segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Asia Ramazan Antar – A Vida de Peshmerga Curda

     Ubiracy de Souza Braga* “Asia Ramazan Antar chamada Kurdyka Angelina Jolie por sua beleza e graça”.Jiyar Gol
 
 
 
                
            Asia Ramazan Antar (1994 - 2016) foi uma militar das “Unidades de Proteção da Mulher”, uma milícia curda feminina dentro das Unidades de Proteção Popular,  força que combate a violência do Estado Islâmico. Tornou-se famosa mundialmente como a “Angelina Jolie do Curdistão”, apesar de ela se parecer mais com a Penélope Cruz. Antar faleceu no decorrer de um ataque do Estado Islâmico na fronteira entre a Turquia e a Síria. Hoje, o único exército em terra que combate diariamente o ISIS é o exército Curdo. Aproximadamente 35% dos membros efetivos é formado por mulheres. O YPJ, também conhecida como “Unidade de Proteção da Mulher”, conta ao menos com 50.000 combatentes, entre os quais 20% são mulheres, cujas unidades têm jogado um papel chave na luta contra o Estado Islâmico. Os yihadistas temem as “Peshmerga” porque creem que “se mata uma mulher não irão ao paraíso”. O YPJ encontra-se envolvido na luta em defesa da cidade de Kobane na fronteira da Síria com a Turquia.
              A fronteira entre a Síria e a Turquia é uma linha de 822 km de extensão, sentido oeste-leste, que separa o sul da Anatólia Oriental, Capadócia - Turquia do norte do território da Síria. No oeste se inicia no litoral nordeste do Mar Mediterrâneo, paralelo 36 N nas proximidades de Iskenderun. É atravessada pelo rio Orontes e vai para leste, passando nas proximidades do Curdistão Turco e da cidade síria de Al Quamishi até chegar à tríplice fronteira Síria-Turquia-Iraque. Separa os governadores dos sírios de Lataquia, Idlib, Alepo, Al Raqqah, Al Hasakah do sul de sete províncias (iller) da Turquia, desde Hakai no litoral leste até Hakkâri no extremo Oeste. A Síria representava um posse do Império turco, cujo centro era reconhecido como a atual Turquia, até o final da 1ª grande guerra. Com a derrota o império se dissolve daí surgindo vários países como a Síria, que representou o domínio dos franceses imperialistas até à Independência em 1946. Um desentendimento territorial sobre a província turca de Hatay teve como impacto o primeiro ponto de conflito.                       
                    Apesar de ser reivindicada por Ancara no âmbito do processo político hegemônico do Pacto Nacional Turco de 1920, Hatay permaneceu como parte do Mandato Francês de negociação da Síria até 1938. Mesmo assim, a decisão do Parlamento autônomo para se juntar à Turquia em 1939 não foi aceito pela Síria, o que enfraqueceu as relações políticas dominantes e hegemônicas durante décadas. A partilha de água causou outro problema histórico-cultural de longa duração. A construção de barragens nos rios Eufrates e Orontes, limitando o fluxo através da fronteira da Turquia, causou ipso facto profundo ressentimento. Porém, a deterioração mais decisiva no relacionamento bilateral veio quando o pai de Bashar al-Assad, Hafez, forneceu bases/apoio ao Partido dos Trabalhadores do Curdistão nas décadas de 1980 e 1990 durante conflito contra a Turquia. A decisão da Turquia de agir contra a Síria para cortar o seu apoio ao PKK, em 1998, mudou a dinâmica desta relação e sob a ameaça de ataque militar, Damasco deu fim ao refúgio que havia oferecido ao líder do PKK, Abdullah Öcalan. Os dois países assinaram o Protocolo de Adana e as hostilidades terminaram. Como um sinal das novas relações, o presidente turco, Ahmet Necdet Sezer inclusive compareceu ao funeral de Hafez al-Assad. Nos dez anos seguintes, os dois países foram aliados firmes e Ancara até mesmo ajudou o regime de Assad a escapar do isolamento internacional, após o assassinato do primeiro-ministro libanês Rafik Hariri. A Síria tornou-se uma peça-chave para a resolução de problemas da Turquia com seus vizinhos e a sua abertura política para chamado o Mundo Árabe.
               A guerra tornou visível para o mundo ocidental o ideário dessas mulheres que não se limita à crucial luta armada. As curdas estão na linha de frente da luta de seu povo por democracia, liberdade para as mulheres e a constituição de um modelo de economia alternativa, comunal e cooperativada. Essa luta tem cerca de 40 anos, quando mulheres curdas foram viver nas montanhas, pegaram em armas e começaram a questionar frontalmente o modelo patriarcal e repressivo sob o qual viviam até então. Enfrentar a mentalidade dos próprios companheiros foi uma luta mais difícil do que a enfrentada contra o Estado turco, narra Melike Yasar, militante do “Movimento de Mulheres Livres do Curdistão”, que veio ao Brasil participar de debates e atividades com mulheres de movimentos sociais brasileiros.  Em entrevista ao “Sul21”, Yasar fala sobre o movimento social de mulheres do Curdistão que elaborou uma crítica radical do modelo de Estado e de poder político baseado no patriarcado. Os curdos, “não lutam mais por um Estado independente, mas pelo direito de viver em um território  respeitando a autonomia das etnias e culturas que vivem na região”. E alerta: a repressão por parte do Estado turco não admite a ideia de um Curdistão autônomo.



