sábado, 11 de fevereiro de 2017

História de Licaão - Ritos & Mitos em Torno do Lobisomem.

 Ubiracy de Souza Braga

                                                                               “Você não é um monstro, é um lobisomem”. Teen Wolf 

                       
Lobisomem, ou tecnicamente licantropo, deriva do nome do rei mítico Licaão. Segundo As Metamorfoses de Ovídio, Licaão, o rei da Arcádia, serviu a carne de Árcade, e Zeus a este como castigo, transformando-o em lobo (Met. I. 237). Um dos personagens mais famosos foi o pugilista Arcádio Damarco Parrásio, herói olímpico que assumiu a forma de lobo nove anos após um sacrifício a Zeus Liceu, lenda atestada pelo geógrafo Pausânias. Segundo lendas contemporâneas, “para matar um lobisomem é preciso acertá-lo com artefatos feitos de prata”. É um ser lendário, com origem em tradições europeias, segundo as quais, um homem se transforma em lobo ou em algo semelhante a um lobo em noites de lua cheia, só voltando à forma humana após o amanhecer. Tais lendas são muito antigas e encontram a sua raiz na mitologia grega. Os mitos subsistiram porque os escritores antigos contaram e recontarm as histórias dos deuses e heróis em poesias, prosas e peças de teatro.    
Licaão era filho de Pelasgo, primeiro rei da Arcádia. Segundo os árcades de cerca do século II d. C., Pelasgo foi o primeiro morador da Arcádia, mas Pausânias critica esta descrição, porque ele não poderia ser rei sem ter súditos. Pseudo-Apolodoro dá duas versões sobre sua origem étnico-histórica. Na primeira narrativa, segundo Acusilau, ele era filho de Zeus e Níobe (filha de Foroneu); mas no segundo caso, na interpretação de Hesíodo, ele era autóctone. Pelasgo foi notável por seus inventos e pela introdução de vários hábitos alimentares. Durante seu tempo, a Arcádia foi chamada de Pelasguia. Ele foi sucedido por seu filho Licaão. Segundo Pseudo-Apolodoro, a mãe de Licaão era Melibeia, filha de Oceano ou Cilene (ninfa). Após abandonar a vida selvagem, com disciplina se tornou um homem culto e extremamente religioso. Ao fundar sua cidade, chamada Licosura, Licaão construiu um altar para Zeus. Mas seu fanatismo religioso o levou a realizar sacrifícios humanos. Assim, todo o respeito que havia conquistado durante sua vida se perdeu. Mesmo assim, Licaão continuava com suas práticas, chegando a sacrificar alguns estrangeiros que chegavam até sua casa.
                                
           
Zeus, ao saber das práticas de Licaão, desenvolveu repulso por elas, se disfarçou de peregrino e foi até a presença do homem, hospedando-se em seu palácio. Embora Licaão estivesse disposto a sacrificar o visitante, por meio de um sinal dos deuses, foi alertado de que seu hóspede poderia ser um dos deuses do Olimpo, mas era necessário se certificar disso. Portanto, o rei teve a ideia de servir ao hóspede a carne de um dos escravos. Furioso ao saber disso, Zeus puniu Licaão transformando-o em lobo e incendiando seu palácio. Além disso, Zeus ficou sabendo que os filhos de Licaão - cerca de cinquenta - eram tão cruéis quanto o pai. Então, usando a mesma artimanha, Zeus se infiltrou no palácio dos Licaônidas e, ao comprovar que os homens haviam matado o próprio irmão, Níctimo, a fim de servir suas entranhas misturadas as de animais, castigou todos da mesma forma. Etimologicamente o licantropo dos gregos é idêntico na representação do “Versipélio” dos romanos, o “Volkodlák” dos eslavos, o “Werewolf” ou “Dracopyre” dos saxões, o “Werwolf” dos alemães, o “Óboroten” dos russos, o “Hamtammr” dos nórdicos, o “Loup-garou” dos franceses, o “arbac-apuhc” da Península Ibérica, o “Lobisomem” dos brasileiros e da América Central e do Sul, com suas reinterpretações de “Lubiszon”, “Lobisomem”, “Lubishome”; assim como nas lendas e mitologia, como ocorre com os lobisomens lituanos onde “trata-se sempre da crença na metamorfose humana em lobo, por um castigo divino”. 
