sexta-feira, 15 de outubro de 2021

Amor – Experiência Espacial & Fronteiras do Conhecimento Científico.

 A ficção consiste não em fazer ver o invisível, mas em fazer ver até que ponto é invisível a invisibilidade do visível”. Michel Foucault                                   

A Terra é o terceiro planeta mais próximo do Sol, o mais denso e o quinto maior dos oito planetas do Sistema Solar. É também o maior dos quatro planetas telúricos. É por vezes designada como Mundo ou Planeta Azul. Lar de milhões de espécies de seres vivos, incluindo os seres humanos, a Terra é o único corpo celeste onde é reconhecida a existência de vida. O planeta formou-se há 4,56 bilhões de anos, e a vida surgiu na sua superfície depois de um bilhão de anos. Desde então, a biosfera terrestre representa o conjunto de todos os ecossistemas da Terra, sendo o maior nível de organização ecológica. Ela inclui a biota e os compartimentos terrestres com os quais a biota interage (litosfera, hidrosfera, criosfera e atmosfera), assim como seus processos e inter-relações. O termo foi introduzido em 1875 pelo geólogo austríaco Eduard Suess (1831-1914) como o habitat dos seres vivos. Este conceito foi estendido para seu significado atual em 1926 pelo geoquímico russo Vladimir Vernadsky (1863-1945) que reconheceu a biosfera como um sistema integrado de processos bióticos e abióticos. A biosfera é um sistema fechado para troca de matéria com o universo circundante, constituindo assim uma unidade natural. Alterou de forma significativa a atmosfera e fatores abióticos do planeta, permitindo a proliferação de organismos aeróbicos, como a formação da camada de ozônio, que em seu campo, bloqueia radiação solar prejudicial, permitindo o conceito vida no planeta.

Love tem como representação social um filme norte-americano de drama e ficção científica de 2011, produzido e com trilha sonora da banda de rock alternativo Angels & Airwaves. Formada em 2005, após o Blink-182 ter entrado em hiato, a banda possui uma temática espacial em suas artes e é considerada uma banda do estilo space rock. É influenciada por U2, Pink Floyd e Radiohead. O filme marca a estreia na direção do cineasta William Eubank.  A estreia mundial do filme ocorreu em 2 de fevereiro de 2011, no 26º Festival Internacional de Cinema de Santa Bárbara, e o filme foi posteriormente exibido no Festival Internacional de Cinema de Seattle, no FanTasia 2011 e em diversos outros festivais. O Festival Internacional de Cinema de Santa Barbara (SBIFF) é um festival de cinema realizado em Santa Barbara, Califórnia, desde 1986, por onze dias de sessões de filmes. O filme foi exibido em 460 cinemas nos Estados Unidos da América em 10 de agosto de 201, no evento Love Live. O filme “Love” retrata os efeitos pessoais e psicológicos do isolamento e da solidão quando um astronauta fica à deriva no espaço e, por meio disso, enfatiza a importância da conexão humana e do amor. Além disso, aborda a fragilidade da existência da humanidade explorada por meio de um cenário apocalíptico da Terra moribunda, inspirado pelas advertências de Carl Sagan em “Pale Blue Dot”, e considera as memórias e as histórias como legado da humanidade. 

O Capitão Lee Miller (Gunner Wright), um astronauta em meio a uma missão no espaço, acaba perdendo todo o contato com os sistemas de comunicação com a Terra e fica isolado na imensidão do espaço sideral. Com os suprimentos acabando, Lee precisa descobrir uma forma de manter sua sanidade dentro de sua claustrofóbica nave. Certo dia, ele descobre algo dentro do veículo espacial que muda tudo. A cultura da Grécia Antiga é a base sobre a qual se eleva a cultura da civilização ocidental. Como sabemos, exerceu poderosa influência sobre os romanos, que analogamente se encarregaram de repassá-la a diversas partes da Europa. A civilização grega antiga teve influência na linguagem, na política, no sistema educacional, na filosofia, na ciência, na tecnologia, na arte e na arquitetura moderna, particularmente durante a renascença da Europa ocidental e de resto durante os diversos reviverem neoclássicos dos séculos XVIII e XIX. Conceitos sociológicos como cidadania e democracia são gregos, ou pelo menos de pleno desenvolvimento nos manuscritos dos gregos. Os historiadores e escritores políticos cujos trabalhos sobreviveram ao tempo eram, em sua maioria, atenienses ou pró-atenienses e todos conservadores. Por isso se conhece melhor a história de Atenas do que a história das outras cidades. Esses homens concentraram seus trabalhos em aspectos políticos, militares e diplomáticos, ignorando o que veio a se conhecer modernamente por áreas de conhecimento em história econômica e social. O homem é criação propiciada pelo processo real de transformação da realidade e por uma formação ideal exagerada da imaginação que faz a essência do homem criadora.                                

A possibilidade real, a ocasião apriorística desse modo de comportamento que chamamos amor, fará surgir, se for o caso, e levará à consciência, como um sentimento obscuro e geral, inicial de sua própria realidade, antes mesmo que a ele se some a incitação por um objeto determinado para levá-lo a seu efeito acabado.  A existência desse impulso sem objeto, por assim dizer incessantemente fechado em si, acento premonitório do amor, puro produto do interior e, no entanto, já acento de amor, é a prova mais decisiva em favor da essência central puramente interior do fenômeno amor, muitas vezes dissimulado sob um modo de representação pouco claro, segundo o qual o amor seria uma espécie de surpresa ou de violência vindas do exterior, tendo su símbolo mais pertinente no “filtro do amor”, em vez de uma maneira de ser, de uma modalidade e de uma orientação que a vida como tal toma por si mesma – como se o amor viesse de seu objeto, quando, na realidade, vai em direção a ele. De fato, o amor é o sentimento humano que, fora dos sentimentos exclusivamente religiosos, se liga mais estreita e mais incondicionalmente a seu objeto. À acuidade com a qual ele brota do sujeito corresponde a acuidade igual com que ele se dirige para o objeto de pensamento. É que nenhuma instância vem se interpor. Se venero alguém. É pela qualidade de venerabilidade que, em sua realidade, permanece ligada à imagem pelo tempo quanto eu o venerar, passível de adoração, contemplação e respeito.

