sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Times Square – Sétima Avenida, História Social & Momento a Meia-noite.

                                                                  I want to wake up in a city that never sleeps”. Frank Sinatra             

           

        Francis Albert Sinatra (1915-1998), mais reconhecido pelo nome artístico Frank Sinatra, foi um cantor, ator e produtor estadunidense, considerado um dos maiores artistas de todos os tempos. Foi um dos músicos recordistas de vendas, com mais de 150 milhões de cópias mundialmente. Filho de imigrantes italianos, nasceu na cidade de Hoboken e iniciou sua carreira musical na Era do Swing, vertente do jazz, em companhia dos músicos Harry James e Tommy Dorsey. Sinatra encontrou a fama como artista solo depois que assinou contrato com a gravadora Columbia, em 1943, tornando-se o ídolo das bobby soxers. Lançou seu álbum de estreia, The Voice of Frank Sinatra, em 1946. Sua carreira profissional havia parado no início da década de 1950, voltando para a cidade de Las Vegas, onde tornou-se um dos mais reconhecidos artistas de residência, integrando o grupo Rat Pack, um grupo de artistas populares muito ativo entre meados da década de 1950 e meados da década de 1960. Las Vegas, localizada no deserto de Mojave, em Nevada, é uma cidade turística famosa pela vida noturna vibrante, com cassinos 24 horas e outras opções de entretenimento. Sua rua principal é The Strip, com quase 7 quilômetros de comprimento. A avenida concentra hotéis temáticos, com atrações sofisticadas, como as fontes sincronizadas com música e réplicas de uma pirâmide egípcia, do Grande Canal de Veneza e da Torre Eiffel. Sua carreira renasceu com o sucesso do filme From Here to Eternity (1953), lhes rendendo um Óscar e um Globo de Ouro na categoria de Melhor Ator Coadjuvante. 

         É um filme americano de drama romântico e guerra de 1953, dirigido por Fred Zinnemann e escrito por Daniel Taradash, baseado no romance homônimo de 1951 de James Jones (1921-1977). O filme narra as tribulações de três soldados do Exército dos Estados Unidos, interpretados por Burt Lancaster, Montgomery Clift e Frank Sinatra, estacionados no Havaí nos meses que antecederam o ataque a Pearl Harbor.  Deborah Kerr e Donna Reed interpretam as mulheres em suas vidas. O elenco de apoio inclui Ernest Borgnine, Philip Ober, Jack Warden, Mickey Shaughnessy, Claude Akins e George Reeves. Ganhou 8 Oscars de 13 indicações, incluindo Melhor Filme, Diretor (Fred Zinnemann), Roteiro Adaptado, Ator Coadjuvante (Frank Sinatra) e Atriz Coadjuvante (Donna Reed). O título do livro de Jones tem origem no poema de Rudyard Kipling de 1892, “Gentlemen-Rankers”, sobre soldados do Império Britânico que “perderam o rumo” e foram “condenados daqui até a eternidade”. O filme é famoso por sua cena calorosa à beira-mar, na qual dois de seus personagens principais se beijam na areia, à beira da água, em um encontro aparentemente adúltero, mas que na verdade representou uma demonstração inovadora em sua época. Em 2002, From Here to Eternity foi selecionado para preservação no Registro Nacional de Filmes dos Estados Unidos pela Biblioteca do Congresso por ser considerado “culturalmente, historicamente ou esteticamente significativo”. Lançou vários álbuns elogiados pela crítica, incluindo In the Wee Small Hours (1955), Songs for Swingin 'Lovers! (1956), Come Fly with Me (1958), Only the Lonely (1958) e Nice ´n` Easy (1960). 

           O músico deixou a gravadora Capitol em 1960 para iniciar por conta própria, a Reprise Records, lançando uma série de álbuns de sucesso.  Em 1965, gravou a retrospectiva September of My Years e estrelou o especial de televisão ganhador do Prêmio Emmy, Frank Sinatra: A Man and His Music (1965). Depois de gravar Sinatra at the Sands (1966) em Las Vegas, com o pianista Count Basie (1904-1984), no ano seguinte gravou uma de suas mais famosas colaborações com o músico-compositor brasileiro Tom Jobim, através do álbum Francis Albert Sinatra & Antonio Carlos Jobim (1967). Posteriormente, o próximo álbum em parceria foi o Francis A. & Edward K. (1968), com Duke Ellington. Sinatra se aposentou pela primeira vez em 1971, porém saiu da aposentadoria dois anos depois, gravando vários materiais, voltando a apresentar-se no Caesars Palace e alcançando sucesso com a canção “New York, New York” (1980). Utilizando seus shows em Las Vegas como base, realizou suas turnês pelos Estados Unidos e internacionalmente até pouco antes de falecer, em 1998. Em paralelo à musica, construiu a carreira cinematográfica. Depois de ganhar um Óscar pelo filme From Here to Eternity (1953), estrelando também em The Man with the Golden Arm (1955) e The Manchurian Candidate (1962). Apareceu em vários musicais como On the Town (1949), Guys and Dolls (1955), High Society (1956) e Pal Joey (1957), ganhando outro Globo de Ouro com este último. No final de sua carreira, frequentemente interpretava detetives. Mais tarde, receberia o Globo de Ouro Cecil B. DeMille Award em 1971. Na televisão, o programa The Frank Sinatra Show começou na American Broadcasting Company (ABC) em 1950, continuando a fazer aparições na televisão durante os anos 1950 e 1960. 

                                                    


Esteve fortemente envolvido com a política desde meados da década de 1940 e, ativamente, fez campanha para presidentes como Franklin D. Roosevelt, Harry S. Truman, John F. Kennedy e Ronald Reagan. Chegou a ser investigado pelo Federal Bureau of Investigation (FBI) por seu suposto relacionamento com a máfia. Em astrofísica, o paradoxo de Olbers, ou “paradoxo da noite escura”, argumenta que a escuridão do céu está em contradição com a hipótese de universo infinito e estático. A escuridão do céu é uma das evidências da “não estaticidade do universo”, como no modelo do Big Bang do universo. Se o universo fosse estático e com uma quantidade infinita de estrelas, qualquer linha de visão abstrata partindo da Terra coincidiria provavelmente com uma estrela suficientemente luminosa, de forma que o céu seria completamente brilhante. Isso contradiz a observação do céu predominantemente escuro. O paradoxo foi descrito primeiramente pelo astrônomo alemão Heinrich Wilhelm Olbers em 1826, e anteriormente por Johannes Kepler em 1610 e Edmond Halley e Jean Philippe de Chéseaux no século XVIII. Face à simplicidade da pergunta sobre a escuridão, as respostas dos astrônomos vêm sempre acompanhadas com as mais inteligentes e elegantes explicações envolvendo múltiplas demarcações abstratas das ciências exatas. O paradoxo é a afirmação de que em um universo estático, infinito e com distribuição regular de estrelas em seu espaço, o céu noturno deveria ser brilhante. O paradoxo possui o nome indevido já que pressuposto num universo estático e infinito a distribuição de estrelas, mesmo sendo em número infinito, não precisa necessariamente ser regular. Aliás, a suposição de que a função de estrelas f(x) pela quantidade de volume de espaço x dividida por esse mesmo volume x tende a uma constante K quando x vai ao infinito é uma suposição cientificamente forte. 