Os lobisomens lituanos, lembra Ginzburg (1998: 51 e ss.), não são os únicos a combater o diabo para preservar as colheitas; assim procedem também os lobisomens alemães, os quais porém não fazem parte da companhia dos primeiros, seguindo para um inferno particular ; e o mesmo fazem os lobisomens russo, que, naquele ano e no anterior, tinham garantido à sua terra uma colheita próspera e abundante. Com efeito, quando os lobisomens conseguem arrancar do diabo as sementes de trigo roubadas, lançam-nas ao ar para que caiam sobre a terra, sobre os campos dos pobres e sobre os dos ricos. Nesse aspecto, como era compreensível, os juízes tenta arrancar de Thiess a admissão de ter feito um pacto com o diabo. Inutilmente o velho repete, com monótona obstinação, que ele e os seus companheiros são cães de Deus e inimigos do diabo, que eles protegem os homens dos perigos garatem a prosperidade das colheitas. O pároco é chamado para admoestá-lo e tentar fazê-lo abandonar os eros e as mentiras diabólicas com as quais tentou ocultar os próprios pecados. Mas essa tentativa também é inútil. Numa explosão de cólera, Thiess gritas para o pároco que está farto de ouvir falar das suas obras más. Assim, o velho persiste nas suas convicções e recusa arrepender-se; a 10 de outubro de 1692, é condenado a dez chibatadas pelas superstições e idolatrias cometidas de que se tornara culpado. 
Este representou um longo período histórico de prosperidade e paz (Pax Britannica) para o povo britânico, com os lucros adquiridos a partir da expansão do Império Britânico no exterior, bem como o auge e consolidação da Revolução Industrial e o surgimento de novas invenções. Isso permitiu que uma grande e educada classe média se desenvolvesse. Três grandes fontes do pensamento moderno foram forjadas durante a Era Vitoriana: Charles Darwin, que descobriu que o homem encontra-se na origem da espécie, Freud que descobriu que o homem não detém o centro de sua individualidade e Marx, que descreveu do ponto de vista materialista e histórico, que os homens fazem a história, mas sob condições determinadas. Apesar dos seus impulsos de modernização teórica e histórica na ciência, na Psicologia e na História no mergulho no indivíduo e na dinâmica econômica, das sociedades globalizadas, esta Era foi demarcada igualmente por rígidos costumes, um moralismo social e sexual atroz, exegese de fundamentalismo religioso e exploração de sobre-trabalho burguês capitalista.  Alguns estudiosos poderiam estender o início do período, na análise comparada à época da aprovação do Ato de Reforma de 1832, como a marca do início de uma nova historicidade cultural. Melhor dizendo, se a relacionarmos por eventos cíclicos, a era vitoriana foi precedida pela era da regência ou período georgiano e antecedeu o período dito Eduardiano.