Por mais insuficiente, por mais preso a um estreito simbolismo humano que esteja  o conceito de objetivo e de meios em presença da misteriosa realização da vida, devemos qualificar essa emoção sexual de meio de que a vida se serve para a manutenção da espécie, confiando aqui a consecução desse objetivo não mais a um mecanismo (no sentido lato) mas a mediações psíquicas. Enfim, a pulsão, dirigida a princípio, tanto no sentido genérico quanto no sentido hedonista, ao outro sexo enquanto tal, parece ter diferenciado cada vez mais seu objeto, à medida que seus suportes se diferenciavam, até singularizá-lo. Claro, sabemos que a pulsão não se torna amor pelo simples fato de sua individualização; esta última pode ser refinadamente hedonista, ou instinto vital-teleológico para o parceiro apto a procriar os melhores filhos.  Mas, indubitavelmente, ela cria uma disposição formativa e, por assim dizer, um marco para essa exclusividade que constitui a essência do amor, mesmo quando seu sujeito se volta para uma pluralidade de objetos. Não duvidamos em absoluto que no seio do que se chama “atração dos sexos” constitui-se o primeiro factum, ou, se quiserem, a prefiguração do amor. A vida historicamente se metamorfoseia nessa produção social, traz sua corrente à altura dessa onda cuja crista vital, de desenvolvimento, sobressai acima dela. Se considerarmos o processo da vida como um dispositivo de meios a serviço desse objetivo e se levarmos em conta seu significado efetivo para a propagação da espécie, então este também é um dos meios que a vida se dá para si e a partir de si.          

Do mesmo modo, no homem que temo, o caráter terrível e o motivo que o provocou estão intimamente ligados; mesmo o homem que odeio não é, na maioria dos casos separado em minha representação da causa desse ódio – é esta uma das diferenças entre amor e ódio que desmente a assimilação que comumente se faz deles. Mas o específico do amor é excluir do amor existente a qualidade mediadora de seu objeto, sempre relativamente geral, que provocou o amor por ele. Ele permanece como intenção direta e centralmente dirigida para esse objeto, e revela a sua natureza verdadeira e incomparável nos casos em que sobrevive ao desaparecimento indubitável do que foi sua razão de nascer. Essa constelação, que engloba inúmeros graus, desde a frivolidade até a mais alta intensidade, é vivida segundo o mesmo modelo, seja em relação a uma mulher ou a um objeto, a uma ideia ou a um amigo, à pátria ou a uma divindade. Isso deve ser solidamente estabelecido em primeiro lugar, se quisermos elucidar em sua estrutura seu significado mais restrito, o que se eleva no terreno da sexualidade. A ligeireza com que a opinião corrente alia instinto sexual a amor lança talvez uma das pontes mais enganadoras na paisagem psicológica exageradamente rica em construções desse gênero. Quando, ademais, ela penetra no domínio da psicologia que se dá por científica, temos com demasiada frequência a impressão de que esta última caiu nas mãos de açougueiros. Por outro lado, o que é óbvio, não podemos afastar pura e simplesmente essa relação.

Para que a espécie humana pudesse sobreviver, a psique precisou ser socializada e dar sentido a um mundo aparentemente sem-sentido natural-biológico. Ao criar as significações, institui-se a sociedade que é a origem de si mesma. Não se poderia pensar a humanidade fora do mundo de significações, ou a subjetividade, a partir do termo “para si”, das representações das instituições sociais. O “para si” é inferido a partir das instancias, interdependentes, em que todas existem, mas nenhuma se mantém sem a outra, numa completa relação de atividade e reciprocidade representando a totalidade do sujeito. Enfim, Cornelius Castoriadis admite que é impossível fazer filosofia sem uma ontologia, segundo o aristotelismo, parte da filosofia que tem por objeto o estudo das propriedades mais gerais do ser apartada da infinidade de determinações que, ao qualificá-lo particularmente, ocultam sua natureza plena e integral. isto é, sem uma interrogação sobre o ser, mas, ao contrário do que possa pensar aquele para quem ontologia soa como “palavra proibida”, sua reflexão é inteiramente articulada à questão política. Não sendo, pois, uma idealização, mas um pensamento radical sobre a possibilidade de uma sociedade na qual os homens tenham consciência de seu poder. Por sua vez, o imaginário radical enquanto imaginário social aparece como corrente do coletivo anônimo, traduzindo-se na sociedade e no que para o social-histórico é posição, criação e fazer ser. Duas dimensões não incomunicáveis nem estáticas, embora a dimensão psíquica, tenha participação oculta na formação do que é próprio na criação.

