quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Omar Sy - Etnologia, Cinema & Personificação da Solidão.

                                                                                              Ubiracy de Souza Braga*

                                                                                          Os anos passam, mas o racismo permanece”. Omar Sy

                         
A etnologia representa o estudo dos fatos sociais em documentos levantados pela descrição e interpretação etnográfica no âmbito da antropologia cultural e social, buscando uma dada compreensão analítica e comparativa das culturas.  A etnografia é um dos mais importantes recursos contra o racismo contemporâneo e a hegemonia cultural, na medida em que estabelece os meios de interpretação para realizar uma crítica ao etnocentrismo. Estudos etnográficos têm recuperado os conhecimentos e técnicas dos povos ágrafos como formas de (etno) conhecimento nas diversas áreas: biologia (“etnobiologia”); farmacologia e botânica (plantas medicinais); engenharia (de barcos, pontes, casas etc.), psicologia, medicina, etc. Nesse último campo há uma integração entre técnica (“tecne”) e saber (“episteme”) que vem sendo denominada por antropologia médica ou estudos dos sistemas etnomédicos e xamanismo. Muniz Sodré expunha uma formulação etnográfica tipicamente africana. Segundo as ideias contidas em alguns ensaios não é somente uma arte da alma e do espírito, mas uma arte corporal. Por isso é que, antes de ser principalmente canção popular e mesmo forma de socialização, o samba originou-se historicamente como dança popular. Do ponto de vista conceitual samba é um gênero musical, que deriva de um tipo de dança, surgido no Brasil e considerado uma das principais manifestações culturais populares brasileiras. 
Dentre suas características originais, possui dança acompanhada por pequenas frases melódicas e refrões de criação anônima, alicerces do samba de roda nascido no Recôncavo Baiano. Apesar de ser um gênero musical resultante das estruturas musicais europeias e africanas, foi com os símbolos da cultura negra brasileira que o samba se alastrou pelo território nacional. Embora houvesse variadas formas de samba no Brasil e não apenas na Bahia, como também no Maranhão, em Minas Gerais, em Pernambuco e em São Paulo sob a forma de diversos ritmos e danças populares regionais que se originaram do batuque, o samba como gênero musical é entendido como uma expressão musical urbana surgida no início do século XX na cidade do Rio de Janeiro, nas casas das chamadas “tias baianas” - migrantes da Bahia -, quando o “samba de roda”, entrando em contato com outros gêneros musicais populares entre os cariocas, como a “polca”, o “maxixe”, o “lundu” e o “xote”, fez nascer um gênero de caráter totalmente singular: o samba como expressão do corpo. O samba moderno urbano surgido a partir do início do século XX, no Rio de Janeiro, tem ritmo basicamente 2/4 e andamento variado, com aproveitamento consciente das possibilidades dos estribilhos cantados ao som de palmas e ritmo batucado, e aos quais seriam acrescentados uma ou mais partes, ou estâncias, de versos declamatórios. Tradicionalmente, esse samba é tocado por instrumentos de corda, basicamente o cavaquinho e vários tipos e estilos de violão e variados instrumentos de percussão, tais como o pandeiro, o surdo e o tamborim. Com o passar dos anos, outros instrumentos foram sendo assimilados, e reinventados, como vem ocorrendo na Bahia e se criaram vertentes de base carioca de samba, que ganharam denominações próprias, como o “samba de breque”, o “samba-canção”, a “bossa nova”, o “samba-rock”, o “pagode”, etc. Em 2005, o “samba de roda” se tornou um Patrimônio da Humanidade.
