinto filho de Helen e David; Beau Wirick como Matt; Don Most como Pierce; Lance E. Nichols como Art Meriweather; Rachel Hendrix como Amy Grant; Roslyn Gentle como “Nana” Jean Francis; Rebecca St. James como comissária de bordo; Kevin Downes de terno.  Em 30 de novembro de 2022, Joel e Luke Smallbone anunciaram pelas redes sociais que haviam realizado um filme com seu irmão Ben sobre sua mãe. O filme foi lançado em 26 de abril de 2024 pela Lionsgate e produzido pela Kingdom Story Company e Candy Rock Entertainment, uma produtora liderada por Candace Cameron Bure, que também atua no filme. O filme foi dirigido por Joel Smallbone, em sua estreia na direção, e escrito por Joel e Richard Ramsey.

O elenco inclui Jonathan Jackson, Bure, Kirrilee Berger, Lucas Black, Terry O`Quinn e Hillary Scott, uma cantora. Os produtores são Justin Tolley, Josh Walsh e Luke Smallbone. O filme foi lançado nos Estados Unidos em 26 de abril de 2024. Estava previsto o lançamento na Austrália em 30 de maio, coincidindo com a turnê musical “Homecoming” do For King & Country pela Austrália e Nova Zelândia. Na preparação para o filme, o For King & Country lançou uma versão atualizada de “Place in this World”, com Michael W. Smith, que lançou a música originalmente em 1991. Em 23 de junho de 2024, Unsung Hero ainda estava em ampla distribuição; nos Estados Unidos da América e Canadá, arrecadou em torno de US$ 21,1 milhões nas bilheterias contra um orçamento de produção de US$ 6,0 milhões. Durante as três primeiras semanas de exibição, esteve no Top 10 nas bilheterias nacionais, atingindo o pico de 2º lugar na primeira semana. No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, 61% das 33 críticas são positivas, com uma classificação média de 6,1/10. O consenso do site diz: “Unsung Hero apresenta uma dramatização emocionante de sua história baseada em fatos reais, que é inspiradora o suficiente para compensar sua abordagem morna do drama da vida real”. O Metacritic, que usa uma média ponderada, atribuiu ao filme uma pontuação de 46 em 100, com base em 5 críticas, indicando avaliações “mistas ou médias”. O público pesquisado pelo CinemaScore deu ao filme uma nota média de “A+” em uma escala de A+ a F, enquanto aqueles pesquisados ​​pelo PostTrak deram uma pontuação positiva geral de 96%, com 90% dizendo que definitivamente o recomendariam.

Bibliografia Geral Consultada.

CLAGHORN, Charles Eugene, Biographical Dictionary of American Music. EUA: Parker Publishing Company, 1973; BOURDIEU, Pierre, “Gênese e Estrutura do Campo Religioso”. In: MICELI, Sérgio (Org.), A Economia das Trocas Simbólicas. São Paulo: Editora Perspectiva, 1974; HIRSCHMAN, Albert, The Passions and the Interests: Political Arguments For Capitalism Before Its Triumph. Princeton: Princeton University Press, 1977; TOURAINE, Alain, La Voix et le Regard. Paris: Éditions du Seuil, 1978; WILLIAMS, Eric, Capitalismo e Escravidão. Rio de Janeiro: Editores Palas, 1978; GENOVESE, Eugene, A Terra Prometida: O Mundo que os Escravos Criaram. Rio de Janeiro: Editora Paz e Terra, 1988; BERLIN, Ira, “Time, Space, and the Evolution of Afro-American Society on British Mainland North América”. In: The American Historical Review, vol. 85, nº 1, pp. 44-78, February, 1980; MINTZ, Sidney; PRICE, Richard, O   Nascimento da   Cultura   Afro-Americana:   Uma Perspectiva Antropológica. Rio de Janeiro: Editora Pallas; Rio de Janeiro: Universidade Cândido Mendes, 2003; BAILYN, Bernard, As Origens Ideológicas da Revolução Americana. Bauru: Editora da Universidade Sagrado Coração, 2003; NORTHUP, Solomon, Doze Anos de Escravidão: A História Real de Solomon Northup. São Paulo: Editora Companhia das Letras, 2014; WEBER, Max, A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo. 2ª edição. São Paulo: Pioneira Editora, 2003; Idem, Ciência e Política: Duas Vocações. São Paulo: Editora Martin Claret, 2015; BAPTIST, Edward, The Half Has Never Been Told: Slavery and the Rise of American Capitalism. New York: Basic Books Editor, 2014; MARQUESE, Rafael; SALLES, Ricardo (Org.), Escravidão e Capitalismo Histórico no Século XIX: Cuba, Brasil e Estados Unidos. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, 2016; AZEVEDO, Mariana Perelló Lopes, Um Mapa Peregrino para Anne Carson. Algumas Entradas em Água Corrente. Dissertação de Mestrado. Programa de Pós-Graduação em Literatura, Cultura e Contemporaneidade. Departamento de Letras. Rio de Janeiro: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, 2025; Artigo: “Amazon Prime Vídeo – Uma Canção de Gratidão (Unsung Hero)”. Disponível em: https://www.coelhonocinema.com.br/2026/03/26; entre outros.

Nenhum comentário:

Postar um comentário