sexta-feira, 6 de março de 2026

Armas na Mesa – Lobby, Ideologia & Suicídio Profissional Americano.

                    Lobby é questão de prever, de antecipar os movimentos de seus oponentes”. Miss Sloane   

       

Jessica Michelle Chastain nasceu em 24 de março de 1977, em Sacramento, Califórnia, filha de Jerri Renee Hastey (nascida Chastain) e do músico de rock Michael Monasterio. Seus pais eram adolescentes quando ela nasceu. Chastain reluta em discutir publicamente sua história familiar. Ela estava afastada de Monasterio, que morreu em 2013, e afirmou que nenhum pai consta em sua certidão de nascimento. Chastain tem duas irmãs e dois irmãos. Sua irmã mais nova, Juliet, morreu por suicídio em 2003, após anos de dependência química. Chastain foi criada em Sacramento por sua mãe e seu padrasto, Michael Hastey, um bombeiro. Sua família enfrentava dificuldades financeiras. Chastain disse que seu padrasto foi a primeira pessoa a fazê-la se sentir segura. Ela tem um forte laço com sua avó materna, Marilyn, e a considera alguém que “sempre acreditou em mim”. Chastain desenvolveu interesse pela atuação aos sete anos, depois que sua avó a levou a uma produção de José e o Incrível Manto Tecnicolor. Ela costumava apresentar peças amadoras com outras crianças e se considerava sua diretora artística. Como aluna da El Camino Fundamental High School em Sacramento, Estados Unidos da América, Chastain teve dificuldades acadêmicas. Ela era solitária e se considerava uma “desajustada na escola”, eventualmente encontrando uma válvula de escape nas artes cênicas. Ela descreveu como costumava faltar às aulas para ler Shakespeare, cujas peças a encantaram depois de participar do Festival Shakespeare de Oregon com seus colegas. 

Com muitas faltas escolares durante seu último ano do Ensino Médio, Chastain não se qualificou para a formatura, mas oportunamente obteve diploma para adultos. Ela frequentou o Sacramento City College de 1996 a 1997, período em que foi membro da equipe de debates da instituição. Ao descrever sua infância, ela recordou: - Eu cresci com uma mãe solteira que trabalhava muito para colocar comida na nossa mesa. Não tínhamos dinheiro. Havia muitas noites em que tínhamos que ir dormir sem comer. Foi uma criação muito difícil. As coisas não foram fáceis para mim enquanto crescia. Em 1998, Chastain concluiu seus estudos in statu nascendi na American Academy of Dramatic Arts e sua estreia nos palcos como Julieta em uma produção de Romeu e Julieta encenada pela Theatre Works, uma companhia da região da Baía de São Francisco. A produção a levou a fazer um teste para a Juilliard School, em Nova York, onde foi logo aceita e recebeu uma bolsa de estudos financiada pelo ator Robin Williams (1951-2014). Em seu primeiro ano na escola, Chastain sofreu de ansiedade e temia ser desligada, passando a maior parte do tempo lendo e assistindo a filmes. Mais tarde, ela comentou que sua participação em uma produção bem-sucedida de A Gaivota, durante seu segundo ano, ajudou a construir sua confiança. É uma peça de teatro do dramaturgo russo Anton Tchekhov (1860-1904). Ela se formou na escola com um diploma de Bacharel em Belas Artes em 2003. Em 2025, curiosamente, Chastain anunciou que estava matriculada em um programa de Mestrado em Administração Pública “de meio de carreira” na Harvard Kennedy School. 

Jessica Michelle Chastain é uma atriz e produtora norte-americana. Reconhecida principalmente por estrelar projetos com temas feministas, ela recebeu vários prêmios, incluindo um Oscar e um Globo de Ouro, além de indicações ao Primetime Emmy Award, dois Tony Awards e dois BAFTA. O feminismo alterou principalmente as perspectivas predominantes em diversas áreas da sociedade ocidental, que vão da cultura ao direito. As ativistas femininas fizeram campanhas pelos direitos legais das mulheres: direitos de contrato, direitos de propriedade, direitos ao voto, pelo direito da mulher à sua autonomia e à integridade de seu corpo, pelos direitos ao aborto e pelos direitos reprodutivos, incluindo o acesso à contracepção e a cuidados pré-natais de qualidade, pela proteção de mulheres e garotas contra a violência doméstica, o assédio sexual e o estupro, pelos direitos trabalhistas, incluindo a licença-maternidade e salários iguais, e todas as outras formas de discriminação. A revista Time a nomeou uma das 100 pessoas mais influentes do mundo em 2012. Chastain desenvolveu interesse pela atuação desde cedo e fez sua estreia profissional nos palcos em 1998 como Julieta, de Shakespeare. Após estudar atuação na Juilliard School, trabalhou na televisão e no teatro. Depois de estrear no cinema aos 31 anos no drama Jolene (2008), Chastain alcançou o sucesso com seis filmes lançados, incluindo os dramas Take Shelter (2011) e A Árvore da Vida (2011).                                 