              A segunda metade da Era vitoriana coincidiu com a primeira parte da Belle Époque, ocorrido principalmente na Europa continental. Ao final do século, as políticas do novo imperialismo levaram ao aumento de conflitos coloniais e posteriormente, à Guerra Anglo-Zanzibari e a Guerra dos Bôeres na África. Internamente, a política se tornou cada vez mais liberal, com uma série de mudanças graduais na direção de reformas políticas e ao alargamento dos direitos do voto. A sociedade civil da era vitoriana era pródiga em moralismos e disciplina, com preconceitos rígidos e proibições severas. Os valores vitorianos podiam classificar-se como puritanos, e na época a poupança, a dedicação ao trabalho, a defesa da moral, os deveres da fé e o descanso dominical eram considerados valores de grande importância. Os homens dominavam, tanto em espaços públicos, como em privado e as mulheres deviam ser submissas e dedicar-se em exclusivo à manutenção do lar e à educação dos filhos. Existem vários exemplos de como a sociedade levava a moralidade ao extremo, mas um dos mais infames foi a condenação de Oscar Wilde e de Lord Alfred Douglas a dois anos de trabalhos forçados por sodomia, por terem mantido um caso amoroso. Após o julgamento, Oscar Wilde foi condenado a dois anos de trabalhos forçados na prisão de Reading, por prática denominada de “indecência grave”. 
 A acusação se baseava numa emenda ao Código Penal que “visava a proteger moças de ataques sexuais e prostituição”. Mas, a Lei acaba tendo orientação para outra direção, mas se propositalmente foi para melhor, em termos de liberdade, que por causa dos seus termos vagos, a emenda abrangeu “atos indecentes” em geral, nos quais se incluíam de modo privilegiado as relações sociais entre pessoas do mesmo sexo, ainda que adultas e consensuais. Cumprida a pena e libertado em maio de 1897, Oscar Wilde partiu diretamente para o exílio em Paris, falido, solitário e fisicamente destroçado. Aí viveu ajudado por amigos, morando em hotéis baratos, até sua morte em 30 de novembro de 1900, aos 46 anos. Foi inicialmente enterrado como indigente. Ainda durante o julgamento, sua família abandonara a Inglaterra, indo à Suíça, onde seus filhos tiveram o sobrenome Wilde substituído por Holland, para fugir da desonra.              
Talvez tenha sido esta moralidade acentuada que levou o psicanalista Jacques Lacan a dizer que sem a rainha Vitória não teria existido a psicanálise, uma vez que foi ela que fez com que fosse necessário o que Lacan apelidou de “despertar”. O despertar é um termo empregado por Lacan, mas como sabemos, é também um termo utilizado por Freud. Mais do que isso, se compreendermos que esse termo parece designar o cerne do que está em jogo na experiência psicanalítica. Do que a psicanálise é uma experiência do despertar, então, cabe logo indagar? Um despertar para o mais-além do sentido narcísico e, logo, imaginário. E sabemos que o sentido está precisamente no cerne do discurso da neurose individual e da neurose coletiva que, para Freud, representa a religião. Certas condições sociais como a preguiça e o vício estavam vinculadas à pobreza e o sexo era alvo de repulsa social, uma vez que era associado a paixões e o seu caráter animalesco provinha da carne e do gozo no sentido preconceituoso e nefasto da religião.
     Por estas razões, considerava-se que a castidade era uma virtude que devia ser protegida moralmente. A insatisfação feminina, em qualquer circunstância era considerada um distúrbio de ansiedade, tratado com medicamentos, psicoterapia e assim por diante.  Se a mulher tivesse recursos, financeiros era tratada por um “especialista” que a estimulava sexualmente com o uso das suas mãos. A refilmagem de “O Lobisomem”, datado de 1941 que marcou época junto aos outros grandes momentos da cinematografia, segue à risca a “cartilha da licantropia” (2010). A trama reinventa situações, mas aproveita personagens e o cenário do filme original. Na Inglaterra Vitoriana, o famoso ator dos palcos Larry Talbot (Benicio del Toro) retorna ao castelo de seu pai (Anthony Hopkins), no País de Gales, em busca de seu irmão desaparecido. Ele responde ao apelo da cunhada (Emily Blunt), desesperada por notícias do noivo. Ao terminar sua viagem, porém, ele descobre que chegou tarde - e as circunstâncias históricas e sociais que cercam a morte estão repletas de mistério. Larry decide então investigar o caso, tendo em vista os indícios, mas depara-se com a memória de antiga maldição em curso, o que envolve uma mítica e aterradora fera.