Michel Foucault é reconhecido internacionalmente por descrever uma analítica do poder em relação às instituições sociais, entre elas a Igreja Católica. Do latim cathedra que, por sua vez, tem origem num vocábulo grego que significa “assento” ou “cadeira”, a cátedra é a disciplina ou a cadeira, metaforicamente, que ensina um catedrático - professor que tenha preenchido determinados requisitos para partilhar conhecimentos e que tenha alcançado o posto mais alto na docência. O termo também é usado para fazer referência à função e ao exercício do catedrático. Essa Cátedra, que leva o nome de Michel Foucault, não é dedicada à leitura de seus escritos – que hoje já é parte da cultura clássica. Ela está voltada, sob o impulso não exclusivo de seus trabalhos, como o diz seu título, para uma livre análise, informação e debate sobre questões de filosofia e de vida civil contemporânea. A recusa de tal Cátedra, aberta à complexidade e diversidade de estudos e pesquisas na atualidade, contradiz a deontologia universitária assim como seu fundamento filosófico. A Universidade seria sua primeira vítima. Assim teríamos ironicamente, no caso da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, a 2ª morte de Michel Foucault. O filósofo deixou inscrito uma das mais belas profecias sobre o “cuidado de si”. Uma ética política sobre a história da sexualidade, incluída a morte. 

O filósofo deixou inscrita uma das mais belas profecias sobre o “cuidado de si”. Uma ética política sobre a história da sexualidade, incluída a morte. Este aspecto, não por acaso, passa a ser um elemento novo decorrente da analítica do poder proposta através da análise discursiva. A problemática da governamentalidade fora retomada no “resumo dos cursos do College de France” (1970-1984): “gostaria de me insinuar sub-repticiamente no discurso que devo pronunciar hoje, e nos que deverei pronunciar aqui, talvez durante dez anos”. Veio a falecer em 25 de junho de 1984, “quando seu estado de saúde não mais lhe permitia prepará-los”. Salvo engano, nenhum sistema de pensamento obteve repercussão tão ampla e evidente, do ponto de vista da mudança de simbólica, a partir de temas como: a crítica da razão governamental, a analítica do poder, sobre as relações “espaço-tempo” e “poder-saber”, “estética da existência” e “experimento moral”, e mesmo entre o “império do olhar” e a “arte de ver”. É impossível esquecer a tese foucaultiana segundo a qual “a visibilidade é uma armadilha” que “canceriza” a vista através do poder disciplinar. O estudo dedicado ao “cuidado de si” teve como referência Alcibíades, retratado pelo pintor Pedro Américo em 1865. Nele, as questões dizem respeito ao “cuidado de si” com a política, com a pedagogia e com o conhecimento de si. Sócrates recomendava a Alcibíades que aproveitasse a sua juventude para ocupar-se de si mesmo, pois, “com 50 anos, seria tarde demais”. Mas isso, numa relação que diz respeito talvez ao enamoramento, e que não pode “ocupar-se de si” sem a ajuda do outro.

O exercício da morte, como evocado na Antiguidade por Sêneca, consiste em viver a duração da vida como se fosse tão curta quanto um dia e viver cada dia como se a vida inteira coubesse nele; todas as manhãs, deve-se estar na infância da vida, mas deve-se viver toda a duração do dia como se a noite fosse o momento da morte. Na hora de dormir, afirma na Carta 12, com um sorriso: “eu vivi”. Mas há uma advertência, importantíssima na existência humana: “é preciso tempo para isso”. E é um dos grandes problemas dessa cultura de si, fixar, no decorrer do dia ou da vida, a parte que convém consagrar-lhe. Recorre-se a muitas fórmulas diversas. Podem-se reservar, à noite ou de manhã, alguns momentos de recolhimento para o exame daquilo que se fez para a memorização de certos princípios úteis, para o exame do dia transcorrido; o exame matinal e vesperal dos pitagóricos se encontra, sem dúvida com conteúdos diferentes, nos estoicos; Sêneca, Epiteto, Marco Aurélio, fazem referência a esses momentos revigorados na plenitude da vida que se deve consagrar a voltar-se para si mesmo.  Pode-se também interromper de tempos em tempos as próprias atividades ordinárias e fazer um desses retiros que Musonius, recomendava: eles permitem ficar face a face consigo mesmo, recolher o próprio passado, colocar diante de si o conjunto da vida transcorrida, familiarizar-se, através da leitura, com os preceitos e os exemplos nos quais se quer inspirar e encontrar, graças a uma vida examinada, os princípios essenciais de uma conduta racional.

É possível ainda, no meio ou no fim da própria carreira, livrar-se de suas diversas atividades e, aproveitando esse declínio da idade onde os desejos ficam aparentemente apaziguados, consagrar-se inteiramente, como Sêneca, no trabalho filosófico ou, como Spurrima, na calma de uma existência agradável, “à posse de si próprio” no espaço e tempo sociais habituais. Esse tempo não é vazio: ele é povoado por exercícios, por tarefas práticas, atividades diversas que são ocupadas pelas reflexões de nosso dia a dia. Ocupar-se de si não é uma sinecura. Existem os cuidados com o corpo, os regimes de saúde, os exercícios físicos sem excesso, a satisfação, tão medida quanto possível, as necessidades. Existem as meditações, as leituras, as anotações que se toma sobre livros ou conversações ouvidas, e que mais tarde serão relidas, a rememoração das verdades que já se sabe, mas de que convém apropriar-se ainda melhor. Marco Aurélio fornece, assim, um exemplo de “anacorese em si próprio”: trata-se de um longo trabalho de reativação dos princípios gerais e de argumentos racionais que persuadem a não se deixar irritar com os outros nem com os acidentes, nem tampouco com as coisas. Tem-se aí um dos pontos mais importantes dessa atividade consagrada a si mesmo. Ela não constitui um mero exercício da solidão; mas sim uma verdadeira prática. Mas toda essa aplicação a si não possuía como único suporte social a existência das escolas, do ensino e dos profissionais da direção da alma; ela encontrava, facilmente, o feixe de relações habituais de parentesco, de amizade ou de obrigação. 