Embora o Paradoxo de Olbers constate que, se a distribuição de estrelas no céu fosse regular num universo infinito em sua figuração, a quantidade de energia estelar que atingiria a Terra seria igualmente infinita.  Não gera empecilhos para que haja um universo estático infinito com um número infinito de estrelas distribuídas de forma irregular. A presunção de que um universo infinito tenha um número infinito de estrelas também não pode ser comprovada. Pode-se imaginar um universo infinito com o conjunto de matéria finita, dividida em infinitos corpos distintos, abre-se em múltiplos casos e contradições. Em qualquer caso, em um universo com infinitas estrelas, você veria uma distribuição talvez homogênea delas pelo espaço. Isso não implica distribuição homogênea real, e sim apenas a disposição ótica da percepção delas. A condição de visibilidade homogênea independe do comportamento da função g(x)/x, de forma que só importa g(x), que tende ao infinito quando x vai ao infinito, já que parte da premissa de que o universo é infinito e tem número infinito de estrelas. Apesar da precisão das respostas, quando a dúvida é transferida para um habitante de um longínquo planeta, localizado no meio de um aglomerado globular, “Por que suas noites são claras?”, o que se deve apreender é que o questionamento abstrato pode tomar outros sentidos. Essa inversão, além de já nos trazer as mais sensatas e compreensíveis respostas, transforma o paradoxo anterior num fenômeno, associado à natureza humana, também rico em outras explicações, de outras ciências e que não sejam tão exatas, e elucidativas, que envolve a utilização tanto do conceito de limite e convergência, o paradoxo surge ao introduzirem nos cálculos um espaço de duas dimensões no lugar de três.

 Entretanto entre os seus pilotos independentemente da nacionalidade, foi e continua sendo apelidado Viper. Existem 20.626 graus quadrados no hemisfério do céu visível, supondo que não haja obstruções no horizonte. A aeronave de 670 pés quadrados (≈62 m²) subtenderia um ângulo de 0,24 graus a 6.000 pés (≈1.800 m). A chance de um tiro não guiado disparado aleatoriamente atingir a aeronave seria de uma em 20626 / 0,24 / 0,24, ou de uma em 358.090. Os disparos direcionados reduzem essas probabilidades. Por som ou por adivinhação, isolar a região de disparo a cerca de um quinto do céu pode ser possível. Estatisticamente se 10 canhões disparar 10 tiros por segundo em um quinto do céu, coordenando perfeitamente seus disparos uniformemente naquela região e rastreando de maneira grosseira a aeronave enquanto ela sobrevoa, a chance de acertá-la seria de 358.090/ 5/10/10, ou uma chance em 716 a cada segundo. Voando a 500 mph ou 805 km / h (733 pés / s ou 223 m / s), a cada segundo a aeronave cruzaria sete graus angulares do céu. Com alcance inclinado de 10.000 pés (≈3.000 m), os canhões antiaéreos poderiam cobrir um cone de céu de 100 graus de largura, assumindo uma localização comum de canhão. A aeronave estaria dentro do alcance de 100/7 ou 14,3 segundos, e a chance total de acertá-la durante uma única passagem aérea seria 716/14,3 ou uma única chance em 50. Ao coordenar corredores para trajetórias de artilharia amigas através do espaço aéreo, às vezes presume-se, e para conveniência de emergência que disparidades semelhantes se aplicam. É frequente como a Teoria do Big Sky - Small Bomb. - “Escolhemos ir para a Lua” (We choose to go to the Moon) é uma famosa frase presente no discurso realizado pelo presidente John F. Kennedy em 12 de setembro de 1962, diante da grande multidão no Estádio Rice, em Houston no Texas.                                 

O discurso tratou dos esforços do país para alcançar a Lua e buscou persuadir o povo norte-americano a apoiar a continuação do programa espacial dos Estados Unidos da América e, mais especificamente, o objetivo nacional de realizar uma alunissagem tripulada até o final da década de 1960. John Kennedy havia estabelecido o objetivo de pousar na Lua no ano anterior a fim de demonstrar a superioridade dos Estados Unidos contra a União Soviética na Corrida Espacial, mas a maior parte dos norte-americanos não era favorável. O presidente visitou o recém estabelecido Centro de Espaçonaves Tripuladas, em Houston em setembro de 1962, aproveitando a oportunidade para discursar na Universidade Rice em uma tentativa deliberada de aumentar o apoio popular para o programa espacial. Em seu discurso político, Kennedy caracterizou o espaço como uma nova fronteira a ser explorada, invocando o espírito pioneiro dominante no folclore nacional. Ele imbuiu o discurso com um sentimento de urgência e destino, enfatizando a liberdade gozada pelos norte-americanos para escolher seu próprio destino em vez de tê-lo escolhido para eles. 

O presidente estabeleceu uma competição global contra a União Soviética (URSS), mesmo tendo proposto a questão tópica da alunissagem enquanto um ato de pousar uma nave espacial na Lua, como um projeto conjunto entre os dois países. Serviu como Presidente dos Estados Unidos da América de 1961 a 1963, quando foi assassinado publicamente. Lee Harvey Oswald (1939-1963) de acordo com investigações policiais, foi o assassino de Kennedy, baleado em Dallas, Texas, em 22 de novembro de 1963. Há significativa disparidade na qualidade de vida e desenvolvimento dessas populações “aborígenes”, e o ritmo e processo de globalização tem aumentado essas diferenças em algumas regiões. Quando vista do hemisfério norte, a Lua parece invertida em comparação com uma vista do hemisfério sul. O Polo Norte está voltado para longe do centro galáctico da Via Láctea. O Hemisfério Norte é o lar de aproximadamente 6,40 bilhões de pessoas, o que representa cerca de 87,0% da população humana total da Terra de 7,36 bilhões de pessoas. As populações na América do Norte e Escandinávia são as mais favorecidas em vários indicadores, como renda, saúde, educação, expectativa de vida e Coeficiente de Conrado Gini (1884-1965), mas na Federação Russa, que abriga cerca de 70% da população ártica total, os indicadores geralmente ficam abaixo, ou muito abaixo da média global. Nas regiões prósperas pode haver importantes desigualdades internas. O clima ártico reconhece grande variações climáticas ao longo do ano. A região fica no extremo Norte do globo terrestre devido à inclinação do eixo terrestre sua parte Norte permanece mergulhada na obscuridade durante o inverno. Mesmo no verão a luz solar chega à região em um ângulo baixo. O calor recebido do Sol é menor que nos trópicos e boa parte dele é refletido de volta para o espaço pela brancura do gelo.