Ela recebeu indicações ao Oscar por interpretar uma aspirante a socialite no drama de época Histórias Cruzadas (2011) e uma analista da Central Intelligence Agency (CIA) no thriller A Hora Mais Escura (2012). O maior sucesso comercial veio com os filmes de ficção científica: Interestelar (2014) e Perdido em Marte (2015), e o filme de terror It: Capítulo Dois (2019). Chastain recebeu ainda mais aclamação por interpretar mulheres de personalidade forte nos dramas Um Ano Muito Violento (2014), Miss Sloane (2016) e A Grande Jogada (2017), e na minissérie de televisão Cenas de um Casamento (2021). Ela passou a interpretar Tammy Faye Bakker na cinebiografia Os Olhos de Tammy Faye (2021), ganhando o Oscar de Melhor Atriz, e Tammy Wynette na minissérie George & Tammy (2022). Na Broadway, Chastain estrelou remontagens de “The Heiress” (2012) e “A Doll`s House” (2023). Esta lhe rendeu uma indicação ao Prêmio Tony de Melhor Atriz em Peça. Ela é fundadora da produtora Freckle Films, criada para promover a diversidade no cinema, e investidora do clube de futebol Angel City FC. É um clube de futebol feminino americano, com sede no BMO Stadium, localizado no bairro de Exposition Park, em Los Angeles, Califórnia. O clube, cuja criação foi anunciada em julho de 2020, juntou-se à Liga Nacional de Futebol Feminino em 2022. Tornou-se assim a 12ª equipe neste campeonato. 

Este é o primeiro time profissional de futebol feminino na área de Los Angeles desde o Sol de Los Angeles, que jogou no Futebol Profissional Feminino até 2010. Chastain se manifesta sobre questões de saúde mental, bem como sobre igualdade de gênero e racial. Ela é casada com o executivo de moda Gian Luca Passi de Preposulo e eles têm dois filhos. Miss Sloane tem como representação social um filme norte-americano de suspense político de 2016, dirigido por John Madden e escrito por Jonathan Perera, o filme é estrelado por Jessica Chastain no papel principal, o de uma lobista do bem, disposta a tudo para aprovar uma lei que limite o porte de armas de fogo. O filme também é estrelado por Mark Strong, Gugu Mbatha-Raw, Michael Stuhlbarg, Alison Pill, Jake Lacy, John Lithgow e Sam Waterston. A trama sociológica na esfera do poder acompanha Elizabeth Sloane, representando uma lobista incansável que “luta para aprovar leis de controle de armas”. O filme teve sua estreia mundial em 11 de novembro de 2016, no AFI Fest, e iniciou um lançamento limitado nos cinemas dos Estados Unidos da América em 25 de novembro de 2016, pela EuropaCorp, antes de expandir para um lançamento mais amplo em 9 de dezembro de 2016. Foi lançado na França em 8 de março de 2017. 

Recebeu críticas geralmente positivas, com a atuação extraordinária de “suicídio profissional” de Jessica Chastain muito elogiada. Miss Sloane arrecadou US$ 3,5 milhões nos Estados Unidos e Canadá e US$ 5,6 milhões em outros territórios, totalizando US$ 9,1 milhões em todo o mundo. O filme começou seu lançamento cinematográfico junto com as estreias de Office Christmas Party (2016) e The Bounce Back (2016), e a ampla expansão de Nocturnal Animals (2016). O filme foi projetado para arrecadar de US$ 2 a 4 milhões em seu fim de semana de estreia, mas acabou faturando US$ 1,73 milhão, em 11º lugar nas bilheterias. Elizabeth Sloane representa uma lobista implacável e viciada em trabalho que foi convocada a depor perante o senador Ronald Sperling em uma audiência no Congresso para responder a perguntas sobre possíveis violações das regras de ética do Senado durante seu período na empresa de lobby Cole Kravitz & Waterman, em Washington, D.C. Três meses e uma semana antes, a empresa de Sloane foi abordada por Bill Sanford, representante de fabricantes de armas, para liderar a oposição ao projeto de lei Heaton-Harris, que ampliaria a verificação de antecedentes na compra de armas, visando especificamente eleitoras. Sloane ridicularizou a ideia de Sanford e, posteriormente, foi procurada por Rodolfo Schmidt, chefe da empresa de lobby rival Peterson Wyatt, para liderar o movimento em apoio ao projeto. Sloane aceitou e levou consigo a maior parte de sua equipe, embora sua associada mais próxima, Jane Molloy, se recusasse a partir.

