“Nada é tão lamentável e nocivo como antecipar desgraças”. Sêneca
O filme Amor Apocalipse (2025) acompanha Adam (Patrick Hivon), um dono de canil tão bondoso e preocupado com o mundo contemporâneo que desenvolveu ecoansiedade, também reconhecida como “ansiedade climática”. Como uma forma de combater uma das maiores agonias de sua vida, ele resolve comprar uma lâmpada solar terapêutica, sem ao menos saber que essa seria uma das decisões mais importantes de sua vida. A “terapia com luz”, também chamada de fototerapia ou “terapia com luz intensa”, consiste na exposição direta à luz solar ou artificial em comprimentos de onda controlados para tratar e compreender a nomemclatura de uma variedade de distúrbios médicos, incluindo “transtorno afetivo sazonal”, “distúrbios do ritmo circadiano do sono-vigília”, cânceres, icterícia neonatal e infecções de feridas na pele. Quase deprimido, Tina (Piper Perabo), a assistente técnica de suporte do fornecedor, transforma a vida de Adam com a voz calma e aveludada. Feliz por ter encontrado alguém para conversar e se acalmar, o sentimento nunca foi muito diferente pelo lado da mulher, e em pouco tempo os dois se encontram após uma triste tragédia climática. É um subgrupo de “transtornos de humor” em que pessoas que normalmente têm saúde mental normal durante a maior parte do ano apresentam sintomas depressivos na mesma época todos os anos. É comumente, mas nem sempre, associado às reduções ou aumentos no total de horas diárias de luz solar que ocorrem durante o inverno ou verão. Os sintomas comuns incluem dormir demais, ter pouca ou nenhuma energia e comer em excesso. A condição no verão pode incluir ansiedade exacerbada.
No entanto, existem diferenças significativas na duração, gravidade e sintomas da experiência de cada indivíduo. Por exemplo, é fato que em um quinto dos pacientes o transtorno se resolve completamente em cinco a onze anos, enquanto para 33-44% dos pacientes, ele progride para depressão maior não sazonal. Seu status como condição independente foi alterado: não é mais classificada como um “transtorno de humor único”, mas é um especificador chamado de “com padrão sazonal” para transtorno depressivo maior recorrente que ocorre em uma época específica do ano e entra em remissão completa em outras épocas. No entanto, a validade do TAS foi questionada por uma análise de 2016 dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças, que não encontrou nenhuma ligação entre depressão, sazonalidade ou exposição à luz solar. Nos EUA, a percentagem da população afetada pelo TAS varia de 1,4% da população na Flórida a 9,9% no Alasca. A ecoansiedade tem como representação uma emoção desagradável, embora possa ser adaptativa, motivando comportamentos úteis como coleta de informações relevantes. Também se pode manifestar como evitação de conflitos ou até mesmo ser “paralisante”. Algumas pessoas relataram sentir tanta ansiedade e medo sobre o futuro com as alterações climáticas que optaram significativamente por não ter filhos. A atenção dada à ecoansiedade cresceu rapidamente após 2017, e especialmente desde o final de 2018, com Greta Thunberg propondo discutir publicamente a sua ecoansiedade. É uma ativista ambiental sueca. É reconhecida por ter protestado fora do prédio do parlamento sueco, e por constituir a liderança do movimento Greve das Escolas Pelo Clima. Em 2018, a Associação Americana de Psicologia (APA) publicou um relatório sobre o impacto das alterações climáticas na saúde mental. Afirmou que “alterações graduais e de longo prazo no clima também podem trazer à tona uma série de emoções diferentes, incluindo medo, raiva, sentimento de impotência ou exaustão”.
E provavelmente terá o maior impacto sobre os jovens. O stress relacionado com o clima que agora afeta adolescentes e pessoas na faixa dos 20 anos foi comparado aos medos da chamada Guerra Fria que dominaram os jovens baby boomers que atingiram a maioridade sob a ameaça de aniquilação nuclear. A cultura da Grécia Antiga, mutatis mutandis, é a base sobre a qual se eleva a cultura da civilização ocidental. Como sabemos, exerceu poderosa influência sobre os romanos, que se encarregaram de repassá-la a diversas partes da Europa. A civilização grega antiga teve influência na linguagem, na política, no sistema educacional, na filosofia, na ciência, na tecnologia, na arte e na arquitetura moderna, particularmente durante a Renascença da Europa ocidental e de resto durante os diversos reviverem neoclássicos dos séculos XVIII e XIX. Conceitos sociológicos como cidadania e democracia são gregos, ou pelo menos de pleno desenvolvimento nos manuscritos dos gregos. Os historiadores e escritores políticos cujos trabalhos sobreviveram ao tempo eram, em sua maioria, atenienses ou pró-atenienses e todos conservadores. Por isso se conhece melhor a história de Atenas do que a história das outras cidades. Esses homens concentraram seus trabalhos em aspectos políticos, militares e diplomáticos, ignorando o que veio a se conhecer modernamente por áreas de conhecimento em história econômica e social. O homem é criação propiciada pelo processo real de transformação da realidade e por uma formação ideal exagerada da imaginação que faz a essência do homem criadora. Não há distinção entre a importância artística da tragédia vista como drama ou da comédia.
