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quarta-feira, 12 de abril de 2023

Sahara – Amor, Paixão, Cinema & Corrida Transafricana de Automóveis.

                 Um deserto conta uma história diferente cada vez que alguém se aventura nele”. Robert Edison Fulton Jr.                    

        A palavra Saara origina-se do árabe ṣaḥrā (ou ṣaḥārā, no plural), que significa “deserto”. A transliteração da palavra árabe para o alfabeto latino é ṣaḥārā. Ela se formou pelo Latim sub, “abaixo”, mais Saara, do Árabe: As Sahra Al-Kubra, “o maior deserto”. O Deserto do Saara é reconhecido geologicamente por ser “o maior deserto quente do mundo”. Oficialmente, é o terceiro maior deserto da Terra, logo após o deserto da Antártida e o Ártico, pois estas duas também são consideradas desertos. Localizado no Norte da África, tem uma área total de 9 065 000 km², sendo sua área equiparável à da Europa com 10 400 000 km² e à área dos Estados Unidos da América, e maior que a área de muitos países continentais, comparativamente, entre eles o giant Brasil, Austrália e Índia. O nome Saara é uma transliteração da palavra árabe صحراء, que por sua vez é a tradução da palavra tuaregue tenere (deserto). O deserto do Saara compreende parte dos seguintes países e territórios: Argélia, Chade, Egito, Líbia, Mali, Mauritânia, Marrocos, Níger, Saara Ocidental, Sudão e Tunísia onde vivem cerca de 2,5 milhões de pessoas na região desértica. O deserto é rico em sua historiografia, evidenciada hic et nunc em diversos fósseis de dinossauros e outros animais bem como resquícios de diversas civilizações existentes em sua categorial monumentalidade já foram arqueologicamente encontrados. O Saara moderno é isento in partibus infidelium de vegetação, exceto no vale do rio Nilo. E eventos de formação de Oásis é uma região localizada entre o Egito e o Sudão e em formações montanhosas dispersas.

A área geográfica do deserto também inclui parte da bacia do famoso Rio Nilo, as montanhas Aïr, Hoggar, Atlas, Tibesti e Adrar dos Ifogas, e as sub-regiões do deserto da Líbia, do deserto da Núbia, do Ténéré e do deserto Oriental Africano. No interior do Saara, existem alguns poucos e dispersos oásis formados devido ao afloramento de aquíferos subterrâneos, estando entre eles os oásis de Baria, Gardaia, Timimoun, Cufra e Siuá. As fronteiras do Saara são o Oceano Atlântico a Oeste, a cordilheira do Atlas e o mar Mediterrâneo a Norte, o mar Vermelho a Leste e o Sahel a Sul. O Saara divide o continente africano em duas partes, o Norte da África e a África Subsaariana. A fronteira saariana ao Sul é marcada por uma faixa semiárida de savana chamada Sahel. Os limites do Saara podem também ser definidos por critérios botânicos, definidos pelo botânico florestal britânico Frank White (1927-1994), que correspondem a zonas climáticas, por exemplo, definidas por Robert Capot-Rey. O limite Norte coincide com a região em que se cultiva a tamareira nos oásis e com o limite Sul do esparto, uma Poaceae tipicamente do clima mediterrânico; este limite corresponde igualmente à isoieta, linha de igual precipitação anual dos 100 mm. Ao Sul, o Saara limita com o Sahel, uma “cintura de savana seca com um verão chuvoso, que se estende a quase toda a África”. Aí definido pela Cornulaca monacantha, uma quenopodiácea tolerante à seca, ou pelo limite Norte do Cenchrus biflorus, enquanto uma grama característica do Sahel, o que corresponde à isoieta de 150 mm. Este valor climatológico proporcional é a média de muitos anos, uma vez que a precipitação varia de um ano a outro no tempo.