    

Na Peterson Wyatt, Sloane escolhe Esme Manucharian para conduzir a maioria das aparições da empresa na mídia, e eles começam a obter progressos significativos na conquista de votos para o projeto de lei. Sloane confronta Esme revelando que ela sobreviveu a “um tiroteio em uma escola”. Mesmo que Esme não queira divulgar a informação, Sloane revela o segredo dela durante um debate televisionado ao vivo. Mais tarde Esme é assaltada à mão armada ao sair de seu escritório. Mas seu agressor é morto a tiros por outro civil que portava uma arma legalmente. Os defensores do direito ao porte de armas capitalizam sobre esse evento, o que faz com que o projeto de lei Heaton-Harris perca apoio no Senado. Isso é agravado pela notícia da investigação do Senado sobre as práticas de lobby de Sloane. Retornando à audiência no Congresso, o Senador Sperling apresenta um formulário solicitando aprovação para viagem ao exterior de um Senador. O formulário foi preenchido por uma organização sem fins lucrativos, mas com a suposta caligrafia de Sloane, indicando que ela violou as normas de ética do Senado ao se envolver, como lobista, na organização da viagem dos congressistas. Em resposta a outras perguntas, Sloane jura sob juramento que “nunca praticou escutas telefônicas ilegais”.            

Em sua declaração final na audiência, Sloane admite que previa que a oposição poderia atacá-la pessoalmente caso o escritório Peterson Wyatt fizesse muito progresso com o projeto de lei Heaton-Harris que prevê maior rigor na legislação, visando uma política de controle de armas. Ela revela que tinha alguém (Molloy, seu ex-assistente) trabalhando secretamente para ela e que utilizou uma escuta telefônica – que gravou o senador Sperling aceitando subornos de seu ex-chefe, George Dupont. Dez meses depois, Sloane recebe a visita de seu advogado na prisão. O projeto de lei foi aprovado, Dupont e Sperling estão sob investigação, e ele solicitou sua libertação antecipada. Ele pergunta estrategicamente se valeu a pena o suicídio profissional, e ela responde: melhor do que suicídio profissional. A política de armas, na esfera política, uma área da política norte-americana definida por duas ideologias opostas primárias sobre a posse de armas civis. A ideologia é a relação imaginária do homem sobre suas condições reais de existência. As pessoas em geral que defendem o controle de armas apoiam o aumento das regulamentações relacionadas à posse de armas; as pessoas que defendem os direitos das armas apoiam a diminuição dos regulamentos relacionados à propriedade das armas. Esses grupos frequentemente discordam da interpretação de leis e processos judiciais relacionados a armas de fogo, bem como dos efeitos do regulamento sobre armas de fogo no crime e na segurança pública. 

Uma arma de fogo é um tipo específico de arma capaz de disparar um ou mais projéteis em série em alta velocidade através da ação pneumática provocada pela expansão de gases resultantes da queima de propelente de alta velocidade. Este processo de queima subsônica é tecnicamente conhecido como deflagração, em oposição a combustão supersônica conhecida como detonação. Em armas de fogo mais antigas, o propulsor era tipicamente a pólvora negra ou a cordite, mas armas de fogo modernas usam a pólvora sem fumaça de base simples ou dupla ou outros propelentes. A maioria das armas de fogo modernas, com a exceção das armas de alma lisa, tem canos raiados com ranhuras internas espiraladas, para dar giro em movimento helicoidal ao projétil visando melhor estabilidade ao voo do mesmo e consequentemente mais precisão a distâncias maiores. A munição, outro elemento distinto da arma, é imprescindível para o funcionamento da arma de fogo. Estima-se que os civis dos Estados Unidos da América possuam estatisticamente 393 milhões de armas de fogo, e que 35% a 42% das famílias no país tenham pelo menos uma arma. A legislação sobre armas, ou não legislação, nos Estados norte-americanos, é aumentada por interpretações judiciais da Constituição. Em 1791, os Estados Unidos adotaram a Segunda Emenda, e em 1868 adotaram a Décima Quarta Emenda. O efeito dessas duas emendas na política de armas foi objeto de decisões históricas da Suprema Corte dos EUA em 2008 e 2010, que mantiveram o direito dos indivíduos de possuir armas para autodefesa. 