Em defesa do gênero, o
crítico de artes e cinema Rubens Ewald Filho lembra o ditado: - “Morrer é
fácil, difícil é fazer comédia”. Entre os artistas, reconhece-se que para fazer
rir é necessário um ritmo, reconhecido como timing, especial que não é
dominado por todos os humoristas. Uma característica reconhecida da comédia é
que ela é uma representação social da diversão intensamente coletiva, mas
pessoal. Para rir de um fato social ou político é necessário reconhecer:
revendo, como na leitura, tornando a conhecer, como no trabalho incessante do
aprendizado da escrita, tomando os fatos culturais subjetivamente como parte de
determinado valor humano - os homens comuns - a tal ponto que ele deixa de ser
mitológico, ameaçador e passa a ser banal, corriqueiro, usual e pode-se, portanto,
rir intensivamente dele. As pessoas com frequência não acham as mesmas coisas
engraçadas, mas quando fazem isso pode ajudar a criar laços poderosos de
afeto. Exemplos dados por Émile Durkheim (1858-1917) de
fatos sociais incluem instituições sociais tais como parentesco, casamento,
moeda, língua, religião, organização política e todas as instituições da
sociedade que devem representar nas interações cotidianas com outros membros
das não sociedades. Desviando-se das normas dessas instituições torna o
indivíduo inaceitável ou em desajuste com o grupo. Entre os mais notáveis
trabalhos de Durkheim está a descoberta do “fato social” das taxas de suicídio.
Examinando cuidadosamente as estatísticas de suicídio concedidas pela polícia
em diferentes distritos, Durkheim demonstrou que a taxa de suicídio das
comunidades católicas é menor do que a taxa das comunidades protestantes. Para
este fenômeno ele atribuiu uma causa social, ao contrário de uma causa
individual, como era de costume se imaginar na época). Isto foi considerado
inovador e este estudo é muito influente na área de suicídio e doenças
psicossomáticas.
A possibilidade real, a
ocasião apriorística desse modo de comportamento que chamamos amor, fará
surgir, se for o caso, e levará à consciência, como um sentimento obscuro e
geral, inicial de sua própria realidade, antes mesmo que a ele se some a
incitação por um objeto determinado para levá-lo a seu efeito acabado. A existência desse impulso sem objeto, por
assim dizer incessantemente fechado em si, acento premonitório do amor, puro
produto do interior e, no entanto, já acento de amor, é a prova mais decisiva
em favor da essência central puramente interior do fenômeno amor, muitas vezes
dissimulado sob um modo de representação pouco claro, segundo o qual o amor
seria uma espécie de surpresa ou de violência vindas do exterior, tendo su
símbolo mais pertinente no “filtro do amor”, em vez de uma maneira de ser, de
uma modalidade e de uma orientação que a vida como tal toma por si mesma – como
se o amor viesse de seu objeto, quando, na realidade, vai em direção a ele. De
fato, o amor é o sentimento que, exatamente fora dos sentimentos religiosos, se
liga mais estreita e mais incondicionalmente a seu objeto. À acuidade com a
qual ele brota do sujeito corresponde a acuidade igual com que ele se dirige
para o objeto. É que nenhuma instância vem se interpor. Se venero alguém. É
pela qualidade de venerabilidade que, em sua realidade, permanece ligada à
imagem pelo tempo quanto eu o venerar, passível de adoração, contemplação e
respeito.
