“É triste pensar que a natureza fala e que o gênero humano não a ouve”. Victor Hugo
O conceito de archetypus só se aplica indiretamente às représentations collectives, na medida em que designar aqueles conteúdos psíquicos que ainda não foram submetidos a qualquer elaboração consciente. Representam, hic et nunc, um dado anímico imediato. O arquétipo difere sensivelmente da fórmula historicamente elaborada. Especialmente em níveis mais altos dos ensinamentos secretos, aparecem sob uma forma que revela seguramente a influência da elaboração consciente, a qual julga e avalia. Sua manifestação individual e coletivamente imediata, como a encontramos em sonhos e visões, é mais individual, incompreensível e ingênua do que sua representação nos mitos. O arquétipo representa, em essência, um conteúdo inconsciente, que se modifica através de sua conscientização e percepção, assumindo matizes que variam de acordo com a consciência que se manifesta. Nosso intelecto realizou tremendas proezas enquanto desmoronava nossa morada espiritual. Estamos profundamente convencidos de que apesar dos mais modernos e potentes telescópios refletores construídos nos Estados Unidos da América (USA), não descobriremos nenhum empíreo nas mais longínquas nebulosas; sabemos também que o nosso olhar (cf. Didi-Huberman, 2012) errará desesperadamente através do vazio mortal dos espaços incomensuráveis. As coisas não melhoram quando a física matemática nos revela o mundo do infinitamente pequeno.Nnunca é demais repetir: desenterramos a sabedoria dos tempos e povos, descobrindo que tudo o que há de mais caro e precioso já foi dito na mais bela linguagem: as mãos como crianças ávidas e, ao apanhá-lo, pensamos possuí-lo.
o que possuímos não tem mais validade e as mãos se cansam de reter, pois a riqueza está em parte onde o olhar alcança. Temos de percorrer o caminho da água, que sempre tende a descer, se quisermos resgatar o tesouro, a preciosa herança do Pai. No hino gnóstico à alma, o Filho é enviado pelos pais à procura da pérola perdida que caíra da coroa real do Pai. Ela jaz no fundo de um poço, guardada por um dragão, na terra dos egípcios - mundo de concupiscência e embriaguez com todas as suas riquezas físicas e espirituais. O filho e herdeiro parte à procura da joia, e se esquece de si mesmo e de sua tarefa na orgia dos prazeres mundanos dos egípcios, até que uma carta do pai o lembra do seu dever. Ele põe-se então a caminho em direção à água e mergulha na profundeza sombria do poço, em cujo fundo encontra a pérola, para oferecê-la então à suprema divindade. O testemunho do sonho encontra uma violenta resistência por parte da mente consciente, que só reconhece o “espirito” como algo que se encontra no alto. O “espírito” parece “sempre vir de cima”, enquanto tudo o que é turvo e reprovável vem de baixo. Segundo esse modo de ver o espírito significa a máxima liberdade, um flutuar sobre os abismos, uma evasão do cárcere do mundo ctônico, por isso um refúgio para todos os pusilânimes que não querem “tornar-se” algo diverso.
Mas a água é tangível e terrestre, também é o fluido do corpo dominado pelo instinto, sangue e fluxo de sangue, o odor do animal e a corporalidade cheia de paixão. Até meados do século XVI os tubarões eram reconhecidos por marinheiros com o apelido “cães marinhos”. A palavra portuguesa tubarão e o termo espanhol Tiburón aparecem neste século, em decorrência das navegações no âmbito do processo civilizatório das conquistas e invasões de territórios indígenas por águas tropicais, quando muitos relatos etnográficos revelam a diversidade e quantidade desses peixes popularizando os dois termos na Península Ibérica. Posteriormente, o termo Tiburón também foi usado, sem tradução, em pesquisas em francês, alemão e inglês. A origem etimológica do nome inglês Shark também é incerta. Uma teoria abstrata é que ela deriva da palavra “xoc” da língua Iucateque, de indígenas da América, ao norte e do tronco Maia, falada na Península do Iucatão no México, no Norte do Belize e em partes da Guatemala, cuja pronuncia “shok” chega bem próximo da palavra Shark. Evidência para esta etimologia vem do Oxford English Dictionary, utilizado pela primeira vez após o marinheiro Sir John Hawkins exibir um espécime em Londres, em 1569, tendo usado a palavra sharke para se referir aos grandes tubarões do Mar do Caribe. Outro sentido original da palavra é “predador”, no sentido maquiavélico, oriundo da palavra alemã Schorck, uma variante de Schurke que mais tarde “foi aplicado aos peixes devido ao seu comportamento predatório”.