                                        

Lembremos que a coreografia do samba urbano, desenvolvida e difundida a partir da cidade do Rio de Janeiro, compreende diversas formas: samba de salão, samba em cortejo, bailado de mestre-sala e porta-bandeira etc., entre as quais os passistas solistas, desenvolvida do samba de roda baiano vem incorporando configurações acrobáticas próximas do estilo dos capoeiras. O termo “ethnologia” está sendo empregado conceitualmente em seu sentido moderno desde Adam Franz Kollár (1718-1783) em sua obra: “Historiae ivrisqve pvblici Regni Vngariae amoenitates”, publicada Viena em 1783, designada como “a ciência das nações e povos, ou, o estudo dos eruditos no qual investigam nas origens, línguas, costumes e instituições das várias nações, e finalmente, na pátria e antigas sedes para poder julgar melhor as nações e povos de seus próprios tempos”. Pode-se dizer que o estudo da etnologia acompanhou a expansão civilizatória do mundo ocidental europeu para o oriente, África, Austrália, Américas e Oceania. No início, confundia-se com o estudo das raças e dos povos conquistados. A divisão humana nas raças que conhecemos foi uma invenção dos europeus que estudavam a desigualdade das raças para justificar seus objetivos colonialistas. As gramáticas, dicionários e catecismos indígenas, as cartas dos descobrimentos e relatos de viajantes são fontes de estudos etnográficos, históricos, sociológicos e linguísticos. 
Os diretores Eric Toledano e Olivier Nakache e o ator Omar Sy, retomam a parceria que os tornou bem sucedidos no filme: “Intocáveis” (2011). Foi o filme de maior bilheteria na França nesse ano e deu a Omar Sy o prêmio César, versão francesa do Oscar de melhor ator, sendo o primeiro ator negro a conquistar esse prêmio. O filme tem como idealização o relacionamento de um pobre imigrante africano negro e atlético e um milionário francês branco e tetraplégico no estilo “os opostos se atraem”. Samba, na pronúncia francesa, “Sambá” também usa em sua etnologia baseada no livro: “Samba pour la France”, de Delphine Coulin, comparativamente a história social e política do imigrante de Senegal, mas no livro, ele é de Mali, Samba Cissé (Omar Sy), que vive há 10 anos na França na casa de seu tio trabalhando em um restaurante, lavando pratos. Contudo, devido à vigilância e controle social dá imigração, é preso.

Uma “Organização Não Governamental” especializada em ajudar imigrantes em situação dita “irregular” assume seu caso. Envia duas mulheres para cuidar de Samba: Manu, interpretada pela cantora de rock Izïa Higelin e Alice (Charlotte Gainsbourg), uma servidora executiva que sofreu um “burnout” devido ao ritmo excessivo de trabalho que a levou a um colapso. Vale lembrar que a palavra “samba” tem origem no dialeto quimbundo “semba”, que significa “umbigada”. No Brasil, acredita-se que o termo “samba” foi uma corruptela de “semba” (“umbigada”), palavra de origem africana - possivelmente oriunda de Angola ou Congo, de onde vieram a maior parte dos escravos utilizados como mão-de-obra na passagem do processo de trabalho escravo para o trabalho assalariado com a formação da ordem burguesa no Brasil.
O sucesso de Sy demorou a acontecer. O destino típico dos filhos de imigrantes na periferia das grandes cidades francesas costuma se resumir a pequenos empregos e à ascensão limitada, quando não ao crime. Sy é filho de pai senegalês e mãe mauritana. Cresceu com seus sete irmãos no subúrbio parisiense de Trappes, onde a maioria dos habitantes são imigrantes africanos. Abandonou a escola antes de terminar o ensino médio. Em 1995, aos 17 anos, começou a trabalhar como cômico na rádio, por passatempo. Sua paixão era o cinema. Pouco antes de prestar o exame de seleção para a universidade, largou tudo e viajou para participar do Festival de Cinema de Cannes, como espectador. Só voltaria a Cannes dez anos depois, para ser fotografado e entrevistado, como ator. Seu talento para contar piadas no rádio lhe rendeu um convite para atuar na televisão. Começou fazendo esquetes de comédia em programas do Canal +. Entrou para o cinema no ano 2000. Seu primeiro papel de destaque veio no filme de 2006, “Jours heureux”. Nessa comédia, ele vivia Josef, um simpático monitor de uma colônia de férias de crianças. O filme alcançou um público de 1,4 milhão de espectadores e demonstrou que Sy tinha boa empatia com o público. Em 2009, ele participou das filmagens de “Tellement proches”, outra comédia familiar de sucesso.