          Ao longo de duração de todo o ano o Ártico irradia mais calor do que recebe, e a maior parte do seu calor vem dos trópicos através da circulação atmosférica e marítima. A Escandinávia representa a região ártica mais quente do continente devido à influência da Corrente do Golfo. Os invernos são longos e geralmente frios, e os verões, breves e frescos, mas há importantes diferenças regionais. A umidade atmosférica geralmente é baixa e a precipitação é escassa, algumas áreas recebem menos de 50 milímetros de chuva por ano. No verão a chuva, comparativamente, não tende a evaporar rapidamente devido às baixas temperaturas médias e o solo congelado conceituado em geologia de permafrost, impede sua absorção criando/desenvolvendo naturalmente largas áreas de pântano. A lei cujo desenvolvimento necessário engendra todo o universo é a da dialética, segundo a qual toda ideia abstrata, a começar pelo fato de ser considerada no seu estado de abstração, afirmando a sua negação, per se a sua antítese, de modo que esta contradição exige para se resolver a afirmação de uma síntese dialética que constitui uma nova ideia, rica em desenvolvimento, ao mesmo tempo, do conteúdo das duas outras em oposição assimétrica. Na Introdução à Fenomenologia do Espírito (2007), Hegel repete suas críticas a uma concepção de filosofia que não fosse mais que teoria do conhecimento.                  

A Fenomenologia do Espírito (1807), não obstante, como têm assinalado os seus expressivos comentaristas, marca em certos aspectos um retorno ao ponto de vista de Immanuel Kant (1724-1804) e Johann Gottlieb Fichte (1762-1814). Em que novo sentido devemos entendê-la? Ora, se o saber é um instrumento, modifica o objeto a conhecer e não nos apresenta em sua pureza; se for um meio tampouco, nos transmite a verdade sem alterá-la de acordo com a própria natureza do meio interposto. Se o saber é um instrumento, isto supõe que o sujeito do saber e seu objeto se encontram separados; por conseguinte, o Absoluto seria distinto do conhecimento: nem o Absoluto poderia ser saber de si mesmo, nem o saber, fora da relação dialética, poderia ser saber do Absoluto. Contra tais pressupostos a existência mesma da ciência filosófica, que conhece efetivamente, é já uma afirmação. Esta afirmação não poderia bastar porque deixa a margem a afirmação de outro saber; é esta dualidade o que reconhecia Friedrich Schelling (1775-1854) quando opunha o saber fenomênico versus o saber absoluto, mas não demonstrava os laços entre um e outro. Uma vez colocado o saber absoluto não se vê como é possível no saber fenomênico, e o saber fenomênico por sua parte fica igualmente separado do saber Absoluto. Hegel retorna ao saber fenomênico da consciência comum, e pretende demonstrar como aquele conduz ao saber Absoluto, ou que é um saber absoluto que, todavia, “não se sabe como tal”.

A ideia Absoluta origina, não apenas as categorias lógicas anteriores a ela, por meio das quais ela mesma é constituída, sem abdicar da centralidade de seu sistema, ela mesma é constituída em termos de origem assimétrica. Para resolver esse problema, oferece-se propriamente apenas um caminho. O espírito assim, reconhece Hegel já cedo contra Schelling - tem de estar acima da natureza, a qual tem de corresponder às categorias precariamente da Ciência da Lógica. Friedrich Hegel (1770-1831) que parte da análise da consciência comum, não podia situar como princípio primeiro uma dúvida universal que só é própria da reflexão filosófica. Por isso mesmo ele segue o caminho aberto pela consciência e a história detalhada de sua formação. Ou seja, a Fenomenologia vem a ser uma história concreta da consciência, sua saída da caverna e sua ascensão à Ciência. Daí a analogia que em Hegel existe de forma coincidente entre a história da filosofia e a história do desenvolvimento do pensamento, mas este desenvolvimento é necessário, como força irresistível que se manifesta lentamente através dos filósofos, que são instrumentos de sua manifestação como trabalho profissional. Assim, preocupa-se apenas em definir os sistemas, sem discutir as peculiaridades e opiniões dos diferentes filósofos. Na determinação do sistema, o que o preocupa é a categoria que determina o todo complexo do sistema, e o assinalamento das diferentes etapas, bem como as vinculasses destas etapas que conduzem à síntese do espírito absoluto. Para compreender o sistema é necessário começar pela representação, que ainda não sendo exata permite, a seleção de afirmações e preenchimento do sistema abstrato de interpretação do método dialético, para poder alcançar a transformação da representação numa noção clara e exata.

Assim, temos a passagem da representação abstrata, para o conceito claro e concreto através do acúmulo de determinações. Aquilo que por movimento dialético separa e distingue perenemente a identidade e a diferença, sujeito e objeto, finito e infinito, é a alma vivente de todas as coisas, a Ideia Absoluta que é a força geradora, a vida e o espírito eterno. Mas a Ideia Absoluta seria uma existência abstrata se a noção de que procede não fosse mais que uma unidade abstrata, e não o que é em realidade, isto é, a noção que, por um giro negativo sobre si mesma, revestiu-se novamente de forma subjetiva. Metodologicamente a determinação mais simples e primeira que o espírito pode estabelecer é o Eu, a faculdade de poder abstrair todas as coisas, até sua própria vida. Chama-se idealidade precisamente esta supressão da exterioridade. Entretanto, o espírito não se detém na apropriação, transformação e dissolução da matéria em sua universalidade, mas, enquanto consciência religiosa, por sua faculdade representativa, penetra e se eleva através da aparência dos seres até esse poder divino, uno, infinito, que conjunta e anima interiormente todas as coisas, enquanto pensamento filosófico, como princípio universal, a ideia eterna que as engendra e nelas se manifesta. Isto quer dizer que o espírito finito se encontra inicialmente numa união imediata com a natureza, a seguir em oposição com esta, e finalmente em identidade com esta, porque suprimiu a oposição e voltou a si mesmo e, consequentemente, o espírito finito é a ideia, mas ideia que girou sobre si mesma e que existe por si em sua própria realidade.

A Ideia absoluta que para realizar-se colocou como oposta a si, à natureza, produz-se através dela como espírito, que através da supressão de sua exterioridade entre inicialmente em relação simples com a natureza, e, depois, ao encontrar a si mesma nela, torna-se consciência de si, espírito que conhece a si mesmo, suprimindo assim a distinção entre sujeito e objeto, chegando assim a Ideia a ser por si e em si, tornando-se unidade perfeita de suas diferenças, sua absoluta verdade. Com o surgimento do espírito através da natureza abre-se a história da humanidade e a história humana é o processo que medeia entre isto e a realização do espírito consciente de si. A filosofia hegeliana centra sua atenção sobre esse processo e as contribuições mais expressivas de Hegel ocorrem precisamente nesta esfera, do espírito. Melhor dizendo, filosoficamente para Hegel, à existência na consciência, no espírito chama-se saber, conceito pensante. O espírito é também isto: trazer à existência, isto é, à consciência. Como consciência em geral tenho eu um objeto; uma vez que eu existo e ele está na minha frente. Mas enquanto o Eu é o objeto de pensar, é o espírito precisamente isto: produzir-se, sair fora de si, saber o que ele é. Nisto consiste a grande diferença: o homem sabe o que ele é. Logo, em primeiro lugar, ele é real. Sem isto, a razão, a liberdade não são nada.