Em Filosofia em que
novo sentido devemos entendê-lo? Ora, se o saber é um instrumento, modifica o
objeto a conhecer e não nos apresenta em sua pureza; se for um meio tampouco,
nos transmite a verdade sem alterá-la de acordo com a própria natureza do meio
interposto. Se o saber é um instrumento, isto supõe que o sujeito do saber e
seu objeto se encontram separados; por conseguinte, o Absoluto seria distinto
do conhecimento: nem o Absoluto poderia ser saber de si mesmo, nem o saber
poderia ser saber do Absoluto. Contra tais pressupostos a existência mesma da
ciência filosófica, que conhece efetivamente, é já uma afirmação. Não obstante,
esta afirmação não poderia bastar porque deixa à margem a afirmação de outro
saber; é precisamente esta dualidade o que reconhecia Schelling quando opunha
no Bruno o saber fenomênico e o saber Absoluto, mas não demonstrava os laços
afetivos entre um e outro. Uma vez colocado a questão do saber Absoluto não se
vê como é possível no saber fenomênico, e o saber fenomênico por sua parte fica
igualmente cortado (separado) do Saber Absoluto. Hegel volta ao
saber fenomênico, isto é, precisamente ao saber da consciência comum, e
pretende demonstrar como aquele conduz necessariamente ao saber Absoluto, ou
também que ele mesmo é um saber Absoluto que, todavia, não se deve saber como
tal. O termo “idealismo alemão” é amplamente difundido, mas não há acordo sobre
o que significa. Hegel, que considera Kant um idealista, inventou a noção de tradição idealista alemã, presente no primeiro texto filosófico, Differenzschrift
ele indica formas nos escritos da tradição do pensamento de Kant,
Fichte e Schelling.
Hegel que parte da
consciência comum, não podia situar como princípio primeiro uma dúvida
universal que só é própria da reflexão filosófica. Por isso mesmo ele segue o
caminho aberto pela consciência e a própria história detalhada de sua formação.
Ou seja, a Fenomenologia vem a ser uma história concreta da consciência, sua
saída a caverna e sua ascensão à Ciência. Daí a analogia que em Hegel “existe
de forma coincidente entre a história da filosofia e a história do
desenvolvimento do pensamento”, mas este desenvolvimento é necessário, como
força irresistível que se manifesta lentamente através dos filósofos, que são
“instrumentos de sua manifestação”. Assim, preocupa-se apenas em definir os
sistemas, sem discutir as peculiaridades e opiniões dos diferentes filósofos.
Na determinação do sistema, o que o preocupa é a categoria fundamental que
determina o todo do sistema, e o assinalamento das diferentes etapas, bem como
as vinculasses destas etapas que conduzem à síntese do espírito Absoluto. Para
compreender o sistema hegeliano é necessário começar por uma representação, que não sendo exata permite, a seleção de
afirmações e preenchimento do sistema abstrato para alcançar a transformação da
representação numa noção clara e exata.
Assim, temos a passagem
da representação abstrata, para o conceito claro e concreto através do acúmulo
de determinações. Aquilo que por movimento dialético separa e distingue
perenemente a identidade e a diferença, sujeito e objeto, finito e infinito, é a
alma vivente de todas as coisas, a Ideia Absoluta que é a força geradora, a
vida e o espírito eterno. A Ideia Absoluta seria uma existência abstrata se a
noção de que procede não fosse mais que unidade abstrata, e não o que é, a
noção que, “por um giro negativo sobre si mesma, revestiu-se novamente de forma
subjetiva”. A determinação mais simples
e primeira que o espírito pode estabelecer é o Eu, a faculdade de poder
abstrair todas as coisas até a sua própria vida. Chama-se idealidade,
idealização, precisamente esta supressão da exterioridade. Entretanto, o
espírito não se detém na apropriação, transformação e dissolução da matéria em
sua universalidade, mas, enquanto consciência religiosa, por sua faculdade
representativa, penetra e se eleva através da aparência dos seres até culminar esse
poder divino, uno, infinito, que conjunta e anima interiormente todas as
coisas, enquanto pensamento filosófico, isto é, como seu princípio universal, a
ideia eterna que as engendra e nelas se manifesta plenamente. Hegel, afirma,
portanto, que o espírito finito se encontra inicialmente numa união imediata
com a natureza, a seguir em oposição com esta natureza, e em identidade,
porque suprimiu a oposição e voltou a si mesmo e, consequente, o espírito
finito é a ideia, mas ideia que girou sobre si mesma e que existe por si em sua
realidade.
A Ideia absoluta que
para realizar-se colocou como oposta a si, à natureza, produz-se através dela
como espírito, que através da supressão de sua exterioridade entre inicialmente
em relação simples com a natureza, e, depois, ao encontrar a si mesma nela,
torna-se consciência de si, espírito que conhece a si mesmo, suprimindo assim a
distinção entre sujeito e objeto, chegando assim a Ideia a ser por si e em si,
tornando-se unidade perfeita de suas diferenças, sua absoluta verdade. Com o
surgimento do espírito através da natureza abre-se a história da humanidade e a
história humana é o processo que medeia entre isto e a realização do espírito
“consciente de si”. A filosofia hegeliana centra sua atenção sobre esse
processo e as contribuições mais expressivas ocorrem precisamente nesta esfera,
do espírito. Para Hegel, à existência na consciência, no espírito chama-se
saber, conceito pensante. O espírito é também isto: “trazer à existência, isto
é, à consciência”. Como consciência em geral tenho eu um objeto; uma vez que eu
existo e ele está na minha frente. Mas enquanto o Eu é o objeto de pensar, é o
espírito precisamente isto: “produzir-se, sair fora de si, saber o que ele é”.