Em todo o mundo são reconhecidas
cerca de 380 espécies (80 no Brasil), cujos tamanhos podem variar de 15 cm a 18
m de comprimento, sendo que em torno de 30 espécies já provocaram,
comprovadamente, acidentes com o homem. Destas, os registros etnográficos de
pesquisadores demonstram que somente doze, no imenso litoral brasileiro, são
perigosas e realmente podem atacar banhistas, surfistas, pescadores e
mergulhadores. Basicamente marinhos e pelágicos, habitam as águas costeiras e
também oceânicas da superfície ao fundo, em praticamente todos os oceanos e
mares. Possuem hábitos alimentares carnívoros, tendo uma dieta regular de
peixes, crustáceos, lulas, polvos, tartarugas, raias e outros cações. Como seus
parentes, as raias e as quimeras, a mandíbula do tubarão não é anexada ao
crânio. A superfície da mandíbula, assim como as vértebras do tubarão e as
guelras, necessita de suporte extra, devido à sua forte exposição ao stress
físico e à necessidade compulsória do uso de força. Eles têm uma camada de minúsculas
placas hexagonais chamadas de tésseras, que são blocos cristalinos de sais de
cálcio dispostos como um mosaico. Há referência sobre a pequena placa de metal,
de marfim ou de outro material que, na antiga Roma, servia de senha, bilhete de
voto ou de entrada nos teatros; ou ainda, de tábua quadrangular que, na antiga
Roma, era usada pelos chefes militares para transmitir ordens aos soldados em
seu comando.
Etnograficamente os tubarões têm apenas uma camada de tésseras, mas as mandíbulas de espécies de grande porte, como o tubarão-cabeça-chata, o tubarão-tigre e o tubarão-branco, têm de duas a três camadas ou mais, dependendo do tamanho do corpo. As mandíbulas de um tubarão branco podem ter até cinco camadas. No focinho, a cartilagem é esponjosa e flexível para absorver a energia dos impactos físicos. A maioria dos tubarões tem oito barbatanas. Mas só podem desviar-se de objetos à sua frente ficando à deriva, porque suas barbatanas não permitem que nadem para trás. Ao contrário dos peixes ósseos, os tubarões têm um espartilho dérmico complexo feito de fibras flexíveis de colágeno e disposto como uma rede helicoidal em torno de seu corpo. Isso funciona como um esqueleto externo, proporcionando fixação para os músculos de nado, e assim economizando energia. Suas escamas placoides dão-lhes vantagens hidrodinâmicas como reduzir a turbulência enquanto nadam. A pele dos tubarões pode ser tão áspera como uma lixa pela ação dessas escamas, a ponto de se ter observado que a utilização de suas escamas pode ferir suas presas. Algumas empresas industriais têm usado até mesmo a pele de tubarão para a produção de ferramentas: o oroshiganes japonês ou “lixas”. No Japão, os tradicionais fabricantes de katana usam a pele do tubarão para cobrir o punho da espada e torná-la menos escorregadia. A força da mordida do tubarão não é influenciada pelo quanto sua mandíbula é aberta. Mas a mandíbula superior ser móvel se torna mais ágil e letal.
As caudas dos tubarões variam consideravelmente de acordo com a espécie e são adaptadas ao seu estilo de vida marinha. Ela provém impulsão e também velocidade e aceleração, dependendo da sua forma. Os tubarões possuem uma nadadeira heterocercal na qual a porção dorsal é em geral visivelmente maior comparativamente do que a porção ventral. Isto se deve à coluna vertebral do tubarão se estender até à parte dorsal, proporcionando uma maior área de superfície para a fixação dos músculos. Isto permite a locomoção mais eficiente entre estes peixes cartilaginosos negativamente impulsionados. Em contraste, compreendemos que a maioria dos peixes ósseos possui uma barbatana caudal homocercal. A cauda do tubarão-tigre tem um grande lobo superior que oferece potência máxima para curvas lentas ou explosões súbitas de velocidade. O tubarão-tigre deve ser capaz de girar e virar na água facilmente enquanto caça. Isto serve para manter a sua dieta variada, do ponto de vista da análise comparada, enquanto o tubarão-sardo, analogamente que caça peixes em cardume, como o carapau e o arenque, tem um grande lóbulo inferior para ajudá-lo a manter o ritmo de nado de sua rápida presa. Ao contrário dos peixes ósseos, os tubarões não têm bexigas cheias de gás para a flutuabilidade (bexigas natatórias). Em vez disso, os tubarões dependem de um fígado grande, cheio de óleo, que contém esqualeno, e de a sua cartilagem possuir cerca de metade da densidade do osso. O fígado constitui até 30% da sua massa corporal. A eficácia do fígado é limitada, por isso os tubarões utilizam a sustentação dinâmica para manter a profundidade, e afundam quando param de nadar.