O homem é essencialmente razão. O homem, a criança, o culto e o inculto, é razão. A possibilidade para ser razão, existe em cada um, é dada a cada um. A razão não ajuda em nada a criança, o inculto. É somente uma possibilidade, embora não seja uma possibilidade vazia, mas possibilidade real e que se move em si. Assim, por exemplo, dizemos que o homem é racional, e distinguimos muito bem o homem que nasceu somente e aquele cuja razão educada está diante de nós. Isto pode ser expresso também assim: o que é em si, tem que se converter em objeto para o homem, chegar à consciência; assim chega para ele e para si mesmo. A história para Hegel, é o desenvolvimento do Espírito no tempo, assim como a Natureza é o desenvolvimento da ideia no espaço. Deste modo o homem se duplica. Uma vez, ele é razão, é pensar, mas em si: outra, ele pensa, converte este ser, seu em si, em objeto do pensar. Assim o próprio pensar é objeto, logo objeto de si mesmo, então o homem é por si. A racionalidade produz o racional, o pensar produz os pensamentos. O que o ser em si é se manifesta no ser por si. Todo conhecer, todo aprender, toda visão, toda ciência, inclusive toda atividade humana, não possui nenhum outro interesse além do aquilo que é em si, no interior, podendo manifestar-se desde si mesmo, produzir-se, transformar-se objetivamente. Nesta diferença se descobre toda a diferença na história do mundo. Os homens são todos racionais. O formal desta ratio é que seja livre, é a sua natureza. Isto pertence à essência do homem: a liberdade.

Ipso facto, Times Square significa “Praça do Tempo”, e até abril de 1904 era reconhecida como Longacre Square, nome original dado pelos colonizadores ingleses. A colonização britânica da América, incluindo a colonização sob o Reino de Inglaterra e sob o Reino da Escócia antes do Tratado de União de 1707 que criaria o Reino Unido da Grã-Bretanha, começou a formar-se no princípio do século XVII, através das Treze Colônias na América do Norte, que foram a origem dos Estados Unidos da América, bem como das províncias marítimas do Canadá. Também se fez a colonização de pequenas ilhas no Caribe, como Jamaica e Barbados, além do Belize e Guiana. A colonização bretã na América se assentava na exação do trabalho, a dominação etno-racial, no patriarcado e na imposição do etnocentrismo na subjetividade inclusive. O processo deu-se início com a colonização da América do Norte. As colônias pertencentes à realeza começam a povoar os territórios concedidos pela Coroa à iniciativa particular. No século XVII já estavam formadas as Treze Colônias britânicas. Pequenos e médios proprietários, refugiados políticos e religiosos calvinistas instalam-se ao Norte e ao centro. Formaram pequenas propriedades baseadas no trabalho livre e no artesanato. Algumas atividades foram toleradas no centro-norte por não competir com o comércio da metrópole.  

A região começou a crescer economicamente e passou a escoar o excedente da produção para os mercados do Sul. Foi criado o Comércio Triangular: comerciantes da Nova Inglaterra fabricam o rum para ser trocado por escravos da África, que são vendidos no Caribe e nas colônias do Sul. Nos territórios sulistas Virgínia, Maryland, Carolina do Norte, Carolina do Sul e Geórgia), foi implantada a monocultura do algodão, destinada à exportação. Uma sociedade baseada no trabalho de escravos africanos se desenvolveu com o tempo e formara-se uma camada de ricos proprietários de terras e grandes comerciantes exportadores. Entre os principais colonos britânicos destacava-se as casacas vermelhas que protegiam as suas colônias e lutaram contra os franceses e contra os independentistas norte-americanos. As colônias produtoras de açúcar do Caribe, onde a escravatura se convertera na base da economia, eram as colónias mais importantes e lucrativas para Inglaterra. As colónias americanas produziam tabaco, algodão e arroz no Sul e material naval e peles de animais no Norte. O império da Inglaterra na América ia-se expandindo gradualmente mediante guerras e estabelecimento de colônias.

A Inglaterra conseguiu controlar Nova Amsterdã depois chamada Nova Iorque após as guerras anglo-holandesas. As colônias americanas estendiam-se para Oeste em busca de novas terras para agricultura. Durante a Guerra dos Sete Anos, os ingleses venceram os franceses e ficaram com a Nova França em 1760, o que converteria a Inglaterra em dona de quase toda a América do Norte. A Guerra dos Sete Anos foi uma série de conflitos internacionais que ocorreram entre 1756 e 1763, durante o reinado de Luís XV, entre a França, a Monarquia de Habsburgo e seus aliados: Saxônia, Império Russo, Império Sueco e Espanha, de um lado, e a Inglaterra, Portugal, o Reino da Prússia e o Eleitorado de Hanôver, de outro. Vários fatores desencadearam a guerra: a preocupação das potências europeias com o crescente prestígio e poderio de Frederico II, o Grande, Rei da Prússia; as disputas entre a Monarquia de Habsburgo e o Reino da Prússia pela posse da Silésia, província oriental alemã, que passara ao domínio prussiano em 1742 durante a Guerra de Sucessão Austríaca; e a disputa entre a Grã-Bretanha e a França pelo controle comercial e marítimo das colônias das Índias e da América do Norte. Também foi motivada pela disputa por territórios situados na África, Ásia e América do Norte. A fase americana foi denominada Guerra Franco-Indígena (ou Guerra Francesa e Indígena), da qual participaram a Inglaterra e suas colônias norte-americanas contra a França e seus aliados algonquinos. A fase asiática iniciou o domínio britânico nas Índias.

Foi o primeiro conflito a ter carácter mundial, e o seu resultado é muitas vezes apontado como o ponto fulcral que deu origem à inauguração da era contemporânea. A Guerra foi precedida por uma reformulação do sistema de alianças entre as principais potências europeias, a chamada Revolução Diplomática de 1756, e caracterizou-se pelas sucessivas derrotas francesas na Alemanha (Rossbach), no Canadá (queda de Québec e Montreal) e na Índia. O conflito terminou com a vitória da Grã-Bretanha e seus aliados. Apesar de submetidas ao controle inglês, as Treze Colônias instituíram uma tradição de autogoverno, que será fundamental na luta pela independência dos Estados Unidos da America. Depois, o estabelecimento de colônias na Austrália (que começou com as colônias penais em 1788 e na Nova Zelândia, sob o domínio da Coroa desde 1840 criaram uma nova zona para a emigração de oriundos das Ilhas Britânicas, embora as populações indígenas tivessem que sofrer guerras e, especialmente, doenças trazidas pelos colonos, reduzindo-se em cerca de 60–70% em menos de cem anos. Estas colônias obtiveram depois autogoverno e converteram-se em rentáveis exportadoras de lã e ouro.