Os Estados Unidos da América têm o maior número estimado de armas de fogo per capita, com 120,5 armas para cada 100 pessoas na sociedade norte-americana. A Segunda Emenda da Constituição dos Estados Unidos diz: “Uma milícia bem regulamentada, sendo necessária à segurança de um Estado livre, o direito do povo de manter e portar armas, não será infringida”. Os debates sobre a disponibilidade de armas de fogo e a violência armada nos Estados Unidos foram caracterizados por preocupações sobre o direito de portar armas, como as encontradas na Segunda Emenda à Constituição dos EUA, a responsabilidade do governo dos Estados Unidos de atender às necessidades de seus cidadãos e para prevenir crimes e mortes. Os partidários do regulamento de armas de fogo dizem que os direitos indiscriminados ou irrestritos às armas inibem o governo de cumprir essa responsabilidade e causam problemas de segurança. Os defensores dos direitos das armas promovem armas de fogo exatamente para autodefesa, incluindo segurança contra a tirania, além de atividades sociais de caça e esporte. Os defensores do regulamento de armas de fogo afirmam que restringir e rastrear o acesso às armas resultaria em comunidades mais seguras, enquanto os defensores dos direitos das armas afirmam que o aumento da posse de armas de fogo por cidadãos cumpridores da lei reduz o crime e afirma que os criminosos sempre tiveram acesso fácil a eles de armas de fogo.

Escólio: Jack Allan Abramoff, nascido em 28 de fevereiro de 1959, é um lobista, empresário, produtor de cinema, escritor e criminoso condenado. Ele esteve no centro de uma extensa investigação federal de corrupção, que resultou em sua condenação e na de outras 21 pessoas que se declararam culpadas, ou foram consideradas culpadas, incluindo os funcionários da Casa Branca J. Steven Griles e David Safavian, o representante dos EUA Bob Ney e outros nove lobistas e assessores do Congresso. Abramoff foi presidente do Comitê Nacional Republicano Universitário de 1981 a 1985, membro fundador da International Freedom Foundation, supostamente financiada pelo governo da Era do Apartheid da África do Sul, e atuou no conselho de diretores do National Center for Public Policy Research, um think tank conservador. De 1994 a 2001, foi um dos principais lobistas da empresa Preston Gates & Ellis e, posteriormente, da Greenberg Traurig até março de 2004. Após se declarar culpado no escândalo de lobby de Jack Abramoff contra os nativos americanos e em seus negócios com a SunCruz Casinos em janeiro de 2006, ele foi condenado a seis anos de prisão federal por fraude postal, conspiração para subornar funcionários públicos e evasão fiscal. 

Ele cumpriu 43 meses antes de ser libertado em 3 de dezembro de 2010. Após sua libertação da prisão, ele escreveu o livro autobiográfico Capitol Punishment: The Hard Truth About Washington Corruption From America`s Most Notorious Lobbyist, publicado em novembro de 2011. O lobby de Abramoff e os escândalos e investigações associados a ele foi tema de dois filmes, Casino Jack and the United States of Money, lançado em maio de 2010, e Casino Jack, lançado em 17 de dezembro de 2010, com Kevin Spacey estrelando como Abramoff. Após se formar em Brandeis, Abramoff candidatou-se à presidência do Comitê Nacional Republicano Universitário (CRNC). Após uma campanha que custou mais de US$ 11.000 e foi gerenciada por Grover Norquist, Abramoff venceu a eleição. Sua principal concorrente, Amy Moritz, foi persuadida a desistir; mais tarde, como Amy Ridenour, ela se tornou diretora fundadora do Centro Nacional de Pesquisa de Políticas Públicas e foi presenteada com diversas viagens financiadas por Jack Abramoff quando este era lobista federal. Abramoff “mudou a direção do comitê [universitário] e o tornou mais ativista e conservador do que nunca”, observa o CRNC. – “Não é nosso trabalho buscar a coexistência pacífica com a esquerda”, escreveu Abramoff, segundo o relatório anual do grupo de 1983. - “Nosso trabalho é removê-los do poder permanentemente”. Norquist atuou como executivo do Comitê Nacional dos Republicanos Universitários sob Abramoff, e Abramoff mais tarde recrutou Ralph Reed, um ex-presidente do capítulo dos Republicanos Universitários da Universidade da Geórgia, como estagiário não remunerado. De acordo com o livro de Reed, Active Faith, Reed apresentou Abramoff a Pamela Clarke Alexander, com quem Abramoff se casou.