Tubarões-tigre da areia armazenam ar em seus estômagos, utilizando-o como uma forma de bexiga natatória. A maioria dos tubarões precisa nadar constantemente para respirar e não pode dormir por muito tempo sem afundar. No entanto, algumas espécies de tubarão, como o tubarão-enfermeiro, são capazes de bombear água através de suas guelras, o que lhes permite descansar no fundo do oceano. Alguns tubarões, se colocados de barriga para cima ou se por algum motivo seus narizes forem acariciados, entram em um estado natural analisado por pesquisadores de “imobilidade tônica” (IT). A imobilidade só pode ser definida como uma possível resposta defensiva involuntária e reflexiva encontrada nas espécies, frente a uma ameaça real como animal diante do predador. Pesquisadores usam essa condição técnica para lidar com tubarões em aparente segurança. Como outros peixes, os tubarões extraem oxigênio da água do mar ao passá-la sobre suas guelras. Alguns tubarões têm uma fenda modificada chamado de espiráculo, localizada logo atrás dos olhos, que é usada na respiração. Devido ao seu tamanho e à natureza do seu metabolismo, os tubarões têm uma maior demanda de oxigênio do que a maioria dos peixes e eles não podem contar com as correntes de água do ambiente para fornecerem um suprimento adequado de água oxigenada. Se um tubarão parar de nadar, a circulação da água cai abaixo do nível necessário para a respiração e o animal pode morrer sufocado. O processo de garantir um fluxo adequado das guelras para mover-se para frente é reconhecido na linguagem científica como “ventilação ram”. O processo de respiração e da circulação começa quando o sangue desoxigenado viaja ao coração de duas câmaras do tubarão. A reoxigenação ocorre nas brânquias e o sangue reoxigenado flui para as artérias eferentes braquiais, que se unem para formar a aorta dorsal.
O sangue flui da aorta dorsal para todo o corpo. O sangue desoxigenado do corpo flui através das veias cardinais posteriores e entra na cavidade posterior cardeal do ventrículo do coração e o ciclo se repete doravante num processo de comunicação. A realidade é “tudo o que existe”. Em sentido mais livre, o termo inclui tudo o que é, seja ou não perceptível, acessível ou entendido pela filosofia, ciência, arte ou qualquer outro sistema de análise. O real é tido como aquilo que existe fora ou dentro da mente. A ilusão quando existente é real e verdadeira em si mesma. Ela não nega sua natureza. Ela diz sim a si mesma. A realidade interna ao ser, seu mundo das ideias, imaginário, idealizado no sentido de tornar-se ideia, e ser ideia, pode - ou não - ser existente e real também no mundo externo. O que não nega a realidade da sua existência enquanto ente imaginário, idealizado. Quanto ao externo o fato de poder ser percebido só pela mente torna-se sinônimo de interpretação da realidade, de uma aproximação com a verdade. A relação íntima entre realidade e verdade, em como a mente apreende a realidade, está no cerne da questão da representação sensível do objeto e da ideia como interpretação. A mente tranquila em meio à agitação e estímulos expostos na modernidade não é uma atividade que pode parecer um luxo.
Marx só pôde se tornar Marx fundando uma teoria da história e filosofia da distinção histórica entre ideologia e ciência e que em última análise se tenha consumado na dissipação do “mito religioso da leitura”. Mas é possível afirmar que na cultura da história humana nosso presente corre o risco de aparecer um dia como que assinalado pela provação mais dramática e mais laboriosa possível. A descoberta e o aprendizado do sentido dos atos mais “simples” da existência: ver, escutar, falar, ler. Não é à psicologia que devemos estes conceitos perturbadores, mas a homens como Karl Marx, Friedrich Nietzsche e Sigmund Freud. Depois de Freud é que começamos a suspeitar do quer-dizer o escutar, e, portanto o falar (e o calar) e o que quer-dizer do falar e do escutar revela, sob a inocência do falar e do escutar, a profundidade de uma fala inteiramente diversa, a fala do inconsciente. Freud refere-se aos aspectos que compõem um estado instintivo humano e que acaba por se tornar inibido em prol da convivência em comunidade. A inibição destes aspectos sociológicos que são instintivos, consiste numa privação de características que são inatas aos homens. Ipso facto, esta própria privação, acaba por consistir em determinados descontentamentos Reconhecer a verdade é vê-la com os “olhos da alma”, ou, com os “olhos da inteligência” no sentido acadêmico. Assim como o Sol dá sua luz aos olhos e às coisas para que haja “mundo visível” e inteligível, assim também a ideia suprema, a ideia de todas as ideias, o Bem (isto é, a perfeição em si mesma) dá à alma e às ideias sua bondade (sua perfeição) para que haja “mundo inteligível”. Assim como os olhos e as coisas participam da luz, assim também a alma e as ideias participam da bondade (ou perfeição) e é por isso que a alma pode conhecer as ideias. E assim como a visão é passividade e atividade do olho, assim também o conhecimento é passividade e atividade da alma: passividade, porque a alma precisa receber a ação das ideias para poder contemplá-las; atividade, porque essa recepção e contemplação constituem a própria natureza da alma.
Como na treva não há
visibilidade, na ignorância não há verdade. A e a do ponto de vista da
representação simbólica são para a alma o que a cegueira é para os olhos e a
escuridão é para as coisas: são privações de visão e privação de conhecimento.