Meia-noite é o momento que marca o fim de um dia ou fim da vigésima quarta hora e o começo do dia seguinte no início da primeira hora. O instante em que a data muda, conforme o horário oficial local de uma determinada jurisdição. Pelo horário de relógio, à meia-noite é o oposto do meio-dia, diferindo dele por 12 horas. A meia-noite solar é o momento oposto ao meio-dia solar, quando o Sol está mais próximo do nadir, e a noite está equidistante entre o pôr do Sol e o nascer do Sol. Devido ao advento dos fusos horários, que padronizam o tempo em uma faixa de meridianos, e ao horário de verão, a meia-noite solar raramente coincide com a meia-noite no relógio. A meia-noite solar depende da longitude e da época do ano, e não do fuso horário. Na medição do tempo da Roma Antiga, à meia-noite correspondia ao ponto médio entre o anoitecer e o amanhecer, ou seja, a meia-noite solar, variando conforme as estações do ano. A convenção de iniciar cada dia à meia-noite tem origem com os antigos romanos. Plutarco comentou sobre a dificuldade de determinar o início do dia pelo nascimento do Sol e o começo da noite pelo pôr do Sol, devido ao fato de não haver uma definição clara de quando ocorre isto: se é quando aparecem ou desaparecem os primeiros e últimos raios de Sol, ou quando o centro do Sol toca no horizonte. Pertencente a uma família proeminente, nasceu em Queroneia, na Beócia, a cerca de 30 km ao Leste de Delfos. Viajou pela Ásia e pelo Egito, viveu algum tempo em Roma e foi sacerdote de Apolo em Delfos em 95.

O seu enorme prestígio valeu-lhe a obtenção de direitos de cidadão em Delfos, Atenas e mesmo em Roma (Mestrius Plutarchus). Estudou matemática e filosofia na Academia de Atenas sob Amônio de Atenas de 66 a 67. Após concluir sua educação, visitou o Egito. A “sabedoria dos egípcios” quase sempre fascinou os gregos e, neste período, Alexandria, com sua famosa biblioteca, era um importante centro da atividade intelectual grega. O evento mais importante de sua vida é, sem dúvida, quando viajou para a Itália e para Roma, onde aprendeu latim. Em Roma, pesquisou sobre antiguidades e lecionou filosofia e outros assuntos. Muitas dessas aulas foram depois refeitas por ele em vários pequenos tratados, sobre vários assuntos sob o título de Morália. Em algum momento, Plutarco assumiu cidadania romana. Como evidenciado por seu novo nome, Lúcio Méstrio Plutarco, o seu patrocinador para a cidadania era Lúcio Méstrio Floro, um cônsul romano de quem Plutarco também usou como uma fonte histórica para seu escrito A Vida de Oto. Plutarco morreu entre os anos 119 e 120 em Delfos.   

Além de suas funções sociais como sacerdote do Templo de Delfos, Plutarco também foi um magistrado em Queroneia e representou sua pátria em várias missões em países estrangeiros. Plutarco ocupava o cargo de arconte em seu município natal, provavelmente apenas um trabalho anual que, é provável, serviu mais de uma vez. Plutarco foi epimelete da Liga Anfictiônica por pelo menos cinco mandatos, de 107 a 127, função na qual foi responsável pela organização dos Jogos Píticos. Ele menciona esse serviço em sua obra, Whether an Old Man Should Engage in Public Affairs. A Suda, uma enciclopédia grega medieval, afirma que Trajano fez de Plutarco procurador da Ilíria. No entanto, a maioria dos historiadores considera isso improvável, uma vez que a Ilíria não era uma província procuradora. De acordo com o historiador dos séculos 8 e 9 George Syncellus, no final da vida de Plutarco, o imperador Adriano nomeou-o procurador da Acaia – o que lhe dava o direito de usar as vestes e ornamentos de um cônsul. A obra mais conhecida de Plutarco é a Vidas Paralelas, uma série de biografias organizadas em pares para iluminar suas virtudes e vícios morais comuns, sendo mais uma visão da natureza humana do que um relato histórico. As vidas sobreviventes contêm 23 pares, cada um com uma vida grega e uma vida romana, bem como quatro vidas solteiras não pareadas.

A Biblioteca de Alexandria não foi a primeira biblioteca do gênero, sendo parte de uma longa tradição de bibliotecas que existiam tanto na Grécia Antiga quanto no Oriente Próximo. O mais antigo registo da acumulação de documentos escritos vem da cidade-estado suméria de Uruque, por volta de 3 400 a.C., quando a escrita apenas começara a se desenvolver, e a curadoria de textos literários começou por volta de 2 500 a.C. Diversos reinos e impérios posteriores do antigo Oriente Próximo desenvolveram tradições de coleta de obras. Os antigos hititas e assírios possuíam amplos arquivos contendo documentos em múltiplos idiomas, e a biblioteca mais famosa do antigo Oriente Próximo era a Biblioteca de Nínive, fundada entre 668 e 627 a.C. pelo rei assírio Assurbanípal. Uma grande biblioteca também existia na Babilônia durante o reinado de Nabucodonosor II (605–562 a.C.), e na Grécia dizia-se que o tirano ateniense Pisístrato fundara a primeira grande biblioteca pública, no século VI a.C. A proliferação das bibliotecas no mundo de cultura helênica, refere-se às transformações da cultura grega a partir do estabelecimento do Império Macedônico, sendo resultado da sua fusão com a cultura oriental, destacando-se com elementos originais e marcantes que caracterizaram as regiões conquistadas por Alexandre Magno. Contudo, chegou relativamente tarde, provavelmente não muito antes do século IV a.C., e foi dessa herança de bibliotecas gregas e do Oriente Próximo que nasceu a ideia de uma biblioteca em Alexandria.

Assim como Alexandre Magno, os macedônios que o sucederam buscaram promover a cultura helênica e a sua aprendizagem nos territórios sob seu domínio, porque a admiravam e também com o objetivo de impor sua influência por meio da cultura. Tal qual Alexandre, eles acreditavam que o seu projeto de conquista de outros territórios e povos implicava compreender a sua cultura e sua língua, por meio do estudo dos seus textos. Desse duplo objetivo, portanto, surgiriam bibliotecas universais, contendo textos de uma variedade de disciplinas e provenientes de múltiplos idiomas. Adicionalmente, os governantes que sucederam a Alexandre buscavam legitimar suas posições como seus sucessores, e viam nas bibliotecas uma maneira de aumentar o prestígio de suas cidades, atrair estudiosos estrangeiros e receber assistência prática em questões de governo. Por essas razões, eventualmente todo grande centro urbano helênico teria uma biblioteca real, e os territórios sob controle dos sucessores de Alexandre viram nascer algumas das mais ricas bibliotecas da Antiguidade.  A Biblioteca de Alexandria, no entanto, era ímpar devido à escala das ambições da dinastia ptolemaica: ao contrário de seus antecessores e contemporâneos, os ptolemaicos almejavam possuir um repositório de todo o conhecimento humano. Por meio do acúmulo desse conhecimento e, potencialmente, do seu monopólio, eles buscavam destacar-se dos demais sucessores de Alexandre e liderá-los nos planos cultural e político. A Biblioteca de fato contribuiria decisivamente para transformar Alexandria no principal centro intelectual do mundo helenístico. 