Em agosto de 1984 como presidente do CRNC, Abramoff discursou na Convenção Nacional Republicana de 1984 em Dallas, que nomeou Ronald Reagan (1911-2004) como candidato do partido para a reeleição presidencial de 1984. Na CRNC, Abramoff desenvolveu alianças políticas com presidentes de capítulos republicanos universitários em todo o país, muitos dos quais ascenderam a cargos importantes na política e nos negócios em nível estadual e nacional, e alguns que posteriormente interagiram com Abramoff em sua função técnica de lobista. Algumas dessas relações estiveram posteriormente no cerne da investigação federal. Na CRNC, Abramoff, Norquist e Reed formaram uma aliança agressiva reconhecida como o “triunvirato Abramoff-Norquist-Reed”. Após a eleição de Abramoff, o trio expurgou os “dissidentes” e reescreveu os estatutos da CRNC para consolidar seu controle sobre a organização. De acordo com a biografia de Nina Easton, Gang of Five (2000), ele “executava as ordens de Abramoff-Norquist com eficiência implacável, sem se preocupar em esconder suas impressões digitais”. Em 1983, o CRNC aprovou uma resolução condenando a “propaganda deliberadamente plantada pela KGB (Komitet Gosudarstvennoy Bezopasnosti), ou Comitê de Segurança do Estado, foi a principal agência de segurança e inteligência da União Soviética, responsável por atividades de contraespionagem, coleta de informações, segurança interna e operações secretas em território estrangeiro e forças soviéticas por procuração” contra o governo da África do Sul, quando o governo do país estava sob críticas mundiais pelo apartheid. Em 1984, Abramoff e outros republicanos universitários formaram a USA Foundation, uma organização não partidária e isenta de impostos, que realizou dois dias de comícios em campi universitários por todo o país para celebrar o primeiro aniversário da invasão americana de Granada.

Em uma carta aos líderes republicanos dos campi na época, Abramoff escreveu: - Embora a Coalizão do Dia da Libertação Estudantil seja apartidária e destinada apenas a fins educacionais, não preciso dizer a vocês o quão importante este projeto é para nossos esforços como Republicanos Universitários. – “Estou confiante de que um estudo imparcial dos contrastes entre o fracasso de Carter/Mondale no Irã e a vitória de Reagan em Granada será muito esclarecedor para os eleitores 12 dias antes da eleição geral”. Em 1985, Abramoff juntou-se à Citizens for America, um grupo pró-Reagan que ajudou Oliver North a angariar apoio para os Contras na Nicarágua. A Citizens for America organizou uma reunião sem precedentes de líderes rebeldes anticomunistas, reconhecida como Internacional Democrática, em Jamba, Angola, que incluiu líderes dos mujahidin afegãos, da UNITA de Angola, dos Contras e de grupos de oposição do Laos. A conferência, em grande parte cerimonial, levou ao desenvolvimento da International Freedom Foundation. Abramoff ajudou a organizar a conferência e participou dela. 

Abramoff deixou posteriormente a Citizens for America quando o principal patrocinador da organização, Lewis Lehrman, um ex-candidato a governador de Nova York, concluiu que Abramoff havia gasto o dinheiro da organização de forma negligente. Em 1986, Reagan nomeou Abramoff para o Conselho Memorial do Holocausto dos Estados Unidos. Segundo o historiador Saul Cornell, quando aprovou algumas das primeiras leis de controle de armas, começando com a lei de Kentucky para “coibir a prática de portar armas escondidas em 1813”. Houve oposição e, como resultado, a correta interpretação individual da Segunda Emenda começou e cresceu em resposta direta a essas leis iniciais de controle de armas, de acordo com esse novo “espírito generalizado de individualismo”. Como observado por Cornell, “ironicamente, o primeiro movimento de controle de armas ajudou a dar origem à primeira ideologia de direitos de armas autoconsciente construída em torno de um direito constitucional de autodefesa individual”. A interpretação individual correta da Segunda Emenda surgiu historicamente pela primeira vez em Bliss v. Commonwealth (1822), que avaliou o direito de portar armas em defesa de si e do Estado, de acordo com a Seção 28 da Segunda Constituição de Kentucky (1799). O direito de portar armas em defesa de si e do Estado foi interpretado como um direito individual, no caso de uma bengala escondida. Este caso foi descrito como “um estatuto que proíbe o transporte de armas ocultas [que] violou a Segunda Emenda”. A primeira decisão do tribunal estadual relevante para a questão do “direito de portar armas” foi Bliss v. Commonwealth