A África possui um histórico relativamente inexistente de cooperação internacional na construção de estradas. As potências coloniais e, posteriormente, as superpotências rivais e as potências regionais geralmente não incentivaram a ligação rodoviária entre suas respectivas esferas de atuação, exceto em casos de absoluta necessidade. Além disso, nos estados africanos recém-independentes, as restrições fronteiriças eram frequentemente reforçadas em vez de flexibilizadas, visando proteger o comércio interno, como arma em disputas de fronteira e para aumentar as oportunidades de corrupção oficial. O surgimento de estradas e infraestrutura rodoviária associada reduz a pobreza ao aumentar o comércio, revitalizar o empreendedorismo, diminuir os preços dos bens e melhorar as condições de vida. As estradas proporcionam acesso a ambulâncias, polícia, bombeiros, serviços de resgate, serviços de reparação e serviços de construção. A rede rodoviária desenvolvida tornou possível estender os serviços médicos e educacionais a áreas anteriormente inacessíveis. No dia 1º de julho de 1971 Robert K. A. Gardiner (1914-1994), secretário executivo da Comissão Econômica das Nações Unidas para a África (ECA), criou o Escritório de Rodovias Transafricanas para supervisionar o desenvolvimento de uma rede rodoviária continental. Além de dificultar a construção de estradas, guerras e conflitos levaram à destruição de estradas e travessias de rios, impediram a manutenção e, muitas vezes, interromperam ligações vitais. Serra Leoa, Libéria, República Democrática do Congo e Angola estão em processo social de reconstrução pós-guerra. As guerras na República Democrática do Congo atrasaram a infraestrutura rodoviária do país em décadas e interromperam a principal rota de comunicação entre a África Oriental e Ocidental. Nos últimos anos, preocupações com a segurança restringiram o tráfego em estradas no Sul da Argélia, Mali, Níger, Líbia e Egito, bem como no Norte do Chade e em parte do Sudão.           

As rotas transafricanas só podem se desenvolver em tempos de paz e estabilidade. Ao utilizar ao máximo as estradas nacionais existentes, as agências de desenvolvimento visam identificar prioridades comerciais, planejar estradas e buscar financiamento para a construção de pontes e ligações faltantes, a pavimentação de trechos de estradas de terra e cascalho e a recuperação de trechos pavimentados deteriorados. A necessidade de reduzir os atrasos causados ​​por verificações rodoviárias e de fronteira, ou de flexibilizar as restrições de viagem, também foi identificada, mas até agora nenhuma solução foi encontrada. Em vez de termos apenas rodovias internacionais onde cada país mantém seus próprios regulamentos e práticas, é necessário criar rodovias transnacionais onde os regulamentos e as práticas sejam simplificados, unificados e implementados sem causar atrasos para mercadorias e viajantes. O desenvolvimento da Rodovia Transafricana e da infraestrutura rodoviária associada visa combater a pobreza na África, aumentando o comércio interestadual e doméstico, revitalizando pequenas e médias empresas, reduzindo os preços dos produtos e melhorando as condições de vida. Graças às rodovias, a população africana finalmente tem acesso a ambulâncias, polícia, bombeiros, serviços de resgate, reparos e serviços de construção. A rede rodoviária desenvolvida possibilitou a expansão dos serviços médicos e educacionais para áreas antes inacessíveis. Sahara é um filme de aventura e drama de 1983 dirigido por Andrew McLaglen e estrelado por Brooke Shields, Lambert Wilson, Horst Buchholz, John Rhys-Davies e John Mills. A trilha sonora original foi composta por Ennio Morricone. Andrew Victor McLaglen nascido em Londres, 28 de julho de 1920 e morto em Friday Harbor, uma cidade localizada no estado norte-americano de Washington, no Condado de San Juan em 30 de agosto de 2014), foi um diretor de cinema e televisão inglês, radicado nos Estados Unidos da América. 

Um diretor prolífico no gênero faroeste onde praticamente dedicou-se em toda sua carreira, seus colaboradores frequentes eram os atores: John Wayne e James Stewart. Filho do ator britânico Victor McLaglen e Enid Lamont, Andrew foi casado com a atriz estadunidense Veda Ann Borg, com quem teve um filho, Andrew Victor McLaglen II. A Rodovia Transafricana 4, também reconhecida como Rodovia Cairo–Cidade do Cabo, é uma rodovia transnacional que faz parte da Rede Rodoviária Transafricana, sob responsabilidade da Comissão Econômica das Nações Unidas para a África, do Banco Africano de Desenvolvimento, da União Africana e dos Estados nacionais atravessados. Também chamada de Estrada Pan-Africana a rodovia é um projeto iniciado com a reivindicação de Cecil Rhodes, a mando do Império Britânico, de atravessar a África, ligando as duas cidades (embora ele preferisse o caminho-de-ferro). Foi pensada para ligar as principais cidades coloniais britânicas do continente africano: além dos dois últimos pontos, Joanesburgo, Pretória, Harare (então chamada Salisbury), Lusaca, Nairóbi e Cartum. Muito tempo depois, espera-se que seja concluída no contexto da Rede Rodoviária Transafricana. A primeira tentativa de fazer a rota com um veículo a motor foi a do capitão Kelsey em 1913 e 1914, inacabada devido à morte de Kelsey na Rodésia, às garras de um leopardo. A primeira tentativa bem-sucedida foi a de Chaplin Court Treatt, entre 23 de setembro de 1924 e 24 de janeiro de 1926. A proposta era semelhante à da linha ferroviária do Cabo ao Cairo, outro projeto de infraestrutura proposto pelas mesmas colónias britânicas. 