“Peshmerga” ou “peshmerge” é um termo utilizado pelos curdos para se referir aos combatentes curdos e politicamente significa: “aqueles que enfrentam a morte” (“pesh” enfrentar + “merg”, morte). É também o termo oficial do Governo Regional do Curdistão para designar as forças armadas do Curdistão iraquiano. As forças peshmerga do Curdistão existem desde o advento dos movimentos de Independência curda em 1920, após o colapso do Império Otomano e da dinastia Qajar no Irã, que governavam a área por onde se distribuem os curdos. As forças peshmerga incluem mulheres nas suas fileiras. Os curdos são e representam, pois, um importante grupo étnico nativo da região frequentemente referida como Curdistão que inclui adjacências do Irã, Iraque, Síria, Turquia, Armênia e Geórgia. Há comunidades curdas no Líbano, Azerbaijão (Kalbajar e Lachin) e, em décadas recentes, em alguns países europeus e nos Estados Unidos da América. Etnicamente aparentados com povos iranianos, eles falam curdo, língua indo-europeia do ramo iraniano. Todavia, se as origens étnicas curdas são aparentemente incertas, de acordo com Vladimir Minorsky, “não há dúvidas que o termo mar (medos) se refere aos curdos”. Ele descreve etnograficamente que “no raro manuscrito armênio contendo amostras de alfabetos e línguas, escritos em algum momento antes de 1446, uma oração curda aparece como exemplo da língua dos medos”.
- “Tra questi uomini e donne, tra i Curdi, senza terra in battaglia per il riconoscimento di una patria, e dopo il 2014 contro le bandiere nere di “Daesh” lo Stato Islamico proclamatosi nel giugno di quell'anno, allargatosi a colpi di terrore con la mortale scure di un’avanzata inarrestabile. Asia combatteva sicuramente anche con se stessa, con la sua paura da vincere per vivere, per sopravvivere. La notizia della sua morte è stata diffusa tramite la pagina Facebook - “We want Freedom for Kurdistan” durante la battaglia spietata sarebbe morta a Minbic nel nord della Siria e se ne parla come di un giallo, dipanatosi, in quanto secondo alcune fonti non ci sarebbero state in campo le armate dell’Isis ma truppe siriane e uomini dell’opposizione armata” (cf. Castella, 2016).
 
