O nome do Oceano Índico
é uma relação direta com a geografia da região, situa-se próximo da Índia e
Indonésia. O terceiro maior oceano do mundo banha a Ásia, a África e a Oceania
e conta com uma extensão de 73.440.000 km². O nome do Oceano Ártico é uma
referência à geografia. O nome vem da palavra grega “arctos” que significa
“urso”. Situado no polo Norte, sob a constelação da Ursa Menor, deve o nome à
palavra grega arctos. Por oposição assimétrica geográfica, e diferenças
existentes entre pessoas e povos. o oceano do polo Sul chama-se Antártico. O Mar
Vermelho com 300 km no seu ponto mais largo, recebeu este nome pela cor dos
corais que aparecem na sua superfície. Cerca de 350 espécies diferentes de
corais já foram catalogadas biologicamente nas suas águas claras. O Mar
Vermelho apresenta assim, a cor avermelhada em alguns períodos do ano devido à
proliferação de um tipo específico de algas. No entanto, de acordo com
diferentes autores a coloração ligeiramente avermelhada em algumas regiões da
costa, deve-se ao minério de ferro, presente em grandes quantidades nas
montanhas ao redor do mar. Como a paisagem da região é desértica, com ventos
constantes e vegetação esparsa e rasteira, a poeira avermelhada deposita-se no
mar dando-lhe a tonalidade característica. Conforme se avança para o alto
mar, a cor vai voltando às tonalidades azuis.
O Mar Negro recebeu este nome em decorrência da presença de muita quantidade de sais minerais, de onde deriva sua coloração escura. Ficou conhecido pelos gregos como Ponto Euxino, um mar interior situado entre a Europa, a Anatólia e o Cáucaso, ligado ao oceano Atlântico através dos mares Mediterrâneo e Egeu e por diversos estreitos. O Bósforo o liga ao mar de Mármara, e o estreito de Dardanelos o conecta à região do Egeu e pelos turcomanos e turcos como Karadeniz. Possui uma grande concentração de sulfeto de hidrogénio, que forma uma camada lamacenta quase inabitável. Só alguns tipos de bactérias conseguem sobreviver. A salinidade do Mar Negro é quase 50% menor que a dos demais mares. Na verdade, o Mar Morto não é propriamente um mar e sim um grande lago com dimensões de 82 km de comprimento e 18 km de largura. Situado numa grande depressão situada a 400 metros abaixo do nível do mar, não recebe água de rios nem tem comunicação com qualquer oceano. O excesso de sal nas águas torna a vida praticamente impossível, com exceção da bactéria Haloarcula marismortui, que consegue filtrar os sais e sobreviver. Como é muito castigado pelo Sol, a água evapora e os sais são concentrados, formando colunas. Ninguém afunda nas suas águas, devido à alta concentração salina, que o torna muito mais denso do que o corpo humano. Os oceanos têm uma média de 35 gramas de sal por litro de água, enquanto o mar Morto tem quase 300 gramas. Isto deve-se basicamente à sua localização geográfica na divisa entre Israel e Jordânia. A região é quente e seca, o que acelera a evaporação e impede a reposição da água pela chuva.