Nenhuma delas foi concluída antes do fim do domínio colonial britânico em África. Na década de 1980, o plano foi revivido com modificações como a Estrada Cairo-Cidade do Cabo, conhecida como Rodovia Transafricana 4, na rede de estradas transcontinentais sendo desenvolvida pela Comissão Económica das Nações Unidas para a África (UNECA), o Banco Africano de Desenvolvimento e a União Africana, como parte da rede de estradas transafricanas. Do seu segundo casamento nasceram John e Mary McLaglen. O pai de Andrew McLaglen, Victor, tornou-se muito conhecido graças aos inúmeros filmes que fez com John Ford e John Wayne. Andrew foi assistente de direção do filme de ambos, The Quiet Man, em 1952. Nascido na Inglaterra, McLaglen foi educado nos Estados Unidos da América, onde estudou na Universidade de Virginia. Trabalhou na Lockheed até 1944.Em 1956 Andrew dirigiu seu primeiro filme, Gun the Man Down, um Western B com James Arness, Angie Dickinson e Harry Carey Jr.. Depois dessa experiência no cinema, ele se dedicou durante muitos anos à televisão, dirigindo para a CBS inúmeros episódios de séries que ficaram famosas. A partir dos anos 1960 Andrews retornou ao cinema, dirigindo sucessos populares no gênero western, filmes de ação e aventura. Apesar de pouco valorizado pela crítica especializada, Andrew sempre contou em seus filmes com grandes nomes do cinema, tais como John Wayne (com quem fez cinco filmes), James Stewart, Rock Hudson, Kirk Douglas, Dean Martin, Charlton Heston e James Coburn.                            

Escólio: Em 1928, RJ Gordon morre durante um treino antes de poder pilotar seu novo carro de corrida na Corrida Transafricana de Automóveis pelo Deserto do Saara. O filme foi supostamente inspirado no filho da primeira-ministra britânica Margaret Thatcher, Mark Thatcher, que se perdeu no Norte da África em 1982 num rali automobilístico. Também surgiu devido ao sucesso de bilheteria de Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida e à admiração de Menahem Golan pelo filme de Rudolph Valentino, O Sheik (1921). O desenvolvimento de Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida foi retomado naquele ano, quando ele compartilhou a ideia com Steven Spielberg, que se juntou ao projeto alguns meses depois. Embora a dupla tivesse ideias para cenários e cenas de ação para o filme, eles contrataram Kasdan para preencher as lacunas narrativas entre elas. As filmagens principais começaram em junho de 1980, com um orçamento de US$ 20 milhões, e terminaram em setembro. As filmagens ocorreram em estúdios em Elstree, na Inglaterra, e principalmente em La Rochelle, na França, na Tunísia e no Havaí.  As pesquisas de opinião (cf. Thiolllent, 1982) antes do lançamento no mercado cinematográfico indicavam pouco interesse do público pelo filme, especialmente em comparação com Superman II, data de estreia em 12 de junho de 1981.

Este é o filme seguinte ao Superman, lançado em 1978, baseado no personagem Superman criado em 1933 por Jerry Siegel e Joe Shuster. A tensão política e comercialmente entre o diretor original, Richard Donner, e os produtores Alexander e Ilya Salkind aumentou, levando à decisão de interromper a produção da sequência, da qual 75% já havia sido concluída, e simplesmente terminar o primeiro filme. Após o lançamento do primeiro filme, Donner foi demitido da direção e substituído por Richard Lester, que foi oficialmente creditado como diretor. Lester refilmou a maior parte do filme com um tom mais humorístico. Vários membros do elenco incluindo Marlon Brando e da equipe se recusaram a retornar para concluir a sequência após a demissão de Donner. Apesar das dificuldades de produção e da troca de diretor durante as filmagens, o filme recebeu críticas positivas. Também foi um sucesso comercial, embora não tenha alcançado o mesmo desempenho de seu antecessor. Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida tornou-se a maior bilheteria, arrecadando em torno de US$ 354 milhões no mundo globalizado, e em cartaz em alguns cinemas por mais de um ano. Também foi um sucesso de crítica, recebendo elogios por suas cenas de ação, humor e sequências de ação.  