Times Square tem como representação social a denominação da área geográfica formada na confluência e cruzamento de duas grandes avenidas da cidade de Nova Iorque, Estados Unidos da América; podendo ser definida como uma grande praça ou largo, em uma definição bastante ampla, é qualquer espaço público urbano livre de edificações e que propicie convivência e/ou recreação social urbana para seus usuários composta por vários cruzamentos e esquinas. A área está localizada na junção da Broadway com a Sétima Avenida, entre a 42nd Street e a 47th Street, na região central de Manhattan. É uma área comercial, onde todos os prédios são obrigados a instalar letreiros luminosos para propósitos de publicidade. A Sétima Avenida foi originalmente planejada no Plano dos Comissários de 1811. O terminal Sul da Sétima Avenida era a Rua Onze em Greenwich Village até o início do século XX. Ela foi estendida para o Sul, como Sétima Avenida Sul, para se conectar com a Rua Varick em 1914, e a Rua Varick foi alargada. A extensão da avenida permitiu melhores conexões de comunicação social de veículos entre o centro de Manhattan e o distrito comercial no que é Tribeca. Escrita às vezes também escrito como TriBeCa, é um bairro no centro de Manhattan, Nova Iorque, Estados Unidos. O nome é uma abreviatura de “Triangle Below Canal Street”. Vai do Canal Street no Sul de Manhattan à Park Place, e do leste do rio Hudson até a Broadway. TriBeCa, um distrito industrial dominado por armazéns com uma grande revitalização.

            Os galpões foram convertidos em lofts e novos negócios surgiram, mudando o perfil urbano da área. É um dos bairros mais nobres e mais caros de Nova Iorque. Também possibilitou a construção da Linha Broadway – Sétima Avenida do Metrô de Nova York, que foi inaugurada em 1918. A extensão da avenida esteve em consideração por vários anos e foi aprovada pelo Conselho de Orçamento da cidade de Nova York em setembro de 1911, quando a primeira verba de US$ 3 milhões foi destinada ao planejamento inicial da obra. A extensão havia sido defendida por grupos cívicos para atender às necessidades comerciais de Greenwich Village. Um número significativo de prédios antigos foi marcado para demolição na extensão, e os prédios demolidos incluíam a Igreja Metodista da Rua Bedford, construída em 1840. A maior parte da Sétima Avenida tem tráfego em sentido único para o Sul desde 6 de junho de 1954. A porção ao Norte da Times Square teve tráfego em ambos os sentidos até 10 de março de 1957. O trecho da Sétima Avenida no Harlem conhecido como Adam Clayton Powell Jr. (1908-1972). Boulevard foi renomeado em homenagem ao congressista em 1974. Cabe ressaltar que a Times Square não se trata de uma rua ou avenida, uma vez que não existe nenhuma via trafegável registrada e denominada como tal no Guia Oficial de Ruas e Endereços da Cidade de Nova Iorque; tampouco pode ser tratada como uma simples esquina, já que a área mapeada pela prefeitura da cidade incluía oficialmente 12 cruzamentos de vias públicas, tendo sido mais recentemente modificada para atender o grande fluxo de turistas e transeuntes, com a definição de áreas exclusivas para pedestres.

            A origem deste lugar era reconhecida como Long Acre Square, mas foi renomeado Times Square após ser localizado em 1904, no cruzamento da 42nd Street, os escritórios do New York Times. Em 1913, os escritórios do jornal mudaram-se para 229 43rd Street, e o edifício foi renomeado Times Square em 1961. História da Times Square, no início do século XX, a Times Square se tornou um dos lugares mais importantes da cidade de Nova York, com a construção de teatros, restaurantes e hotéis de luxo e primeira classe. O local começou a mudar na década de 1930, onde se tornou um lugar perigoso com prostituição, crime e drogas, isso durou mais de meio século. Durante a década de 1980, os prefeitos Ed Koch e David Dinkins iniciaram um projeto de renovação para Midtown Manhattan que incluía a Times Square. Na década de 1990, o prefeito Rudolph Giuliani assumiu o projeto de “limpeza da área” com o fechamento de teatros pornográficos, sex shops e a compra dos nove teatros históricos da 42nd Street pelo Estado de Nova York. A Times Square está localizada entre a 7th Avenue e a Broadway, e as ruas 42 e 47. Atualmente, é o coração da cidade em geral e do distrito de teatros de Nova York em particular.  

Toda a área é iluminada dia e noite por grandes letreiros iluminados e enormes telas de televisão, o que a tornou famosa em todo o mundo, assim como a descida da bola de cristal todo dia 31 de dezembro do topo do Times Square anunciando o Ano Novo. Até dois milhões de pessoas se aglomeraram na Times Square para comemorar o ano 2000 com a descida da Millennial Crystal Ball de Waterford, uma enorme bola de cristal Swarovski feita especificamente para este evento. A extremidade norte da praça, entre as ruas 46 e 47, é conhecida como Duffy Square em homenagem ao Padre Francis P. Duffy, capelão do New York Regiment of Infantry durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Os ingressos para os espetáculos da Broadway estão disponíveis pela metade do preço no mesmo dia na bilheteria da TKTS, localizada no centro da Duffy Square. As bilheterias, reformadas em 2008, são cobertas em seu telhado com degraus largos em forma de escada que permitem que os visitantes se sentem ou desfrutem de uma vista panorâmica. Em 25 de maio de 2009, o conselho da cidade de Nova York fechou temporariamente a seção da Broadway que atravessa a Times Square para o tráfego de pedestres. A experiência foi um grande sucesso e se tornou uma praça permanente para pedestres, onde o local é mais agradável com novos bancos, cadeiras e mesas de metal.

A Times Square tem sua própria delegacia de polícia, sua empresa de limpeza de ruas e seu posto de turismo que tem todas as informações sobre a cidade, além de um pequeno museu dedicado a esta importante praça. A Times Square não seria reconhecível sem seus incríveis letreiros iluminados. Uma imagem que é admirada por dois milhões de pessoas que passam por esta praça todos os dias e muitos milhões mais no mundo que a apreciam através de fotografias, pinturas, cinema e televisão. A Times Square começou a se encher de grandes anúncios em 1916, quando a Câmara Municipal incentivou sua instalação nesta parte da cidade. Desde então, são muitos os que passaram por aqui, algumas verdadeiras obras de arte. Além disso, eles desempenharam um papel importante na remodelação da praça durante seu período mais decadente: como medida de pressão sobre os governantes da cidade, uma noite seus vizinhos desligaram todos os sinais por 15 minutos. A medida teve excelentes resultados e a negociação foi realizada. Uma portaria municipal obriga os edifícios desta área a abrir mão de sua fachada para a instalação de tais anúncios. A origem deste lugar era conhecida como Long Acre Square, mas foi renomeado Times Square após ser localizado em 1904, no cruzamento da 42nd Street, os escritórios do New York Times. Em 1913, os escritórios do jornal mudaram-se para 229 43rd Street, e o edifício foi renomeado 1 Times Square em 1961. História da Times Square, no início do século XX, a Times Square se tornou um dos lugares mais importantes da cidade de Nova York, com a construção de teatros, restaurantes e hotéis de luxo e primeira classe. O local começou a mudar na década de 1930, onde se tornou um lugar perigoso com prostituição, crime e drogas, isso durou mais de meio século.