A realidade significa o ajuste que fazemos entre a imagem e a ideia da coisa,
entre verdade e verossimilhança. O problema da realidade é matéria presente em
todas as ciências e, com particular importância, nas ciências humanas que têm
como objeto de estudo o próprio homem: a antropologia e todas as disciplinas de
conhecimento humanista que nela estão implicadas: a filosofia, a psicologia, a
semiologia e muitas outras, além das técnicas e das artes visuais. Na
interpretação ou representação do real, enquanto verdade subjetiva ou crença, a
realidade está sujeita ao campo das escolhas, isto é, determinado, por ser um
fato social, ato humanamente decorrente da vida social ou uma possibilidade,
algo adquirido a partir dos sentidos e do conhecimento adquirido. Dessa forma,
a constituição das coisas e as nossas relações dependem de um intrincado
contexto social, econômico e político, que ao longo da história existência
humana cria a lente entre a aprendizagem e o desejo. Nesta medida o que vamos
aceitar como realidade na interpretação da vida social? A realidade é
construída socialmente pelo sujeito consciente; ela não é dada pronta para ser
descoberta como uma mercadoria. Sala de cinema, ou simplesmente, o ambiente de
um cinema é qualquer sala onde ocorrem projeções de filmes de cinema. Mas uma
sala de espetáculos de caráter comercial construída e equipada para esta
finalidade.
Quer a imaginação individual (sonho) e coletiva (os mitos, os ritos, os símbolos) estreitamente motivada seja pela particularidade da língua, seja pelas funções sociais normativas, se modele na história do pensamento humano sobre matrizes sociológicas e antropológicas, quer pelos seus genes raciais, embora ramos do conhecimento científico comparado como a antropologia, história ou etnologia utilizem-se do conceito de etnia para descreverem a composição de povos societários e grupos Identitários ou culturais, intervenham bastante misteriosamente para estruturar os conjuntos simbólicos, distribuindo seja as mentalidades imaginárias, sejam os rituais religiosos. Mas, querem ainda, com uma matriz antropológica evolucionista, se tente estabelecer uma hierarquia das grandes formas simbólicas em seu ersatz, compreendido na apreensão do universo mental, os modos de sentir, o âmbito mais espontâneo das representações coletivas e, no limite o inconsciente coletivo de Carl Jung (2000), a hipótese de um inconsciente coletivo pertence àquele tipo de conceito. Uma existência psíquica só pode ser reconhecida pela presença de conteúdos capazes de ser conscientizados. Só podemos falar, de um inconsciente na medida em que comprovarmos seus conteúdos. Os conteúdos psicológicos do inconsciente são principalmente os complexos de tonalidade emocional, que constituem a intimidade pessoal da vida anímica. Os conteúdos do inconsciente coletivo são chamados arquétipos. O inconsciente é a psique que alcança, a partir da luz diurna de uma consciência espiritual, e moralmente lúcida, o sistema nervoso designado há muito tempo por “simpático”.
Este não controla como o sistema cérebro espinal a percepção e a atividade muscular e através delas o ambiente; mantém, no entanto, o equilíbrio da vida sem os órgãos dos sentidos, através das vias misteriosas de excitação, que não só anunciam a natureza mais profunda de outra vida, mas também irradia sobre eia um efeito interno. Trata-se de um sistema coletivo: a base operativa de toda participation mystique, que a função cérebro-espinhal culmina na distinção do Eu, e só apreende o superficial e exterior por meio de sua relação com o espaço. Esta função social capta tudo como “fora”, ao passo que o sistema simpático tudo vivência como “dentro”. Dangerous Animals tem como representação social um filme de terror de sobrevivência de 2025 dirigido por Sean Byrne e escrito por Nick Lepard. É um cineasta australiano. Ele é reconhecido por dirigir os filmes de terror The Loved Ones (2009), The Devil`s Candy (2015), e Dangerous Animals (2025). Por The Loved Ones, ele ganhou o Prêmio do Público, categoria Midnight Madness, no Festival Internacional de Cinema de Toronto, e o Prêmio Siren de Melhor Longa-Metragem Internacional, no Festival Internacional de Cinema de Lund. Seu longa-metragem Dangerous Animals, teve sua estreia mundial no Festival de Cannes de 2025 durante a Quinzena dos Realizadores, uma sessão independente em paralelo com o Festival de Cannes, assim como a Semaine de la Critique. Foi fundada em 1969 pela Sociedade dos Realizadores de Cinema (em francês: Société des Réalisateurs de Films), após os eventos de Maio de 1968, que resultou no cancelamento do Festival de Cannes, como um ato de solidariedade com os trabalhadores grevistas.