        O deserto do Saara, no qual se distinguem dois trechos, um dominado por dunas arenosas e denominado Erg, e outro bastante pedregoso denominado Hamadas, compreende parte dos seguintes países e territórios: Argélia, Chade, Egito, Líbia, Mali, Mauritânia, Marrocos, Níger, Saara Ocidental, Sudão e Tunísia. Atualmente, em 2020, vivem cerca de 2,5 milhões de pessoas na região do Saara. A área do deserto também inclui parte da bacia do Rio Nilo, as montanhas Aïr, Hoggar, Atlas, Tibesti e Adrar dos Ifogas, e as subregiões do deserto da Líbia, do deserto da Núbia, do Ténéré e do deserto Oriental Africano. No interior do Saara, existem alguns poucos e dispersos oásis formados devido ao afloramento de aquíferos subterrâneos, estando entre eles os oásis de Baria, Gardaia, Timimoun, Cufra e Siuá. As fronteiras do Saara são o Oceano Atlântico a oeste, a cordilheira do Atlas e o mar Mediterrâneo a norte, o mar Vermelho a leste e o Sahel a sul. O Saara divide o continente africano em duas partes, o Norte da África e a África Subsaariana. A fronteira saariana ao sul é marcada por uma faixa semiárida de savana chamada Sahel. Os limites do Saara podem também ser definidos por critérios botânicos, definidos por Frank White, que correspondem a zonas climáticas (por exemplo, definidas por Robert Capot-Rey). O limite norte coincide com a região em que se cultiva a tamareira (nos oásis) e com o limite sul do esparto, uma poácea típica do clima mediterrânico; este limite corresponde igualmente à isoieta (linha de igual precipitação anual) dos 100 mm.

Ao Sul, o Saara limita com o Sahel, uma cintura de savana seca com um verão chuvoso, que se estende através de toda a África. Aí o limite é definido pela Cornulaca monacantha, uma quenopodiácea tolerante à seca, ou pelo limite norte do Cenchrus biflorus, uma grama característica do Sahel, o que corresponde à isoieta de 150 mm. Este valor é a média de muitos anos, uma vez que a precipitação varia muito de um ano a outro. O clima da região que compreende hoje o Saara sofreu enormes variações, indo várias vezes do seco ao húmido durante os últimos cem mil anos chegando a mais de 50 graus e muito seco a 1 hora da tarde, quando a temperatura chega a 53 graus celsius. Durante a última Era do Gelo, o Saara era maior do que é hoje, estendendo para o sul além de seus limites atuais. O fim da idade de gelo trouxe épocas melhores ao Saara no período compreendido entre aproximadamente 8 000 a.C. a 6 000 a.C., isto devido a área de baixa pressão que acompanhou o desmoronar do manto de gelo ao Norte. Quando a Era do Gelo se foi, a parte norte do Saara secou. Entretanto, não muito tempo depois, monções trouxeram chuva ao Saara, neutralizando a tendência de desertificação do Saara na parte Sul. Sabe-se que ar sobre o planeta Terra se move por convecção de forma a redistribuir a energia pelo planeta, e ascensões de ar, puxando ar úmido do oceano, causam geralmente chuvas em determinadas regiões. 

Paradoxalmente, o Saara estava mais úmido quando recebeu mais insolação no verão. Por sua vez, todas as mudanças na insolação são causadas por mudanças na geofísica da Terra. Ao redor de 2 500 a.C., as monções recuaram para o Sul onde está hoje, que conduziram a desertificação do Saara. O deserto está atualmente árido na forma que o conhecemos hoje há aproximadamente 13 000 anos. Estas circunstâncias são responsáveis para o que foi chamado de Teoria da Bomba do Saara. O Saara é conhecido por ter um dos climas mais áridos do mundo. O vento que vem do Nordeste prevalece, e pode por várias vezes fazer com que a areia dê forma a “furacões”. As precipitações, muito raras, mas não desconhecidas, acontecem ocasionalmente nas zonas de beira-mar ao Norte e ao Sul, e o deserto recebe aproximadamente 25 mm de chuva em um ano. As chuvas acontecem muito raramente, geralmente torrenciais após os longos períodos secos, que podem durar anos. Em 18 de fevereiro de 1979, nevou em vários lugares no sul da Argélia, incluindo uma tempestade de neve de 30 minutos que parou o tráfego em Gardaia, e foi relatado como sendo “pela primeira vez na memória viva”. A neve desapareceu em horas. Dromedários e cabras são os animais predominantes no Saara. Por causa das suas habilidades de sobrevivência, da resistência e da velocidade, o dromedário é o animal favorito dos nômades. Dentre os mamíferos também há o feneco, um onívoro, o Dassie, cujo primeiro fóssil encontrado remonta a 40 milhões de anos atrás e o adax, um grande antílope branco, o qual atualmente é uma espécie ameaçada. Muito adaptado ao deserto, pode sobreviver por até um ano sem água. 