Nisto consiste a grande diferença: o homem sabe o que ele é. Logo, em primeiro
lugar, ele é real. Sem isto, a razão, a liberdade não são nada. O homem é
essencialmente razão. O homem, a criança, o culto e o inculto, são a razão. Ou
melhor, a possibilidade para isto, para ser razão, existe em cada um, é dada a
cada um. Entretanto, a razão não ajuda em quase nada a criança, o inculto.
É uma possibilidade,
embora não seja uma possibilidade vazia, mas possibilidade real e que se move
em si. Assim, por exemplo, dizemos que o homem é racional, e distinguimos muito
bem o homem que nasceu somente e aquele cuja razão educada está diante de nós.
Isto pode ser expresso também assim: o que é em si, tem que se converter em
objeto para o homem, chegar à consciência; assim chega para ele e para si
mesmo. Deste modo o homem se duplica. Uma vez, ele é razão, é pensar, mas em
si: outra, ele pensa, converte este ser, seu em si, em objeto do pensar. Assim
o próprio pensar é objeto, logo objeto de si mesmo, então o homem é por si. A
racionalidade produz o racional, o pensar produz os pensamentos. O que o ser em
si é se manifesta no que é o ser por si. Todo conhecer, todo aprender, toda
visão, toda ciência, toda atividade, não possui nenhum outro interesse além do
que “é em si”, no seu interior, manifestar-se desde si mesmo, produzir-se,
transformar-se. Nesta diferença se descobre toda a diferença na história do
mundo. Os homens são todos racionais. O formal desta racionalidade é que o
homem seja livre. Esta é a sua natureza. Isto pertence à essência do homem. O
europeu sabe de si, dizia Hegel, pois é objeto de si mesmo. A determinação que
ele conhece é a liberdade. Ele se conhece a si mesmo como livre. O homem
considera a liberdade como sua substância. Se os homens “falam mal de conhecer
é porque não sabem o que fazem”.
Conhecer-se,
converter-se a si mesmo no objeto (do conhecer próprio) e o fazem relativamente
poucos. Mas o homem é livre “somente se sabe que o é”. Pode-se também em geral
falar mal do saber, como se quiser. Mas somente este saber libera o homem. O
conhecer-se é no espírito a existência. Portanto isto é o segundo, esta é a
única diferença da existência (Existenz) a diferença do
separável. O Eu é livre em si, mas também por si mesmo é livre e eu sou livre
somente enquanto existo como livre. A terceira determinação é que o que existe
em si, e o que existe por si são somente uma e mesma coisa. Isto quer dizer a
representação evolução. O em si que já não fosse em si seria outra coisa. Por
conseguinte, haveria ali uma variação, mudança. Na mudança existe algo que
chega a ser outra coisa. Na evolução podemos também na dúvida falar da mudança.
Mas esta mudança deve ser tal que o outro, o que resulta, é ainda idêntico ao
primeiro, de maneira que o simples, o ser em si não seja exteriormente negado.
É algo concreto, algo distinto. Entretanto contido na unidade, no em si
primitivo. O gérmen se desenvolve assim, não muda. Se o gérmen fosse mudado
desgastado, triturado, não poderia evoluir. Esta unidade do existente, o que
existe, e do que é em si é o essencial da evolução. É um conceito especulativo,
esta unidade do diferente, do gérmen e do desenvolvido. Ambas estas coisas são
duas e, no entanto, uma. É um conceito da razão. Por isso só todas as outras
determinações são inteligíveis, mas o entendimento abstrato não pode conceber
isto. O entendimento fica nas diferenças, só pode compreender abstrações, não o
concreto, nem o conceito. Resumindo, teremos uma única vida a qual está oculta.
Mas depois entra na existência e separadamente, na multiplicidade das
determinações, e que com graus distintos, são necessárias. E juntas de novo,
constituem um sistema.