Cultos, a maioria dos curdos é bilíngue ou poliglota, falando as línguas dos povos circunvizinhos principalmente como o árabe, o turco e o persa como segunda língua. Os judeus curdos e alguns cristãos curdos, basta não confundir com os assírios étnicos do Curdistão, vale lembrar, habitualmente falam aramaico, ipso facto, “lishana deni” como sua primeira língua, constituindo-se, portanto, como cultura mais próxima do árabe e do hebraico que do curdo. O número exato de curdos vivendo no Oriente Médio ainda não se sabe, devido à análise dos recenseamentos recentes e à relutância dos vários governos das regiões habitadas por curdos em fornecer dados importantes. Contudo, aproximadamente 55% dos curdos no mundo vivem na Turquia, 20% no Irã, 20% no Iraque e um pouco menos de 5% na Síria. Estas estimativas estabelecem o número total de curdos entre aproximadamente entre 27 e 36 milhões. Há outras fontes que registram uma população maior de curdos, mas que não trataremos agora. Além disso, estima-se que os curdos, especialmente na Turquia, têm um índice de natalidade quase 50% maior do que em relação aos turcos. Devido a isso, eles são vistos negativamente como um desafio demográfico para o Estado.                           
             Qualquer que seja sua localização geográfica, as mulheres curdas não esperaram a luta contra o EI para chegar a postos-chave, sejam eles militares ou políticos. Já em 1909, Adila Khanim foi a sucessora de seu marido como governadora de Halabja e chefe da tribo Jaf, uma das maiores do Curdistão. Ela ficou famosa por conseguir restabelecer a ordem e a lei na região. Hoje, duas coronelas, Nahida Ahmed Rachid e Aila Hama Amin Ahmed, fazem desta figura histórica uma das inspirações do Batalhão 106, uma força exclusivamente feminina criada em 1996, em Sulaymaniyah, cidade iraquiana sob o controle do Governo Regional do Curdistão (KRG). Para explicar seu engajamento nessa unidade desde sua criação, Nahida e Aila não hesitam em invocar “a imperiosa necessidade de pegar em armas para defender a nação ameaçada” e a impossibilidade de continuar em casa enquanto seus compatriotas são mortos. As duas oficiais não escondem as dificuldades, sobretudo para vencer a relutância da sociedade curda do Iraque: - “Tivemos de superar muitas dificuldades. Foi uma luta. Essa liberdade [de tornar-se militar] não é um favor que os homens se dignaram em nos conceder; nós lutamos para conquistá-la”, afirma Aila, que diz ter permanecido solteira para poder dedicar sua vida à luta. - “Uma soldada não imita um pretenso modelo masculino; ela está no seu direito de pegar em armas”, declara por sua vez Nahida.  
            A cultura curda representa o legado de vários povos antigos que moldaram os modernos curdos e sua sociedade, principalmente de três povos: os hurritas nativos, os iranianos antigos (“medos”) e os muçulmanos. A cultura curda é muito próxima daquelas dos povos iranianos; os curdos, por exemplo, também celebram o Noruz (21 de março) como “Dia de Ano Novo”. Os filmes curdos principalmente evocam a pobreza e a falta de direitos do povo curdo na região. Yılmaz Güney (Yol) e Bahman Qubadi estão entre os mais conhecidos diretores de cinema curdos. Tradicionalmente, há três tipos de artistas clássicos curdos: os contadores de histórias (“çîrokbêj”), os menestréis (“stranbêj”) e os bardos (“dengbêj”). Não houve música específica relacionada às cortes principescas curdas, portanto, a música apresentada em reuniões noturnas (“şevbihêrk”) é clássica. Várias formas musicais são encontradas neste gênero. Muitas músicas são épicas por natureza, como a popular “Lawiks”, balada heroica narrando histórias de heróis curdos como Saladino. As baladas são “Heyrans” que frequentemente expressam a melancolia da separação e do amor não conquistado.
Enquanto “Lawje” é uma forma de música religiosa e “Payizoks” são canções apresentadas durante o outono. Canções de amor, música para dançar, para casamentos e outras celebrações (“dîlok”/”narînk”) como poesia erótica e música a capela são também muito populares. Esse orientalismo liga-se à produção cultural de seu tempo como a literatura, a arte, a filmes e novelas nos dias atuais constituindo-se objeto de nossa reflexão. Quando nos vemos diante da comédia dramática “O Casamento de May”, com o olhar feminino de Cherien Dabis, pode-se à primeira vista imaginar que o filme abordará um conflito religioso. Afinal, a protagonista também Cherien, uma palestina de origem cristã, vai se casar com um noivo muçulmano, na Jordânia natal de ambos, embora sejam os dois radicados nos Estados Unidos. Mas quanto mais avança a história, que tem roteiro de sua diretora e atriz, mais se afasta desta intenção. Segue aproximando-se de uma discussão no âmbito das relações de parentesco e familiares e da condição feminina neste contexto que aspira a ser universal – embora dedique espaço também a conflitos interculturais devido ao confronto de regionalização.
Enfim, o KRG – “Governo Regional do Curdistão” tem empreendido grandes esforços legislativos, que o distinguem do resto do Iraque. Em 2011, o Parlamento curdo aprovou a “Lei 8”, sobre violência doméstica, comparativamente como ocorre no Brasil com a Lei Maria da Penha, reconhecendo como crime de violência física e psicológica familiar o casamento forçado ou precoce, a mutilação genital feminina, o estupro conjugal e a discriminação na educação. O texto prevê a criação de um Tribunal Especial para estes casos, bem como  melhoria no acompanhamento das vítimas.  Khanim Latif acusa-a de ser apenas uma estratégia de convencimento: - “Aprovar uma lei sem criar meios concretos para aplicá-la é um absurdo. É preciso mudar todo o sistema”. Alguns dispositivos demoram a ser colocados em prática. Modificar de maneira durável as mentalidades é algo que requer uma longa e duradoura luta, através de campanhas solidárias de sensibilização articuladas para líderes religiosos e tribais, médicos, policiais e famílias.