A chita do Saara vive no Níger, no Mali e no Chade.  O Leiurus quinquestriatus (escorpião-amarelo-da-palestina) é um tipo de escorpião do Saara que pode alcançar 10 cm. Ele produz agitoxina e cilatoxina que são venenos tóxicos. Em relação aos repteis, há o varano (família varanidae), um tipo de lagarto que se encontra nas areias do deserto. Acerastes é um tipo de cobra que tem em média 50 cm no comprimento que tem proeminências que lembram um par de chifres. Muito ativa à noite, encontra-se geralmente enterrada na areia com somente seus olhos visíveis. As mordidas destas cobras são dolorosas, mas raramente fatais. Os Prêmios da Academia Britânica de Cinema, do inglês British Academy Film Awards, são prêmios atribuídos anualmente pela Academia Britânica de Cinema e Televisão para homenagear as melhores contribuições britânicas e internacionais para as artes cinematográficas. O filme foi indicado a diversos prêmios e ganhou cinco Oscars, sete Saturn Awards e um British Academy Film Awards, entre outras honrarias. Os Caçadores da Arca Perdida é considerado  um dos maiores filmes já realizados e teve uma influência duradoura na cultura popular, gerando uma série de imitadores em diversas mídias e inspirando outros cineastas. A Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos o selecionou para preservação no Registro Nacional de Filmes em 1999. Os Caçadores da Arca Perdida é o primeiro filme daquela que se tornaria a franquia Indiana Jones, que inclui mais quatro filmes: O Templo da Perdição (1984), A Última Cruzada (1989), Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal (2008) e O Disco do Destino (2023), além disso, respectivamente uma série de televisão, videogames, histórias em quadrinhos, romances, atrações em parques temáticos e brinquedos.

Escólio: Para salvar o sonho do pai e ganhar o prêmio em dinheiro, a bela filha de  Gordon, Dale, planeja pilotar o carro em seu lugar. Para isso, Dale se disfarça de homem e, com a ajuda dos amigos do pai, assume a corrida. Dale Gordon é uma excelente pilota automobilística e tem boas chances de vencer a corrida exclusiva para homens. Logo após cruzar a linha de partida, Dale retira o chapéu e o bigode, revelando aos outros competidores que é uma mulher. Ao pegar um atalho, ela se aproxima de uma guerra tribal entre facções beduínas. Outro competidor, o alemão Henrich Von Glessing, também pega “o mesmo atalho para fornecer armas ao líder maligno das duas tribos em guerra”. Dale e sua equipe são capturadas por Rasoul, tio do Sheikh Ahmed Al Jaffar, o bom líder das tribos rivais. Jaffar avistara Dale de longe e a desejara, então a resgata de Rasoul, declarando-a sua noiva. Dale casa-se com Jaffar e foge na manhã seguinte em seu carro para tentar terminar a corrida. Ela é capturada pelo líder tribal Lorde Beg antes de conseguir completar a prova, mas “uma criança cigana clandestina volta correndo para Jaffar para contar sobre a captura de Dale”. Enquanto isso, Dale é jogada em um fosso de leopardos. Jaffar reúne seus homens, a resgata e permite que ela retorne para dirigir na corrida. Dale vence a corrida e, ao comemorar, vê o cavalo de Jaffar por perto. 