Omar Sy se destacou desde o início pela espontaneidade, característica que adquiriu nas ruas. Ela ajudou na composição do personagem que faz em “Intocáveis”. É Driss, descendente de senegaleses e morador de um subúrbio parisiense. Recém-saído da prisão e sem qualificação profissional, é escolhido pelo milionário Phillipe (François Cleuzet), tetraplégico, para ser seu enfermeiro particular. Nasce a cumplicidade entre os dois. Phillipe ensina arte e cultura a Driss. Em contrapartida, aprende com Driss a aproveitar a vida, sublimando ser portador de deficiência. Os elementos de crítica social estão todos lá – e não atrapalham as piadas ruins do filme. Na França, o longa-metragem virou um fenômeno com mais de 18 milhões de espectadores. Foi considerado o destaque cultural daquele ano. A crítica francesa comparou Sy ao comediante norte-americano Eddie Murphy. No exterior, o sucesso não foi diferente. Durante nove semanas, foi o filme mais visto na Alemanha. Ao todo, mais de 15 milhões de pessoas assistiram a “Intocáveis” fora da França. Orçado em US$ 12 milhões, o filme acabou faturando mais de US$ 340 milhões. A produtora norte-americana Weinstein comprou os direitos do filme para fazer uma refilmagem hollywoodiana.
De acordo com o pesquisador Hiram da Costa Araújo, as festas de danças dos negros escravos na Bahia eram chamadas de “samba”. No Rio de Janeiro, no entanto, a palavra só passou a ser reconhecida ao final do século XIX, quando era ligada aos festejos rurais, ao universo do negro e geograficamente no nordeste do país, no estado da Bahia. Mesmo a maioria dos etimologistas concordando que o termo “samba” surgiu a partir do quimbundo, ainda existem muitas controvérsias e incertezas sobre a sua origem, mas não quanto ao significado. O “semba” tinha como representação social uma dança religiosa para os angolanos que, levava este nome (“umbigada”) devido a forma dançada. O quimbundo é um dos idiomas bantos da África, falado na região do Noroeste da Angola. Outra teoria alega ser esta palavra oriunda do “umbumdo”, outra língua banta, samba, que significaria “estar animado” ou “estar excitado”.
Este termo chegou ao Brasil através dos grupos africanos para o país trabalharem como escravos durante o período de expressão imperialista colonialista. De acordo com registros etnográficos, a primeira vez que a palavra “samba” surgiu no Brasil foi em 1838, na revista “O Carapuceiro”, periódico que circulou na cidade do Recife entre 7 de abril de 1832 e 28 de setembro de 1847. Foi o segundo jornal pernambucano a exibir ilustração em sua primeira página, mais especificamente, em seu cabeçalho. Seu cabeçalho exibia a ilustração de uma loja de chapéus “e um chapeleiro experimentando uma carapuça na cabeça de um corcunda”. Seu fundador e único redator-chefe foi frei Miguel do Sacramento Lopes Gama, que, por esta razão, passou a ser chamado Padre Carapuceiro. O termo “samba” só começou a ser reconhecido no Brasil, como um estilo de dança, no começo do processo civilizatório do século XX. A vida desses imigrantes, sua identidade, a globalização e exclusão, como suas constantes preocupações não apenas em arrumar emprego, enviar dinheiro para suas famílias, mas regularizarem sua situação cidadã na França é vista igualmente sem apelar para o dramalhão grotesco e a pieguice, mas de forma sóbria, portanto, sem ser tediosa.
O ponto forte da dupla Toledano-Nakache é a direção de atores. Provando mais uma vez que é possível abordar um tema muito sério com cenas engraçadas, Eric Toledano e Olivier Nakache ainda inserem diversas questões importantes acerca da imigração: a situação das pessoas que vão trabalhar, a forma como precisam mudar de nome e de identidade (tanto Samba quanto Wilson) para conseguirem ganhar dinheiro, a forma frágil com que a lei tenta lidar com a imigração. O filme: “Samba” traz algumas metáforas e alegorias curiosas e interessantes. Além do nome do personagem-título, que remete ao ritmo musical associado à carnavalização da cultura no Brasil, ipso facto um país visto pelos franceses como um bom resultado da mistura de povos de diversas origens - a forma como o filme estabelece a relação entre Alice e Samba é complexa e contraditória: enquanto ele absorve o sofrimento porque quer trabalhar e não consegue, ela se amarga porque o trabalho lhe exige demais.