Essa representação é
uma imagem da história da filosofia. O primeiro momento era o em si da
realização, e em si do gérmen etc. O segundo representa a existência, aquilo
que resulta. Assim, o terceiro é a ideia/figuração de identidade de ambos, mais
precisamente agora o fruto da própria evolução, o resultado de todo este
movimento. Em anatomia humana, o nervo ulnar é um nervo que tem como unidade
articulatória percorrer as proximidades do osso ulna. Por mais insuficiente,
por mais preso a um estreito simbolismo humano que esteja o conceito de
objetivo e de meios de comunicação em presença da misteriosa realização da
vida, devemos qualificar essa emoção sexual de meio de que a vida se serve para
a manutenção da espécie, confiando aqui a consecução desse objetivo não mais a
um mecanismo (no sentido lato) mas a mediações psíquicas. Enfim, a pulsão,
dirigida a princípio, tanto no sentido genérico quanto no sentido hedonista, ao
outro sexo enquanto tal, parece ter diferenciado cada vez mais seu objeto, à
medida que seus suportes se diferenciavam, até singularizá-lo. Claro, sabemos
que a pulsão não se torna amor pelo simples fato de sua individualização; esta
última pode ser refinadamente hedonista, ou instinto vital-teleológico para o
parceiro apto a procriar os melhores filhos.
Mas, indubitavelmente, ela cria uma disposição formativa e, por assim
dizer, um marco para essa exclusividade que constitui a essência do amor, mesmo
quando seu sujeito se volta para uma pluralidade de objetos. Não duvidamos em
absoluto que no seio do que se chama “atração dos sexos” constitui-se o
primeiro factum, ou, se quiserem, a prefiguração do amor. A vida historicamente
se metamorfoseia nessa produção social, traz sua corrente à altura dessa onda
cuja crista vital, de desenvolvimento, sobressai acima dela.
Se considerarmos o
processo da vida como um dispositivo de meios a serviço desse objetivo e se
levarmos em conta seu significado efetivo para a propagação da espécie, então
este também é um dos meios que a vida se dá para si e a partir de si. Do mesmo
modo, no homem que temo, o caráter terrível e o motivo que o provocou estão
intimamente ligados; mesmo o homem que odeio não é, na maioria dos casos
separado em minha representação da causa desse ódio – é esta uma das diferenças
entre amor e ódio que desmente a assimilação que comumente se faz deles. Mas o
específico do amor é excluir do amor existente a qualidade mediadora de seu
objeto, sempre relativamente geral, que provocou o amor por ele. Ele permanece
como intenção direta e centralmente dirigida para esse objeto, e revela a sua
natureza verdadeira e incomparável nos casos em que sobrevive ao
desaparecimento indubitável do que foi sua razão de nascer. Essa constelação,
que engloba inúmeros graus, desde a frivolidade até a mais alta intensidade, é
vivida segundo o mesmo modelo, seja em relação a uma mulher ou a um objeto, a
uma ideia ou a um amigo, à pátria ou a uma divindade. Isso deve ser solidamente
estabelecido em primeiro lugar, se quisermos elucidar em sua estrutura seu
significado mais restrito, o que se eleva no terreno da sexualidade. A
ligeireza com que a opinião corrente alia instinto sexual a amor lança talvez
uma das pontes mais enganadoras na paisagem psicológica exageradamente rica em
construções desse gênero. Quando, ademais, ela penetra no domínio da psicologia
que se dá por científica, temos com demasiada frequência a impressão de que
esta última caiu nas mãos de açougueiros. O que é óbvio, não
podemos afastar pura e simplesmente essa relação.
Para que a espécie humana pudesse sobreviver, a psique precisou ser socializada e dar sentido a um mundo aparentemente sem-sentido natural-biológico. Ao criar as significações, institui-se a sociedade que é a origem de si mesma. Não se poderia pensar a humanidade fora do mundo de significações, ou a subjetividade, a partir do termo “para si”, das representações das instituições sociais. O “para si” é inferido a partir das instancias, interdependentes, em que todas existem, mas nenhuma se mantém sem a outra, numa completa relação de atividade e reciprocidade representando a totalidade do sujeito. Enfim, Cornelius Castoriadis (1922-1997) admite que é impossível fazer filosofia sem uma ontologia, segundo o aristotelismo, parte da filosofia que tem por objeto o estudo das propriedades mais gerais do ser apartada da infinidade de determinações que, ao qualificá-lo particularmente, ocultam sua natureza plena e integral. Sem uma interrogação sobre o ser, mas, ao contrário do que possa pensar aquele para quem ontologia soa como “palavra proibida”, sua reflexão é inteiramente articulada à questão política. Não sendo, pois, uma idealização, mas um pensamento radical sobre a condição e possibilidade de uma sociedade na qual os homens tenham consciência de seu poder vital. Por sua vez, o imaginário individual e coletivamente radical enquanto (sonho) e coletivo (mitos, ritos, símbolos) aparece como corrente do coletivo anônimo, traduzindo-se na sociedade e no que para o social-histórico é posição, criação e fazer ser. Duas dimensões não incomunicáveis nem estáticas, embora a dimensão psíquica, tenha participação oculta na formação do que é próprio na criação.