Cometas são corpos celestes compostos principalmente de gelo e poeira. Quando um cometa se aproxima do Sol, o gelo derrete e forma uma cauda visível. Recentemente, mapeamento realizado por uma sonda mostrou que a água está presente em toda superfície da lua, incrustada nas rochas, e também pode estar abaixo da camada de poeira, no manto. Essa água encontrada na Lua pode ter sido roubada da Terra, logo após o impacto catastrófico que formou a Lua, ou pode ter sido entregue posteriormente por impactos de asteroides e de cometas. Esses pequenos objetos podem ter entregue a água ao sistema Terra-Lua logo nos primeiros milhões de anos do nosso planeta. Imagens de radar de alta resolução da superfície de Mercúrio sugeriram a presença de gelo de água no polo Norte do planeta. Entretanto em Vênus, uma quantidade muito pequena de vapor de água (de algumas partes por milhão) foi encontrada na atmosfera. Existe gelo de água nas calotas polares de Marte e em algumas de suas crateras. Além disso, a água em Marte está presente em pequena quantidade de vapor na atmosfera. Evidências geológicas e mineralógicas sugerem que água líquida já existiu em Marte em abundância. Além disso, foi descoberto um lago subglacial em Marte, a 1,5 km abaixo da calota polar do Sul.

É estimado que o lago possua cerca de 20 km de diâmetro. Dado esta descoberta, os cientistas afirmam que não há razão para concluir que a presença de água subterrânea em Marte esteja limitada a este único local. A descoberta do lago subterrâneo também reforça a especulação sobre a existência de microrganismos presentes no planeta vermelho. Planetas gigantes, Saturno e Júpiter, podem ter água em forma sólida e líquida em suas camadas mais baixas de nuvens, mas sua abundância ainda não foi realmente aferida. Acredita-se que acima dos núcleos rochosos de Urano e Netuno exista uma grande camada de gelos, incluindo o gelo de água propriamente dito. As atmosferas destes gigantes de gelo também contêm H₂O. Foi observado que os anéis de Saturno contêm principalmente a formação de gelo de água com uma pequena mistura de orgânicos e outros contaminantes, enquanto os anéis de Júpiter, Urano e Netuno contêm no máximo uma pequena fração de gelo de água. Plutão também contém uma fração significativa de água em sua superfície, assim como muitas das luas dos planetas exteriores, com Tethys (Lua de Saturno) possivelmente consistindo quase inteiramente de gelo de água. Acredita-se que algumas Luas, como Europa e Ganimedes de Júpiter, e Enceladus de Saturno, contenham vastos oceanos de água líquida sob a camada superficial de gelo.

A sua superfície é dividida em segmentos rígidos, chamados placas tectônicas, que migram sobre a superfície terrestre ao longo de milhões de anos desde a sua formação. Aproximadamente 71% da superfície é coberta por oceanos de água salgada, com o restante consistindo de continentes e ilhas, contendo lagos e corpos de água que contribuem para a hidrosfera. Os polos geográficos da Terra encontram-se majoritariamente cobertos por mantos de gelo ou por banquisas. Uma bomba-relógio é a designação sociológica comum de um artefato denominado bomba que é acionada para detonação através de um período de tempo, geralmente calculado por um relógio. A utilização dessa técnica, permite que o artefato seja abandonado ou alojado em um local, sem a presença humana. Possui diversos propósitos, como fraude em seguros, terrorismo, assassinato e como arma de guerra. A palavra é usada metaforicamente. - Esse problema é uma bomba-relógio significa algo que algo deve ser feito para sua realização, antes que exploda. O interior da Terra permanece ativo e sólido, um núcleo externo líquido, um campo magnético, e um núcleo interno sólido, composto por ferro.

A Terra interage com outros objetos em movimento no espaço, em particular com o Sol e a Lua. A Terra orbita o Sol uma vez por cada 366,26 rotações sobre o seu próprio eixo, o que equivale a 365,26 dias solares ou representa um (01) ano sideral. O eixo de rotação da Terra possui uma inclinação de 23,4° em relação à perpendicular ao seu plano orbital, reproduzindo variações sazonais na superfície do planeta, com período igual a um ano tropical, ou, 365,24 dias solares. A Lua é o único satélite natural reconhecido da Terra. O atual modelo consensual para a formação da Lua é representado pela hipótese do grande impacto. É uma hipótese astronômica que postula a formação da Lua através do impacto de um planeta com aproximadamente o tamanho da massa de Marte, reconhecido como Theia, com a Terra. Ela é responsável pela formação das marés, estabiliza a inclinação axial da Terra e abranda gradualmente a rotação do planeta. A Lua pode ter afetado dramaticamente o desenvolvimento da vida ao moderar o clima do planeta. Evidências paleontológicas e simulações de computador demonstram que a inclinação axial do planeta é estabilizada pelas interações cíclicas de maré com a Lua.