Escólio: O gênero se
concentra nas lutas de vida ou morte dos personagens, frequentemente em
circunstâncias perigosas. Os filmes de sobrevivência exploram a vontade humana
de viver, as motivações individuais e os desejos pessoais, levando o público a
refletir sobre aspectos mais amplos da humanidade e dos valores pessoais. Eles
equilibram realismo e verossimilhança com suspense crescente para
manter um senso de urgência. Embora alguns filmes de sobrevivência possam ter
proporções épicas e longas durações, sua eficácia reside na criação de um clima
de comunicação onde cada momento representa uma ameaça passiva à
existência do protagonista. O comportamento passivo-agressivo é um traço de
personalidade que se manifesta como uma resistência difusa em satisfazer
expectativas de relações interpessoais ou envolvendo o cumprimento de tarefas,
caracterizado por atitudes negativas indiretas e oposição velada. O
comportamento pode-se manifestar principalmente na forma de: vitimização,
procrastinação, teimosia, ressentimento, azedume, ou ainda, na forma de falhas
repetidas e deliberadas para retardar ou impedir a concretização de pedidos ou
tarefas pelos quais a pessoa é responsável. Gênero literário, last but not
least, é uma categoria social de composição literária. A classificação das
obras literárias em sua historicidade e que podem ser realizadas de acordo com
critérios semânticos, sintáticos, fonológicos, formais, contextuais e outros.
As distinções entre os gêneros e categorias são flexíveis, muitas vezes com
subgrupos.
Na história social, houve várias classificações técnicas de gêneros literários, de modo que não se pode determinar uma categorização de todas as obras seguindo uma abordagem comum. A divisão clássica é, desde a Antiguidade, em três grupos: narrativo ou épico, lírico e dramático. Essa divisão partiu dos filósofos da Grécia antiga, Platão e Aristóteles, quando iniciaram estudos para o questionamento daquilo que representaria o literário e como essa representação seria produzida. Essas três classificações básicas, fixadas pela tradição, abrangem inúmeras categorias sociais menores, comumente denominadas subgêneros. Entretanto, todas as modalidades literárias são influenciadas pelas personagens, pelo espaço e pelo tempo. Todos os gêneros podem ser não-ficcionais ou ficcionais. Os não-ficcionais baseiam-se na realidade, e os ficcionais inventam um mundo, onde os acontecimentos ocorrem coerentemente com o que se passa no enredo da história. O texto épico relata fatos históricos realizados pelos seres humanos no passado. É relatar um enredo, sendo ele imaginário ou coletivamente, situado em tempo e lugar determinados, envolvendo uma ou mais personagens, e assim o faz de diversas formas. As narrativas utilizam-se de diferentes linguagens: a verbal (oral ou escrita), a visual (por meio da imagem), a gestual (por meio de gestos), além de outras. Quanto à estrutura, ao conteúdo e à extensão, as obras narrativas em romances, contos, novelas, poesias épicas, crônicas, fábulas e ensaios. Quanto à temática, às narrativas podem ser histórias policiais, de amor, de ficção, etc.
Todo texto que traz escopo narrativo, enredo, personagens, tempo e espaço, conflito, clímax de comunicação e desfecho é classificado como narrativo. Os gêneros não são fixos; eles mudam e evoluem ao longo do tempo, e alguns gêneros podem desaparecer em grande parte, por exemplo, o melodrama. O gênero não se refere apenas a um tipo de filme ou à sua categoria, mas também desempenha um papel fundamental as expectativas do público em relação a um filme, bem como os discursos institucionais que criam estruturas genéricas. Um gênero cinematográfico é uma categoria estilística ou temática para filmes baseada em semelhanças nos elementos narrativos, na abordagem estética ou na resposta emocional. Baseando-se cientificamente nas teorias da crítica literária de gênero, os gêneros cinematográficos são geralmente delineados por “convenções, iconografia, cenários, narrativas, personagens e atores”. Também é possível classificar tecnologicamente pelo tom, tema/tópico, atmosfera, formato, público-alvo ou orçamento. Essas características são mais evidentes nos filmes de gênero, que são “longas-metragens comerciais [que], por meio da repetição e variação, contam histórias familiares com personagens e situações familiares” em um determinado gênero.