Ela se despede de sua equipe, monta no cavalo e retorna para Jaffar. O Deserto do Saara é reconhecido por ser o maior deserto quente do mundo. Oficialmente, é o terceiro maior deserto da Terra, logo após a Antártida e o Ártico, pois estas duas também são consideradas desertos. Localizado na região Nordeste do continente africano, tem uma área total de 9,40 milhões de km², sendo sua área equiparável à da Europa em torno de 10,19 milhões de km² e à área dos Estados Unidos, e maior que a área de muitos países continentais tais como Brasil, Austrália e Índia. A área total ocupada por este imenso deserto é maior que a de outros importantes biomas terrestres, como a floresta amazônica. O nome Saara é uma transliteração da palavra árabe صحراء, que por sua vez é a tradução da palavra tuaregue tenere (deserto). O deserto do Saara compreende parte dos seguintes países e territórios: Argélia, Chade, Egito, Líbia, Mali, Mauritânia, Marrocos, Níger, Saara Ocidental, Sudão e Tunísia. Atualmente vivem cerca de 2,5 milhões de pessoas na região geográfica do Saara. Os seres humanos vivem na extremidade do deserto há milhares de anos. Durante a última glaciação, o deserto do Saara foi mais úmido como o Leste africano do que é agora, e já possuiu densas florestas tropicais. 

Seu clima era tão diferente comparativamente que recentes estudos revelaram que o Rio Nilo corria antigamente para o Oceano Atlântico em vez de desaguar no mar Mediterrâneo.  Uma mudança de poucos graus no eixo de rotação terrestre causou, há cerca de 10 mil anos, uma grande transformação climática gerando o Saara. Essa alteração, segundo alguns cientistas, gerou as condições necessárias à formação da civilização egípcia quando obrigou pessoas que já haviam desenvolvido formas de vida sedentárias, agricultura e pastoreio, e tradições históricas (civilização) a se deslocarem para o leito atual do Rio Nilo. O deserto é rico em história, e diversos fósseis de dinossauros e outros animais bem como resquícios de diversas civilizações já foram encontrados ali. O Saara moderno geralmente é isento de vegetação, exceto no vale do Nilo, tem poucos oásis, e em algumas montanhas nele dispersas. O deserto do Saara, no qual se distinguem dois trechos, um dominado por dunas arenosas e denominado Erg, e outro pedregoso denominado Hamadas, é parte dos seguintes países e territórios: Argélia, Chade, Egito, Líbia, Mali, Mauritânia, Marrocos, Níger, Saara Ocidental, Sudão e Tunísia. A área do deserto também inclui parte da bacia do Rio Nilo, as montanhas Aïr, Hoggar, Atlas, Tibesti e Adrar dos Ifogas, e subregiões do deserto da Líbia, do deserto da Núbia, do Ténéré e deserto Oriental Africano.  

No interior do Saara, existem alguns poucos e dispersos oásis formados devido ao afloramento de aquíferos subterrâneos, estando entre eles os oásis de Baria, Gardaia, Timimoun, Cufra e Siuá. As fronteiras do Saara são o Oceano Atlântico a Oeste, a cordilheira do Atlas e o mar Mediterrâneo a Norte, o mar Vermelho a Leste e o Sahel a Sul. O Saara divide o continente africano em duas partes, o Norte da África e a África Subsaariana. A fronteira saariana ao sul é marcada por uma faixa semiárida de savana chamada Sahel.  Os limites do Saara podem também ser definidos por critérios botânicos, definidos por Frank White, que correspondem a zonas climáticas (por exemplo, definidas por Robert Capot-Rey). O limite norte coincide com a região em que se cultiva a tamareira (nos oásis) e com o limite sul do esparto, uma poácea típica do clima mediterrânico; este limite corresponde igualmente à isoieta (linha de igual precipitação anual) dos 100 mm. A sul, o Saara limita com o Sahel, uma cintura de savana seca com um verão chuvoso, que se estende através de toda a África. Aí o limite é definido pela Cornulaca monacantha, uma quenopodiácea tolerante à seca, ou pelo limite norte do Cenchrus biflorus, uma grama característica do Sahel, o que corresponde à isoieta de 150 mm. Este valor é a média de muitos anos, uma vez que a precipitação varia muito de um ano a outro. Acredita-se que a palavra carro se origine da palavra em latim carrus ou carrum, “veículo com rodas”. Estes se originaram da palavra gaulesa karros (uma carruagem gaulesa).