O tribunal de Kentucky sustentou que “o direito dos cidadãos de portar armas em defesa de si mesmos e do Estado deve ser preservado inteiro”. Saul Cornell é o titular da Cátedra Paul e Diane Guenther de História Americana na Universidade Fordham. Ele foi professor de história na Universidade Estadual de Ohio e diretor do Centro de Pesquisa da Segunda Emenda no Instituto John Glenn. Ele recebeu um doutorado da Universidade da Pensilvânia em 1989 e é uma autoridade no pensamento constitucional americano inicial. Ele é o autor de The Other Founders: Anti-Federalism and the Dissenting Tradition in America (1999), pelo qual ganhou o Prêmio Cox de Livro de 2001, e de A Well-Regulated Militia: The Founding Fathers and the Origins of Gun Control in America (2006). Ele também é coautor de muitas outras publicações, incluindo o livro didático Visions of America: A History of the United States (2009). Recentemente, ele escreveu um artigo no Salon sobre o tiroteio de Tucson em 2011 e o controle de armas. Além de escrever livros, ele contribuiu para inúmeros pareceres de amicus curiae em casos judiciais envolvendo a 2ª Emenda. Mais notavelmente, ele é coautor de um parecer de amicus curiae em apoio à proibição de armas de fogo em Washington DC, apresentado em District of Columbia v. Heller, e New York State Rifle & Pistol Association Inc. v. Bruen. Também durante a Era Jacksoniana, surgiu a primeira interpretação do direito coletivo (ou direito do grupo) da Segunda Emenda. Em State v. Buzzard (1842), o tribunal superior do Arkansas adotou um direito político baseado em milícias, lendo o direito de portar armas de acordo com a lei estadual e sustentou a 21ª seção do segundo artigo da Constituição do Arkansas que declarou: “que os homens brancos livres deste Estado terão o direito de manter e portar armas em defesa comum” enquanto rejeitam uma contestação a um estatuto que proíbe a progressão sobre o porte de armas ocultas.

            A Era Jacksoniana durou das eleições de 1828 até a década de 1850, quando a escravidão se tornou o tema central da política estadunidense que acabou precipitando uma violenta guerra civil nos Estados Unidos que mudaria dramaticamente a política no país. As políticas de Andrew Jackson se tornaram populares logo em seguida a era denominada sociologicamente “democracia jeffersoniana”. Quando o Partido Democrata-Republicano dos jeffersonianos começou se fracionar na década de 1820, os apoiadores de Jackson começaram a formar as bases do atual Partido Democrata. Eles combateram os rivais reconhecidos como Partido Adams e os Anti-Jacksonianos, sendo que estas duas facções acabaram se fundindo e criando o Partido Whig. Mais amplamente, o termo “democracia jacksoniana” se popularizou durante a Era do “Sistema de Segundo Partido” (1830-1854) e caracterizou o espírito democrático de seu tempo. Pode ser contrastado com as características da “democracia jeffersoniana”. A política de igualdade de Jackson mirava acabar com o que ele definia como o “monopólio” do governo pelas elites. Jeffersonianos se opunham às elites também, mas favoreciam os homens mais educados e instruídos, enquanto os jacksonianos davam pouco atenção a estes, preferindo o homem comum. Os Whigs eram os herdeiros da democracia jeffersoniana em termos de promover escolas e faculdades. Antes mesmo da Era Jacksoniana começar, o direito a voto (sufrágio) havia sido estendido para todos os cidadãos brancos adultos, algo que os jacksonianos comemoraram. Em contraste com a Era jeffersoniana, a democracia jacksoniana promovia o fortalecimento da presidência e do poder executivo às custas do Congresso, enquanto também tentavam aumentar a participação popular no governo. 

Os jacksonianos exigiam eleições para juízes e reescreveram várias constituições estaduais para refletir seus valores. No âmbito nacional, eles defendiam a expansão territorial, justificando isso nos termos do Destino Manifesto. Havia também um consenso entre os jacksonianos e os Whigs que confrontamento a respeito da questão da escravidão deveria ser evitado. A expansão da democracia de Jackson era limitada a americanos descendentes de europeus e o direito a voto deveria ser apenas de homens brancos adultos. Não havia muito progresso proposto para os afro-americanos, em alguns casos, houve retrocessos. O tribunal superior do Arkansas declarou “que as palavras uma milícia bem regulamentada é necessária para a segurança de um Estado livre e as palavras defesa comum mostram claramente a verdadeira intenção e significado dessas Constituições e provar que é um direito político e não individual e, é claro, que o Estado, em sua capacidade legislativa, tem o direito de regulamentá-lo e controlá-lo: sendo esse o caso, então o povo, nem individual nem coletivamente, tem o direito de manter e portar armas. 