O gênero de um filme influencia o uso de estilos e técnicas cinematográficas, como o uso de flashbacks e iluminação discreta em filmes noir; enquadramentos fechados em filmes de terror; ou fontes que parecem troncos rústicos para os títulos de filmes de faroeste. Além disso, os gêneros têm convenções musicológicas de trilha sonora associadas, como orquestras de cordas exuberantes para melodramas românticos ou música eletrônica para filmes de ficção científica. O gênero também afeta a forma como os filmes são transmitidos na televisão, anunciados e organizados na divisão funcional em locadoras de vídeo. Alan Williams distingue três categorias principais de gênero: narrativa, vanguarda e documentário. É um ator e dramaturgo britânico, que atuou no cinema, na televisão e no teatro, tanto no Reino Unido quanto no Canadá. Originário de Manchester e educado na Manchester Grammar School, ele fez algumas aulas em uma escola de teatro, mas recebeu a maior parte de seu treinamento como aprendiz no Hull Truck Theatre. Ele apresentou sua trilogia de peças solo “Barata” (A Barata que Comeu Cincinnati, O Retorno da Barata e A Barata Pousou) no influente teatro alternativo londrino The Bush Theatre e, posteriormente, no Festival Internacional de Teatro de Toronto, Ontário, em 1981, e então decidiu permanecer na cidade, tornando-se dramaturgo residente no Tarragon Theatre, um teatro em Toronto, Ontário, Canadá, e um dos principais centros de dramaturgia contemporânea do país. Localizado perto da Casa Loma, o teatro foi fundado por Bill e Jane Glassco em 1970. Bill Glassco foi o diretor artístico de 1971 a 1982. Mudou-se para Winnipeg, Manitoba, tornando-se professor de teatro na Universidade de Winnipeg. Suas peças no Canadá incluíram: The Warlord of Willowdale, The White Dogs of Texas, King of America, Dixieland`s Night of Shame, Welcome to the NHL e The Duke of Nothing. Ele também teve alguns papéis de ator em obras de outros dramaturgos, principalmente atuando ao lado de Linda Griffiths em sua peça de dois personagens The Darling Family e sua adaptação cinematográfica de 1994 por Alan Zweig.
Com a proliferação de gêneros específicos, subgêneros cinematográficos também podem surgir: o drama jurídico, por exemplo, é um subgênero do drama que inclui filmes centrados especificamente sobre os debates em torno do significado Lei & Ordem em tribunais e julgamentos. Os subgêneros são uma mistura de dois gêneros distintos; gêneros também podem se fundir com outros aparentemente não relacionados para formar gêneros híbridos, onde combinações populares incluem a comédia romântica e o filme de comédia de ação. Exemplos mais amplos incluem o docuficção e o docudrama, que fundem as categorias básicas de ficção e não ficção (documentário). Os filmes de sobrevivência são mais sombrios que a maioria dos filmes de aventura e geralmente concentram sua história em um único personagem, geralmente o protagonista feminino ou masculino. Os filmes tendem a ser “localizados principalmente em um contexto contemporâneo”, então o público está familiarizado com o cenário e as atividades dos personagens são menos romantizadas. Em um livro de 1988, Thomas Sobchack comparou o filme de sobrevivência ao filme romântico: “Ambos enfatizam o triunfo heroico sobre os obstáculos que ameaçam a ordem social e a reafirmação de valores sociais predominantes, como o jogo limpo, o respeito pelo mérito e a cooperação”. O autor afirmou que os filmes de sobrevivência “identificam e isolam um microcosmo da sociedade”, como o grupo de sobreviventes do acidente de avião em O Voo da Fênix (1965) ou aqueles no transatlântico que virou em O Destino do Poseidon (1972). Sobchack explicou da seguinte forma: “A maior parte do tempo em um filme de sobrevivência é dedicada a retratar o processo pelo qual o grupo, isolado das seguranças e certezas das redes de apoio comuns da vida civilizada, se organiza em uma unidade funcional e eficaz”. O grupo frequentemente varia em tipos sociais de personagens, muitas vezes a ponto de realizar caricaturas.
Embora as mulheres tenham sido historicamente estereotipadas nesses filmes, o importante é que elas “frequentemente desempenham um papel decisivo no sucesso ou fracasso do grupo”. O próprio estudo da história começou nesse período, com Heródoto e Tucídides, gregos que começaram a questionar o mito, a lenda e a ficção do fato histórico, narrando as Guerras Médicas e a Guerra do Peloponeso respectivamente. Os primeiros fósseis humanos foram encontrados na Etiópia e datam de aproximadamente 160 mil anos. Há cerca de 35 mil anos surgiu a arte paleolítica na Europa. Consistia em pinturas nas paredes internas das grutas, e pequenas esculturas eram feitas em madeira ou geralmente em pedra, representado várias vezes símbolos de fertilidade. A representação da fantasia em psicologia é um mecanismo de defesa que consiste na criação de um sistema de vida paralelo. Mas existe apenas na imaginação individual ou coletiva de quem o cria, com o objetivo de proporcionar uma satisfação ilusória, que não é ou não pode ser obtida através da convivência na vida real. Autoridade nesse campo Sigmund Freud tinha uma visão positiva da fantasia, considerando-a um mecanismo de defesa. – “Nós simplesmente não podemos prescindir de construções auxiliares”, como Theodor Fontane (1819-1898), considerado por muitos pesquisadores o mais importante do realismo alemão, disse uma vez residir “em desejos imaginários de realização”.