O gestor de Recursos Humanos deve ser responsável pela organização e implementação de técnicas que auxiliem na tomada de decisões. Ele também deve conhecer as políticas e normas da organização para adequá-las às restrições legais. A função dos gestores vai desde a seleção de profissionais, até a efetiva comunicação com o grupo de trabalho, a fim de garantir uma qualidade quanto ao produto ou serviço ofertado pela empresa. É de sua responsabilidade garantir a segurança do empregado no local de trabalho, assegurando sua saúde física e psíquica. O gestor deve estar sempre atento para se precaver de problemas que possam interferir na segurança de seu funcionário. Mas de acordo com o Art. 118 da Lei nº 8.213/91, o trabalhador que sofreu qualquer tipo de acidente em detrimento do cumprimento de suas funções com seu empregador. Teria garantida por pelo menos 12 meses a manutenção de seu contrato de trabalho, após a cessação do auxílio doença acidentário, não podendo o empregador dispensá-lo sem justa causa. Como prevenção o gestor deve observar a atuação de seus funcionários, seu desenvolvimento de acordo com sua função e caso necessário efetuar possíveis trocas de função ou afastamento do mesmo quando identificar que a saúde físicas e/ou psíquica esteja precária. Assegurar a saúde do empregado é de suma importância para organização, de modo que, funcionários que estão bem de saúde, trabalham mais dispostos e consequentemente aumentam a produtividade. Assim os gestores devem priorizar a segurança do trabalho que deve ocorrer de forma consciente e responsável. A gestão de pessoas deve ter uma comunicação mais aberta, que incentive a participação do trabalhador, bem como possíveis sugestão de melhorias dentro do ambiente de trabalho que facilite no bem-estar do quadro de funcionários.
Assim, a empresa deve oferecer e estimular seus funcionários a participarem de cursos sobre a segurança no trabalho, ter bom relacionamento em equipe, além de fornecer todos os equipamentos de proteção individual e coletiva. Quanto mais o empregador melhora o ambiente de trabalho e o empregado, maior é seu bem-estar e rendimento, e maior o retorno que para empresa. O conceito de Acidente de trabalho pode ter duas abordagens essenciais: o conceito legal e Conceito Prevencionista, para todos os efeitos, o que vale mesmo é o conceito legal, mas, em prevenção o Conceito Prevencionista é bem mais completo. O segurado deve comparecer à perícia médica do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) munido da documentação médica e Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) emitida pela empresa. Entretanto, o perito médico pode reconhecer o nexo entre o trabalho e a lesão ou doença sem a CAT. Pode ser necessário vistoriar o posto de trabalho. A CAT deve ser preenchida em quatro vias, com a seguinte destinação: 1ª via – ao INSS; 2ª via – à empresa; 3ª via – ao segurado ou dependente; 4ª via – ao sindicato de classe do trabalhador. O segurado possui direito a um ano de estabilidade no emprego após o fim do auxílio-doença e a uma indenização se houve culpa ou dolo da empresa. Cabe ao empregador indenizar o segurado caso ele tenha gerado risco para os direitos do mesmo por meio de sua atividade econômica. Porém o empregador só será obrigado a reparar o dano causado ao funcionário após comprovação de que houve dolo ou culpa por parte da empresa. Caso o acidente ocorrido seja por culpa exclusiva do trabalhador ou por força maior, o mesmo não terá direito a indenização. O empregador não pode reexpor o segurado aos mesmos agentes nocivos, sob pena de multa. Caso a doença sofra agravamento e a empresa emita CAT de reabertura, pode haver novo auxílio-doença acidentário e multa nos casos de continuidade da exposição. A CAT de reabertura (para dissimulação) pode ser desqualificada e caracterizada como CAT inicial, obrigando a empresa a pagar novamente os primeiros quinze dias.
As
estatísticas e os dados referentes à segurança e à saúde do trabalhador, no
Brasil, são controladas pelo Ministério da Previdência Social obtidas através
da CAT. Essas estatísticas não conseguem representar fielmente a situação dos
acidentes de trabalho do país, já que trabalhadores que não estejam sob o
regime da Consolidação das Leis de Trabalho (CLT), bem como trabalhadores
informais e/ou temporários, aqueles que não são cobertos através do Seguro
dos Acidentes do Trabalho (SAT), como empregados domésticos, trabalhadores
autônomos e avulsos, etc. Trata-se do problema da subnotificação, isto é, ocorrências
de acidentes no trabalho não são devidamente notificadas e contabilizadas, e
acabam por não entrar nas estatísticas. No Brasil, quando se analisam os dados
da Previdência Social, mesmo com as já citadas falhas no registro de acidentes
e doenças de trabalho, percebe-se o quão precárias são as condições de
trabalho, como as medidas de prevenção de segurança e saúde do trabalhador são
insuficientes e ineficazes. No ano de 2012, por exemplo, a taxa de mortalidade devido
a acidentes e doenças de trabalho do país foi de 5,91 por 100 mil
trabalhadores.