            A história da humanidade ou história humana descreve a história dos seres humanos como determinada pelos estudos arqueológicos e registros históricos. A chamada história Antiga começa com a invenção da escrita. Há certas dúvidas sobre quais foram exatamente os nossos antepassados mais remotos. Os seres humanos modernos só surgiram há cerca de 200 mil anos. Os humanos são primatas e surgiram na África; duas espécies que pertenceram aos primórdios da evolução dos hominídeos foram o Sahelanthropus tchadensis, com um misto de características humanas e símias, e o Orrorin tugenensis, já bípede, mas não se sabe o tamanho do cérebro, que no Sahelanthropus era de 320–380 cm cúbicos. Ambos existiam há mais de 6 milhões de anos. Os hominídeos da época habitavam a África subsariana, a Etiópia e Tanzânia, ou seja, na África Oriental. Seguiram-se a esses primeiros hominídeos os Ardipithecus e mais tarde há 4,3 milhões de anos até há 2,4 milhões, os Australopithecus, descendentes dos Ardipithecus. Tinham os australopitecos maiores cérebros, pernas mais longas, braços menores, e traços faciais mais parecidos aos nossos. Há 2,5 milhões de anos surge o gênero Homo, Homo habilis na África oriental, com ele começam-se a usar ferramentas de pedra totalmente feitas por eles, começando o Paleolítico e carne passa a ser mais importante na dieta do Homo habilis. Eram caçadores e tinham um cérebro maior (590–650 cm cúbicos), mas tinham braços compridos. Não eram apenas caçadores, também eram necrófagos e herbívoros.

Havia outras espécies como o Homo rudolfensis que tinha um cérebro maior e era bípede e existiu durante a mesma época que o Homo habilis. Há dois milhões de anos surgiu o Homo erectus: de constituição forte, com um cérebro muito maior (810–1 250 cm cúbicos), rosto largo e foi o primeiro hominídeo a sair de África existindo na África, Ásia e Europa, existindo até há 500 mil anos. É o primeiro a usar o fogo. Há 300 mil anos já tinha estratégias elaboradas de caça a mamíferos corpulentos. Há uns 50 mil anos, os seres humanos lançaram-se à conquista do planeta em diferentes rumos desde África. Um rumo alcançou a Austrália. A outra chegou a Ásia Central, para logo se dividir em dois, uma a Europa, e a outra caminhou até cruzar o Estreito de Bering e chegou à América do Norte. As últimas áreas a ser colonizadas foram as ilhas da Polinésia, durante o primeiro milênio. Os neandertais eram robustos, com um cérebro grande, e viviam na Europa e Oeste da Ásia. Sobreviveram até 24 mil anos atrás e coexistiram com os modernos Homo sapiens, apesar de estudos de ADN provarem que não podiam reproduzir-se entre si. A origem dos Homo Sapiens atuais é bastante discutida, mas a maioria dos cientistas apoia a teoria da Eva Mitocondrial, apoiada por testes genéticos, em vez da teoria evolução multirregional que defende que os seres humanos modernos evoluíram em todo o mundo ao mesmo tempo a partir das espécies Homo lá existentes e que se reproduziram entre si entre as várias migrações que supostamente fizeram. Os primeiros fósseis totalmente humanos foram encontrados na Etiópia e datam de 160 mil anos. Há cerca de 35 mil anos surgiu a arte paleolítica na Europa. Consistia em pinturas nas paredes das grutas, e pequenas esculturas em madeira ou pedra, representado vários símbolos de fertilidade.

Idade Antiga mormente Antiguidade, na periodização das épocas históricas da humanidade, é o período que se estende desde a invenção da escrita de 4 000 a 3 500 a.C. até à queda do Império Romano do Ocidente (476 d.C.). Embora o critério da invenção da escrita como balizador entre o fim da Pré-história e o começo da História propriamente dita seja o mais comum, estudiosos que dão mais ênfase à importância da cultura material das sociedades têm procurado repensar essa divisão mais recentemente. Também não há entre os historiadores um verdadeiro consenso sobre quando se deu o verdadeiro fim do Império Romano e início da Idade Média, por considerarem que processos sociais e econômicos não podem ser datados com a mesma precisão dos fatos políticos. Também deve-se levar em conta que essa periodização está relacionada à História da Europa e também do Oriente Próximo como precursor das civilizações que se desenvolveram no Mediterrâneo, culminando com Roma. Essa visão se consolidou com a historiografia positivista que surgiu no século XIX, que fez da escrita da história uma ciência e uma disciplina acadêmica. Se repensarmos os critérios que definem o que é a Antiguidade no resto do mundo, é possível pensar em outros critérios e datas balizadoras.

No caso da Europa e do Oriente Próximo, diversos povos se desenvolveram na Idade Antiga. Os sumérios, na Mesopotâmia, foram a civilização que originou a escrita e a urbanização, mais ou menos ao mesmo tempo em que surgia a civilização egípcia. Depois disso, já no Primeiro milénio a.C., os persas foram os primeiros a constituir um grande império, que foi posteriormente conquistado por Alexandre, o Grande. As civilizações clássicas da Grécia e de Roma são consideradas as maiores formadoras da civilização ocidental atual. Destacam-se também os hebreus (primeira civilização monoteísta), os fenícios (senhores do mar e do comércio e inventores do alfabeto), além dos celtas, etruscos e outros. O próprio estudo da história começou nesse período, com Heródoto e Tucídides, gregos que começaram a questionar o mito, a lenda e a ficção do fato histórico, narrando as Guerras Médicas e a Guerra do Peloponeso respectivamente. Na América, pode-se considerar como Idade Antiga a época pré-colombiana, onde surgiram as avançadas civilizações dos astecas, maias e incas. Porém, alguns estudiosos considerem que em outras regiões, como no que constitui a maior parte do território do Brasil, boa parte dos povos ameríndios ainda não havia constituído similar nível de complexidade e a classificação de Pré-história para essas sociedades seria mais correta. Na China, a Idade Antiga termina por volta de 200 a.C., com o surgimento da dinastia Chin, enquanto que no Japão é apenas a partir do fim do período Heian, em 1185, que podemos falar em início da Idade Média. Algumas religiões no mundo moderno tiveram origem nessa época, entre elas o cristianismo, o budismo, confucionismo e judaísmo.