À medida em que a adaptação da infância ao princípio de realidade se desenvolve, também concorre uma espécie de atividade humana do pensamento que se divide; essa parte foi mantida livre de testes de realidade e permanece subordinada ao princípio único de prazer: o “sonhar acordado, à maneira como uma reserva natural preserva seu estado original”, no que é inútil e mesmo nocivo, pode crescer e proliferar como quiser. Questões sobre controle mental são levantadas em debates éticos relacionados ao assunto do livre-arbítrio. Enquanto o controle mental continua sendo um assunto controverso, a principal possibilidade de suas influências sobre um indivíduo por métodos como publicidade, manipulação da mídia, propaganda, dinâmicas de grupo e pressão pública são bem pesquisados pela psicologia social são indisputados. Manipulação eletromagnética de neurônios, desde que foi descoberto que células neurais podem ser queimadas sob o estabelecimento de uma voltagem potencial ao redor da membrana da célula, por volta da década de 1930, foi sugerida como uma tecnologia empregada como hipnose em vítimas insuspeitas por agentes do governo norte-americano. Esse tipo de hipnose era empregado durante o sono da pessoa, quando ela desconhece totalmente o que está havendo. O fato de a vítima estar inconsciente disto e, portanto, incapaz de impedir o que está sendo feito faz, deste, o único método onde a hipnose é considerada controle mental propriamente dito. A crença de que alguém esteja sendo manipulado ou controlado por forças externas também é reconhecida como um dos principais sintomas do complexo de paranoia, entre outras psicoses.
Essas sensações são de invasão ou controle total por entidades diversas como satélites governamentais em órbita, agentes do governo, aparelhos de televisão, animais, alienígenas, ou anjos e demônios. Os que sofrem desse tipo de complexo podem chegar a extremos mesmo com total falta de evidências sobre o que poderia estar controlando-as. Terapia psiquiátrica com medicamentos antipsicóticos muitas vezes pode dar fim à paranoia ou pelo menos minimiza-la. Em alguns casos, no entanto, especialmente em casos de internação, a pessoa pode ver o tratamento como outra forma de controle mental. A crença de uma pessoa de estar sob controle mental é um indicador da psicose apenas quando isto se torna uma fixação obsessiva. Em 2016, pesquisadores relataram que eles acreditam ser o primeiro esforço extraordinário bem-sucedido para mexer os dedos individualmente e independentemente um do outro usando um braço artificialmente controlado para controlar o movimento. O conceito surgiu após um assalto a banco ocorrido em 1973 em Estocolmo, na Suécia. Quatro vítimas, três mulheres, tornaram-se reféns de assaltantes em seis dias e, como defesas contra a ameaça de violência que pudesse resultar de atos de confrontação aos sequestradores, passaram a se solidarizar com eles. A tal ponto que em tais circunstâncias haverem-se recusado a testemunhar no julgamento subsequentemente realizado, e ainda, terem levantado recursos financeiros para a sua defesa. Na história comparada entre norte-americanos e europeus, sem temor a erro, Hollywood é a mais antiga promissora “indústria cultural” onde os estúdios de cinema e empresas de produção de dramaturgia cinematográfica surgiram. Mas também é o berço cinematográfico de vários gêneros de cinema, entre os quais a comédia, drama, ação, musical, romance, horror e ficção científica, constituindo um exemplo para outras indústrias cinematográficas nacionais.
O cinema dos Estados Unidos da América (EUA), muitas vezes chamado metonimicamente (“ao sucesso com”) Hollywood, teve um grande efeito na indústria cinematográfica em geral desde o início do século XX. Seu estilo dominante é o cinema clássico de Hollywood, que se desenvolveu de 1917 a 1960 e caracteriza a maioria dos filmes realizados. Enquanto os franceses Auguste e Louis Lumière são geralmente creditados com o nascimento do cinema moderno, o cinema norte-americano logo veio a ser uma força estratégica dominante na indústria in statu nascendi. Produz o maior número de filmes de qualquer cinema nacional de língua única, com mais de 700 filmes em inglês comercializados em média todos os anos. Sobrevivência do mais apto é uma frase que resume um conceito relativo à competição pela sobrevivência ou predominância. Originalmente aplicada por Herbert Spencer no seu livro Principles of Biology de 1864, Spencer traçou paralelos entre as suas ideias de economia com as teorias de Charles Darwin sobre evolução por aquilo que Darwin chamava de seleção natural. Embora Darwin tenha usado a frase “sobrevivência do mais apto” como sinónimo de “seleção natural”, os biólogos atuais preferem a última expressão. A frase é uma metáfora, e não uma descrição científica. Todos vivem em constante luta pela sobrevivência devido a uma rede de relações ecológicas. Em sua cadeia alimentar haverá predadores para buscar alimento a partir dele e haverá recursos para mantê-lo vivo. Mas nessa cadeia há competidores para concorrer pelo seu alimento.