História da Times Square Durante a década de 1980, os prefeitos Ed Koch e David Dinkins iniciaram um projeto de renovação para Midtown Manhattan que incluía a Times Square. Na década de 1990, o prefeito Rudolph Giuliani assumiu o projeto de limpeza da área com o fechamento de teatros pornográficos, sex shops e a compra dos nove teatros históricos da 42nd Street pelo Estado de Nova York. A Times Square está localizada entre a 7th Avenue e a Broadway, e as ruas 42 e 47. Atualmente, é o coração da cidade em geral e do distrito de teatros de Nova York em particular. Toda a área é iluminada dia e noite por grandes letreiros iluminados e enormes telas de televisão, o que a tornou famosa em todo o mundo, assim como a descida da bola de cristal todo dia 31 de dezembro do topo do 1 Times Square anunciando o Ano Novo. Até dois milhões de pessoas se aglomeraram na Times Square para comemorar o ano 2000 com a descida da Millennial Crystal Ball de Waterford, uma enorme bola de cristal Swarovski feita especificamente para este evento. A extremidade norte da praça, entre as ruas 46 e 47, é conhecida como Duffy Square em homenagem ao Padre Francis P. Duffy (1871-1932), capelão do New York Regiment of Infantry durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Os ingressos para os espetáculos da Broadway estão disponíveis pela metade do preço no mesmo dia na bilheteria da TKTS, localizada no centro da Duffy Square. As bilheterias, reformadas em 2008, são cobertas em seu telhado com degraus largos em forma de escada que permitem que os visitantes se sentem ou desfrutem de uma vista panorâmica.     

Em 25 de maio de 2009 o conselho de Nova York fechou temporariamente a seção da Broadway que atravessa a Times Square para o tráfego de pedestres. A experiência foi um grande sucesso e se tornou uma praça permanente para pedestres, onde o local é mais agradável com novos bancos, cadeiras e mesas de metal. A Times Square tem sua própria delegacia de polícia, sua empresa de limpeza de ruas e seu posto de turismo que tem todas as informações sobre a cidade, além de um pequeno museu dedicado a esta importante praça. A Times Square não seria reconhecível sem seus incríveis letreiros iluminados. Uma imagem que é admirada por dois milhões de pessoas que passam por esta praça todos os dias e muitos milhões mais no mundo que a apreciam através de fotografias, pinturas, cinema e televisão. A Times Square começou a se encher de grandes anúncios em 1916, quando a Câmara Municipal incentivou sua instalação nesta parte da cidade. Desde então, são muitos os que passaram por aqui, algumas verdadeiras obras de arte. Além disso, eles desempenharam um papel importante na remodelação da praça durante seu período mais decadente: como medida de pressão sobre os governantes da cidade, uma noite seus vizinhos desligaram todos os sinais por 15 minutos. A medida teve excelentes resultados e a negociação foi realizada. Faz tempo comercialmente que uma portaria municipal obriga os edifícios desta área a abrir mão de sua fachada para a instalação de tais anúncios. A Times Square é um distrito na cidade de Nova Iorque.

Este bairro no distrito de Manhattan está localizado entre a Rua 42 e a Broadway. Inclui os quarteirões entre a Sexta e a Nona Avenidas, de leste a oeste, e os quarteirões entre a Terceira e a Rua 52, de Sul a Norte. Forma a parte Oeste do distrito comercial de Midtown. Apelidada de “Encruzilhada do mundo”, a Times Square é um dos lugares mais famosos e movimentados do mundo, como Shibuya em Tóquio, os Champs-Élysées em Paris ou Piccadilly Circus em Londres: cerca de 365.000 pessoas a atravessam todos os dias. Seu nome deriva da antiga sede do New York Times. A multidão reunida em frente ao prédio do New York Times acompanhou o desenrolar da luta de boxe entre Jack Dempsey e Georges Carpentier em julho de 1921. Durante o mandato do prefeito George Brinton McClellan Jr., a parte da praça anteriormente reconhecida como “Longacre Square” como em Londres foi renomeada “Times Square” após a mudança do The New York Times para o local, em uma torre inspirada no Campanário de Giotto em Florença. O editor do Times Adolph Ochs, havia transferido as operações do jornal para uma nova torre, One Times Square, localizada na Rua 42, no centro da praça. Ochs convenceu o prefeito McClellan a construir uma estação de metrô e nomear a área de “Times Square”. Apenas três semanas depois, o primeiro anúncio apareceu na fachada de um banco na esquina da Rua 46 com a Broadway. A Times Square rapidamente se tornou um centro cultural e comercial, um local onde se concentravam teatros, espaços para apresentações, casas de espetáculos e hotéis elegantes. A praça rapidamente se tornou a ágora da cidade de Nova York, um lugar para procurar ou aguardar grandes eventos, seja Série Mundial ou uma eleição presidencial, como escreve James Traub em The Devil`s Playground: A Century of Pleasure and Profit in Times Square. É um jornalista americano. 

Ele é redator colaborador da The New York Times Magazine, onde trabalha desde 1998. De 1994 a 1997, foi redator da The New Yorker. Ele também escreveu para The New York Review of Books, The Atlantic Monthly, National Review, Spy e Foreign Affairs. Nomes como Irving Berlin (1888-1989), Fred Astaire (1899-1987) e Charlie Chaplin (1889-1977) foram associados à “Times Square” nas décadas de 1910 e 1920, que marcaram a Era de Ouro da Broadway: naquela época, uma média de 280 espetáculos eram apresentados lá a cada ano. Havia cerca de 71 teatros na praça, bem como inúmeros hotéis e restaurantes.14 de agosto de 1945, dois milhões de pessoas se reúnem na Times Square após o anúncio da rendição do Japão. A Times Square mudou com o início da Grande Depressão, após a quebra da bolsa de valores na década de 1930. Gradualmente, tornou-se um distrito ocupado por casas de espetáculos eróticos, prostituição, cinemas pornográficos e lojas de souvenirs baratos para turistas. Passou a ser considerada uma área perigosa. A decadência da Times Square tornou-se um símbolo do crime e da corrupção em Nova York das décadas de 1960 ao início da década de 1990. Além disso, vários filmes sombrios, como “Perdidos na Noite” (1969) e “Taxi Driver” (1976), ilustraram a decadência da Times Square. Na época em que o primeiro filme foi rodado, a Times Square era de fato “um antro de ladrões, um refúgio para cinemas pornográficos, um ponto de encontro para viciados em drogas e prostitutas”, observou Eric Neuhoff.