Omar Sy demonstra de forma singular que foi por mérito que conquistou o prêmio cinematográfico César. Sua atuação é, pari passu, discreta, e não naturalizada pelos clichês, emotiva, de domínio estético e artístico, e atuante, como deve ser na arte, o que faz com que seja um dos melhores atores franceses da atualidade. A ponto de a ágora cinematográfica hollywoodiana conceder-lhe, com razão a abertura, como pôde ser visto em outras produções cinematográficas. Do ponto de vista etnológico Omar Sy é filho de mãe mauritana e pai senegalês, de origem fulani. Os grupamentos étnicos chamados: “fulas” ou “fulanis”, em dialeto conhecido por fula: “Fulɓe”, são grupos étnicos que compreendem várias comunidades espalhadas pelos territórios da África Ocidental, mas também na África Central e Norte de África sudanesa. Os países  onde se encontram incluem a Mauritânia, Senegal, Guiné, a Gâmbia, o Mali, a Nigéria, a Serra Leoa, o Benim, o Burquina Faso, a Guiné-Bissau, os Camarões, a Costa do Marfim, o Níger, o Togo, a República Centro-Africana, o Gana, a Libéria, até ao Sudão, a Leste.

Os grupos étnicos chamados “fulos” não são o grupo majoritário nesses países, com exceção etnográfica da Guiné. É reconhecido pela atuação como personagem principal, ao lado de François Cluzet, em “Intouchables”, o filme mais visto na França em 2011, com cerca de 19 milhões de entradas, e o mais rentável filme francês da história da indústria cultural. Omar Sy começou sua carreira nos anos de 1996 e 1997 na Rádio Nova, onde conheceu seu parceiro Fred Testot. Então, no Canal +, ao lado de Jamel Debbouze, ele participou do programa Cinema Jamel seguida, cria o Visiophon questão. Em 05 de julho de 2007, ele se casou com Hélène Tremblay-sur-Mauldre com quem teve quatro filhos.
Em 24 de fevereiro de 2012 obteve o prêmio César de melhor ator, pela magnífica interpretação em “Intouchables”, tornando-se assim, através do trabalho de interpretação artística “o primeiro ator negro a receber o César”. Charlotte Gainsbourg como Omar Sy, também vencedora do César e do prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes pelo desempenho no filme: “Anticristo” (2009). Ela consegue fazer com que sua personagem Alice, durante suas crises emocionais, passe de um estado intermediário tímido e psicologicamente inseguro para um estado progressivo raivoso e agressivo em questão de segundos. Poucas atrizes conseguem atuar com tamanha competência, precisão dramatúrgica e sobriedade em cenas que requerem precioso talento.
Quando milhares de haitianos chegam ao Brasil para tentar uma vida melhor, e centenas de milhares de pessoas do norte da África desembarcam na Itália ou França à procura de dignidade enquanto políticos conservadores são eleitos nos principais países da Europa justamente com a proposta de se blindarem contra a imigração, um filme como “Samba” não é apenas bem vindo, mas politicamente necessário. Para os Estados defensores dos direitos civis, um dos maiores erros da Europa na crise migratória do Mediterrâneo ocorreu com o fim do programa italiano de patrulha e salvamento chamado “Mare Nostrum”. Sob a liderança da Marinha, o programa salvou milhares de migrantes que se encontravam à deriva no mar. Mas seu fim, em grande parte por razões econômicas e por razões de preconceito ideológico, teve efeitos políticos e sociais que vão muito além da redução dos esforços humanitários. “Mare Nostrum” representava o nome dado pelos antigos romanos para o mar Mediterrâneo. Após a unificação da Itália, em 1861, o termo foi revivido por nacionalistas, que se acreditavam como sucedâneo do Império Romano e pertenceram a Roma na fase pós-imperialista do Mediterrâneo.