De acordo a lenda, o Lobisomem é um ser que seria resultado de uma oração poderosa feita numa noite de sexta-feira, de preferência de Lua Cheia, num estábulo ou cocheira de burro ou cavalo, no qual a pessoa rola no local como se fosse o animal, dizendo a reza e é feita como pacto com entidades malignas. Em algumas regiões, a transformação em Lobisomem acontece numa noite de sexta-feira, sempre meia noite numa encruzilhada, onde repetindo os atos de um cavalo rolando no chão, a pessoa transforma-se.Na trama, um homem retorna ao castelo de seu pai no País de Gales, conhece uma linda mulher, mas, numa noite fatídica, é mordido por um lobisomem e começa a viver uma sofrida maldição. O roteiro de Andrew Kevin Walker e David Self dá mais profundidade à história original de Curt Siodmak, estabelecendo relações entre a maldição e o passado da família Talbot. O diretor Joe Johnston também atualiza o tipo de horror da produção. E surpreendentemente o faz com homenagens explícitas ao natural cinema de terror, com uma mistura empolgante de cenas clássicas, sequências estilosas modernas, alguns sustos gratuitos e uma boa dose de gore
   Em tempos em que lobisomens “adolescentes” não conseguem passar uma cena sequer sem tirar a camisa para exibir seus abdomens reproduzidos em academias, um lobisomem vestido como cavalheiro vitoriano e agindo com a ferocidade e selvageria esperadas de uma criatura desse tipo - eviscerando, decapitando e devorando suas vítimas - é algo mais que bem-vindo nas telonas. Mas como não poderia deixar de ser, porém, a produção mantém a fórmula do interesse romântico com a presença marcante de Emily Blunt. Sua participação no filme desconstrói a identificação masculina com o público que aparentemente repousa nos talentos tanto de Benicio del Toro quanto de reconhecimento de Anthony Hopkins. Todas as interações sociais entre os três são extremamente carregadas, ora de velada preocupação, ora de tensão estimulada pela violência metamorfoseada entre a condição animal e humano. Vê-los interagindo é a melhor parte do filme revelada nas aparições do “lobo-homem”, criado pelo mestre dos efeitos especiais práticos e maquiagem Rick Baker.
  Não queremos perder de vista que a ciência considera que o universo do vivido seja regido por leis matemáticas e busca destacá-las, o que é o oposto de buscar produzir mera quantificação da experiência. A própria ideia de medir supõe um protocolo para que se crie a medição. Em vez de um Homem (cf. Vieira, 2012), situado pelos valores e sentidos da tradição, tal como Carlo Ginzburg visa a resgatar, em Freud, encontramos uma casa vazia, ponto de convergência dos determinantes estruturais de uma história que são retomados um a um por Freud e entrecruzados na complexa trama que constitui a história clínica de Serguei Pankejeff. Tudo converge para os lobos, e destes, para a construção da cena primitiva. Em uma lista aleatória e nada exaustiva, podemos citar: abrir os olhos, posição erguida do pai, abre-se a janela, olhar, posição anal erótica, ser olhado, lobo sem rabo, lobo erguido (angústia), te como, sexo como violência, órgãos sexuais dos pais, ser devorado, lobo sobre a árvore, os sete cabritinhos, lobo sob a árvore, lobos tranquilos, movimento violento, voyeurismo, mãe dos cabritinhos, imobilidade, árvore de natal, seis ou sete lobos, gozo na posição feminina, angústia de morte, angústia de castração, ovelhas mortas, investigações sexuais, malária, cães pastores etc.     