A campanha Abril Verde foi criada com objetivo de conscientizar a população sobre os riscos dos acidentes de trabalho e das doenças ocupacionais e suas formas de prevenção. Para conscientizar a população, foi escolhida a cor verde para o mês de abril, simbolizando a segurança trabalhista. A cor verde também está relacionada aos cursos da área da saúde, e por isso o símbolo da campanha é o laço verde. O mês de abril foi escolhido baseando-se no Dia Mundial em Memória às Vítimas de Acidentes de Trabalho, comemorado no dia 28 de abril. Em 1969, uma explosão de uma mina da cidade de Farmington, na Virgínia, estado dos Estados Unidos da América, acabou por matar 78 trabalhadores, caracterizando o episódio como um dos maiores e mais conhecidos acidentes trabalhistas da humanidade. A campanha tem como principais objetivos: mensurar riscos; conscientizar a população em relação aos riscos à saúde e segurança do trabalho; estimular e difundir a prevenção diariamente; verificar o posicionamento das pessoas dentro e fora dos locais de trabalho; refletir sobre as responsabilidades de empresas, gestores e de toda população; promover ações preventivas. A data foi instituída no Brasil pela Lei nº 11.121/2005 - Art. 1º Fica instituído o Dia Nacional em Memória das Vítimas do Trabalho, a ser celebrado no dia 28 de abril de cada ano. Apesar das Normas regulamentadoras, criadas a partir da Lei nº 6.514 de 1977, regulamentada pela portaria n° 3.214 de 08 de junho de 1978, o Brasil enfrenta elevados números de acidentes de trabalho considerados na literatura especializada de modo geral como típicos, de trajeto e doenças do trabalho.
Um oceano é o componente principal de representação da superfície da Terra, constituído por água salgada. Forma a maior parte da hidrosfera: aproximadamente 71% da superfície da Terra, constituindo uma área em torno de 361 milhões de km. Mais do que a metade desta área tem profundidades maiores que 3.000 metros. A noção de oceano global, como um corpo contínuo de água para a oceanografia, e oceano terrestre para efeitos práticos da ideologia, é normalmente dividido em várias partes, demarcadas por continentes e grandes arquipélagos é a oficialmente adotada, desde 2000, pela Organização Hidrográfica Internacional, da qual países como o Brasil e Portugal são membros. Regiões menores dos oceanos são conhecidas como mares, golfos e estreitos. Em 20 de julho de 2009, cientistas do Centro Nacional de Dados Climáticos dos Estados Unidos da América, informaram à imprensa que os oceanos estão com a temperatura média de 17 °C, a mais alta desde 1880, quando se iniciou os registros. O estudo e pesquisa dos oceanos da Terra são chamados oceanografia. As viagens na superfície do oceano com o uso de botes datam de tempos pré-históricos, mas só nos últimos tempos as explorações submarinas se tornaram possíveis e comuns. Para sermos breves, sabemos estatisticamente que os mares e oceanos cobrem mais de 75% da superfície terrestre. As profundidades que variam de alguns metros nas regiões litorâneas, a mais 11 km nas zonas mais profundas. Um dos aspectos mais importantes dos ecossistemas marinhos é sua grande estabilidade e homogeneidade no que se refere à composição química e temperatura.