O século XX foi marcado por um período de mudanças tecnológicas, políticas e sociais. Com invenções como a lâmpada, o automóvel e o telefone no final do século anterior, a qualidade de vida aumentou para muitos, ao passo que esse progresso não só prosseguiu no século XX, assim como foi essencial para grandes mudanças no cenário político global. Os Estados Unidos tiveram grandes ganhos econômicos e políticos; por volta de 1900, os Estados Unidos eram a potência industrial líder no mundo em termos de produção. A África, América Central, América do Sul e Ásia também gradualmente rumaram a uma maior autonomia. Com a criação de novos estados independentes em ex-possessões europeias, o balanço de poder ao longo do século XX começou a se deslocar para fora da Europa. Na Europa, mudanças começaram também. O Império Britânico alcançou o ápice de seu poder. Império alemão e Reino de Itália, que passaram a existir como nações unificadas no final do século XIX, trataram de crescer em poder, economia e influência. Com o nacionalismo à toda a força nesse momento, as potências europeias competiram entre si por terras, força militar e poderio econômico. A Ásia e a África, para a maioria, ainda estava sob controle de seus conquistadores europeus como consequência do neocolonialismo. Exceções existiram, contudo, como na China e no Japão. Além disso, Império do Japão e o Império Russo estavam em guerra entre si em 1905. A Guerra Russo-Japonesa foi uma das primeiras instâncias de uma potência europeia é derrotada por uma nação asiática. A própria guerra reforçou o militarismo japonês e desenvolveu o crescimento de status do Japão por poder no cenário internacional. A Rússia czarista, por outro lado, não lidou bem com a derrota. A guerra expôs a fraqueza militar do país e o crescente retrocesso econômico. Os Estados Unidos foram um elemento de crescente influência na política mundial durante o século XIX. Tornaram sua presença conhecida no cenário mundial desafiando a os espanhóis na Guerra Hispano-Americana, ganhando colônias de Cuba e Filipinas como protetorados. Agora, com crescimento na imigração e uma resolução de uma questão de unidade nacional através da sangrenta Guerra Civil Americana, os Estados Unidos estavam surgindo também como uma usina de força industrial, rivalizando com a Grã-Bretanha, Alemanha e França.

Demorou mais de duzentos mil anos de história humana até 1804 para que a população mundial atingisse 1 bilhão; a população mundial atingiu cerca de 2 bilhões em 1927; no final de 1999, a população global atingiu 6 bilhões, com mais da metade concentrada no Leste, Sul e Sudeste Asiático. A alfabetização global foi em média de 80%. A penicilina e outras descobertas médicas combinadas com as campanhas globais da Organização Mundial da Saúde para a erradicação da varíola e outras doenças responsáveis por mais mortes humanas do que todas as guerras e desastres naturais combinados produziram resultados sem precedentes; a varíola agora só existia em laboratórios. As máquinas estavam sendo utilizadas em todas as áreas de produção, alimentando uma cadeia de abastecimento nacional cada vez mais intrincada, ou seja, pela primeira vez na história, a humanidade não estava mais limitada por quanto poderia produzir, mas sim pela vontade das pessoas de consumir. As melhorias no comércio reverteram o conjunto limitado de técnicas de produção de alimentos usadas desde o período Neolítico, aumentando muito a diversidade de alimentos disponíveis, resultando em uma melhora na qualidade da nutrição humana. Até o início do século XIX, a expectativa de vida era de cerca de trinta na maioria das populações; as médias de vida global ultrapassaram 40+ anos pela primeira vez na história, com mais da metade atingindo 70+ anos, isto é, três décadas a mais do que um século antes.

            Durante uma batalha da Guerra Civil Americana em 1864, um soldado solitário da União, o Capitão Lee Briggs (Bradley Horne), é enviado em uma missão para investigar um objeto misterioso relatado às forças da União. Ele parte para cumprir a missão. Em 2039, o astronauta norte-americano Lee Miller (Gunner Wright) é enviado à Estação Espacial Internacional (ISS) como o único tripulante da estação, com a missão de avaliar sua segurança e realizar os ajustes necessários, após duas décadas de abandono por razões desconhecidas. Logo após sua chegada, distúrbios significativos ocorrem na Terra, levando Miller a perder contato com o “comunicador da cápsula” e a se encontrar isolado em órbita, assistindo impotente aos eventos terrestres através de vigias a 320 km acima de seu planeta natal. Miller luta para manter a sanidade mental em isolamento, interagindo com fotos Polaroid de ex-tripulantes da ISS deixadas a bordo da nave. Geralmente, apenas o comunicador da espaçonave se comunica diretamente com a tripulação de um voo espacial tripulado. A sigla remonta ao Projeto Mercury, quando a espaçonave era originalmente chamada de cápsula. A NASA considerou importante que  toda a comunicação com os astronautas no espaço passasse por um único indivíduo no Centro de Controle da Missão. Essa função foi inicialmente designada como comunicador da cápsula e era desempenhada por outro astronauta, geralmente um dos membros da equipe de apoio ou reserva. A NASA acredita que um astronauta é o mais capacitado para compreender a situação na espaçonave e transmitir informações da maneira mais clara.