Cornelius Castoriadis veio de uma família grega de Constantinopla (Istambul), a capital do Império Otomano. Em 1922, como dezenas de milhares de gregos otomanos, a família Castoriadis teve que fugir da Turquia durante a Grande Catástrofe da Ásia Menor e se estabeleceu em Atenas. Lá, ele completou o ensino secundário e depois estudou direito e ciências políticas e econômicas. Em 1937, enquanto a Grécia estava sob o regime de Metaxas, ele se juntou à Juventude Comunista. Em 1941, tornou-se membro do Partido Comunista (KKE), saiu em 1943 e juntou-se ao grupo trotskista de Spyros Priphtes reconhecido como “Agis Stinas”, que foi alvo de hostilidade tanto do ocupante alemão como dos comunistas ortodoxos. A Frente de Libertação Nacional Grega, ou EAM, foi o principal movimento da resistência grega durante a ocupação da Grécia pelas forças do Eixo na 2ª Guerra Mundial (1939-1945). Fundada pelo Partido Comunista da Grécia (KKE), a Frente de Libertação Nacional incluía, no entanto, membros de toda a esquerda grega, bem como republicanos.
O Exército Popular de Libertação Nacional Grego (ELAS) formava seu braço armado; os dois movimentos juntos eram conhecidos como EAM-ELAS. Entre o final de 1943 e a Libertação, o conflito entre os combatentes da resistência da EAM e grupos rivais de resistência escalou para uma quase guerra civil, que só terminou com a queda do último primeiro-ministro do governo colaboracionista, Ioannis Rallis (1878–1946) foi o terceiro e último primeiro-ministro colaboracionista do governo grego durante a ocupação da Grécia pelas forças do Eixo na 2ª guerra mundial. Seu governo durou de 7 de abril de 1943 a 12 de outubro de 1944, sucedendo a Konstantinos Logothetopoulos (1878-1961) no governo fantoche controlado em Atenas. Ele foi condenado à prisão perpétua pelo Tribunal Especial e morreu na prisão em 26 de outubro de 1946. Ele é filho de Dimitrios Rallis, que foi primeiro-ministro diversas vezes, e pai de Georges Rallis. Membro do Partido Popular Monarquista, Ioannis Rallis foi ministro quatro vezes entre 1920 e 1933. No final da guerra, a Frente de Libertação Nacional tornou-se o primeiro movimento social verdadeiramente significativo da história grega e chegou a estabelecer seu próprio governo, o Comitê Político de Libertação Nacional em 10 de março de 1944 controlando a maior parte do território grego através de seu braço armado, o ELAS, a Frente de Libertação Nacional concordou, no entanto, em se juntar ao governo no exílio após o fracasso da revolta do Exército Grego Livre em 1948.Abril de 1944e o estabelecimento da Conferência do Líbano em maio de 1944. Após a Libertação, a Frente de Libertação Nacional emergiu bastante enfraquecida pelos eventos de dezembro de 1944, que a colocaram em conflito com as forças aliadas e constituíram a primeira fase da Guerra Civil Grega ocorreu entre 1941 e 1944. Perseguidos pelo governo que consolidava gradualmente o seu poder, os seus membros apoiaram de forma esmagadora o KKE e a “República Comunista de Konitsa”.
Atualmente, a Frente de Libertação Nacional e membros, juntamente com outros movimentos de resistência gregos, são vistos como heróis por grande parte da população grega, que os considera os principais libertadores da Grécia. Tendo concluído os seus estudos na Universidade de Atenas, veio completá-los em Paris em 1946, graças a uma bolsa do Instituto Francês de Atenas, então dirigido por Octave Merlier. Fez a viagem (via Pireu, Taranto e Marselha) a bordo do Mataroa num grupo de estudantes que incluía, entre outros, Kostas Axelos e Kostas Papaioannou. Na França, ele é membro do Partido Comunista Internacionalista (PCI), que pertence à Quarta Internacional (trotskista). Em agosto de 1946 sob o pseudônimo de Chaulieu, ele criou, com Claude Lefort (conhecido como Montal), uma tendência minoritária, a tendência “Chaulieu-Montal”, que mais tarde se separou do PCI para formar o grupo independente Socialisme ou Barbarie, mais próximo do comunismo de conselhos. Foi criado um jornal com o mesmo nome, cujo primeiro número foi publicado em março de 1949. Em novembro de 1956 após os acontecimentos na Hungria, ele participou, juntamente com alguns membros do Socialisme ou Barbarie, incluindo Claude Lefort, de um círculo internacional de intelectuais revolucionários, onde estavam presentes, entre outros, Georges Bataille, André Breton, Michel Leiris, Edgar Morin e Maurice Nadeau. Em 1958, o grupo Socialisme ou Barbarie sofreu uma cisão sobre a questão da formação de uma organização revolucionária. Claude Lefort e Henri Simon deixaram o grupo para criar a OLI, que se tornou Information et Correspondances Ouvrières (ICO. Castoriadis estava entre os que permaneceram no Socialisme ou Barbarie. Outra cisão ocorreu em 1963. Em 13 de março de 1964 uma palestra sobre “Marxismo e Teoria Revolucionária”, e 15 de maio sobre a questão: “O que significa ser revolucionário hoje?”. A partir de 1964, tornou-se membro da École Freudienne de Paris, fundada por Jacques Lacan (1901-1981), a quem se oporia a partir de 1967. Mas neste ano, o grupo Socialisme ou Barbarie dissolveu-se oficialmente e publicou um texto de autodissolução.