Em meados da década de 1990, o prefeito Rudolph Giuliani (1994-2002) concentrou seus esforços na melhoria do bairro e no fechamento de sex shops, restaurando assim a segurança. Muitos sex shops foram fechados ou realocados para áreas industriais no Brooklyn ou no Queens. A prostituição, a delinquência e o crime foram erradicados por meio da implementação de uma política de “tolerância zero”, que estipulava que todas as infrações, mesmo as menores, seriam processadas e punidas. A noite de 1º de maio de 2010 a polícia frustrou um ataque com carro-bomba e evacuou a Times Square. Este ataque terrorista, que tinha como alvo a Times Square em Nova Iorque, foi frustrado por dois vendedores ambulantes que alertaram um agente da cavalaria do Departamento de Polícia de Nova Iorque. Eles tinham visto fumaça saindo do veículo. A bomba havia sido de fato acionada, mas não explodiu. Em 2009, o município decidiu fechar a Broadway entre as ruas 42 e 47 ao tráfego de automóveis. A Times Square recuperou sua energia.

A renovação da área transformou este trecho antes perigoso da Broadway em um calçadão dedicado a compras e entretenimento. Alguns lamentam seu caráter de parque temático comercial, mas quase todos estão encantados com o fato de a área estar prosperando novamente. Os teatros da Broadway e a enorme quantidade de letreiros de néon e telões gigantes fizeram da Times Square um dos símbolos de Nova York e um símbolo representativo da paisagem urbana de Manhattan. A Times Square é a única área onde administradores e proprietários são obrigados a exibir anúncios luminosos. As empresas geralmente compram esses letreiros por vários anos; os contratos podem durar até doze anos. A Times Square é uma área constantemente movimentada, a qualquer hora do dia ou da noite, que provavelmente reflete melhor a atividade de Nova York o slogan, “A Cidade Que Nunca Dorme”. A Times Square é uma espécie de microcosmo dentro da cidade, com suas lojas gigantescas e outdoors enormes: anúncios de carros, séries de televisão ou peças lendárias apresentadas em teatros perto da Broadway. A loja Toys “R” Us, localizada na Broadway, personifica perfeitamente o excesso da Times Square, com uma roda-gigante em seu interior, um Tiranossauro Rex gigante e réplicas de Lego dos edifícios icônicos da cidade (Empire State Building, Chrysler Building, Estátua da Liberdade. Mas a loja fechou no final de 2018. A área inclui outras lojas muito grandes, como a Virgin Megastore, que, até seu fechamento, oferecia. A loja apresentava produtos eletrônicos em três andares. Desde então, foi substituída pela loja de roupas Forever.

Um exemplo impressionante é o outdoor do NASDAQ Market Site localizado no 4 Times Square na 43rd Street. Inaugurado em janeiro de 2000, sua construção custou mais de US$ 37 milhões. Este anúncio de 36,6 metros de altura era o maior display de LED do mundo na época de sua instalação. Entre 1904 e 1906, o Ano Novo era comemorado com um gigantesco espetáculo de fogos de artifício, mas as normas municipais vigentes impediram esse tipo de evento posteriormente. Todos os anos, uma parte dos nova-iorquinos dirige-se à Times Square para celebrar o Ano Novo. Desde o 31 de dezembro de 1907. A praça é, portanto, palco de uma das maiores celebrações de Ano Novo do mundo, durante a qual uma grande esfera iluminada, agora com 3,7 m de diâmetro desce lentamente a partir das 23h59 em um poste localizado no telhado do One Times Square para pousar à meia-noite em ponto. Em média, 750.000 pessoas se reúnem na praça a cada ano; no entanto, o 31 de dezembro de 1999. Para celebrar a chegada do ano 2000, aproximadamente dois milhões de pessoas se reuniram no local mais vibrante de Manhattan, tornando-se a maior concentração na Times Square desde o fim da Segunda Guerra Mundial. O evento anual é transmitido ao vivo por diversas emissoras de televisão e assistido por milhões de telespectadores. Durante a Segunda Guerra Mundial, a descida da bola não ocorreu. Foi substituída por um minuto de silêncio, seguido da reprodução de uma gravação de sinos, devido às restrições no fornecimento de eletricidade.

Bibliografia Geral Consultada.

TOCQUEVILLE, Alexis, De La Democratie en Amérique. Paris: Éditions Gallimard, 1951; FAULKNER, Harold Underwood, História Económica de los Estados Unidos. Buenos Aires: Editorial Nova, 1956; WEBER, Max, The Protestant Ethic and the Spirit of Capitalism. New York: Editor Charles Scribner’s Sons, 1958; STAMPP, Kenneth Milton, La Esclavitud en los Estados Unidos (la Instituición Peculair). Barcelona: Ediciones Oikos Tau, 1966; EMERY, Lynne Fauley, Black Dance in the United States from 1619 to 1970. California: National Press Books, 1972; CLAGHORN, Charles Eugene, Biographical Dictionary of American Music. EUA: Parker Publishing Company, 1973; TOURAINE, Alain, La Voix et le Regard. Paris: Éditions du Seuil, 1978; WILLIAMS, Eric, Capitalismo e Escravidão. Rio de Janeiro: Editores Palas, 1978; BASIE, Count, Good Morning Blues: The Autobiography of Count Basie. Estados Unidos: Paladin Grafton Books, 1985; BUFORD, Kate, Burt Lancaster: Uma Vida Americana. Nova York: Editor Knopf, 2000; RORTY, Richard, Consequências do Pragmatismo. Lisboa: Editor Rolos e Filhos, 1982; Idem, Contingência, Ironia e Solidariedade. São Paulo: Editora Martins Editora, 2007; EAGAN, Daniel, O Legado Cinematográfico Americano: O Guia Definitivo dos Filmes Marcantes no Registro Nacional de Filmes. Nova York: Continuum International Publishing Group, 2010; LAVAL, Christian; DARDOT, Pierre, La Nueva Razón del Mundo: Ensayo sobre la Sociedad Neoliberal. Barcelona: Éditeur ‏Gedisa Editorial, 2013; CUOGHI, Guilherme Vendramini, Espaços Alternativos em Nova York (1960-1980): Rumo a Uma Nova Inserção da Arte na Sociedade. Dissertação de Mestrado. Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo. Instituto de Arquitetura e Urbanismo. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2018; TEIXEIRA, Lucas, “Britney Spears torna-se a residente mais bem paga de Las Vegas”. In: Forbes, 17 de Outubro de 2018; Artigo: “Fred Astaire Fans Criticise Bizarre Casting of Tom Holland in New Biopic”. In: The Independent. 6 de Dezembro de 2021; JUAREZ, Marcie, Times Square Travel Guide 2026: Top Attractions, Dining, Hotels & Insider Tips for an Unforgettable New York Experience, 2026. Estados Unidos:  Éditeur‎ Independently published, 2026; entre outros.

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