Para missões de longa duração, há mais de “comunicador da cápsula”, cada um designado a equipe de turno diferente. Após o controle dos voos espaciais americanos ser transferido para o Centro Espacial Johnson no início da década de 1960, cada “comunicador da cápsula” passou a usar o indicativo de rádio “Houston”. Quando pessoas que não são astronautas se comunicam diretamente com a espaçonave, o “comunicador da cápsula” atua como controlador de comunicações. A partir de 2011, devido à redução do corpo de astronautas após o fim do programa do Ônibus Espacial, o número de astronautas disponíveis para desempenhar as funções de “comunicador da cápsula” diminuiu. Assim, não astronautas, mas sim profissionais das áreas de treinamento de voo espacial e controle de voo, também atuam como “comunicador da cápsula” durante as missões da ISS, enquanto que, nas missões Apollo e do Ônibus Espacial, essa função era desempenhada exclusivamente por astronautas. Os astronautas ainda assumem a posição de durante eventos críticos, como acoplagem e atividades extraveiculares. No contexto de potenciais missões tripuladas a Marte, o Centro de Pesquisa Ames da NASA realizou testes de campo de suporte computacional avançado para astronautas e equipes científicas remotas, para testar as possibilidades de automatizar o “comunicador da cápsula”.

Com problemas de energia, Miller se desloca para um módulo não pressurizado da estação espacial para realizar reparos e descobre o diário de Briggs de 1864. Miller lê o relato de Briggs sobre a guerra e fica fascinado pelo objeto misterioso que procura, sem perceber que em breve se familiarizará com esse mesmo objeto, e não por acaso. Em 2045, após seis anos sem contato com o “comunicador da cápsula” e com o sistema de oxigênio da ISS em deterioração, Miller veste um traje espacial e realiza uma caminhada espacial, decidindo que seria mais fácil se desprender do cabo de segurança e flutuar lentamente em direção à Terra, queimando na atmosfera, do que sufocar lentamente até a morte a bordo da ISS. Ele descobre, no entanto, que é incapaz de levar adiante seu suicídio. Miller ainda é visto a bordo da ISS, presumivelmente muito tempo depois: seu cabelo cresceu bastante e ele está coberto de tatuagens. Ele fez esboços de pessoas e batalhas da Guerra Civil Americana, de 12 de abril de 1861 à 26 de maio de 1865; foi uma guerra civil nos Estados Unidos entre a União[e] (“o Norte”) e a Confederação (“o Sul”), que foi formada em 1861 por estados que se separaram da União para preservar a escravidão de afro-americanos, que eles consideravam ameaçada devido à eleição de Abraham Lincoln e ao crescente movimento abolicionista no Norte, retirados de seu diário, por todo o interior da ISS. Os aposentos apertados da estação espacial se tornaram um emaranhado de objetos, simbolizando sua sanidade debilitada. Ele então parece ser contatado de fora da ISS e recebe instruções para acoplar e fazer a transferência. Ele o faz e parece chegar a uma gigantesca estrutura desabitada, de construção humana. Não está claro se isso é real ou fruto da imaginação de Miller, que agora está insano.

Miller vagueia até se deparar com um servidor central onde encontra um livro intitulado: “Uma História de Amor Contada por Você”. Dentro do livro, ele encontra fotos do Capitão Lee Briggs com sua descoberta, um gigantesco objeto alienígena em forma de cubo que pode ter ajudado a impulsionar a sociedade humana. No índice do livro, Miller encontra uma referência a si mesmo e a digita no prompt do computador. Ele então se vê dentro de um quarto de hotel genérico, onde uma voz incorpórea diz: Como você está, Lee? Desculpe por esta projeção, mas foi a única maneira de conseguirmos entrar em contato com você. Estamos aliviados por tê-lo aqui. Agora, antes de nos empolgarmos demais, precisamos lhe dizer algo. Você é o último, tudo acabou. Entendemos como você se sente. A conexão é talvez a coisa mais preciosa que qualquer ser pode ter. É isso. É por isso que estávamos ouvindo. O lugar que você vê aqui é uma espécie de álbum de recortes, uma coleção de memórias e lembranças da breve existência da humanidade. Ainda bem que encontramos você. Estamos ansiosos para conhecê-lo, Lee. Durante o discurso, vemos o mesmo objeto cúbico no espaço, no ano de 2045. O espectador é levado a supor que esse objeto “capturou” Lee Miller e está falando diretamente com ele. O filme termina com a voz de um computador falando sobre conexões humanas e amor.               

O cenário da estação espacial, mutatis mutandis, foi construído no quintal dos pais de William Eubank. Em um vídeo de making-of publicado em sua conta do Vimeo, Eubank detalha a construção do cenário e lista materiais como cobertores de embalagem, MDF, sacos de pizza, velcro, isolamento, luzes de Natal e outros materiais reaproveitados como componentes do cenário da ISS. De acordo com Tom De Longe, a produção iria alugar a estação espacial de outro filme, mas optou por construí-la com materiais reaproveitados por questões de orçamento. Os primeiros teasers foram lançados em 2007 e 2009. Em 10 de janeiro de 2011, o trailer final do filme foi lançado no Apple Trailers. O lançamento deste trailer teve cobertura em vários sites da indústria. - Posso dizer, honestamente, que o filme é dez vezes melhor do que eu pensava que seria. Mas não pretende competir com Transformers. Este é um filme de arte e nenhuma banda fez isso há muito tempo. Então, esperamos surpreender algumas pessoas e também esperamos fazer algo que seja muito credível em termos de perspicácia artística. A estreia mundial do filme ocorreu em 2 de fevereiro de 2011, no 26º Festival Internacional de Cinema de Santa Bárbara, com exibições adicionais nos dias 3, 4 e 5 de fevereiro no Metro 4 e no Arlington Theater. O filme foi exibido gratuitamente em 11 de fevereiro no Riviera Theatre, em Santa Bárbara, como onze filmes escolhidos como “Melhores do Festival”. O Festival Internacional de Cinema de Seattle de 2011 exibiu “Love” tanto na seção “Ficção Científica e Além” quanto na seção “Novo Cinema Americano”.