Greta Thunberg nascida em Estocolmo, em 3 de janeiro de 2003 é uma ativista ambiental sueca. É reconhecida por ter protestado fora do prédio do parlamento sueco, e por ser a líder do movimento Greve das Escolas Pelo Clima. Seu ativismo começou depois de convencer seus pais a adotar várias opções de estilo de vida para reduzir sua própria pegada de carbono. Em agosto de 2018, Thunberg ausentava-se das aulas para protestar, próxima ao parlamento sueco, exigindo mais ações para mitigar as mudanças climáticas por parte dos políticos de seu país. Eventualmente, estudantes de outras comunidades se organizaram para protestos semelhantes ao seu. Juntos, Thunberg e os milhares de estudantes que começaram a segui-la fizeram manifestações conscientes pela questão climática em diversos países, chamado de Sextas para o Futuro. Depois que Thunberg discursou na Conferência das Nações Unidas (ONU) sobre Mudança Climática de 2018, paralisações estudantis aconteceram todas as semanas em algum lugar do mundo. Para evitar voar e emitir carbono, Thunberg atravessou o Oceano Atlântico via veleiro para chegar aos Estados Unidos, onde participou da Cúpula das Nações Unidas sobre Ação Climática de 2019. Seu discurso lá, no qual ela exclamou “How Dare You” (“como você se atreve”), foi amplamente retomado pela imprensa e incorporado à música. Como adulta, seus protestos incluíram tanto manifestações pacíficas quanto atos de desobediência civil, como desafiar ordens legais para se dispersar, o que levou a prisões, condenações e uma absolvição.
Seu ativismo evoluiu para incluir outras causas, apoiando a Ucrânia, a Palestina e a Armênia em seus respectivos conflitos especificamente com a Rússia, Israel e Azerbaijão. Pesquisas recentes descobriram que embora existam experiências emocionais intensificadas ligadas ao reconhecimento e antecipação das alterações climáticas e seu impacto na sociedade, elas são inerentemente adaptativas. Além disso, o envolvimento consciente com essas experiências emocionais leva ao aumento da resiliência, agência, funcionamento reflexivo e ação coletiva. Os indivíduos são encorajados a encontrar formas coletivas de processar as suas experiências emocionais relacionadas ao clima, a fim de apoiar a saúde mental e o bem-estar. As Conferências das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, ou Conferência das Partes, são eventos anuais da Organização das Nações Unidas realizados no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC). Eles servem como reunião formal dos membros integrantes para avaliar o progresso no enfrentamento das mudanças climáticas. Desde meados da década de 1990, ocorrem para negociar o Protocolo de Quioto, estabelecendo obrigações juridicamente vinculativas para os países desenvolvidos reduzirem suas emissões de gases do chamado “efeito estufa” . A partir de 2005, as conferências serviram ainda como a “Conferência das Partes Atuando como Reunião das Partes do Protocolo de Quioto” (CMP). Além disso, elas são eventos de propagação de discussões e temáticas pois os integrantes da convenção que não são signatários do protocolo podem participar de reuniões relacionadas como observadores.