Além disso, nem as próprias autoridades jurídicas garantem a transparência e a independência da justiça. Vários relatórios e depoimentos demonstram que muitos autores de violência recebem sanções muito leves, ou sanção nenhuma, caso o ato seja “legitimado” pelo comportamento da vítima. Há juízes machistas que propõem a ridícula sanção aos estupradores de casarem com suas vítimas, para que elas recuperem sua honra, esquecendo-se do drama psicológico que estas mulheres carregarão pelo resto de suas vidas. Por fim, as tribos continuam muito influentes. Elas frequentemente interferem para proteger seus membros, por exemplo, oferecendo uma compensação financeira às vítimas e suas famílias em troca de silêncio. No entanto, as zonas urbanas registram progressos. Em 2008, houve 2,5 vezes mais mulheres queimadas em nome da honra na periferia de Sulaymaniyah do que entre seus muros. Além disso, a violência diminuiu um pouco: a mutilação genital feminina é cada vez menos praticada. Mas a publicidade globalizada ocidental em torno das combatentes mascara uma realidade muito mais contrastante da condição feminina no Curdistão iraquiano. Diretora da ONG Asuda – que, com sede em Sulaymaniyah, trabalha desde 2000 na defesa dos direitos das mulheres –, Khanim Latif fala dos muitos males que afligem a sociedade. Em primeiro lugar, os “crimes de honra”, que continuam muito comuns em seu desenvolvimento étnico.
      O termo propaganda tem a sua origem no gerúndio do verbo latim “propagare”, equivalente ao português propagar, significando o ato de difundir algo, originalmente referindo-se à prática agrícola de plantio usada para propagar plantas como a vinha. O uso da palavra “propaganda” no sentido contemporâneo é uma cunhagem inglesa do século XVIII, nascida da abreviação de Congregatio de Propaganda Fide de cardeais estabelecida em 1633 pelo Papa Urbano VIII para supervisionar “a propagação da fé cristã nas missões estrangeiras”. Originalmente o termo não era “ideologia” porque a palavra foi criada por Antoine-Louis-Claude Destutt, o conde de Tracy, filósofo e soldado no tempo da clássica Revolução Francesa, que tem como representação social o significado de ciência das ideias, tomando-se ideias no sentido de “estados de consciência”. Militar de carreira aderiu à Revolução, destacando-se como deputado. Fez parte do “grupo dos sensualistas”, com orientação nos pensamentos republicanos do Marquês de Condorcet que entraram em conflito com os partidários de Bonaparte, que os acusaram de “idéologues”. Daí a disseminação do nome.
Decorrido cerca de uma década da queda da Bastilha, o filósofo exilado em Bruxelas, começou a publicar Eléments D'Ideologie (1801-1815), em 4 volumes, postulando a fundação de um original campo destinado a formar a base de todas as ciências, denominada por ele a “ciência das ideias”. Etimologicamente a confusão entre os termos “propaganda” e “publicidade” refere-se ao problema de distorção ideológica aplicada à tradução dos originais da língua inglesa. Propaganda é um modo especificamente sistemático de persuadir visando influenciar com fins ideológicos ou políticos, as emoções, atitudes, opiniões ou ações do público alvo. As traduções dentro da área de negócios, administração e marketing utilizam propaganda para o termo “advertising” e publicidade para o termo “publicity”. Seu uso primário no contexto político refere-se geralmente à persuasão patrocinada na esfera pública e política. A propaganda pode ser usada como forma de luta política, por associação com sua utilização ideológica, embora a propaganda em seu sentido original represente neutralidade axiológica, podendo se referir a usos benignos ou inócuos, como recomendações de saúde pública, campanhas para participar de censo ou eleição, ou mensagens para estimular as pessoas a denunciar crimes à autoridade, entre outros.
Aso Kamal, militante pelos direitos humanos, estima que entre 1991 e 2007 mais de 12 mil mulheres foram mortas no território do KRG em nome da honra da família, a qual as sociedades patriarcais ligam estreitamente ao corpo feminino, sua decência e pureza. A persistência da autoimolação pelo fogo, frequentemente um sinal de extrema angústia diante da pressão familiar. Entre os verdadeiros acidentes domésticos e as tentativas de suicídio dissimuladas, é difícil chegar a dados estatísticos confiáveis. Mas os dados da Asuda demonstram dezenove casos em Sulaymaniyah em 2014. Outro flagelo que as jovens curdas enfrentam é o casamento precoce, uma prática muito difundida, e em crescimento nas aldeias mais pobres e entre as populações deslocadas, para as quais o casamento de uma criança representa uma vantagem econômica. A falta de acesso à educação é determinante: - “Em algumas aldeias, não há escola para o último ciclo do ensino fundamental. As meninas não têm nada a fazer além de ficar em casa esperando o casamento”, explica Khanim Latif. Ela  menciona a mutilação genital feminina: segundo um Relatório da Organização Não-Governamental Wadi, a prática atinge 57% das meninas com idade entre 14 e 18 anos.  
 