      Enfim, para sermos breves, o diretor do filme, Joe Johnston, é um cineasta norte-americano. Também foi o designer criador da nave Millennium Falcon e da armadura de Boba Fett de Star Wars enquanto trabalhou para a ILM nos anos 1970 que evita a repetição que tem ocorrido nos filmes reinterpretados: ele não atualiza a história. Nada de passar a história para a moderna Inglaterra. E nada de mudar a história para agradar plateias mais novas. “The wolfman” é um filme do gênero considerado “terror clássico”, com maquiagem e muito sangue. O ano é 1891. Lawrence Talbot (Benicio Del Toro) recebe a noiva de seu irmão (Emily Blunt), que pede para ajudá-la a encontrar seu noivo desaparecido. Ele volta para a sinistra cidade de Blackmoor, uma dessas cidades do interior, onde ele encontra com o também sinistro, Sir John Talbot (Anthony Hopkins), seu pai. Tudo que resta é uma carcaça mutilada. Nada presumivelmente humano, contrariando Nietzsche, que poderia ter feito aquele trabalho horrível. A única coisa que resta a ser feita é achar a fera que presumivelmente fez isso.
Bibliografia geral consultada.
HESSE, Hermann, O Lobo da Estepe. Lisboa: Edições Afrontamento, 1982; GINZBURG, Carlo, Os Andarilhos do Bem: Feitiçaria e Cultos Agrários nos Séculos XVI e XVII. São Paulo: Editora Companhia das Letras, 1988; WHITROW, Gerald James, O Tempo na História: Concepções do Tempo da Pré-história aos Nossos Dias. Rio de Janeiro: Editor Jorge Zahar, 1993; ELIADE, Mircea, Mefistófeles e o Andrógino: Comportamentos Religiosos e Valores Espirituais Não-Europeus. São Paulo: Editora Martins Fontes, 1999; GAY, Peter, The Bourgeois Experience: Victoria to Freud. Oxford University Press, 1984-1989; BURTON, Antoinette, Politics and Empire in Victorian Britain: A Reader. Palgrave Macmillan Editor: 2001; EGUTI, Claricia Akemi, A Oralidade de José Cândido de Carvalho em O Coronel e o Lobisomem. Tese de Doutorado. Programa de Pós-Graduação em Filologia e Língua Portuguesa do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. Universidade de São Paulo, 2008; MARTINS, Marcel, O Eurocentrismo nos Programas Curriculares de História do Estado de São Paulo: 1942-2008. Dissertação de Mestrado em Educação. São Paulo: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 2012; WEIDUSCHADT, Patrícia, A Revista O Pequeno Príncipe e a Formação Educativa Religiosa Luterana no Contexto Pomerano em Pelotas - RS (1931-1966). Tese de Doutorado. Programa de Pós-Graduação em Educação. São Leopoldo: Uiversidade do Vale dos Sinos, 2012; RIBEIRO, Angelita Soares, Bruxas, Lobisomens, anjos e Assombrações na Costa Sul da Lagoa dos Patos - Colônia 23. Pelotas: Etnografia, Mitologia, Gênero e Políticas Públicas. Dissertação de Mestrado em Ciências Sociais. Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais. Universidade Federal de Pelotas, 2012; VIEIRA,  Marcus André, “Homem dos Lobos: A Atualidade dos Casos Clínicos Freudianos”. In: Psicol.cien.prof. Volume 32, nº 3. Brasília, 2012; ARANTES JUNIOR, Edson, Os Usos Políticos da Narrativa Mítica em Luciano Samósata: Aspectos do Regime de Memória Romano (séc. II D. C.). Tese de Doutorado em História. Programa de Pós-graduação em História. Goiânia: Universidade Federal de Goiás, 2014; PFÜTZENREUTER, Filipe Marchioro, Entre o Utilirário-Pedagógico e o Poético-Emancipatório: O Diabo dos Irmãos Grimm e suas Projeções sobre o Leitor. Tese de Doutorado. Programa de Pós-Graduação em Literatura. Florianópolis: Universidade Federal de Santra Catarina, 2014; CERRI, Luis Fernando, “Um lugar na História para a Didática da História”. In: História & Ensino. Londrina, vol.23, nº1, pp.11-30, jan./jun. 2017; entre outros.

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