De 2011 a 2015, as reuniões foram usadas para negociar o Acordo de Paris como parte da plataforma de Durban, que criou um direcionamento para a ações relacionadas ao clima. Qualquer texto final de uma COP deve ser acordado por consenso. A primeira Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas foi realizada em 1995 em Berlim. A primeira Conferência das Partes da UNFCCC ocorreu de 28 de março a 7 de abril de 1995 em Berlim, na Alemanha, que teve como escopo principal “o consenso de todos os países em se tomar ações mais enérgicas quanto à mitigação do efeito estufa”. Uma revisão sistemática de 2021 revelou que a ecoansiedade foi definida de várias formas diferentes; uma característica comum das diferentes definições é que descrevem respostas emocionais desafiantes às alterações climáticas e a outras questões também radicalmente de foro ambientais. É afirmado que o termo “ecoansiedade” foi descrito por Glenn Albrecht, que o definiu como “um medo crônico da catástrofe ambiental”. Outra definição citada é que “a sensação generalizada de que os fundamentos ecológicos da existência estão em processo de colapso”. Estudiosos usam o termo ansiedade ecológica como sinônimo propenso de “ansiedade climática”, enquanto outros preferem tratar os termos separadamente. A American Psychology Association definiu a ecoansiedade como “o medo crônico do cataclismo ambiental que surge da observação do impacto aparentemente irrevogável das alterações climáticas e da preocupação associada com o futuro de alguém e das próximas gerações”. Os graus de preocupação sobre os efeitos pragmáticos das alterações climáticas variam de acordo com a imersão no processo de filiação política. A verde: “Preocupo-me muito com as alterações climáticas”. A azul: “Democratas”. A cinza: “Independentes”. A vermelho: “Republicanos”. Quase seis em cada dez relataram um efeito grave das alterações climáticas no local onde vivem, com 38% a preverem ser deslocados das suas casas nos próximos 25 anos devido às alterações climáticas.
A ecoansiedade pode manifestar-se de formas que causam sintomas físicos e podem exacerbar condições de saúde mental preexistentes. Os sintomas incluem irritabilidade, insónia, incapacidade de relaxar, perda de apetite, falta de concentração, crises de fraqueza, ataques de pânico, tensão muscular e espasmos. Esses sintomas são semelhantes aos sintomas que alguém com diagnóstico de transtorno de ansiedade generalizada pode apresentar. Estes sintomas são comuns em pessoas que sofrem de ansiedade ecológica. Um estudo de 2022 encomendado pela Academia Americana de Medicina do Sono relatou que “as ansiedades em torno das alterações climáticas e das questões ambientais” causaram insônia em 70% dos norte-americanos. Sintomas mentais ou emocionais os sentimentos de desesperança e impotência, distanciar-se ou evitar o problema e sentir-se oprimido ou sufocado. No campo da ecopsicologia, existem outros impactos psicológicos específicos do clima que são menos estudados do que a ecoansiedade. Eles incluem, mas não estão limitados a: eco-luto (ou eco-depressão), eco-raiva, eco-culpa e solastalgia. A “raiva ecológica” representa a frustração com as alterações climáticas e as mudanças ambientais por elas causadas. Pode ser frustração para com certos grupos, empresas ou países que contribuem para as alterações climáticas. Um estudo que separou os efeitos da ecoansiedade, da eco-depressão e da eco-raiva, descobriu que a “eco-raiva é o melhor para o bem-estar de uma pessoa”.
Este estudo também
descobriu que a “raiva ecológica” é boa para motivar a participação em ações
sociais que combatem as alterações climáticas. Um relatório separado de 2021
descobriu que a “raiva ecológica” era significativamente mais comum entre os
jovens. Foi um dos sentimentos de dor mais fortes com que alguma vez me
deparei. O contraste entre a frieza cruel do espaço e o calor da Terra lá em
baixo encheu-me de uma tristeza avassaladora. Todos os dias, somos confrontados
com o conhecimento de mais destruição da Terra às nossas mãos: a extinção de
espécies animais, da flora e da fauna... coisas que levaram cinco mil milhões
de anos a evoluir e que, de repente, nunca mais as veremos por causa da
interferência da humanidade. - Isso encheu-me de pavor. A minha viagem ao
espaço era suposta ser uma celebração; em vez disso, parecia um funeral -
William Shatner na sua autobiografia Boldly Go (2022). O luto ecológico
(ou eco-luto) é “o luto sentido em relação às perdas ecológicas
experienciadas ou previstas, incluindo a perda de espécies, ecossistemas e
paisagens significativas devido a mudanças ambientais agudas ou crônicas”. A culpa
ecológica tem como representação “a culpa que surge quando as pessoas
pensam em ocasiões em que não cumpriram os padrões pessoais ou sociais de
comportamento ambiental”. Essa culpa pode assumir a autocrítica,
autoculpa, autoexame e/ou autotortura. Solastalgia tem como representação social
“o sofrimento causado pela transformação e degradação do ambiente doméstico de
uma pessoa”. Um estudo de 2019 descobriu que o número de pessoas que sofrem de
solastalgia aumentará à medida que o ritmo de alterações climáticas também aumentar. Isto deve-se ao facto de que mais pessoas verão os
efeitos das alterações climáticas nos seus ambientes domésticos à medida que as
alterações climáticas continuam.
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