Pelo seu habitat e por suas parceiras sexuais; e estes exercerão forte influência negativa para diminuir suas chances de sobrevivência. Para isso, os organismos utilizam várias estratégias para vencer a luta pela sobrevivência, desde a multiplicação de seus descendentes desenfreadamente até a disputa acirrada entre indivíduos da mesma espécie, tudo com a finalidade de perpetuá-la. O cuidado parental reduz o número da prole, porém a probabilidade de sobrevivência da maioria dos filhotes é grande. A luta histórica pela sobrevivência resulta na rapidez com que os organismos são multiplicados. Se todos os organismos procriados conseguissem nascer e não fossem destruídos, o planeta não conseguiria suportar nenhum ser, pois não haveria espaço suficiente para comportá-los. O próprio ser humano, que se reproduz lentamente, teria seu número dobrado a cada 25 anos. O bacalhau do Atlântico (Gadus callarias) produz uma grande quantidade de ovos, chegando a um número de 5 milhões por fêmea. Porém, a prole é deixada à superfície do mar, onde 99% dos pequenos bacalhaus, em seu primeiro mês de vida, são predados vorazmente pela comunidade aquática que habita a parte planctônica do oceano. Todavia, cerca de dois indivíduos conseguem sobreviver; e estes são suficientes para gerar outra prole numerosa. Os organismos possuem uma tendência a se reproduzir em progressão geométrica. No entanto, essa tendência é suprimida pela destruição de indivíduos ao longo do tempo. Uma grande fecundidade pode ser favorável para os indivíduos que possuem uma alimentação bastante variável, o que permite o seu crescimento rápido em número. No entanto, a importância real do grande número de ovos ou de sementes produzidos é a compensação da destruição em massa desses indivíduos, por predação, por condições ambientais desfavoráveis ou por parasitismo, assegurando que parte dos indivíduos que sobreviverão possam garantir a manutenção da espécie.
Mas esta regra segue principalmente para os organismos que não produzem filhotes que estão mais expostos a uma destruição rápida, enquanto seres que realizam cuidado parental, como a maioria dos mamíferos, tendem a perpetuar o seu número reduzido de filhotes. São muito obscuras as causas que impedem à multiplicação natural das espécies. Darwin, em seu livro “A Origem das Espécies” (1859), descreve alguns pontos biológicos importantes que podem ser considerados como barreiras à restrição da multiplicação dos indivíduos e determinar a sobrevivência do mais apto: A quantidade de alimentação determina o limite máximo da multiplicação de cada espécie. Mas o que determina o número médio de indivíduos não é a capacidade de se obter alimentos, e sim a facilidade com que estes indivíduos possam ser tornar presas de outros animais. O clima possui um papel importante para determinar a média populacional de uma espécie; e os ciclos periódicos de frios e secas são uma das mais eficientes barreiras. As variações climáticas intervêm diretamente sobre a disponibilidade de nutrientes, o que provoca uma disputa acirrada entre os indivíduos que se alimentam desses mesmos recursos. Em condições de frio extremo, somente os mais aptos a sobreviver a esse clima conseguem suportar a região, enquanto àqueles menos capacitados, ou tendem a diminuir drasticamente sua população ou seus integrantes realizam migrações sazonais. Muitos animais não conseguem adaptar-se às mudanças bruscas de seu ambiente. Ou estes animais são extintos ou realizam migrações para regiões com condições provavelmente mais favoráveis, como por exemplo os pássaros fazem. Darwin, em suas observações durante a viagem no Beagle, percebeu que as espécies diminuem nas regiões setentrionais e os seus concorrentes. Isto se deve diretamente pela ação do clima. Nestas regiões, somente as espécies mais aptas podem sobreviver a essas condições, o que são bem restritas.
Darwin também observou que as espécies que estão mais adaptadas ao ambiente e conseguem se reproduzir excessivamente em uma pequena região, podem sofrer de epidemias, as quais provêm, muitas vezes, de vermes parasitas. Estes vermes aumentam consideravelmente a partir do crescimento populacional da espécie hospedeira. Com análises mais aprofundadas de estudos posteriores, a conclusão que Darwin chegou foi de uma interação de coevolução entre parasita-hospedeiro e sua relação com o hospedeiro é estritamente dependente da reprodução deste para que o parasita também seja transmitido. Esta transmissão ficou conhecida como transmissão vertical. Enquanto os cinemas do Reino Unido (299), Canadá (206), Austrália e Nova Zelândia produzem filmes na mesma língua, eles “não são considerados parte do sistema de Hollywood que também é considerado um cinema transnacional”. Hollywood clássica produziu versões em idiomas de títulos em espanhol ou francês. Produção contemporânea de offshores, ou seja, sociedades ou contas bancárias, abertas em países ou territórios que oferecem benefícios fiscais e de privacidade e confidencialidade aos investidores de Hollywood para o Canadá, Austrália, Nova Zelândia e assim sucessivamente. Dangerous Animals é coprodução entre os Estados Unidos e a Austrália. Estreou na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes de 2025 e foi lançado nos Estados Unidos em 6 de junho pela Independent Film Company (após a mudança de nome de IFC Films) e Shudder, e na Austrália em 12 de junho pela Kismet Movies. O filme arrecadou mais de US$ 9 milhões em todo o mundo e orçamento de US$ 2 milhões.
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