Enfim, devido ao regime colonialista estabelecido no continente, foram destruídas e modificadas as estruturas sociais, econômicas, políticas e religiosas da maioria do território africano. As colônias que proclamaram sua Independência, processo emancipatório que se iniciou após a 2ª guerra mundial e concluiu-se principalmente de 1960 até 1975, estiveram sob a ameaça da gravidade de problemas de integração nacional, que resultaram das fronteiras arbitrárias como legado do sistema colonialista, além da pobreza, sendo que o rápido crescimento da população africana é mais elevado do que o número de alimentos produzidos. Como dependem econômica e politicamente das antigas metrópoles, a ineficiência da administração, as tribos e as ideologias conflitantes entre si, todos esses fatores agravantes fizeram com que a população das cidades crescesse. São as principais barreiras que impedem que os países desenvolvam-se. A cooperação coletiva para a solução desses problemas deu origem a uma diversidade de organizações supranacionais que se baseiam na ideia do pan-africanismo, dos povos africanos unidos no entorno dos interesses comuns; a de maior importância é a Organização da Unidade Africana (OUA).
A história disciplinar das teorias sociais sobre as migrações é, em vários aspectos contraditória. O tema das migrações tem sido largamente ignorado pelos autores clássicos das principais ciências, no período histórico em que estas sociedades se constituíram e consolidaram: o imperialismo. Apesar da importância que os fluxos migratórios então assumiram - no contexto europeu do final do século XIX e início do século XX -, quer sob a forma de intensos movimentos internos, dirigidos dos campos para as cidades, quer de migrações transoceânicas, objeto de reflexão historiográfica que permitiram libertar parte do êxodo rural e povoar os novos continentes, o tema não surge senão de forma marginal na maioria dos autores. Ao longo do século XX, as ligações disciplinares das teorias sobre migrações não são também evidentes. Apesar de um interesse crescente pelo fenômeno, referências mais ou menos desenvolvidas dispersaram-se por várias ciências com critérios de inserção nem sempre claros. Na sociologia e na antropologia o tema das migrações não surge, na maioria das vezes, autonomizado, ao contrário de temas “clássicos” como o trabalho, a educação ou as questões territoriais, acontecendo o mesmo em outras ciências sociais.
Bibliografia geral consultada.
LÉVI-STRAUSS, Claude, Les Structures Élementaires de la Parenté. Paris: Presses Universitaires de France, 1949; Idem, O Cru e o Cozido (Mitológicas I)São Paulo: Editora Brasiliense, 1964; CLAGHORN, Charles Eugene, Biographical Dictionary of American Music. Estados Unidos: Parker Publishing Company, 1973; FALCON, Rafael, Lo Afronegroide en el Cuento Puerto-riquenho. Miami: EUA: Ediciones Universales, 1993; COULON, Alain, Etnometodologia. Petrópolis (RJ): Editoras Vozes, 1995; SODRÉ, Muniz, Multiculturalismo. Rio de Janeiro: Editora DP&A, 1999; Idem, Claros e Escuros. Rio de Janeiro: Editoras Vozes, 1999; Idem, Samba - O Dono do Corpo. Rio de Janeiro: Editora Mauad, 1998; Idem, Reinventando la Cultura. Barcelona: Ediciones Gedisa, 1998; Idem, La Città e il Tempi. Roma: Editore Settimo Sigillo, 1998; Idem, Corpo de Mandinga. Rio de Janeiro: Editora Manati, 2002; Idem, Antropológica do Espelho. Petrópolis (RJ): Editoras Vozes, 2002; SHOHAT, Ella; STAM, Robert, Crítica da Imagem Eurocêntrica: Multiculturalismo e Representação. São Paulo: Editor Cosac Naify, 2006; DELEUZE, Gilles, A Imagem-tempo. São Paulo: Editora Brasiliense, 2007; Artigo: “Samba pour la France, de Delphine Coulin: Ubu et les Sans-papiers”. In: http://www.lemonde.fr/livres/article/2011/01/06; MALLEVOÜE, Delphine de, “Intouchables a Modifié le Regard sur le Handicap”. In: Le Fígaro. Paris, 7/11/2012; ALMEIDA, Gabriela Machado Ramos de, Ensaio, Montagem e Arqueologia Crítica das Imagens: Um Olhar à Série História (s) do Cinema de Jean-Luc Godard. Tese Doutorado. Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2015; OLIVEIRA, Janaína, “Kbela e Cinzas: O Cinema Negro no Feminino do Dogma Feijoada aos Dias de Hoje”. In: XX Festival de Cinema de Avanca. Portugal, 2016; entre outros.

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