Os influentes Commentaries on the Law of Statutory Crimes (1873), de Joel Prentiss Bishop (1814-1901) adotaram a interpretação baseada na milícia de Buzzard, uma visão que Bishop caracterizou como a “doutrina do Arkansas”, como a visão ortodoxa do direito de portar armas na lei americana. Os dois primeiros casos de tribunais estaduais, Bliss e Buzzard, estabeleceram a dicotomia fundamental na interpretação da Segunda Emenda, isto é, se ela garantiu um direito individual versus um direito coletivo. O cinema feminista, que defende ou ilustra as perspectivas feministas, surgiu em grande parte com o desenvolvimento da filmografia feminista nos anos 1960 e início dos anos 1970. As mulheres foram radicalizadas durante a década de 1960 pelo debate político e pela chamada liberação sexual; mas o fracasso do radicalismo em produzir alterações profundas para as mulheres galvanizou-se para formar grupos de conscientização e começou a analisar, a partir de diferentes perspectivas, a construção do cinema feminista. As diferenças foram particularmente acentuadas entre as feministas de ambos os lados do Atlântico. Em 1972, aconteceram os primeiros festivais de cinema feminista nos Estados Unidos e no Reino Unido, bem como a primeira revista de cinema feminista, a Women and Film. Teóricas deste período incluem Claire Johnston e Laura Mulvey, que também organizaram eventos feministas no Festival Internacional de Cinema de Edimburgo. Entre outras teóricas que tiveram um impacto poderoso no cinema feminista estão Teresa de Lauretis. Argumentou-se que há duas abordagens distintas para o cinema independente e teoricamente inspirado pelo feminismo. Preocupa-se pela “desconstrução”, com uma análise e uma quebra dos códigos do cinema mainstream, com o objetivo de criar uma relação diferente entre o espectador e o cinema dominante.

A segunda abordagem, uma contracultura feminista, encarna a escrita feminina para investigar uma linguagem cinematográfica especificamente feminina. Algumas recentes críticas das abordagens feministas no cinema têm-se centrado em torno de um sistema de classificação sueco chamado teste de Bechdel. Durante o período entre as décadas de 1930 e 1950, o apogeu dos grandes estúdios de Hollywood, a condição social das mulheres na indústria era péssima e, embora muito o cenário tenha melhorado, muitos argumentam que ainda há muito a ser feito nesta área de conhecimento. Dos filmes de arte de Sally Potter, Catherine Breillat, Claire Denis e Jane Campion, até os filmes de ação de Kathryn Ann Bigelow é uma cineasta norte-americana que se tornou a primeira mulher a ganhar um Óscar de melhor direção por The Hurt Locker,  as mulheres agora são muito mais conscientes da diferença social de gênero ainda persistente no mundo cinematográfico. O movimento feminista efetuou mudanças na sociedade ocidental, incluindo o sufrágio feminino; maior acesso à educação; salários mais equitativos com os dos homens; o direito de iniciar o processo de divórcio; o direito da mulher de tomar decisões individuais relativas à gravidez incluindo o acesso aos contraceptivos e ao aborto; e o direito de propriedade. A partir da década de 1960, a campanha pelos direitos das mulheres foi recebida com resultados mistos nos Estados Unidos e no Reino Unido.

 Outros países da Comunidade Econômica Europeia (CEE) concordaram em garantir que leis discriminatórias seriam suprimidas em toda a Comunidade Europeia. Algumas campanhas feministas também ajudaram a promover atitudes de reforma para o abuso sexual infantil. A visão de que as moças levam os homens a ter relações sexuais com elas foram substituídas pela responsabilidade dos homens pelo seu próprio comportamento, caso os homens fossem adultos. Nos Estados Unidos, a Organização Nacional das Mulheres começou em 1966 para ajudar a conquistar a igualdade das mulheres, nomeadamente através da Emenda de Direitos Iguais, que não foi aprovada, apesar de alguns estados terem promulgado suas próprias leis sobre o tema. Os direitos reprodutivos em nos Estados Unidos centraram-se na decisão judicial no caso Roe v. Wade`, enunciando o direito da mulher de escolher se quer levar uma gravidez até o fim. As mulheres ocidentais ganharam o um controle de natalidade mais confiável, o que permitiu o planejamento familiar e de suas carreiras profissionais. Nos Estados Unidos, o movimento começou na década de 1910 sob Margaret Sanger (1879-1966) e em outros lugares sob Marie Stopes (1880-1958). Nas últimas três décadas do século XX, as mulheres ocidentais conquistaram uma nova liberdade através de controle de natalidade, que permitiu às mulheres planejar sua vida adulta, muitas vezes abrindo caminho tanto a carreira quanto para a família. A divisão do trabalho dentro das famílias foi afetada pelo aumento da entrada das mulheres no local de trabalho.