Referia-se originalmente a qualquer veículo puxado por cavalos com rodas, como uma carruagem ou carroça. A palavra “automóvel” é um composto clássico derivado da palavra grega antiga autós (αὐτός), que significa “eu”, e a palavra latina mobilis, que significa “móvel”. Automobilismo também reconhecido como corridas de automóveis ou desporto motorizado, é um desporto relacionado com competição com automóveis. É um dos desportos mais populares do mundo e talvez aquele em que a comercialização seja mais intensa e de forte influência midiática. Automóvel, auto (forma reduzida) ou carro é um veículo motorizado com rodas. A maioria das definições de carro diz que eles correm basicamente em estradas, acomodam de uma a oito pessoas, têm quatro rodas e, principalmente, transportam pessoas em vez de mercadorias. Os carros entraram em uso global durante o século XX e as economias desenvolvidas dependem deles. O ano de 1886 é considerado como o ano de nascimento do carro moderno, quando o inventor alemão Karl Benz (1844-1929) patenteou seu Benz Patent-Motorwagen. Os carros tornaram-se amplamente disponíveis no início do século XX. Um dos primeiros carros acessíveis às massas foi o 1908 Model T, um carro norte-americano fabricado pela Ford Motor Company. Os carros foram rapidamente adotados nos Estados Unidos, onde substituíram carruagens e carros puxados por animais, mas demoraram muito mais para serem aceitos na Europa Ocidental e em outras partes do mundo globalizado.

Em 1871, aos 27 anos, Benz se associou a August Ritter (1826-1908) para abrir a Fundição de Ferro e Oficina Mecânica em Mannheim, mais tarde renomeada Fábrica de Máquinas para Trabalhar Chapas Metálicas. O primeiro ano da empresa foi ruim. Ritter se mostrou pouco confiável e as ferramentas da firma foram confiscadas. A dificuldade foi superada quando a noiva de Benz, Bertha Ringer (1849-1944), comprou a parte de Ritter na empresa usando seu dote. Em 20 de julho de 1872, Benz e Bertha Ringer se casaram. Tiveram cinco filhos: Eugen (1873), Richard (1874), Clara (1877), Thilde (1882) e Ellen (1890). Bertha Benz, nascida Bertha Ringer, foi uma das pioneiras do automóvel. Em 5 de agosto de 1888 ela foi a primeira pessoa na história a dirigir um automóvel a uma longa distância. Ao fazer isso, Bertha trouxe a atenção do mundo todo para o Benz Patent-Motorwagen, primeiro automóvel do mundo, iniciando as vendas da companhia. Bertha Ringer nasceu em uma rica família de Pforzheim, no Grão-Ducado de Baden, filha de Auguste Friederike e Karl Friedrich Ringer. Era a terceira de nove filhos do casal. Em uma época em que a educação era negada às mulheres, Bertha se interessava por mecânica e pelos intrincados mecanismos que o pai, carpinteiro, fazia. Foi ele quem lhe explicou o funcionamento da locomotiva e que também permitiu que ela fosse a uma escola para meninas aos 9 anos. Sua disciplina preferida era a de ciências naturais.

Diz-se que ela ficou decepcionada com o pai ao ler uma frase que ele escreveu na Bíblia familiar que, infelizmente, tinha nascido outra menina. Isso teria alimentando seu desejo de mostrar que as mulheres podiam fazer grandes feitos. Bertha era uma moça bonita, inteligente e de família rica, portanto não lhe faltaram pretendentes. Em 27 de junho de 1869, porém, ela conheceu um engenheiro falido, que se juntou a ela e sua mãe em uma excursão, mencionando uma carruagem sem cavalos que ele vinha desenvolvendo, o que atraiu sua atenção imediatamente. O engenheiro era Karl Benz. Dois anos antes de conhecer Karl, ela usou parte de seu dote para investir em uma empresa de fundição. Mas ao se casar, pela lei alemã da época, a mulher perdia qualquer poder legal como investidora, assim qualquer decisão de negócios tinha que ser conduzida por Karl. Os dois se casaram em 20 de julho de 1872 e Karl usou o dote de Bertha para investir em seus negócios, como a Benz & Cie. Seu “projeto da carruagem sem cavalo” foi terminado em dezembro de 1885. 