Bibliografia geral consultada:

BARTH, Fredrik, “Principles of Social Organization in Southern Kurdistan”. In: Boletim da University Ethnographic Museum. Oslo, 1953; HANSEN, Henny Harald, The Kurdish Woman`s Life. Copenhagen: Ethnographic Museum Record, 7:1-213; 1961; BECKER, Howard, Los Extraños. Buenos Aires: Editorial Tiempo Contemporáneo, 1971; HELLER, Agnes, Sociologia della vita quotidiana. Roma: Editore Riuniti, 1975; RHODES, Anthony, Propaganda: The Art of Persuasion: World War II. New York: Chelsea House Editor, 1976; LUHMANN, Niklas, “L’Opinione Pubblica”. In: Stato di Diritto e Sistema Sociale. Napoli: Guida Editore, 1978; GINZBURG, Carlo e PONI, Carlo, “Il Nome e il Come: Scambi Ineguale e Mercato Storiografico”. In: Quaderni Storici, n˚ 40, 1979; EAGLETON JR., William, La République Kurde.  Bruxelles:  Éditions Complexe, 1992;  YASSIN, Burhaneddin, Vision or Realty: The Kurds in the Policy of the Great Powers, 1941-1947. Sweden: Lund University Press, 1995; COSTANZO, Chiara, Il Matrimonio Secundo la Consuetudine Curda: Analogie e Diferenze com il Diritto di Famiglia Siriano. Tesi di Laurea. Istitutzioni del Mondo Musulmano. Facoltà di Studi Arabo-Islamici e del Mediterraneo. Napoli: Univesità degli Studi di Napoli, 2008; ASAR, Melike, “A Luta Incomum das Mulheres Curdas”. Disponível em: http://outraspalavras.net/outrasmidias/21/03/2016; Artigo: “Asia Ramazan Antar, Eroina Curda Morta a 20 Anni per Difendere la Siria dall`Isis”. In: http://www.repubblica.it/2016/09/07/; CASTELLA, Stefania, “Asia Ramazan Antar. Morte di una Combattente Coraggiosa”. Disponível em: http://www.ilgiornaleweb.it/08/09/2016; Artigo: “Muere Asia Ramazan Antar, la ‘Angelina Jolie kurda’, en Combates contra el Estado Islámico”. : http://www.lavanguardia.com/08/09/2016; entre outros.
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* Sociólogo (UFF), Cientista Político (UFRJ), Doutor em Ciências junto à Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP). Professor Associado da Coordenação do curso de Ciências Sociais do Centro de Humanidades da Universidade Estadual do Ceará (UECE).  

2 comentários:

  1. ela morreu de quantos tiro ou bomba alquel sabe como que ela morreu ?

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  2. Foi revelada, nesta quarta-feira, 7 de setembro de 2016, a morte da combatente curda Asia Ramazan Anta, guerrilheira que estava no front de batalha desde 2014 lutando pela causa do exército em defesa das mulheres (unidade do PKK), na frente militar de libertação do Curdistão contra o Estado Islâmico na Síria.

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