A salinidade dos mares é cerca de 3,5 g/L de sais, com predominância de cloreto de sódio. Os ecossistemas marinhos podem se distinguir em dois grandes domínios marinhos: um relativo ao fundo, o domínio bentônico; outro relativo às massas d’água, o domínio pelágico; A luz consegue penetrar no mar até a profundidade máxima de 200 metros, estabelecendo o que se denomina de zona fótica. Na metade superior desta zona iluminada vive o fitoplâncton marinho, formado por algas e bactérias fotossintetizantes. Elas produzem praticamente todo alimento necessário à manutenção da vida nos mares. Essa zona também é rica em plâncton não fotossintetizante e em grandes cardumes de peixes. A região que se estende dos 200 aos 2 mil metros de profundidade é a região batial com águas frias e rara em fauna. Os peixes, moluscos e alguns outros animais que vivem nessa zona são sustentados por matéria orgânica proveniente da superfície. Os animais se originaram no oceano; todos os filos animais existentes, com exceção de Micrognathozoa e Onychophora, apresentam pelo menos algumas espécies marinhas. No entanto, várias linhagens de artrópodes começaram a colonizar a terra quase ao mesmo tempo que as plantas terrestres, provavelmente entre 510 e 471 milhões de anos atrás, durante o final do Cambriano ou início do Ordoviciano. Vertebrados como o peixe de nadadeiras lobadas Tiktaalik começaram a se deslocar para a terra no final do Devoniano, há cerca de 375 milhões de anos.
Os animais ocupam praticamente todos os habitats e microhabitats da Terra, com faunas adaptadas à água salgada, fontes hidrotermais, água doce, fontes termais, pântanos, florestas, pastagens, desertos, ar e ao interior de outros organismos. Os animais, no entanto, não são particularmente tolerantes ao calor; muito poucos deles conseguem sobreviver a temperaturas constantes acima de 50 °C (122 °F) ou nos desertos frios mais extremos da Antártica continental. A influência geomórfica global coletiva dos animais nos processos que moldam a superfície da Terra permanece em grande parte pouco estudada, com a maioria das pesquisas limitadas a espécies individuais e exemplares bem reconhecidos. Os animais são categorizados em grupos ecológicos dependendo de seus níveis tróficos e de como consomem matéria orgânica. Essas classificações incluem carnívoros: subdivididos em categorias como piscívoros, insetívoros, ovívoros, etc.), herbívoros: subcategorizados em folívoros, graminívoros, frugívoros, granívoros, nectarívoros, algívoros, etc.), onívoros, fungívoros, necrófagos/detritívoros e parasitas. As interações entre os animais de cada bioma formam teias alimentares complexas dentro desse ecossistema. Em espécies carnívoras ou onívoras, a predação é uma interação consumidor-recurso onde o predador se alimenta de outro organismo, sua presa, que frequente, desenvolve adaptações antipredatórias para evitar ser predado.
As pressões seletivas impostas umas às outras levam a uma corrida armamentista evolutiva entre predador e presa, resultando em várias coevoluções antagônicas/competitivas. Quase todos os predadores multicelulares são animais. Alguns consumidores usam múltiplos métodos; por exemplo, em vespas parasitoides, as larvas se alimentam dos tecidos vivos dos hospedeiros, matando-os no processo, mas os adultos consomem principalmente néctar de flores. Outros animais podem ter comportamentos alimentares muito específicos, como as tartarugas-de-pente, que se alimentam principalmente de esponjas. A maioria dos animais depende da biomassa e da bioenergia produzidas por plantas e fitoplâncton coletivamente chamados de produtores por meio da fotossíntese. Os herbívoros, como consumidores primários, ingerem o material vegetal diretamente para digerir e absorver os nutrientes, enquanto os carnívoros e outros animais em níveis tróficos superiores adquirem os nutrientes indiretamente, alimentando-se dos herbívoros ou de outros animais que se alimentaram dos herbívoros. Os animais oxidam carboidratos, lipídios, proteínas e outras biomoléculas na respiração celular, o que permite que o animal cresça, sustente o metabolismo basal e alimente outros processos biológicos, como a locomoção. Alguns animais bentônicos que vivem perto de fontes hidrotermais e emanações frias no fundo escuro do mar consomem matéria orgânica produzida por quimiossíntese, é a síntese de compostos orgânicos usando a energia derivada de reações envolvendo produtos químicos inorgânicos. Esta ocorre tipicamente na ausência de luz solar, por parte de bactérias ou outros organismos vivos, via oxidação de compostos inorgânicos, como o sulfeto de hidrogênio por arqueias e bactérias.