Mesmo tendo investido no processo social de desenvolvimento e até podendo ter direito à patente, como mulher casada ela não era permitida a entrar com o pedido da patente. A vida do casal, porém, não foi fácil. Muita gente achava a invenção de Karl uma loucura, um artefato inútil e perigoso. Eles passaram fome, humilhações públicas, mas persistiram na invenção e no registro. Em 1886, Karl apresentou o automóvel Patent-Motorwagen ao mundo. Em uma década, cerca de 25 deles seriam construídos. Usando o corte básico de uma bicicleta, o Modelo I foi a patente original do carro motorizado e o primeiro automóvel do mundo. O Modelo II foi convertido para um automóvel de quatro rodas para testes, sendo o único deste modelo. A primeira produção a vender relativamente bem foi do Modelo III, com vários opcionais de fábrica. O Modelo III, Benz Patent-Motorwagen Number 3 de 1886, usado por Bertha Benz na primeira viagem de longa distância usando um automóvel, que durou 106 km. Em 5 de agosto de 1888, aos 39 anos, Bertha dirigiu de Mannheim até Pforzheim, junto de seus filhos Richard e Eugen, de 13 e 15 anos de idade, em um Modelo III, “sem contar ao marido e sem nenhuma permissão das autoridades”, tornando-se a primeira pessoa a dirigir um automóvel a uma longa distância, ainda que ilegalmente. Antes desta viagem histórica, os carros motorizados eram conduzidos a curtas distâncias, retornando ao ponto de partida e muitas vezes com a ajuda de um mecânico. Seguindo as marcas das carroças, esta pioneira viagem cobriu 106 km entre uma cidade e outra. Carl e Bertha Benz por volta de 1926. Apesar de o motivo da viagem fosse para visitar sua mãe, Bertha tinha outros motivos: provar ao seu marido, que não conseguiu fazer propaganda de sua invenção, de que o invento no qual eles tanto investiram poderia se tornar um sucesso comercial uma vez que se mostrasse útil ao grande público. 

Além disso, ela esperava que Karl ganhasse a confiança necessária para continuar seu trabalho. Bertha deixou Mannheim cedo pela manhã, resolvendo vários assuntos pelo caminho, demonstrando sua capacidade técnica com o veículo. Sem tanque adicional e com um suprimento de apenas 4,5 litros de combustível, ela precisou usar ligroína para tentar fazer o automóvel rodar. O produto só era vendido em boticários, então ela parou em uma farmácia, em Wiesloch e comprou mais. Era comum para a época que petróleo e seus componentes fossem encontrados com químicos e boticários e assim “uma farmácia se tornou o primeiro posto de combustível no mundo”. Ela limpou o cano de combustível com o alfinete do seu chapéu e usou uma de suas cintas-ligas como material isolante. Para melhorar o sistema de freios, ela parou em um sapateiro, que confeccionou correias novas de couro. Um sistema de refrigeração foi usado para esfriar o motor e assim Bertha tinha que se abastecer com água a cada parada. As engrenagens do carro não foram suficientes para superar as subidas e Eugen e Richard muitas vezes tiveram que empurrar o veículo em estradas íngremes. Bertha chegou a Pforzheim pouco antes do pôr do sol, mandando um telegrama ao marido, avisando sobre a viagem bem-sucedida. Ela voltou dirigindo para Pforzheim dias depois. A viagem de Bertha ganhou notoriedade, como ela esperava. Esta viagem foi essencial para o desenvolvimento técnico do automóvel. O casal fez diversas melhorias à invenção após a viagem de Bertha e suas experiências na estrada.

Ela lhe contou tudo o que aconteceu no caminho, dando sugestões como a de uma engrenagem extra para locais íngremes e correias mais resistentes para tornar a freada mais rápida. Sua viagem demonstrou que os test-drives na indústria automobilística eram essenciais para o negócio e para a segurança dos passageiros. Apesar dos infortúnios comerciais, Benz liderou o desenvolvimento de novos motores na fábrica inicial de propriedade dele e da esposa. Para obter mais receita, em 1878 ele começou a trabalhar em novas patentes. Primeiro, concentrou-se em criar um confiável motor a gasolina de ciclo a dois tempos. Benz concluiu esse motor em 31 de dezembro de 1879 e obteve a patente em 28 de junho de 1880. Enquanto projetava o que se tornaria o padrão de produção para seu motor de dois tempos, Benz patenteou o sistema de aceleração (speed regulation), a ignição por faíscas com bateria, a vela, o carburador, a embreagem, a alavanca de câmbio e o radiador a água. Novos problemas surgiram quando os bancos de Mannheim exigiram a transformação da empresa de Benz em Sociedade Anônima, devido aos altos custos de produção. Benz e sua esposa precisaram formar associação com o fotógrafo Emil Bühler e seu irmão (um comerciante de queijo) para receber mais apoio de capital bancário. Assim, em 1882, a empresa se tornou a Gasmotoren Fabrik Mannheim. Entretanto, após todos os acordos de incorporação, Benz ficou insatisfeito por ter apenas 5% (cinco por cento) das ações e ocupar apenas um cargo modesto de diretor. O pior de tudo é que suas ideias não eram consideradas no desenvolvimento de novos produtos, levando-o a se desligar dessa corporação um ano depois, em 1883.

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