A socióloga Arlie Russell Hochschild uma professora universitária, feminista e socióloga estadunidense descobriu que, em casais onde ambos trabalham, homens e mulheres, em média, gastam quantidades iguais de tempo de trabalho, mas as mulheres ainda gastam mais tempo com o domínio das tarefas domésticas, embora Cathy Young tenha argumentado que as mulheres acabam por evitar a “igualdade de participação dos homens em tarefas domésticas e parentais”.  Judith K. Brown, uma antropóloga norte-americana renomada por suas contribuições pioneiras para a antropologia feminista, particularmente no estudo intercultural dos papéis de gênero, dos percursos de vida das mulheres e da violência doméstica escreve: “as mulheres são mais propensas a fazer uma contribuição substancial quando as atividades de subsistência têm as seguintes características: quando o participante não é obrigado a estar longe de casa; as tarefas são relativamente monótonas e não exigem concentração extasiada; e o trabalho não é perigoso, pode ser realizado, apesar de interrupções, e pode ser facilmente interrompido, uma vez reiniciado”. No direito internacional, a Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres (1981) é uma convenção internacional adotada pela Assembleia Geral das Nações Unidas e é descrita como uma declaração internacional dos direitos das mulheres. Ela entrou em vigor nos países que a ratificaram.

Os defensores da linguagem de gênero neutro argumentam que a utilidade de uso da linguagem específica de gênero, muitas vezes, implica a superioridade masculina ou reflete um estado desigual da sociedade. A teologia feminista representa um movimento que reexamina as tradições, práticas, escrituras e teologias das religiões a partir de uma perspectiva feminista. Alguns dos objetivos da teologia feminista incluem o aumento do papel das mulheres no clero e nas autoridades religiosas, reinterpretando imagens de dominação masculina e da linguagem sobre Deus, determinando o lugar das mulheres em relação à carreira e da maternidade e estudando imagens de mulheres em textos religiosos considerados sagrados.  As ideias de J. J. Bachofen e Robert Graves, e posteriormente de Walter Burkert, Jane Ellen Harrison, James Mellart, Sir Arthur Evans, Joseph Campbell, Erich Neumann sobre uma religião matriarcal e um período da história da humanidade cuja estrutura social teria sido baseada num determinado matriarcado, foram incorporadas pelo feminismo dos anos 1970 por autores como Merlin Stone (1931-2011), que estudou as estatuetas de Vênus do Paleolítico como evidências de uma religião matriarcal desde a pré-história até as civilizações antigas do politeísmo pré-helênico. Merlin Stone, autora de When God Was a Woman (1976) e Marija Gimbutas (1921-1994) são chamadas com razão de autoras do ramo científico da arqueologia feminista da década de 1970.

A obra The Civilization of the Goddess (1989) tornou-se um trabalho padrão para a teoria de um patriarcado e “androcracia” que teria surgido na Idade do Bronze, substituindo o Neolítico centrado no culto da Deusa mãe. Stone apresenta uma religião matriarcal como envolvendo o culto universal da serpente associado à mulher e como um símbolo fundamental de sabedoria espiritual, fertilidade, vida e força. O feminismo cristão é, last but not least, um ramo da teologia feminista, que procura interpretar e compreender o cristianismo à luz da igualdade de mulheres e homens e que essa interpretação é necessária para uma completa compreensão do cristianismo. Embora não haja um padrão estabelecido de crenças entre as feministas cristãs, a maioria concorda que Deus não discrimina com base em sexo e estão envolvidas em torno de questões como a ordenação de mulheres, a dominação masculina e o equilíbrio da parentalidade no matrimônio cristão, além de reivindicações de deficiência moral, a inferioridade das mulheres em relação aos homens e o tratamento geral das mulheres dentro da igreja cristã.

As feministas islâmicas defendem os direitos das mulheres, igualdade de gênero e a justiça social fundamentada dentro de uma estrutura secular islâmica. Os defensores pretendem evidenciar os ensinamentos profundamente enraizados de igualdade no Alcorão e incentivar um questionamento da interpretação patriarcal do ensinamento islâmico através do Alcorão, hadith (ditos de Maomé) e da sharia (lei) para a criação de uma sociedade mais igualitária e justa. Embora enraizada no islamismo, os pioneiros do movimento utilizaram discursos feministas seculares e ocidentais e reconhecem o papel do feminismo islâmico como do movimento feminista global integrado. O feminismo judaico é um movimento que visa melhorar o estado religioso, jurídico e social das mulheres dentro do judaísmo e para abrir novas oportunidades para a experiência religiosa e liderança para as mulheres judias. As principais questões para as feministas judias no início desses movimentos foram a exclusão do grupo de oração apenas para homens, a incapacidade das mulheres para serem testemunhas e o divórcio. O feminismo ateísta tem se engajado na crítica feminista da religião, argumentando que muitas religiões têm regras opressivas em relação às mulheres e temas e elementos misóginos em textos religiosos.

Bibliografia Geral Consultada.

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