Os nomes dos oceanos
têm origem mitológica, histórica e geográfica. O nome do Oceano Atlântico é uma
referência à mitologia. Vem de Atlas, filho de Netuno, o Deus dos mares. Atlas
sustentava a Terra sob as suas costas. Atlas era um titã grego que foi
condenado por Zeus, Poseidon e Cronos a sustentar os céus para sempre. Heródoto
foi o primeiro a fazer essa associação do titã ao oceano, mas foi Mercator que
praticamente revelou esse nome, ao inseri-lo no mapa no século 16 que persiste
até os dias de hoje. O nome do Oceano Pacífico é uma referência à história. O
navegador espanhol Vasco Nuñez de Balboa (1475-1519), foi um explorador e
fidalgo espanhol que teria nascido em Jerez de los Caballeros, na Espanha e que
faleceu em Acla, no atual Panamá. De origem galega e de linhagem incerta, é
provável que tenha sido filho do fidalgo Nuño Arias de Balboa e de uma dama de
Badajoz. Descobridor do Pacífico, nomeou-o de Oceano do Sul. Mas em 1520,
quando o navegador português Fernão de Magalhães percorreu o litoral
sul-americano, ficou impressionado com a tranquilidade das águas e nomeou-o de
Pacífico. Mas, o dia era atípico, pois o Pacífico é mais perigoso do que o
Atlântico. Contradiz a sua dinâmica, uma vez que este faz parte do Círculo do
Fogo, sendo constantemente afetado por erupções vulcânicas e abalos sísmicos
(terremotos e maremotos).
O nome do Oceano Índico
é uma relação direta com a geografia da região, situa-se próximo da Índia e
Indonésia. O terceiro maior oceano do mundo banha a Ásia, a África e a Oceania
e conta com uma extensão de 73.440.000 km². O nome do Oceano Ártico é uma
referência à geografia. O nome vem da palavra grega “arctos” que significa
“urso”. Situado no polo Norte, sob a constelação da Ursa Menor, deve o nome à
palavra grega arctos. Por oposição assimétrica geográfica, e diferenças
existentes entre pessoas e povos. o oceano do polo Sul chama-se Antártico. O Mar
Vermelho com 300 km no seu ponto mais largo, recebeu este nome pela cor dos
corais que aparecem na sua superfície. Cerca de 350 espécies diferentes de
corais já foram catalogadas biologicamente nas suas águas claras. O Mar
Vermelho apresenta assim, a cor avermelhada em alguns períodos do ano devido à
proliferação de um tipo específico de algas. Entendem diferentes autores estudioos que a coloração ligeiramente avermelhada em algumas regiões da
costa deve-se ao minério de ferro, presente em grandes quantidades nas
montanhas ao redor do mar. Como a paisagem da região é desértica, com ventos
constantes e vegetação esparsa e rasteira, a poeira avermelhada deposita-se no
mar dando-lhe a tonalidade característica. Mas, conforme se avança para o alto
mar, a cor vai voltando às tonalidades azuis.
O Mar Negro recebeu este nome em decorrência da presença
de muita quantidade de sais minerais, de onde deriva sua coloração escura.
Ficou conhecido pelos gregos como Ponto Euxino, um mar interior situado entre a
Europa, a Anatólia e o Cáucaso, ligado ao oceano Atlântico através dos mares
Mediterrâneo e Egeu e por diversos estreitos. O Bósforo o liga ao mar de
Mármara, e o estreito de Dardanelos o conecta à região do Egeu e pelos
turcomanos e turcos como Karadeniz. Possui uma grande concentração de sulfeto
de hidrogénio, que forma uma camada lamacenta quase inabitável. Só alguns tipos
de bactérias conseguem sobreviver. A salinidade do Mar Negro é quase 50% menor
que a dos demais mares. Na verdade, o Mar Morto não é propriamente um mar e sim
um grande lago com dimensões de 82 km de comprimento e 18 km de largura.