O filme foi exibido em 21 de maio no Pacific Place Theatre e em 22 de maio no SIFF Cinema. Uma terceira exibição ocorreu em 11 de junho no Egyptian Theatre. O filme “Love” foi selecionado para o Festival Internacional de Cinema Fantasia de 2011, realizado em Montreal, Quebec. Sua exibição na FanTasia, em 18 de julho, no Hall Theatre, como parte da seção Câmera Lucida do festival, marcou a estreia internacional do filme. O longa também foi exibido em Atenas, Lund, Londres, Nantes, Coreia do Sul, Espanha, Israel e outros países. Em 8 de novembro de 2011, a Angels & Airwaves lançou um box set contendo Love, a trilha sonora do filme Love Part I, e o quarto álbum de estúdio da banda, Love Part II. No agregador de críticas Rotten Tomatoes, o filme tem uma taxa de aprovação de 60% com base em 15 críticas, com uma classificação média de 5,4/10. No Festival Internacional de Cinema de Santa Bárbara, o filme estava inicialmente programado para três exibições, mas duas sessões adicionais no Teatro Arlington foram adicionadas depois que alguns ingressos para as sessões originais se esgotaram.

Dennis Harvey, para a revista Variety, escreveu: “[A] abstrusão espiritual do filme e as inúmeras outras ambiguidades do roteiro poderiam irritar em um filme menos engenhosamente concebido em aspectos mais tangíveis. Mas Love encanta com o detalhe de seu cenário principal, bem como com efeitos bem-feitos, texturas de trilha sonora consistentemente interessantes, porém submissas (a única música original é reservada para os créditos finais) e um ritmo de edição ágil...”. Dustin Hucks, do Ain`t It Cool News, lançado em 1996 e seu nome é atribuído a uma citação do personagem de John Travolta no filme Broken Arrow. Knowles começou a navegar na internet enquanto se recuperava de um acidente debilitante em 1996. Ele passava muito tempo em grupos de discussão trocando fofocas e rumores sobre filmes que estavam por vir, eventualmente criando seu próprio site como parte de seu hobby na internet, escreveu: “Love pode, por vezes, se tornar muito amplo em termos de cenas, diálogos e ritmo... se você preza pela clareza e linearidade, Love vai te frustrar. Para outros, no entanto, o desafio de entender o que está acontecendo pode levar ao desejo de assistir ao filme repetidas vezes, o que, para mim, é muito divertido... Este é um filme que claramente não é para todos, mas tem muito a oferecer aos fãs de Inception e Moon”. Hucks continuou dizendo que Love era um dos filmes de baixo orçamento visualmente mais empolgantes que ele tinha visto em algum tempo e concluiu com um endosso geral: “Vale a pena procurar Love nos cinemas – mas não perca o DVD se você não tiver a oportunidade de vê-lo nos cinemas”.

Bibliografia Geral Consultada.

ARON, Raymond, La Société Industriel et la Guerre. Paris: Éditions Plon, 1985; Idem, Dimensions de la Consciense Historique. Paris: Editeur Julliard, 1985; CATARINO, Maria Helena Horta Simões, Mausoleum de Hans Magnus Enzensberger: A Balada Moderna e o Mito do Progresso. Tese de Doutorado em Literatura Alemã. Faculdade de Letras. Departamento de Línguas, Literaturas e Culturas. Coimbra: Universidade de Coimbra, 1988; FREEMAN, Judi, A Imagem Dada & Surrealista Word. Los Angeles: Los Angeles County Museum of Art, de 1989; PAQUET, Marcel, Magritte: O Pensamento Tornado Visível. Colônia: Editora Benedikt Taschen, 1992; BRAGA, Ubiracy de Souza, Das Caravelas aos Ônibus Espaciais. A Trajetória da Informação no Capitalismo. Tese de Doutorado. Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação. Escola de Comunicações e Artes. São Paulo: Universidade de São Paulo, 1995; VERNANT, Jean-Pierre, O Universo, os Deuses, os Homens. São Paulo: Editora Companhia das Letras, 2000; ROCHA FILHO, João Bernardes, Física e Psicologia. As Fronteiras do Conhecimento Científico Aproximando a Física e a Psicologia Junguiana. Porto Alegre: Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, 2007; FISCHER, Russ, “O Trailer de Love Canaliza “2001: Uma Odisseia no Espaço”, “Moon” e “Solaris” em uma Nova e Promissora Mistura”. In: Slashfilm.com, 17 de janeiro de 2011; SHELDON, Sidney, Escrito nas Estrelas. 32ª edição. Rio de Janeiro: Editora Record, 2014; CHINELLATO, Juliana de Paula, História da Ciência, Ensino e Divulgação Científica no Brasil: Ronaldo Mourão e a Revista Ciência Popular (1950-1970). Dissertação de Mestrado em História da Ciência. São Paulo: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 2016; PANAÏOTI, Antoine, Nietzsche e a Filosofia Budista. São Paulo: Editora Cultrix, 2017; BAZIN, André, O Que É Cinema? 1ª edição. São Paulo: Ubu Editora 2018; TOSI, Amanda Araujo, Utilização da Catodoluminescência Acoplada à Microssonda Eletrônica como um Novo Método Analítico na Classificação Petrológica de Meteoritos Condríticos. Tese de Doutorado em Geologia. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2021; entre outros. 

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