Situado numa grande depressão situada a 400 metros abaixo do nível do mar, não
recebe água de rios nem tem comunicação com qualquer oceano. O excesso de sal
nas águas torna a vida praticamente impossível, com exceção da bactéria Haloarcula
marismortui, que consegue filtrar os sais e sobreviver. Como é muito
castigado pelo Sol, a água evapora e os sais são concentrados, formando
colunas. Ninguém afunda nas suas águas, devido à alta concentração salina, que
o torna muito mais denso do que o corpo humano. Os oceanos têm uma média de 35
gramas de sal por litro de água, enquanto o mar Morto tem quase 300 gramas.
Isto deve-se basicamente à sua localização geográfica na divisa entre Israel e
Jordânia. A região é quente e seca, o que acelera a evaporação e impede a
reposição da água pela chuva.
Mais profundamente encontra-se a região abissal, que se estende dos 2 mil metros aos 6 mil metros de profundidade. Nela encontram-se poucas espécies, que chamam atenção por suas características exóticas, como peixes bentônicos bioluminescentes, por ação dos pirossomas e lulas gigantes. A região mais profunda dos oceanos, abaixo dos 6 mil metros, é conhecida como região hadal. Sua fauna ainda é pouco conhecida, é constituída principalmente por esponjas e moluscos. O organismo planctônico possui baixa ou nenhuma capacidade de locomoção. Diferentemente do organismo bentônico, que ocupa fundos aquáticos e pode ser de vida livre ou sésseis. Dessa forma, esses organismos, subdivididos em fitoplâncton e zooplâncton, são transportados horizontalmente pelas correntes de água. O organismo nectônico é capaz de se deslocar de forma ativa no ambiente aquático. Mas, ao contrário dos bentos, não habita ambientes de substratos sólidos. De acordo com a sua forma de alimentação, os organismos bentônicos podem ser classificados em dois grandes grupos. O primeiro deles, chamado de fitobentos, é composto por organismos autótrofos, como algas. Em comparação com os outros seres bentônicos, esses organismos vivem em locais mais rasos e de águas claras.
Isso porque dependem da luz para realizarem a fotossíntese. O outro grupo, reconhecido como zoobentos, é constituído por organismos heterótrofos, ou seja, que não produzem seu próprio alimento e precisam se alimentar de outros seres para obter energia. Conforme as suas características, esses organismos ainda podem ser divididos em microbentos, mesobentos e macrobentos. Crustáceos como camarões e caranguejos são exemplos de macroinvertebrados bentônicos. Também são exemplos de bentos os pepinos do mar, recifes de coral e estrelas do mar. O bento é de extrema importância para os ecossistemas marinhos. Nesses ambientes, os fitobentos garantem a disponibilidade de oxigênio e nutrientes, enquanto os zoobentos atuam no processo de decomposição de matéria orgânica. Ainda, todos os seres bentônicos participam da cadeia alimentar aquática, sendo alguns responsáveis pelo revolvimento do sedimento no fundo. Além de sua importância ecológica, os organismos bentônicos são frequentemente utilizados como bioindicadores da qualidade do ambiente. Isso porque existem muitas espécies sésseis e que se locomovem pouco. Isso faz com que sofram mais impactos do que outras capazes de nadar ativamente. Esse mesmo fator também contribui para uma maior facilidade de coleta de dados, facilitando as pesquisas. As comunidades bentônicas sofrem impactos diariamente decorrentes de atividades humanas. As principais ameaças a esses ecossistemas são em geral: aquicultura; pesca predatória; expansão de áreas urbanas e turismo; poluição; redução dos recursos hídricos; corte de madeira de manguezais; mudanças climáticas. As invasões biológicas ocasionadas pelo rafting plástico tendem a afetar a biodiversidade bentônica das zonas costeiras. Elas devem ser preservadas e protegidas, já que apresentam grande importância para os seres vivos em geral.









